sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Estrada Volta Rápida 71 550 30,5



Estrada: - Volta Rápida, com 71 km de extensão, 550 metros de Acumulado Ascensional relativo e 30,5 Km/h de velocidade Média de progressão. 

Apesar de algum vento, conseguiu-se fazer uma média razoável para uma volta efectuada em solitário. O Objectivo inicial passava por fazer mais uma das habituais voltas de "3DC" (3 Denominadores Comuns) com Monsanto, Marginal e Sintra, mas quando comecei a subir, desde Cascais, para a Malveira da Serra, percebi que o tempo para os lados da Serra estava ainda mais fechado e instável, do que o que me sobrevoava - Que já não era nada de muita confiança - A chuva ameaçava a qualquer momento. Assim, e depois de ter passado a Aldeia de Juzo, virei à esquerda, para a povoação da Charneca, usando um atalho que me é familiar das voltas de BTT, e que vai dar directamente à estrada Nacional 247, perto da entrada para a praia do Abano, antes do Guincho. Daí iniciei o regresso para a Marginal, até Algés, de onde encetei a subida para a Damaia.





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Estrada MS (Margem Sul) 150 1000 26,5


Estrada "MS" 150 1000 26,5
Volta de estrada pela "Margem Sul" com cerca de 135 quilómetros - 150, se incluirmos as travessias de barco - E (+/-) 1000 metros de Acumulado Ascensional relativo - Tudo somado, e descontado o tempo de paragem e das viagens no rio, perfaz uma média de 26,5 km/h. Bem tentei, subir um pouco a média, mas a imensidão de povoações e semáforos, assim como a inconstância do vento - que por vezes soprava forte - mão mo possibilitaram.
Saída de Benfica em direcção a Algés, pela zona comercial de Alfragide. Como tinha que fazer tempo para apanhar o barco em Bélem, ainda deu para ir pelo Estádio Nacional e fazer uma boa parte da Avenida da Índia até Alcântara e depois interiorizar pelas ciclovia das docas e de Belém para a estação fluvial de Belém, de onde apanhei o barco para a Trafaria, via Porto Brandão. Daí segui para a Costa de Caparica, Fonte da Telha, Aroeira, Belverde, Fernão Ferro, Alfarim, Aldeia do Meco, Santana, Maçã, Azeitão, Quinta do Anjo, Pinhal Novo, Montijo e Seixalinho. O regresso a casa foi efectuado pela Baixa: - Rua da Prata, Rossio, Avenida da Liberdade, Avenida A. Augusto de Aguiar, Praça de Espanha, Sete Rios e Estrada de Benfica. 
Na Margem sul usei essencialmente as: - EN 378, EN 377; EN 379; EN 252, um pouco da EN 10 e EN 5.





ALGUMAS FOTOGRAFIAS:


...Aqui está ela, a Aldeia do Meco, onde eu passei variadíssimos Verões em férias, e onde recentemente alguns supostos estudantes andaram a fazer disparates...




...Uma das ruas, da pequena aldeia. - Ao fundo o restaurante "Celmar", do meu Amigo Mário Rui, onde se come e petisca muito bem.




Subindo da Aldeia do Meco para a de Zambujal. Na estrada do Cabo Espichel, ao lado do "Hotel Zimbros" têm-se esta bela perspectiva da Aldeia, de Alfarim, de todo o areal da Costa de Caparica, da Margem Norte do Rio Tejo, e, inclusivamente da Serra de Sintra.


GR

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Várias voltas de Estrada pelo Distrito de Lisboa (2) [Só Ida - Saída de Benfica e regresso por transportes ("Fuga para a Frente")]



Depois de aqui ter apresentado este "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, e no qual, os trajectos têm as características em comum, já referidas - O que me levou a fazer voltas especificas - Chegou agora o momento de alargar um pouco a abrangência territorial.

Como entretanto, e aproveitando os terrenos que habitualmente usamos para a prática do BTT estarem completamente intransitáveis, tenho feito quase em exclusivo passeios de estrada, nos quais tenho experimentando novos percursos e pisando concelhos lisboetas mais para Norte, achei que era a altura de trazer esse levantamento aqui ao blog, juntando para esse efeito, alguns trajectos mais antigos que fui desenterrar ao meu site de tracks, no Wikiloc.

Continuando com este conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento, e depois de no primeiro, ter abordado as voltas exclusivamente desenroladas dentro dos limites do distrito; - Este segundo capitulo, refere-se a trajectos iniciados dentro do Distrito de Lisboa,  como sempre - Ou quase sempre - Com inicio na zona de Benfica /Damaia, e que, neste caso se estendem para além do distrito em causa, passando para os de  Leiria (em dois casos) e para o de Santarém (noutros dois). Um dos trajectos, aos quais intitulei: - "Fuga para a Frente", não sai do distrito, já que apesar de não voltar ao ponto de origem, tem o términos na Estação de Caminhos de ferro de Alverca, logo, no distrito de Lisboa.
Neste post especifico, a passagem pelos concelhos de Lisboa não é tão relevante, mas mesmo assim posso referir que estão quase todos contemplados - Salvo erro, faltam os de Cadaval, Sobral de Monte Agraço e Arruda dos Vinhos.

Têm em comum o facto de todos terem inicio em Benfica/Damaia e terminarem fora de Lisboa. Normalmente perto de um meio de transporte, que para esse fim, usei para regressar a casa. Usualmente acontece ser de comboio (Linha do Norte e Linha do Oeste), mas ocasiões há, que o regresso se processa via veículos de amigos, como foi o caso da volta que relatarei, até Ortiga, Fátima, Santarém.
Todos têm distâncias compreendidas entre os 100 e os 200 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os mil e os dois mil metros.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:


...Todas as voltas com fronteiras de concelhos e numa imagem diurna...



...As mesmas voltas sem fronteiras de concelhos, mas com as de distritos, e em modo nocturno...



...As ditas, mas em maior (aproveitamento de espaço na imagem)...


Agora, para se ter uma ideia mais correcta das características de cada uma delas, aqui se apresentam os trajectos individualmente. (Quando ao título está associado um link, esse corresponde ao post dessa mesma volta, outrora aqui apresentada neste blog):







Por fazer parte de uma das zonas mais frequentadas mas minhas voltas em estrada, além de a ter calcorreado em reviravoltas à descoberta dos melhores spot's para o recente "A Ver Água", esta estrada está certamente presente nas imagens de cada um de nós, muitas vezes de forma inconsciente. Como exemplo posso salientar que é esta a estrada que nos leva desde Cascais até ao Guincho, ou desde o Guincho até Sintra, passando pela Malveira da Serra, Cabo da Roca e Colares. Logo aí, acredito que já tenha sido pisada por quase todos. Mas também é a estrada que nos leva desde Sintra até à Ericeira passando pela Terrugem, de onde se pode ver o palácio de Mafra.
Depois para Norte, e até Santa Cruz, esta alternativa chega a andar coincidente com a EN 9, voltando após a Lourinhã a estar bem marcada. Termina abruptamente no acesso à IP6, antes de chegar a Atouguia da Baleia. Estaremos por essa altura no KM 2.

Com o progredir das povoações, mas sobretudo com algumas construções desordenadas, muitas vezes perde-se o rumo a determinadas estradas, bem antigas e características do nosso país. O mesmo já senti quando buscava o traçado da Translusitana, a EN 2.
Progride portanto nos distritos de Lisboa e Leiria, com cerca de 110 km e 1300 metros de acumulado.





Trajecto e track GPS no Wikiloc

Aproveitando o habitual convite para a degustação das "Famosas Sopas de Verde", por parte do Clube de Veteranos de Fátima, onde eu e alguns ciclistas de Lisboa temos grandes Amigos (Obrigado Cabrita, Beto, Tony, Rui, Joel, Marco "Carlos" Nuno e aos membros do clube ...cozinheiras incluídas... Entre Outros...), anualmente realizada em Ortiga, Fátima, em meados de Novembro, desloquei-me em bicicleta de estrada para mais uma bela volta pelo Vale do Tejo e Serra de D'Aire.
Esta volta inclui passagens por terras como: - Lisboa, Sacavém, Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira, Castanheira do Ribatejo, Carregado, Vila Nova da Rainha, Azambuja, Cruz do Campo, Cartaxo, Vila Chã de Ourique, Vale de Santarém, Santarém, Póvoa de Santarém, Almajões, Pernes, Rio Alviela, Liteiros, Zibreira, Casais Martanes, Pedrógão, Alqueidão, Pafarrão, Serra de Aire, Bairro, Moitas e Capela de Nossa Sra de Ortiga, Fátima.
 Trajecto maioritariamente cumprido em estrada (N10 e N3), mas com duas passagens em estradões de terra batida: Antes de Santarém e antes da Zibreira. Estes dois troços têm alternativa, e poderão ser feitos por alcatrão. Em Santarém, continuar pela N3 e atravessar a cidade, voltando ao track na rotunda do McDonalds, na Estrada para a Póvoa da Santarém, e antes da Zibreira, continuar pela estrada para fazer a ligação à E243.
Trata-se portanto de um volta que abrange dois distritos, os de Lisboa e Leiria, tem cerca de 140 quilómetros, com quase 1500 metros de acumulado.





Num total de quase 160 km, já que contempla a ida desde Lisboa, para Norte, para as Caldas da Rainha e Nazaré e depois o regresso às caldas para apanhar o comboio, de regresso a casa.
Desde Damaia, Amadora, Lisboa, usando a EN 8 a partir de Odivelas, Loures, Lousa, Venda do Pinheiro, Malveira, Vila Franca do Rosário, Gradil, Freixofeira, Carvalhal, Torres Vedras, Ameal, Ramalhal, Outeiro da Cabeça, entrada no distrito de Leiria, Bombarral, Paul/Delgada, São Mamede, A-da-Gorda, Óbidos, Caldas da Rainha, Tornada, vale de Maceira, passagem para a EN 242, em Alfazeirão, São Martinho do Porto, Rio Alcobaça, e regresso via Macarca a Caldas da Rainha.
Com o constante relevo acidentado da zona Oeste, esta volta acaba por ter cerca de dois mil metros de acumulado ascensional.





… Fui traído por um joelho, e o pior é que o malandro não estava só. Com ele estavam também, a chuva; um certo cansaço, composto na sua maioria por uma recuperação deficiente do esforço da Via de la Plata; mas principalmente, pela minha teimosia e falta de informação.
Tinha planeado (se não chove-se), sair bem cedo e fazer-me à ESTRADA, na pura acepção da palavra. Escolhi a N1/IC2 para progredir para Norte, tanto quanto possível na perspectiva de treinar estrada e resistência, e, testar os meus limites quilométricos numa via que não apresenta, à partida, grandes declives, e é na sua essência, composta de um piso razoável. Descobri à-posteriorí, no pouco que por lá andei, que não é o traçado ideal para fazer num Domingo de “domingueiros do volante”.
Nesta colagem de estrada; - EN 10, de Sacavém ao Carregado; - EN 3, do Carregado a Torres Novas; -  EN 349, de Torres Novas a Ourém; - EN 113, de Ourém a Leiria e - EN 1/ IC 2, de Leiria a Pombal, foram feitos quase 190 quilómetros, e perto de 1700 de acumulado.





Volta de Estrada pelos Concelhos de Amadora, Odivelas, Loures, Malveira, Torres Vedras, Alenquer, carregado, Vila franca de Xira e Alverca.
Usando essencialmente as estradas N 8, N 9, N 115, N 355, N 1 e N 10.
Volta com quase 115 km e pouco mais de 1000 mt de acumulado.



GR



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Estrada 3DC 85 1000 28


Estrada / "3DC" / 85 km / 1000 a. a. / 28 km/h
Não sei se será possível cumprir sempre esta nova nomenclatura, mas pelo menos, irei tentar. Deste modo, e passando a explicar este Titulo - que mais parece um código - temos que; - ESTRADA (Porque é uma volta de estrada. Se não, seria de BTT). "3DC" - É o subtítulo do conjunto onde se insere a volta em causa ("3 Denominadores Comuns" - Monsanto, Marginal e Sintra, na região de Lisboa). 85 km - Porque tem esses quilómetros de extensão. 1000 a. a. (É o Acumulado Ascensional relativo, desta volta). 28 km/h (refere-se à média geral com que foi efectuado este trajecto). Neste caso, é mais uma das várias voltas de estrada que aqui tenho trazido, onde as três características referidas estão bem vincadas. No caso desta, a derivação foi a seguinte: - depois de ter contornado Monsanto pela zona Comercial de Alfragide e de ter chegado à marginal via Algés (Avenida dos Bombeiros Voluntários), saí desta no Estoril, subindo em direcção ao Alcoitão, Autódromo e ao Linhó, donde derivei via EN 9-1, para a Estrada da Lagoa Azul /Penha Longa, até à Malveira da Serra. Aí, segui pela EN 247, até ao Guincho, e depois acabei por concluir todo o regresso pela Marginal, até Algés novamente, aproveitando a Avenida de Dom Vasco da Gama e a Avenida dos Descobrimentos para chegar a Monsanto.






APONTAMENTO FOTOGRÁFICO:


...Na estrada nacional 9-1, antes de chegar à Malveira da Serra. 
- Quem faz tal itinerário, na direcção Linhó - Malveira, terá que passar por pendentes com elevado grau de desnível.





...Muito conhecida por outros ciclistas, por mim, poucas vezes tinha sido passada - Por derivar quase sempre pela Azóia, Capuchos e/ou Colares. Mas depois de hoje, acho que vou passar por lá mais vezes.
- Muito Bom!


GR

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

GRONZEcom (Site com muita informação acerca dos Caminhos de Santiago)



Este site, que descobri por acaso quando fazia uma investigação acerca de alguns Caminhos de Santiago menos divulgados, além ser muito bem ilustrado, contem muita informação, bem organizada e de fácil acesso, para quem queira planear, ou simplesmente estar atento ao que se relaciona com o tema.


Nesta Imagem dá para ter uma noção das variantes de Caminhos de Santiago que podemos encontrar, principalmente em Terrenos espanhol e francês.


No GRONZE COM com um simples link em cima de cada Caminho, podemos ter a informação detalhada desse mesmo itinerário.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Várias voltas de estrada pelo distrito de Lisboa (1) [Ida e Volta, com epicentro em Benfica/Damaia]


Depois de aqui ter apresentado este "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, e no qual, os trajectos têm as características em comum já referidas - O que me levou a fazer voltas especificas - Chegou agora o momento de alargar um pouco a abrangência territorial.

Como entretanto, e aproveitando os terrenos que habitualmente usamos para a prática do BTT estarem completamente intransitáveis, tenho feito quase em exclusivo passeios de estrada, nos quais tenho experimentando novos percursos e pisando concelhos lisboetas mais para Norte, achei que era a altura de trazer esse levantamento aqui ao blog, juntando para esse efeito, alguns trajectos mais antigos que fui desenterrar ao site de tracks Wikiloc.

Enceto assim um conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento. - Este primeiro capitulo, refere-se a trajectos feitos dentro do Distrito de Lisboa, pisando 15 concelhos de Lisboa, ficando somente a faltar o de Lourinhã.
Têm em comum o facto de todos terem inicio e términos no mesmo sítio (ou pelo menos perto), e de todos terem distâncias compreendidas entre os 100 e os 200 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os mil e os dois mil metros.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:


...Todas as voltas com fronteiras de concelhos e numa imagem diurna...




    ...As mesmas voltas sem fronteiras de concelhos e em modo nocturno... 




...As ditas, mas em maior (aproveitamento de espaço na imagem)...


Agora, para se ter uma ideia mais correcta das características de cada uma delas, aqui se apresentam os trajectos individualmente. (Quando ao título está associado um link, esse corresponde ao post dessa mesma volta, outrora aqui apresentada neste blog):







Nesta volta de 115 quilómetros, com um acumulado de 1250 mt, em vez de atravessar Monsanto e tomar medidas para a Marginal em Algés, encetei a minha volta no sentido oposto. Segui para Este, desde Benfica, e só tomei contacto com o rio Tejo junto à ponte Vasco da Gama, em plena zona da Expo. Daí sim, contornando toda a margem pelas avenidas; Infante D Henrique, 24 de Julho, da Índia e Brasília, atingi a N6 – a célebre Marginal – até Cascais. Depois, e contrariamente ao que tinha inicialmente em mente, já que contava subir até São Pedro de Sintra, via Estoril, aproveitei as Ganas, e só iniciei a escalada à Serra de Sintra, no Guincho. Prosseguindo pela N247, uma das estradas mais espectaculares do nosso litoral. - Em 100 km, leva-nos desde Cascais até Peniche. Passando a Malveira da Serra, o Cabo da Roca, Colares e Sintra, iniciei o meu regresso, usando a passagem por algumas estradas mais esquecidas e pelas quais já não circulava há muito. Foi assim que voltei a Lourel, Algueirão, Mira Sintra, Meleças, Venda Seca, Belas (paragem obrigatória para um “Fofo de Belas” e uma Ginjinha (… Com elas, a condizer…), Queluz e Amadora.

Com esta voltinha consegui tocar vários concelhos de Lisboa. Se bem me lembro; Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra e Amadora. Quanto a Freguesias, em Lisboa foram: - Benfica, São Domingos de Benfica, Campo Grande, São João de Brito, Santa Maria dos Olivais, Marvila, Beato, São João, Santa Engrácia, São Vicente de Fora, Santo Estêvão, Sé, Madalena, São Nicolau, São Paulo, Santos – o - Velho, Prazeres, Alcântara e Santa Maria de Belém. Em Oeiras: - Algés, Cruz Quebrada – Dafundo, Caxias, Paço de Arcos e Oeiras e São Julião da Barra. Em Cascais: - Carcavelos, Parede, Estoril, Cascais e Alcabideche. Em Sintra: - Colares, São Martinho, Santa Maria e São Miguel, Algueirão – Mem Martins, Belas, Mira Sintra, Agualva, Monte Abraão e Queluz. E finalmente na Amadora: - Mina, Falagueira, Venda Nova e Damaia.






Progressão para Este, atravessando Lisboa, desde Benfica até Sacavém. Depois para Norte, primeiro pela EN 10, passando em Santa Iria, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. E depois Usando a EN 1, por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Ota, São salvador e Cercal. Após a visita à aldeia de Sobrena (Cadaval), dá-se o regresso, novamente pelo Cercal , iniciando depois algumas variantes. Primeiro pela EN 366 até Tagarro, em seguida pela IC 2/ N1, em contorno a Alcoentre, para voltar à EN 366 até Aveiras de Cima. Na rotunda a Norte de Aveiras (acesso á A1), derivei para a EN 365-2, até Pontével. Regressando de Pontével, pego a variante M 533, que me leva até a Azambuja, apanhando então a EN 3 via Vila Nova da Rainha e colando com o caminho da vinda, no Carregado. Até Benfica, as únicas derivantes da viagem de ida, acontecem depois de Sacavém, contornando a Portela e o Bairro de Encarnação, por Norte.
Trajecto com cerca de 180 km e 1250 de acumulado.



Mais uma volta de estrada com passagem por três denominadores comuns com muitas das voltas que costumo efectuar. A saber: - Monsanto, Marginal (EN 6) e Sintra. Desta vez, e depois de sair de casa via Benfica e Buraca, atravesso Monsanto até Algés e aí enceto a progressão pela Estrada Marginal, desta vez só até ao Estoril, onde iniciei a subida até Sintra, passando por Alcoitão, Linhó e São Pedro. Seguidamente e rumando a Norte pela EN 247; - Lourel, Vila Verde, Terrugem, Odrinhas, Alvarinhos e Rio Lizandro. Seguiu-se o regresso a Lisboa após passagem e breve estada na vila piscatória de Ericeira, pela EN 116, com passagens em Mafra, Alcainça, Malveira e Venda do pinheiro. Aí passei para a EN 8, pelo Carrascal, Lousa, Ponte de Lousa, Guerreiros, Pinheiro de Loures, Barro e Loures. Antes de dar entrada em Lisboa, ainda cruzei Flamenga, Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto. Já em Lisboa cidade, fui até à Duque de Loulé, de onde me fiz de novo a casa pela ciclovia da Rua Marquês de Fronteira e por Monsanto.


    4. LISBOA AZAMBUJA CADAVAL TORRES VEDRAS MAFRA LISBOA



Autêntica volta rebenta pernas, com cerca de 220 quilómetros e quase dois mil de acumulado ascensional.
Toca em 11 concelhos do distrito de Lisboa: - Lisboa, Loures, Vila Franca, Alenquer, Azambuja, Cadaval, Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço, Mafra, Odivelas e Amadora. Curiosamente não toca nos concelhos que habitualmente mais uso para as minhas voltas de estrada; - Oeiras, Cascais e Sintra, e no mais distante, que raramente visito; - Lourinhã (já está planeada uma volta para breve, para rectificar essa lacuna).
Desta vez a progressão inicia-se para Sul - Não sei o que me deu neste dia - E atravessa o Parque Florestal de Monsanto em direcção ao rio Tejo. É com essa grande linha de água a acompanhar, que segue o percurso desde Algés até a Azambuja. Só depois desta última localidade é que tomo o rumo ao Cadaval (Noroeste) seguindo pela EN 366 e passando por Aveiras de Baixo, Aveiras de Cima, Alcoentre, Cercal, Sobrena, Peral e Cadaval. O regresso, que ainda será longo, inicia-se pela EN 115, em direcção a Sul. Assim, passo por: - Vilar, Maxial, Aldeia Grande, Ermigeira, e Sarge, antes de Torres Vedras, pego a EN 9 em direcção a Sul, passando por Runa, Ribaldeira, Dois Portos e Feliteira. Em Casal das Coitadas, deixo a R 374, transpondo a linha férrea para Oeste em Pêro Negro. Daí segui para a Enxara dos Cavaleiros (EN 9-2), Enxara do Bispo, Tourinha, Gradil, Murgeira e Mafra. Continuando para Sul, via EN 116, passo Carapinheira, Alcaínça, Malveira, Venda do Pinheiro e Freixeira. Depois desta, inicia-se a EN 8, por Carrascal, Lousa, Ponte de Lousa, Guerreiros, Pinheiro de Loures, Barro, Loures, Flamenga, Calçada de Carriche, Lumiar, Carnide e Benfica....UF...Vai lá vai...


    5. SOBRAL DE MONTE AGRAÇO



Lisboa Alhandra Sobral Arranho Bucelas Odivelas.
Esta volta já tinha sido percorrida por mim várias vezes, mas desta vez, fiz-lhe uma pequena alteração, que lhe acrescentou mais 5 ou 6 quilómetros. Isto é, ao contrário de que era habitual, depois de Arruda dos Vinhos, subia as terras de vinhedo, até Nossa Senhora da Ajuda, e depois descia para Bucelas. Desta vez continuei a subir até ao Sobral de Monte Agraço e Alqueidão, iniciando depois a descida via Arranhó e Bucelas. Quanto ao resto do trajecto, manteve-se igual às anteriores por estas terras.
Volta com pouco menos do que 100 km, e pouco mais do que mil metros de acumulado.





Atenção: Esta gravação foi feita com telemóvel android e embora me pareça bastante fidedigna, pode ter um ou outro pequeno erro.
Desde à muito por fazer, este track, sai de Benfica e cruza Lisboa por: - Rua da Venezuela, Calhariz de Benfica, Avenida Lusíada, Alameda da Cidade Universitária Campo Grande, Avenida do Brasil, Olivais, Avenida de Berlim e Moscavide, depois faz a Expo até Sacavém, entrando depois na EN 10. Passa por Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. Na EN 1 progride por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Cheganças e Ota. O Inicio da subida até ao alto da Serra de Montejunto acontece por Abrigada. O regresso aponta para Torres Vedras, passando por Vila Verde dos Francos, Rodeio, Aldeia Grande, Maxial, Ermigeira e Sarge. Depois toma a EN 9 a EN 248 e a R 347 para Lisboa. Até Lá passa por Runa, Caxaria, Ribaldeira, Dois Portos, Feliteira, Gozundeira, Malgas, Perna de Pau, Espregueiras, Milharado, Póvoa da Galega, Vale de São Gião, sobe a Cabeço de Montachique e desce para Loures. Antes de Chegar à Damaia/Benfica ainda cruza Odivelas e sobe à Pontinha.
Volta com um pouco menos do que 160 km, e um pouco mais do 2000 mt de acumulado.





Zonas históricas
Boa volta de estrada com quase 120 quilómetros e perto dos dois mil metros de acumulado ascensional. Passa em algumas das regiões com mais história do distrito de Lisboa. Nomeadamente: - Belas, Mafra, Sintra (vila e Serra), Belém e Monsanto.
Muitas destas zonas estão em boas elevações que, como é óbvio, temos que escalar, trazendo com elas as respectivas descidas vertiginosas. Lembro-me das ascensões para o "Clube de Golfe de Belas" e para o estabelecimento prisional de Pêro Pinheiro, depois, até Cheleiros, temos a descida vertiginosa para o Lizandro e a ainda maior subida para Mafra, com paredes de mais de 10% de inclinação. Com a aproximação da costa, depois do Zambujal, voltamos a descer ao Lizandro e a subir para a Carvoeira. Voltamos a descer, desta vez, para a Praia de São Julião, de onde temos uma desafiante escalada com médias de mais de 10%, após a Ribeira do Barril. Seguindo para Sul, até chegarmos a Sintra não há grandes obstáculos. A entrada na zona de Sintra, também dá o inicio à maior escalada desta Volta, pela Serra de Sintra, via Capuchos, terminando na Malveira da Serra. Depois da descida contínua até à Vila de Cascais, segue-se uma longa parte essencialmente plana, pela Marginal, de onde se acaba por sair em Alcântara, onde, via Avenida de Ceuta e Bairro da Liberdade / Serafina, se dá o início da progressão até ao ponto mais alto do parque Florestal de Monsanto (prisão). Após mais esta subida é só voltar a fechar a volta pela rotunda de Pina Manique.





Nem 8 nem 80 (apesar de ter uma cambiante de sentido de progressão, a meio, acabou por originar um "8" muito disforme. Mas ao mesmo tempo, também não foram 80 km, mas sim mais de 123....Diga lá outra vez!)
- Muda às duas e acaba ás 5, relembrando os tempos de infância onde os jogos da bola lá da rua, eram qualquer coisa como vira aos 4 e acaba aos 8... Quem não se lembra???? - Aqui, e como será de fácil comprovação, falo de horas.
Volta de estrada pelos concelhos do costume; - Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, desta vez com um perímetro um pouco maior do que é habitual, já que para além da tradicional saída por Monsanto, e progressão via Estrada Marginal, até ao Parque Natural de Sintra Cascais, e Serra de Sintra, desta vez, aproveitei o facto de ir visitar um familiar perto de Santa Apolónia, e tomei o rumo da Gare do Oriente. Só depois e sempre encostado ao rio, é que me direccionei para a marginal. Quando cheguei à parte da baixa, em que ficamos completamente expostos a Oeste, e ao tomar consciência do forte vento, decidi que faria a mesma volta mas invertendo o sentido, para que o regresso fosse a favor do vento, dando algum descanso ao corpo, que entretanto se iria cansar. Assim fiz. - Em Belém aproveitei a deixa e subi pela calçada do Galvão, até Monsanto (já agora subi mesmo até à prisão) e depois, via Alfragide, Carnaxide e Reboleira, encetei o meu caminho, que normalmente é do regresso, até à vila de Sintra (com passagem por Queluz, Monte Abraão, Massamá, Cacém, Mercês, Mem Martins e Portela, depois da Vila, desci para Galamares e continuei para Colares de onde subi para Almoçageme e Pé da Serra, até atingir o cruzamento da Azóia e iniciar a descida pela Malveira da Serra, até ao Guincho.
Já com o vento a ajudar, aproveitei para me pôr de novo de regresso através de Algés.


GR

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Várias voltas de estrada pelo Distrito de Vila Real, com o EPICENTRO EM CHAVES


Este "post" vem no seguimento da publicação de algumas das voltas antigas, que fiz durante um intervalo temporal compreendido entre os anos de 2004 e 05 - Eventualmente também em 2006 - Quando, ou por viagens familiares, mas essencialmente profissionais, e tendo a hipótese de me fazer deslocar em bicicleta (ou pelo menos que a levassem nas camionetas de carga), aproveitava para fazer longas voltas pelo país (em algumas, cheguei mesmo a pisar o de nuestros hermanos). Foi assim que encetei uma (Já) longa e profícua prospecção pelas raízes mais profundas do nosso Portugal pequenino, tentando - Algumas vezes com algum sucesso - Conhecer e compreender a sociologia das gentes e a razão das culturas e dos costumes.
O que os meus olhos têm visto e a minha memória guardado, já seria mais do que suficiente para pintar um mapa deste país, com menção a Serras, Rios, Regiões, Lendas...etc, etc... - Mas, e como muito bem sabemos; - Por muito que se conheça, acaba por não se conhecer quase nada.
...E lá vem o... - "Só sei que nada sei." (Sócrates)

Depois de ter aqui deixado uma volta pela Serra da Estrela, uma para Évora, em que me desloquei até ao local onde ia trabalhar, em bicicleta, desde a residência, e uma na península de Tróia e zonas adjacentes (um dos locais por mim usados quando em férias, a par de Chaves, que irei descrever neste "post"), tentarei, ao longo dos próximos tempos, transcrever para este blog, muitas das outras voltas que tenho arquivadas nos sites de tracks gps.



FOTOGRAFIA DE SATÉLITE CONSTRUÍDA NO GOOGLE EARTH, 
com as voltas desta região:



Para melhor compreensão desta Flor, em que Chaves é a estigma, e as voltas as pétalas, aqui fica uma individualização das mesmas:


    1. ALDEIAS DA RAIA



Saída de Chaves pelas margens do Tâmega, em direcção a Norte, até Vila Verde da Raia. Passagem por Monforte, Águas frias, Paradela, Mairos, entrada em Espanha; - Vilarello, Feces de Cima, Mandim, Rabal, novamente território português; - Vilarelho da Raia, Cambedo, Agrela, Ervededo, Seara e Chaves. 
Cerca de 75 km, com mais de 1750 mt de acumulado. 



    2. MONTALEGRE



Saída de Chaves para Norte, em direcção a São Caetano. Passagem por Soutelinho da Raia, visita a Vilar de Perdizes e Montalegre. Regresso pela vertente a Sul, via; - Medeiros da Chã, São Vicente, EN 103, Rio e barragem de Rabagão, Sapiãos, Casas Novas, Curalha, e ao longo do Tâmega até chaves.
Cerca de 85 km, com 1500 de acumulado.



    3. SANTA VALHA



Saída de Chaves por Sudeste, em direcção a Nantes. Pela EN 213 passa em São Lourenço, São Julião, Barracão, Sá e Vilarandelo. Visita a Santa Valha. O regresso a Chaves efectua-se via M 544. Passagem em: -  Pardelinha, Monte de Arcas, Tinhela, Oucidres, Avelelas e Assureiras, onde se inicia a descida para Chaves, passando em Faiões. 
Volta com cerca de 60 km e 1300 mt de acumulado.



    4. SERRAS A SUL DE CHAVES



Saída de Chaves em direcção a Sul, ao Aeródromo e a Vilar de Nantes. Subida por Ezei, Lagarelhos e São Tiago, até ao ponto mais alto desta volta, em Maços, Carvela e Paranhos, a quase 900 mt de altitude. Passagem por Quintela, Barracão, Mosteiro de Cima, e de baixo. Descida para chaves via São Lourenço e Nantes.
Volta com cerca de 38 quilómetros e 800 mt de acumulado.



   5. VERIN E MONTERREI


(Foto direccionada a Este, para melhor aproveitamento espacial)


Toda a volta é uma viagem pelas margens do Rio Tâmega, a saída de Chaves, em direcção a montante (Norte), progride pela margem esquerda, enquanto que o regresso após Verin e a escalada ao castelo de Monterrei se realiza para jusante, pela Margem direita.
Inicio pela veiga do Rio, passando por Vila Verde de Raia, Espanha; - Feces de Abaixo, Tamaguelos. Depois o regresso dá-se por Oimbra, San Cibrao e Rabal, antes da reentrada em portugal, por Vilarinho da Raia, Vila Meã e Outeiro Seco.
Volta com cerca de 65 km e 500 mt de acumulado.



    6. VIDAGO E BOTICAS



Saída de Chaves por Sul, por Izei, Peto de Lagarelhos; Ventozelos, descida até Vidago e subida para Boticas, com passagem pelo Tâmega e por Pinho. Após Boticas, apanha a EN 312 por Sapiãos, e a EN 103 por Nicho, Casas Novas e Curalha. 
Volta com cerca de 60 km e 1200 mt de acumulado.



GR

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Volta de estrada - Zonas históricas do distrito de Lisboa (Belas, Mafra, Sintra, Belém, Monsanto)



Para mim, e já tenho feito muitas voltas pelo distrito de Lisboa, em especial por estes concelhos que se situam mais a Sul, posso dizer que este trajecto é um dos mais completos que marquei até hoje. Tem quilómetros suficientes, mas também não são em excesso - estamos a falar de cerca de 115/120 km. Tem um acumulado difícil, mas que pode ser cumprido por qualquer ciclista amador, que tenha uma rotina mínima (semanal, será suficiente). Faz uso de muitas Zonas históricas de interesse lúdico / Turístico, e tem belas escaladas - Com inclinações para todos os gostos - Boas descidas, e belíssimas paisagens.

Passa em algumas das regiões com mais história do distrito de Lisboa. Nomeadamente: - Belas, Mafra, Sintra (vila e Serra), Belém e Monsanto. Muitas destas zonas são espaços verdes bem definidos e importantes do distrito em causa, logo, estão em boas elevações, que, como é óbvio, temos que escalar, trazendo com elas as respectivas descidas vertiginosas. Lembro-me das ascensões para o "Clube de Golfe de Belas" e para o estabelecimento prisional de Pêro Pinheiro, depois, até Cheleiros, temos a descida vertiginosa para o Lizandro e a ainda maior subida para Mafra, com paredes de mais de 10% de inclinação. Com a aproximação da costa, depois do Zambujal, voltamos a descer ao Lizandro e a subir para a Carvoeira. Voltamos a descer, desta vez, para a Praia de São Julião, de onde temos uma desafiante escalada, com médias de mais de 10%, após a Ribeira do Barril. Seguindo para Sul, até chegarmos a Sintra não há grandes obstáculos. A entrada na zona de Sintra, também dá o inicio à maior escalada desta Volta, pela Serra de Sintra, via Capuchos, terminando na Malveira da Serra. Depois da descida contínua até à Vila de Cascais, segue-se uma longa parte essencialmente plana, pela Marginal, dela saindo em Alcântara, onde, via Avenida de Ceuta e Bairro da Liberdade / Serafina, se dá o início da progressão até ao próximo pico deste trajecto; - O ponto mais alto do parque Florestal de Monsanto (prisão). Após mais esta subida é só voltar a fechar a volta pela rotunda de Pina Manique.





ALGUMAS FOTOGRAFIAS DESTA VOLTA:



Palácio/Convento Nacional de Mafra.
Quando a direcção da progressão que nos trás até aqui, vem do lado de Cheleiros e do Rio Lizandro, somos brindados com umas belas subidas...





...O mesmo se passa quando tomamos o rumo da costa, e nos dirigimos para a Praia de São Julião. Voltamos a descer para o Lizandro, após a aldeia de Zambujal, para logo de seguida subirmos para Carvoeira...





....E voltarmos a subir por grandes pendentes, para a Assafora, depois da Ribeira do Barril...





...Outra coisa não seria de esperar, já que nesta volta, são atravessados os quatro espaços verdes mais notórios, desta vertente Sul do Distrito de Lisboa; - Belas, Mafra, Sintra e Monsanto.



GR

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Mil a mil se fazem Amigos, e se vai conhecendo o "mundo"...Principalmente o Português...


...Desta vez, a contagem dos milhares divide-se - Quase em partes iguais - Por quilómetros de BTT, e por não menos nobres, largas distâncias de ESTRADA.
Depois de alguns meses de interregno velocipédico, em que a engorda foi factor dominante, foi decidido que parti para uma "second life", aproveitando as minhas já habituais viagens de Agosto. Acabei por fazer/refazer e concluir, muitos dos traçados que me estavam encravados na garganta.
Foi assim que me fiz de novo aos Caminhos de Santiago, primeiro com o recente CAMINHO TORRES desde Salamanca, depois com o CAMINHO PRIMITIVO desde Fonsagrada, e finalmente, com o CAMINHO PORTUGUÊS DA COSTA, que encetei no Porto.




"47 MIL"
CAMINHO TORRES

Desde Salamanca, passando por Cuidad Rodrigo, Almeida,  Pinhel, Trancoso, Sernancelhe, Lamego, Peso da Régua, Amarante, Guimarães, Braga, Ponte de Lima, Valença do Minho, com ligação ao Caminho Português Central até Santiago de Compostela.





"48 MIL"
CAMINHO PORTUGUÊS DA COSTA,
...Aqui com o maior Peregrino Português;
 - CARLOS RIOS. À nove anos nos Caminhos de Santiago. - Um abraço para ele... E...
- BOM CAMINHO!

Desde o Porto, passando por Rates, Esposende, Marinhas, Castelo do Neiva, Viana do Castelo, Vila Praia de Âncora, Caminha, Ferry no Rio Minho, La Guarda, Oia, Baiona, Vigo, Redondela e ligação ao Caminho Português até Santiago de Compostela.





"49 MIL"
GR 30 - GRANDE ROTA DAS LINHAS DE TORRES

Passagem em algumas das fortificações das Linhas de Torres e em localidades do distrito de Lisboa, como: - Bucelas, Montachique, Malveira, Mafra, Ericeira, Torres Vedras, Turcifal,  Pêro Negro e Alqueidão.





"50 MIL"
ESTRADA NACIONAL 2 (EN 2)

Travessia meridional de Portugal continental, desde Faro a Chaves. Cerca de 740 quilómetros de um Portugal de contrastes.
Início em Faro, e passagem por São Brás de Alportel, Almodôvar, Castro Verde, Aljustrel, Ferreira do Alentejo, Torrão, Montemor-o-Novo, Ciborro, Mora, Montargil, Ponte de Sôr, Abrantes, Sardoal, Vila de Rei (marco geodésico do Centro Geodésico de Portugal, na fotografia, em cima), Sertã, Pedrogão Grande, Serra da Lousã, Góis, Penacova, Barragem da Aguieira, Mortágua, Santa Comba Dão, Tondela, Viseu, Castro D'Aire, Lamego, Peso da Régua, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Pedras Salgadas, Vidago e Chaves





"51 MIL"
BRAGANÇA - BEJA, EM ESTRADA

Travessia alternativa à EN 2, desta vez entre Bragança e Beja, usando uma colagem de estrada nacionais de Norte e Sul (EN 15, EN 220, EN 102, EN 16, EN 3, IP 2 e EN 18)
Passagem por diversas terras e pontos de interesse, a saber:
- Bragança, Macedo de Cavaleiros, Foz do Sabor, Torre de Moncorvo, Pocinho, Vila Nova de Foz Côa, Celorico da Beira, Vale do Mondego, Guarda, Belmonte, Orjais, Teixoso, Covilhã, Fundão, Serra da Gardunha, Alpedrinha, Alcains, Castelo Branco, Barca de Alva, Nisa, Alpalhão, Portalegre, Monfrote, Estremoz, Évora Monte, Évora, Viana do Alentejo, Alvito, Cuba e Beja.





"52 MIL"
SERRA DE MONTEJUNTO POR ESTRADA





"53 MIL"

"F.A.B.E.L." - VOLTA DE ESTRADA COM RODAS NOVAS



...To be continued...

GR

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

...E ainda...- Nem 8 nem 80 (Volta de estrada - Muda aos 2 e acaba aos 5...) [Mais uma das; - "3 denominadores comuns"]


Também se enquadra na selecção que acabei de fazer no post anterior, mas apresentada isoladamente por ter sido feita após a edição dessa mesma reportagem.

Nem 8 nem 80 (apesar de ter uma cambiante de sentido de progressão, a meio, acabou por originar um "8" muito disforme. Mas ao mesmo tempo, também não foram 80 km, mas sim mais de 123....Diga lá outra vez!)
- Muda às duas e acaba ás 5, relembrando os tempos de infância onde os jogos da bola lá da rua, eram qualquer coisa como vira aos 4 e acaba aos 8... Quem não se lembra???? - Aqui, e como será de fácil comprovação, falo de horas. Volta de estrada pelos concelhos do costume; - Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, desta vez com um perímetro um pouco maior do que é habitual, já que para além da tradicional saída por Monsanto, e progressão via Estrada Marginal, até ao Parque Natural de Sintra Cascais, e Serra de Sintra, desta vez, aproveitei o facto de ir visitar um familiar perto de Santa Apolónia, e tomei o rumo da Gare do Oriente. Só depois e sempre encostado ao rio, é que me direccionei para a marginal. Quando cheguei à parte da baixa, em que ficamos completamente expostos a Oeste, e ao tomar consciência do forte vento, decidi que faria a mesma volta mas invertendo o sentido, para que o regresso fosse a favor do vento, dando algum descanso ao corpo, que entretanto se iria cansar. Assim fiz. - Em Belém aproveitei a deixa e subi pela calçada do Galvão, até Monsanto (já agora subi mesmo até à prisão) e depois, via Alfragide, Carnaxide e Reboleira, encetei o meu caminho, que normalmente é do regresso, até à vila de Sintra (com passagem por Queluz, Monte Abraão, Massamá, Cacém, Mercês, Mem Martins e Portela, depois da Vila, desci para Galamares e continuei para Colares de onde subi para Almoçageme e Pé da Serra, até atingir o cruzamento da Azóia e iniciar a descida pela Malveira da Serra, até ao Guincho. Já com o vento a ajudar, aproveitei para me pôr de novo de regresso através de Algés.





ALGUMAS FOTOGRAFIAS:


Este é o paquete Funchal, que desde Agosto de 2013 se encontra de novo ao serviço, completamente renovado, e ao qual foram aplicadas as cores de origem.





...Mais uma "coisa nova". - Mas esta - E desculpem-me a franqueza - é um autêntico mamarracho.
Uma coisa megalómana e de proporções monstruosas que tira toda e qualquer vista que os habitantes de Belém possam ter sobre o Tejo.
- Segundo testemunhos de quem já visitou este elefante branco por dentro; - A organização espacial e amplas salas iluminadas à luz natural tornam-na muito interessante. - Ao menos... Deus queira!





...Temos Presidente em Belém, mas também temos muito vento!
...E de que maneira se fez sentir por toda a volta. Para se ter uma ideia, todo o percurso até chegar à Azóia (cruzamento do Cabo da Roca, em Sintra), e já ia com 85 km feitos, foi a uma média de 22 km/h. Depois, com a descida para o Guincho, e em toda a Marginal para Algés, nunca baixei dos 30 km/h, elevando a média rapidamente para os 25 km/h, que já tinha quando cheguei a Santo Amaro.
Realmente, com o vento pelas costas é uma maravilha, mas o que se passa para lá chegar, não é fácil. 
- Eu por mim, prefiro sem vento algum....- Obviamente!





...Na breve passagem que tive por Monsanto, deu para constatar o enorme rasto de destruição, que foi deixado pela "Tempestade Stephanie"
- Não foi só na cobertura do Estádio da Luz, aliás, essa foi uma gota de água, comparado com os estragos que avistei por grande parte do distrito de Lisboa, durante esta volta.


GR