quinta-feira, 30 de julho de 2009

Números Totais desta Viagen(s)...

... Pelos caminhos mais pequenos e inexplorados das rotas Xacobeas.
...Com idas e regressos...

0 mt Altitude mínima
15,23 km/h Velocidade média
18 h 24 m Tempo gasto a andar
65,59 km/h Velocidade Max atingida
115 PPM Frequência cardíaca média
168 PPM Frequência cardíaca Max
280 km’s percorridos
460 mt Altitude Max atingida
3700 mt Acumulado de subida
8000 Kcal Calorias gastas

Track GPS do Caminho Inglês (Santiago - Ferrol)



Link para a página do Wikiloc com o track GPS :
http://es.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=474863

Números do caminho Inglês

0 mt Altitude mínima
8 h 21 m Tempo gasto a andar
12,6 km/h Velocidade Méd Geral
13,6 km/h Velocidade média
41,32 m Tempo parado
65,59 km/h Velocidade Max atingida
114 km’s percorridos
116 PPM Frequência cardíaca média
168 PPM Frequência cardíaca Max
460 mt Altitude Max atingida
2340 mt Acumulado de subida
4091 Kcal Calorias gastas

Fotos do caminho Inglês (poucas...lol)

Esta curiosidade estava à saída de Santiago em direcção a Sigueiro. Pareceu-me bem para nos auto intitularmos... O que acham? Os Habituais!?!?! - Também não ficava mal como titulo de um qualquer livro, que um qualquer peregrino dos Habituais, viesse a escrever...lol Sem qualquer sombra de dúvida, este Caminho Inglês tem traçados muito belos....HUM???
- Parece um bosque encantado... Só faltam os cogumelos...lol
Esta recta em cascalho miúdo tinha muitos e muitos quilómetros que a parca qualidade da foto não deixa vislumbrar. Por aqui recuperei um pouco a média, que antes deste troço não passava os 12,5 km/h. A parte inicial deste caminho oditrevni (invertido) não é nada fácil...

Há muitas formas de marcar o caminho. Mas mesmo para quem já calcorreou alguns quilómetros por estas terras, aparece sempre qualquer coisa que nos surpreende. Que tal esta marca? - Bem importante por sinal.
Não é a serra da Labruja, mas podia ser. Mais um marco no Caminho. Por aqui já tinha andado mais de 25 km e ainda não me tinha cruzado com nenhum Peregrino. Aconteceu logo de seguida. E mais duas ou três vezes, não perfazendo mais do que uns vinte elementos no total, e até Ferrol.
Caminho muito pouco explorado este... Graças a D... Né!


A chuva já cá andava. tornando o aspecto deste bosque ainda mais verosímil.
Saltamos directamente para a estação de caminhos de ferro de Ferrol (a chuva não convidava a grandes poses), onde apanhei o primeiro de muitos até Lx. Daqui fui até La Coruña.


TODAS AS FOTOS DO CAMINHO INGLÊS NO PICASA :
GR

Caminho Inglês invertido


Ferrol, 29 de Julho de 2009. 19,00 H

- Nem sei por onde começar!

Aqui estou eu em Ferrol, com uma caña na mão esquerda e um polígrafo na direita. A fazer tempo para o Comboio que me levará até La Coruña (com a bici montada), onde penso poder passar os olhos pelo centro e p’la sua movida, para que consiga estar presente às 5,30 h na estação, com o objectivo de apanhar o trem até Redondela, e daí para o Porto… o resto já vocês sabem…
Em relação ao barco que julgava existir (Ferrol – La coruña), pois acabou o ano passado. Com alternativas como o comboio e os autobus(es)… Já foste!

- Então cá vai…

…Saí do albergue, seminário menor, por volta das 8,00 h. Dormi melhor do que na noite anterior, aliado a um sem números de factores que agora não vou relatar. Como dizia no post anterior, as primeiras noites são um desastre mas a partir daí é sempre a “subir”.
Como tinha o track do caminho Inglês no GPS (retirei dum espanhol no Wikiloc), pus-me em rota com a “linha verde”, sabendo de antemão que pela frente tinha cerca de 120 km’s por Caminhos. Para começar o objectivo era tentar (sim, tentar) chegar a Sigueiro, 18 km’s mais a Norte.
Nisto dos Caminhos não vale a pena fazer planos. É pôr a Bici a andar terra por terra e esperar que vá correndo tudo bem…
…Depois, depois logo se vê!
Sem quedas, sem furos, com umas ligeiras saídas de rota, que isto de fazer um caminho em sentido inverso tem muito que se lhe diga, e, essencialmente com muita vontade de pedalar, continuei step by step. Depois de Sigueiro, cidade pequena mas empreendedora, seguiram-se pequenos povoados como: - Ordes, Bruma; Leiro, até chegarmos a Bentazos esta sim uma cidade média toda ela “virada” para o rio.
Este Caminho é por certo o mais inóspito, pelo menos até Miño. Daí para a frente surgem as habituais cidades industriais e portuárias, típicas das costas e dos seus portos marítimos. São assim, o já referido Miño; Pontedeume e Ferrol, mais o seu satélite, Neda.

Em geral este Caminho apresenta trilhos muito convidativos, tão virgens quanto a presença humana vai deixando, mas acima de tudo com pouquíssimas estradas nacionais.
Sempre a subir até Bruma, chegando aos 470 mt de altitude, tem uma infinidade de “pequenas” elevações, o que proporciona um acumulado se mais de 2200 mt. Curioso salientar, é o facto de tal Caminho quando percorrido na sua versão original (Ferrol – Santiago) ter qualquer coisa como 2400 mt. Este “incidente” explica-se porque Santiago está a mais de 200 mt acima do nível do mar enquanto Ferrol “é o mar”.
Como as povoações, na sua maioria não têm albergue e as que têm estão fechados. Como o de Miño por exemplo. Passei sem carimbar em lado algum. Acabei por fazê-lo somente em Ferrol como seria da praxe. Por não haver assim tantos motivos de interesse, fui avançando até Ferrol, não sem antes ter que tapar todos os apetrechos e o próprio condutor da Bicicleta de ser afectado por uma chuva miudinha mas constante, que depois de instalada jamais se retirou dos céus. Constatei mais tarde, via órgãos de comunicação que em toda a Península Ibérica raiava um sol resplandecente, excepto aqui neste burgo. Esta região norte da Galiza é (se quisermos) um microclima.

114 km’s depois, muito desgaste provocado pelos trilhos e pelas mais de oito horas em cima da Bicicleta, acabei por cumprir mais um Caminho de Santiago. – Este Inglês, fi-lo num dia. – Calhou!
Resta-me acrescentar que após Miño e até Pontedeume, troços houve que efectuei pela carretera 651. Uns por dúvidas, outros por obras no traçado e outros ainda pela própria chuva, que não mais me largou até Ferrol.

Concluindo esta incursão nos Caminhos em causa, posso adiantar que me senti como se tivesse dado umas valentes pinceladas pela costa Galega (tão grande e vasta que toca o Atlântico e o mar do Norte). É que antes desta oportunidade, apenas lhe conhecia as penínsulas de Cee e Finisterra, e a mui bella e “marisqueira” de Vigo.
Águas e Rios é o que não falta aqui no Burgo para... Guardar.

Números da Ruta Marítima (rio Ulla)

5 mt Altitude mínima
7 h 19 m Tempo gasto a andar
15,4 km/h Velocidade Méd Geral
16,9 km/h Velocidade média
41,47 m Tempo parado
58,57 km/h Velocidade Max atingida
114 PPM Frequência cardíaca média
124 km’s percorridos
168 PPM Frequência cardíaca Max
298 mt Altitude Max atingida
1230 mt Acumulado de subida
3427 Kcal Calorias gastas

terça-feira, 28 de julho de 2009

Traçado da Ruta Marítima a Santiago (Rio Ulla)



Link para o track no Wikiloc :
http://es.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=473211

Fotos do Dia 1 (Ulla e Inglês)

Aspecto de costa de Sanxenxo. Marina de Sanxenxo

Uma das cruzes que estão ao longo do Rio Ulla. "Comprovando" a passagem do Apóstolo.

Aqui, nesta rotunda antes de Vilagarcia, está representada a barcaça que transportou as ossadas do "Homem".

Praia de Compostela... Imagine-se.


Uma das passagens por tal Caminho. Aqui antes de Padrón.


Marcos religiosos de Padrón. Foi por aqui que ancorou a barcaça de que "nos" falam.


Esta fiquei a saber depois de ter feito inúmeras investigações para o livro da Peregrinação. Esta terra, logo a seguir a Padrón chama-se Iria Flávia e foi a capital desta região, se nao mesmo da "Galiza", durante o período de domínio romano na Península ibérica.

Um dos aspectos do caminho português a Santiago


Albergue de teo completamente vazio. Só me lembrava da papa de chocolate...LOL

Santiago visto cá do alto...Ao fundo? - O monte do Gozo!

A habitual espera para a compostelana.

Seminário menor... transformado em albergue.

Vista de Santiago desde o Albergue referido.

... E pronto! Amanha há mais...

TODAS AS FOTOS DA RUTA MARÍTIMA (RIO ULLA) NO PICASA :
GR

Dia 1 do Pontevedra - Ferrol (Ulla e Inglês)

Santiago de Compostela 28 de Julho de 2009 17,30 h

Ora cá estou eu em Santiago após 122 km’s de uma jornada que eu pensei à partida que me iria custar muito mais.

Como disse no anterior post, ainda no Porto, não sabia como correria a chegada a Pontevedra. – Posso dizer que correu bem. Melhor do que o previsto.
Mudei de comboio em redondela (esperei mais de meia hora) e cheguei ao meu destino por volta das 23,00 h (h.e.). Fui de imediato para o albergue para tentar entrar. Depois de uma pequena e desesperante espera à porta, lá apareceu alguém cá fora (tem um pátio grande). Era um peregrino espanhol que acudindo à minha chamada, veio ver o que é que se passava. Claramente, expliquei a situação para que ele me deixasse entrar. Normalmente a esta hora os albergues já estão mais do que fechados e dos hospedeiros não há nem sombra.
Por sorte ainda havia uma “litera” para mim, no ligeiramente mudado albergue de Pontevedra.
- Assunto Arrumado!

Pela manhã deixei o donativo, isto apesar de não ter tido direito a carimbo, por o escritório estar fechado. Consegui sair pelas 8,00 h (o que é muito bom), apesar de ter dormido mal. As primeiras noites de cada peregrinação normalmente dão nisto… - É inevitável!
Tomei o pequeno-almoço numa “panaderia” nossa conhecida e fiz-me à estrada em direcção a Sanxenxo e depois a O Grove. Sempre pelas carreteras da costa, com o mar e as rias bem presentes, definindo intermináveis “fiordes” e pequenas penínsulas, que, em construção tão abstracta deixam espaço para um sem número de pequenas ilhas. Umas habitadas outras nem tanto. Nesta via que nos põe a contornar a costa, cruzamos inúmeras estâncias balneares da província de Pontevedra com os seus intermináveis hotéis e praias. Com uma oferta para todos os gostos e carteiras. De certa forma, esta zona de Sanxenxo, faz-me lembrar o norte de Portugal, principalmente a costa minhota, desde a Póvoa de Varzim até vila Nova de Cerveira. Com muitas praias, muitos pousos mas muito frio….grreree

Finalmente chegado a O Grove, local escolhido para iniciar esta “ruta Xacobea marítima”, que turisticamente relembra a lenda do surgir das ossadas do Apóstolo Santiago numa barcaça, subindo o rio Ulla até “encalhar” em Padrón, deparei com uma pequena dificuldade. Para poder cumprir na íntegra esta rota faltava-me a embarcação. Por pouca sorte, só tinha barco na quinta-feira. – Portanto, Nada feito! Restava-me a solução de me fazer à estrada e acompanhar todo o trajecto do Apóstolo, mas, contornando a linha de água pela terra, até chegar a solo firme, em Padrón. Foi assim que eu fiz. Localidade atrás de localidade, sempre com a água à vista, primeiro a ria Arousa, depois os rios Ulma e Ulla. Cruzei terras como A Toxa (ilha), Cambados, vilalonga, vilagarcia, aproveitando sempre a oportunidade para ir aos postos de turismo e “ayntamentos”, e aí carimbar a minha credencial.

Cheguei a a Padrón ainda não eram 15,00 h, constatei que o albergue se encontrava cheio. Limitei-me a carimbar, subir á igreja do Apóstolo (tantas vezes e nunca lá tinha ido), e seguir viagem. A hospedeira disse-me que Teo estava cheio, mas esta informação foi desde logo contrariada por uma “chicas” que tinham acabado de telefonar para o dito albergue e ficado a saber que afinal estava… quase vazio.
No fundo, tinha a hipótese de me “quedar” por lá. Fui seguindo, agora pelo caminho Português até Teo, onde cheguei antes das 16,00 h. Ao entrar não havia vivalma (parecia fantasma ...É...).
Como tinha tempo e forças segui para Santiago. – Em boa Hora!

Estou num albergue grande (Seminário menor), com todas as facilidades que um Peregrino requer, e pronto para dar inicio à segunda parte do que me trás aqui. – Amanhã vou iniciar o caminho Inglês em sentido inverso.

- Ah! Claro que vou jantar ao Manolo!!!
Rios foi coisa que não me faltou...

Fotos do dia 0 do Ulla e Inglês

A fazer ver os "nossos" direitos... Segue a sujestao para a CP (Bicis inteiras no Intercidades)
Cá está o je a desmontar a bici...Monta desmonta e vice-versa...
Ainda há gente boa... aqui guardo o meu saco... Pessoal! - nada de ir buscar. Aliás, está identificado e a dona é minha amiga...LOL


Bem! - Ainda circula cada relíquia... O que é que acham?!?!?





Mais uma (que sao duas) Caminhadas para santiago...Ulla e Inglês

Porto, 27 de Julho de 2009 17,00h

Aqui estou eu na estação de Campanhã, contínuo à espera da partida do internacional Porto – Vigo, que dará saída pelas 17,55 h na linha número 14 (parte nova da estação de onde saí e por onde passa o famoso Metro do porto). Se tudo correr bem, chegarei a redondela (Espanha) às 21,56 (h.e.), e daí partirei para uma muita curta mas útil viagem até Pontevedra. Nesta terra, por “nós” sobejamente conhecida espero poder pernoitar no albergue municipal, muito provavelmente e pelo avançar da hora, já que chegarei às 22,46, apenas o poderei fazer no alpendre anexo, onde os meus colchões e saco-cama cumprirão a sua missão.

Ainda antes do momento presente em que escrevo esta introdução a mais uma viagem/peregrinação a Santiago, já cumpri um grande dever moral e cívico que agora relato:
- Depois de ter chegado a Santa Apolónia pela via “pedalante” e após ter constatado que teria que desmontar a Bicicleta (saga habitual), por ter perdido a hipótese de apanhar um regional (neste caso seriam 4) que me fizesse chegar ao Porto antes das 17,55 h, tive que fazer uma escolha, que por razões óbvias recaiu no Intercidades (19,50 euros, em vez dos 27,50 do alfa pendular). Tive que “empacotar” a Bicicleta e colocá-la no já habituado saco de transporte. Operação sempre morosa, que por muita rotina que tenhamos, acaba sempre por demorar mais de vinte minutos. Como sou habitué dos comboios portugueses este facto não me surpreende, mas continua a revoltar-me um pouco. Ainda por cima depois de constatar que o espaço para carga nas carruagens de 2ª classe chega e sobra para levar as Bicicletas montadas, apenas necessitando que sejam colocados os imprescindíveis ganchos metálicos que as sustentam. Desta forma poderíamos viajar no intercidades sem desmontar as ditas, como acontece um pouco por essa Europa fora, e sem prejudicar os outros utentes, visto o espaço ser mais do que suficiente para as Bicis e para as restantes bagagens. Digo isto porque o comboio vinha cheio e a minha Bicicleta dentro do saco ocupava muito mais espaço do que se estivesse pendurada.
Como sou um cidadão com poder de reivindicação (aliás como todos nós), e como gosto de usar uma forma de comunicação assertiva (como deveríamos todos), fiz seguir uma sugestão para a CP pelas vias ajustadas. Não sem antes me ter informado e documentado dos factos.
- Dos funcionários que questionei ou ouvi, não guardo uma unanimidade de opinião. Uns dizem que tentando poderá ser possível uma mudança. Outros no entanto, disseram-me logo que “não tinha hipótese”. A ver vamos. Aguardo o contacto da entidade em causa. Acto “obrigatório” nestas circunstâncias.
Se alguém sugerir o mesmo que eu, dará mais força a esta opinião, que por sua vez, tenho esperança que possa não ter sido a primeira. – Juntos seremos os suficientes!

Como continuo à espera do Comboio, tenho oportunidade de informar que com esta viagem por terras Galegas (mais uma), conto poder virar mais uma página no capítulo das Peregrinações a Santiago. Farei por cumprir dois dos Caminhos que ainda me faltam, nomeadamente o do Rio Ulla (Marítimo/fluvial) e o Inglês, até Ferrol (no sentido inverso, portanto). Ficando desta forma a faltar-me o mais extenso e árido: - A Via de la Plata. Que conto efectuar na 2ª quinzena de Agosto juntamente com alguns Amigos.
Ficarei dessa forma, e se chegar a bom porto, com uma “longa história” de Caminhos no que à progressão em Bicicleta diz respeito. Digamos que fico moralmente habilitado a poder cumprir outros projectos, de outro tipo e ainda mais ambiciosos. A seu tempo por aqui serão divulgados.

Falta-me mencionar que para deixar o saco de transporte da Bicicleta aqui no Porto não foi tarefa nada fácil. Por não o querer carregar durante a viagem propriamente dita, visto só voltar a precisar dele aquando do meu regresso à Campanhã (sexta-feira), para voltar a entrar no intercidades com destino a Lisboa. Como os cacifos só dão para 24 horas (outra aberração) e os funcionários da estação, incluindo o “chefe” têm ordens para não guardar absolutamente nada, tive que recorrer a um restaurante das imediações, o mesmo onde uns anos antes tínhamos jantado umas “tripas” que ficaram míticas.
-Só espero que corra tudo bem! – Vai correr.

A propósito: - A troco deste “favor”, escolhi ingerir uma magnífica sandes de rojões que completou o meu “lanche higiénico!”

Até amanhã, ou até à próxima…. Do “Guarda-Rios”

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lance Armstrong Forever!

Aí está o que é....
O homem este ano não ganha porque esteve três anos parado e para ajudar à festa ainda partiu a clavícula no Giro.
Mas para o ano “vão” ter que levar com ele outra vez... A força da mente supera quase tudo. Grande atleta, desportista e homem, faz elevar a moral a qualquer moribundo. Para mim é um elixir permanente (não só mas também) porque tem a mesma idade aqui que o “ginjas”.
Lance! Estamos contigo nesta nova ”RadioShack TEAM”

Este ano deves ficar no pódio... O que é... Uma VITÓRIA!
Para o ano?!?!??
LOGO SE VÊ!!!!!



Link para a Página oficial da LIVESTRONG (fundação de Lance Armstrong) :
http://www.livestrong.org/site/c.khLXK1PxHmF/b.2660611/k.BCED/Home.htm

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Desenha o teu JERSEY

Estamos sempre a descobrir coisas novas.
Esta novidade (para mim) foi-me apresentada pelo Amigo Rafael, grande colaborador no que à matéria-prima diz respeito. Gracias…
Pois é, podemos desenhar as camisolas de ciclismo (Jersey’s) on-line neste site.
Divirtam-se e criem coisas novas.

domingo, 19 de julho de 2009

Mais uma etapa da “minha Volta à… França!”

Desta vez a “coisa” foi bem esticada, quer em coooompriiiimeeeeeeentoooooooo..............., quer em altura.


221 km de estradas nacionais e cerca de 1900 mt de acumulado.






Link para o track no Wikiloc :

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=463436



Divirtam-se....LOLOL

Se quiserem a companhia do "Papa-Léguas"... É só dizer...LOLolol

Números de mais uma etapa da "minha VOLTA ... à FRANÇA!"

Coisa LINDA! (bai lá, bai...)



8 h 21 m 42 s Tempo gasto a andar
9 mt Altitude mínima
22,08 m Tempo parado
26,43 km/h Velocidade média
73,57 km/h Velocidade Max atingida
142 PPM Frequência cardíaca média
184 PPM Frequência cardíaca Max
221,03 km’s percorridos
292 mt Altitude Max atingida
1910 mt Acumulado de subida
5884 Kcal Calorias gastas

Para nossa SEGURANÇA... Site muito útil.

Até pode ser que se usem umas pulseira iguais, sem comprar estas que o link apresenta. Mas que é uma ideia muito boa... Lá isso é.
No meu caso e da Equipa de Cicloturismo da A.P.F.C.G., quando andamos de Bicicleta fazemo-nos acompanhar do Cartão da U.C.I. - F.P.C. que têm todos os dados importantes a nosso respeito além dos números da apólice do seguro. - É bastante importante!
Se não são federados pensem nisso, já que é bastante em conta...25 euros ano!
Em relação ao site dêem uma vista de olhos, por que tem algumas utilidades curiosas.

MONSANTO (VOLTA EXTERIOR) 22 km's



Link do Track no Wikiloc :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=462191



Altimetria (500 mt de acumulado) :


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Esta é bem representativa da nossa ATITUDE!

É com enorme prazer que vou publicar o Post DUZENTOS. Com o alto patrocínio do Mestre!...ih…ih…ih

Uma Imagem destas não poderia ficar sem exibição neste blog que se quer descontraído. Brevemente, muito brevemente, voltaremos ao que mais gostamos (não é 18?). Na forja para além do tão esperado VIA DE LA PLATA, estão outros Projectos de índole mais modesta mas não menos importantes. Cada um à sua maneira, cada qual à “miiiiinha maneira"… Xutos Forever…
...É isso mesmo. Mais novidades, brevemente num Blog perto de si…

VRRRUUUMMMMM…..

Para relembrar essa ATITUDE,
Por nós nunca ESQUECIDA
Mas… Muitas vezes ADIADA.
Aqui vai esta relíquia, que BEBIDA,
Provoca uma nostálgica INQUIETUDE.

Esta foto diz… Muito! – Ui!
No que vai de Valença até TUI
Há uma ponte que ATRAVESSA…
O Rio, que se quer MINHO,
Tal atitude (lá está)… Puxa. - P’lo VINHO.

Néctar de Deuses, como BACO.
Do maduro ao verde, topa-se ao... TACTO.
Na Parisiense ou no Gabriel, de FACTO.
Aguça-nos o paladar no ACTO.
Depois! – A BICI voa… A JACTO! (vrrruummm….)

- 18! BOM CAMINHO!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Uma etapa da Volta…





Link para o WIKILOC :

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=457751



… Já agora… À França!


Decorreu de uma forma espectacular – Tudo como previsto, ou por outra, muito melhor do que o previsto!


Saí de casa às 8,50 h e antes do meio-dia já estava na Sobreda (Campo de férias do Cadaval). Pela N10 primeiro e N1, até confluir na N366, foi canja.


80 km’s, em que o acumulado não passou dos 600 mt.


Como ainda era cedo para almoçar, fui tentar descortinar onde se poderia (poderá) Fazê-lo no próximo Domingo, já que vou voltar as estas bandas para mais um “etapa” desta minha “Volta a França”, com familiares e Amigos com o possível intuito de por lá almoçar.


Depois das perguntas segui a viagem em direcção ao Cadaval. Tinha por objectivo mudar o traçado do regresso para não cair na monotonia. Assim escolhi um trajecto mais “ambicioso” para Lisboa. Fi-lo pela N8 passando por Torres Vedras.


De certa forma, é preciso coragem. Pois por estas “bandas do Oeste” a “coisa” empina um bocado. Já se sabe que as inclinações e acumulados são um pouco mais agressivos. Mesmo assim, na totalidade não fiz mais do que 1600 mt do tal desnível acum.


Depois de ter passado por terras como: Sacavém; Sta. Iria; Alverca; Alhandra; Vila Franca de Xira (ai aquele empedrado); Castanheira do Ribatejo; Carregado; Alenquer; Ota; Entre a Ota e o Cercal, à beira da estrada e da imponente Serra de Montejunto existe uma loja de Bicicletas (R BIKES) onde fui pôr pressão nos pneumáticos; Cercal; e Sobreda. Depois do já referido Cadaval (onde comi uma coisa ligeira), continuei por: Vilar; Maxial; Torres Vedras; Barras (terra do Talica); Vila franca do Rosário (aqui é que a coisa se complica…lolol…Bendito Red Bull); Lousa (terra de ciclistas); Ponte de Lousa; Malveira; Pinheiro de Loures (maldito piso em placas de cimento); Loures; Ponte de Frielas; Odivelas; Pontinha e finalmente Benfica.


A Volta teve a duração de mais de seis horas e no total perfez mais de 170 km´s.


Oh Ricardo! O ke k achas de na Estrada, voltar a ser o "Papa Léguas"? HUM!?!??

O já "mítico" Guarda-Rios, devia dedicar-se em exclusivo ao nosso BTT... O que achas?

Volta Estrada LX-Cadaval-LX (Números)







6 h 26 m 03 s Tempo gasto a andar


9 mt Altitude mínima


12,25 m Tempo parado


25,3 km/h Velocidade média geral


26,71 km/h Velocidade média


71,53 km/h Velocidade Max atingida


141 PPM Frequência cardíaca média


171,85 km’s percorridos


184 PPM Frequência cardíaca Max


272 mt Altitude Max atingida


1596 mt Acumulado de subida


4350 Kcal Calorias gastas

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Maré de inovação.

Na senda dum dos post’s anteriores cá vai mais uma de tecnologia.

Na minha humilde opinião nada disto vai “vingar”. Acho que tais protótipos somente servem a nossa curiosidade e o engenho dos seus “progenitores”….ah…ah….ah

Fica para o “NOSSO” arquivo.






Querer é poder…


Ás vezes, estes “Momentos” deixam-me a pensar…

…E “nós” que vemos dificuldades em tudo… hum!?!?!?

Devo acrescentar que: - Estive para dize-lo mas depois pensei que poderia ser mal interpretado, mas agora justifica-se mais do que nunca. – Na Maratona de Águeda – Vale do Vouga – Corri com um rapaz anão, com um equipamento da Liberty seguros, que tinha a bicicleta adaptada… Só queria deixar por aqui os meus parabéns pela atitude que demonstraste (demonstras) a andar de Bicicleta. Ganhaste um fã.

Thanks Rafa (p’la foto)…

Uma Aprendiz de Guarda-Rios...eh...eh...eh..

video

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O que nunca gostamos de ver...


- SEM COMENTÁRIOS!!!















ACONTECE AOS "MELHORES"!

Será este o caminho? (BIKES DO FUTURO)

Muitos de nós já vimos estas fotos.
- Provavelmente todos.
Mas, também um pouco por isso acho que devem fazer parte deste BLOG.
Para comprovarmos com o evoluir dos tempos e da estética, se farão com que tais ideias vinguem, …ou somente para servir de arquivo…










A ver vamos, o que nos reserva o TEMPO!