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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"F.A.B.E.L." (Volta de Estrada com Rodas Novas)


...Para os mais próximos... Todos se lembram o que significa; - FAMEL, certo?
... AQUI APLICA-SE que nem GINJAS...

A habitual volta de estrada pela zonas da EN 6 (Avenida Marginal), quando o treino tem que ser com menos de duas horas, e que normalmente, dependendo do ritmo cardíaco que se queira impor, do vento, da vontade, e/ou das picardias, tem o ponto de viragem entre o Estoril e Cascais. Desta vez serviu para testar e usufruir das rodas novas, que tive que incrementar à minha bicicleta de estrada, já que a anterior roda traseira estava rachada e irremediavelmente perdida, além da obrigatória mudança de transmissão (K7 e Corrente), que urgia, pelo acumulado quilométrico, já cifrado em mais de 10 MIL quilómetros. 
- Mantive a gama de componentes ULTREGA da Shimano.
- Posso dizer que Estou muito contente! - Dá mesmo vontade de dizer; - "F.A.B.E.L."! (que significa qualquer coisa muito positiva, perante o objecto. Tendo origem na famosa marca de motocicletas portuguesa, de Águeda, entretanto extinta; - FAMEL, e que para os conhecedores será fácil de decifrar, mas que para os comuns, quererá dizer mais ou menos isto: - F...-.., A Bicicleta É Linda...)




ALGUMAS FOTOGRAFIAS:


...Esta é a minha Bicicleta de estrada, tal qual vinha equipada de origem...
As rodas de origem cederam, e o selim já há muito que o mudei (SELLE ITALIA SL)




Pormenor da roda traseira nova. - Bontrager Race Lite.




Aspecto geral da "NOVA MÁQUINA" 




Com satisfação, e desejo de boas pedaladas, para este "peregrino" do lado de cá, e para todos os peregrinos, que por aí possam existir... 

GR....


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Já faço parte desta mentalidade... E tu?

- É POSSÍVEL TRANSPORTAR OS NOSSOS FILHOS (... e não só...) NA BICICLETA!
- yes, we can!!!

Já enviei este vídeo para muitos dos meus contactos, mas mesmo assim, acho importante deixá-lo registado aqui no blog. - É uma atitude importante!




...Aqui, também tentamos arranjar soluções...




JG

domingo, 8 de maio de 2011

Dicas para preparar uma viagem de BIKE com alforges. Parte 3 (preparação da Bicicleta)

...E a saga contínua...

Repito aqui o texto introdutório do POST ANTERIOR, para que o trecho seguinte, parte integrante deste assunto no seu capítulo 3º, possa ficar enquadrado com a temática em causa, e, para prestar toda a informação a quem aceda somente a esta mensagem, sem ver ou sequer ter conhecimento que este post é parte de um grupo, contendo informação sobre o separador; DICAS PARA PREPARAR UMA VIAGEM DE BIKE COM ALFORGES.

Outro(s) dos posts que tenho por aqui em rascunho, e que há muito está por publicar; Refere(m)-se a alguns excertos de um certo livro (ou uns escritos pessoais, se assim o quisermos…), em que por jeito de brincadeira, mas também por necessidade interior, de certa forma incentivada por alguns Amigos de pedaladas, onde obviamente se destaca o meu colega de tantas aventuras e co-autor adormecido deste blog (em hibernação, será mais correcto).

Não só, mas também, por tais escritos corresponderem na sua generalidade a um certa peregrinação que eu e o “ZebroCLINAS” efectuamos pelo Caminho Francês de Santiago… aqui atrasado, mais precisamente em finais de Agosto de 2006.

Totalmente enquadrados num separador, que, apesar de há muito presente neste blog, nunca deve ter sido explorado pela grande maioria de vós… Leitores. – De seu título: Excertos do: - Voltar a criar vontade de regressar. Em que aos poucos e sempre que se tem justificado, tenho exposto algumas partes desse tratado.

Pois, o que me volta a trazer a este separador, é, mais uma vez, a vontade de partilhar, agora que a época das chuvas vai passando e que vêem aí os projectos à muito programados por alguns (…e cada vez mais…) de nós; - Ciclistas aventureiros, que eventualmente planeiem fazer um viagem de bicicleta com/ou sem o auxilio de alforges.

Por ter consciência que a minha experiência neste ramo, de há muito alimentada por quem tem mais rodagem, e que por uma razão ou outra me foi passando alguns dos seus conhecimentos, acho agora (…e sempre…) que devo partilhar tais ideias, e esperar que estas possam ser factor de ajuda a outrem, que por alguma razão, tenha dúvidas na preparação dos ditos projectos, ou simplesmente para alimentar a curiosidade, quiçá, aguçar a vontade para criar algo.

Aqui vai :

(Estes escritos são de 2006, logo, muitos dos pontos vão merecer um ou outro apontamento, por estarem desenquadrados na época ou no espaço)

Há alguns pormenores a ter em conta na preparação da bicicleta para uma viagem deste tipo (tudo o que seja mais de dois dias), tais como: - Usar pelo menos dois cantis de água, se possível dos grandes, porque há períodos em que não se encontra qualquer tipo de abastecimento líquido, sólido ou do que quer que seja, especialmente se a viagem for, como foi o caso, no período quente (muitos de vós/nós já usam o camelbak, eu próprio, já o fiz inúmeras vezes, mas confesso que estou tentado a ir deixando de usar. Por muito boa vontade que queira ter, não há como o conforto de não ter nenhum extra nas costas); Lanterna de cabeça; Luz para a bicicleta (nunca se sabe se não será necessário andar de noite, ou de manhã, tão cedo que o sol ainda não tenha nascido); guarda-lamas; óleo extra para a corrente; uma capa porta mapas, com os respectivos lá dentro, além da informação que se consiga reunir acerca das regiões e populações com as quais vamos ter contacto, assim como as suas culturas e os seus costumes, as suas comidas, etc., etc; fotocópia dos documentos importantes que devemos guardar, separados dos verdadeiros; um pequeno saco térmico onde pomos a alimentação para o percurso; oleado ou uma manta impermeável, no caso de ser necessário tapar os alforges ou abrigar da chuva (sem dúvida que os sacos de plástico azul do "IKEA" são os melhores. Com uma pequena adaptação, encaixam que nem uma luva, tapando o conjunto de colchão e alforges); um pouco de corda ou elástico grandes, muitas vezes é preciso atar algo e não se sabe com o quê, ou mesmo estender uma roupa; convém também que a bicicleta tenha um descanso, porque paramos muitas vezes por todo tipo de razões, e nem sempre há um local para encostar a bici, esse descanso deve ser de apoio traseiro (nos tubos anteriores de suporte da roda de trás) para poder equilibrar a bicicleta quando esta tiver os alforges montados (cuidado com ESTES, da dechatlon. Eu já tive três, e rasgaram-se todos no mesmo sítio. O interior é em borracha, e com o peso, cedem. Se estiverem na garantia e fizerem um "choradinho" - o cartão dechatlon dá uma ajuda - pode ser que consigam um novo. No meu caso, já mudei de marca. Já estava farto. Estou a experimentar uns da Berg, que adquiri na Sport Zone, em promoção. Mesmo assim, tive que lhes fazer uma grande adaptação); essencial é também, a grelha de suporte para os alforges, onde estes vão assentar e que irá suportar todo o tipo de carga necessária para além dos referidos alforges, grelhas essas, que normalmente têm como limite de tolerância os vinte e cinco quilos; raios extra para as rodas, devem fazer parte das reservas nestas situações, habitualmente vão presos por baixo do tubo horizontal do quadro com um pouco de fita adesiva, (é daquelas coisas que raramente se usa mas que pode safar uma viagem, digo isto por conhecimento de situações anteriores); por dentro do quadro pode também colocar-se uma bolsa que leve os pertences de utilização mais frequente e rápida, tipo carteira e telemóvel por exemplo; calços de travão de reserva, se estiver tempo chuvoso, um par de calços pode durar apenas um dia ou uma descida mais acentuada (ou pastilhas, se para o caso tiverem discos); os pedais podem ser de encaixe ou mistos, dependendo das preferências de cada um (o que tenho adoptado nas ultimas viagens, é levar os pedais de encaixe normais, mas ter umas plataformas de plástico da shimano de reserva. No caso de os sapatos se danificarem).

Para se ter uma pequena noção do que é que eu estou a falar, e porque muitas vezes é difícil descrever certos pormenores, aqui ficam umas fotos ilustrativas:


Cá está ela... Foi esta a bicicleta que usei para o Caminho Francês, em 2006.


...Nessa viagem, em plenos Pirinéus...


...Numa manhã, perto de Sahagun.


O envelope que fiz para viajar de comboio.


...Hoje em dia as coisas já são um pouco diferentes...


Em breve virei aqui falar um pouco das bicicletas que me têm acompanhado, mas principalmente duma, que está comigo há mais de vinte anos, e que me segue em tantas aventuras. Uma delas é a que ficou referenciada neste post, o Caminho Francês, outras passam-se no dia-a-dia, já que é com ela que me desloco na cidade.
- Sempre pronta; A princesinha do agreste, ou a bicicleta do amolador, como alguns mais próximos a apelidam.

GR



sábado, 7 de maio de 2011

Dicas para preparar uma viagem de BIKE com alforges. Parte 2 (carga nos alforges)


Repito aqui o texto introdutório do POST ANTERIOR, para que o trecho seguinte, parte integrante deste assunto no seu capítulo 2º, possa ficar enquadrado com a temática em causa, e, para prestar toda a informação a quem aceda somente a esta mensagem, sem ver ou sequer ter conhecimento que este post é parte de um grupo, contendo informação sobre o separador; DICAS PARA PREPARAR UMA VIAGEM DE BIKE COM ALFORGES.

Outro(s) dos posts que tenho por aqui em rascunho, e que há muito está por publicar; Refere(m)-se a alguns excertos de um certo livro (ou uns escritos pessoais, se assim o quisermos…), em que por jeito de brincadeira, mas também por necessidade interior, de certa forma incentivada por alguns Amigos de pedaladas, onde obviamente se destaca o meu colega de tantas aventuras e co-autor adormecido deste blog (em hibernação, será mais correcto).

Não só, mas também, por tais escritos corresponderem na sua generalidade a um certaperegrinação que eu e o “ZebroCLINAS” efectuamos pelo Caminho Francês de Santiago… aqui atrasado, mais precisamente em finais de Agosto de 2006.

Totalmente enquadrados num separador, que, apesar de há muito presente neste blog, nunca deve ter sido explorado pela grande maioria de vós… Leitores. – De seu título: Excertos do: - Voltar a criar vontade de regressar. Em que aos poucos e sempre que se tem justificado, tenho exposto algumas partes desse tratado.

Pois, o que me volta a trazer a este separador, é, mais uma vez, a vontade de partilhar, agora que a época das chuvas vai passando e que vêem aí os projectos à muito programados por alguns (…e cada vez mais…) de nós; - Ciclistas aventureiros, que eventualmente planeiem fazer um viagem de bicicleta com/ou sem o auxilio de alforges.

Por ter consciência que a minha experiência neste ramo, de há muito alimentada por quem tem mais rodagem, e que por uma razão ou outra me foi passando alguns dos seus conhecimentos, acho agora (…e sempre…) que devo partilhar tais ideias, e esperar que estas possam ser factor de ajuda a outrem, que por alguma razão, tenha dúvidas na preparação dos ditos projectos, ou simplesmente para alimentar a curiosidade, quiçá, aguçar a vontade para criar algo.


Aqui vai :

(Estes escritos são de 2006, logo, muitos dos pontos vão merecer um ou outro apontamento, por estarem desenquadrados na época ou no espaço)


Nos alforges cada um leva o que quiser, mas coisas há, que são mais importantes que outras, atenção no entanto ao peso, e ao que é supérfluo. Deixo aqui algumas sugestões:

- Quanto à roupa: - Roupa interior confortável e em quantidade suficiente para se poder ter uma opção enquanto não houver hipótese de lavar e/ou secar (Cada vez vou reduzindo mais. Passei a levar uma ou duas, dependendo dos dias de viagem. Essencial é uma t-shirt térmica. Serve para as duas funções, não só para as noites e para dormir, se o frio estiver presente, como para vestir por dentro das camisolas de ciclismo, quando é com muito frio que temos que pedalar....E como já me ocorreu diversas vezes...); duas ou três mudas de ciclismo, com as respectivas camisolas anteriormente descritas (No POST ANTERIOR); calções; meias de desporto; corta-vento; uma “sweat-shirt”; um par de ténis, ou calçado alternativo ao da jornada; um par de calças ou bermudas, se o tempo estiver para isso; e muito importante: - O fato de banho.

- Quanto aos acessórios: - Há aqueles mais óbvios, como o saco-cama; colchão; chinelos; uma toalha (desde há muito que adoptei aquelas de micro-fibras, pequena. Além de não ocuparem espaço, não pesam. O único inconveniente é que se passa algum frio no acto da secagem... É uma questão de sermos rápidos...); bolsa com produtos de higiene (Tento ter o mais possível em miniatura); a máquina de fotografar ou a de filmar, ou mesmo as duas. Há também aqueles objectos que muitas vezes não achamos importantes e que podem vir a ser de grande utilidade, além de não acarretarem um acréscimo de peso por ai além, e que são: - Um batom protector dos lábios para o sol e para o frio; aspirinas; uma bolsa de primeiros socorros; papel higiénico, (normalmente usa-se um rolo já insertado e mesmo assim espalma-se para ocupar menos espaço) (fui suprimindo este item, já que os "dodot's" fazem tudo); uma bolsa pequena de “dodot’s” será certamente de uma utilidade a toda prova; molas para estender a roupa, ou mesmo para prender o oleado (Também há muito que não me acompanham. A roupa entala-se por entre a corda, e o oleado estica-se com elásticos); uma pequena caixa com algum detergente para a roupa; um bloco de notas e um lápis pequeno, (os do “Ikea” são perfeitos), e algumas barras de cereais ou algo para ingerir no caso de necessidade. Gastando algum dinheiro podem adquirir-se alguns produtos, que por vezes consideramos luxo, mas que em caso extremos podem revelar-se de uma importância enorme, como: - Embalagens de pó hidratante que misturamos com a água, e uns sacos de gel recuperador. Todos os elementos descritos, e outros que achem importantes e que por alguma razão, não venham aqui relatados, devem viajar dentro de sacos de plástico, que protegem no caso de chuva, ou mesmo do próprio pó que se introduz por todo o lado.

De uma forma geral devemos levar tudo o que nos for útil sem que ocupe muito espaço, e claro está, não seja demasiado pesado. É que agora (Nas viagens com alforges), quando falamos de peso, referimos quilos e não gramas como alguns ciclistas com ideias mais radicais e com maior poder económico costumam referenciar. De qualquer das formas, decidimos anexar uma das listas que usamos como auxiliar de memória na preparação de uma viagem deste calibre.


Listas para Santiago

Diversos

Saco cama + Colchão + Almofada + Chinelos + Toalha pequena + Bolsa higiene c/ after sun, baton cieiro, aspirinas + Papel higiénico + Sabonete + Dodot's pequenos + Caixa c/ detergente + Molas (poucas) + Bolsa de 1º socorros + Óculos escuros + Petzel c/ pilhas novas + Telemóvel + Carregador + Auricular + Reflectores braços + Colete + Mapa + Plano autoroute + Fotocópias percurso (Hoje em dia este dois itens são sustuidos pelo GPS)+ Documentos + Bloco de notas + Lápis + Gravador de áudio + Maq. Foto ou Filmar + Polar (Relógio)+ banda do peito + Barras de cereais + Bolachas + Sacos de plástico (roupa) + Alforges + Bolsas + Porta mapa + Luz da bicicleta + Bomba + Bolsa de remendos + Letherman + Botijas de água ou Camel bag + Bolsa de ferramenta c/ óleo fino + Raios extra no quadro + Protecção p/ alforges (chuva)


2/3 Mudas de ciclismo c/ Camisola de ciclismo + Calções de licra + Meias + Corta vento + cuecas + t-shirts + 1 sweatshirt + 1 Par de ténis + 1 Par de sapatos de ciclismo + 1 Par de calças ou bermuda + Fato de banho


GR


Dicas para preparar uma viagem de BIKE com alforges. Parte 1 (equipamento do Ciclista)


Outro(s) dos posts que tenho por aqui em rascunho, e que há muito está por publicar; Refere(m)-se a alguns excertos de um certo livro (ou uns escritos pessoais, se assim o quisermos…), em que por jeito de brincadeira, mas também por necessidade interior, de certa forma incentivada por alguns Amigos de pedaladas, onde obviamente se destaca o meu colega de tantas aventuras e co-autor adormecido deste blog (em hibernação, será mais correcto).

Não só, mas também, por tais escritos corresponderem na sua generalidade a um certa peregrinação que eu e o “ZebroCLINAS” efectuamos pelo Caminho Francês de Santiago… aqui atrasado, mais precisamente em finais de Agosto de 2006.

Totalmente enquadrados num separador, que, apesar de há muito presente neste blog, nunca deve ter sido explorado pela grande maioria de vós… Leitores. – De seu título: Excertos do: - Voltar a criar vontade de regressar. Em que aos poucos e sempre que se tem justificado, tenho exposto algumas partes desse tratado.

Pois, o que me volta a trazer a este separador, é, mais uma vez, a vontade de partilhar, agora que a época das chuvas vai passando e que vêem aí os projectos à muito programados por alguns (…e cada vez mais…) de nós; - Ciclistas aventureiros, que eventualmente planeiem fazer um viagem de bicicleta com/ou sem o auxilio de alforges.

Por ter consciência que a minha experiência neste ramo, de há muito alimentada por quem tem mais rodagem, e que por uma razão ou outra me foi passando alguns dos seus conhecimentos, acho agora (…e sempre…) que devo partilhar tais ideias, e esperar que estas possam ser factor de ajuda a outrem, que por alguma razão, tenha dúvidas na preparação dos ditos projectos, ou simplesmente para alimentar a curiosidade, quiçá, aguçar a vontade para criar algo.


Aqui vai :

(Estes escritos são de 2006, logo, muitos dos pontos vão merecer um ou outro apontamento, por estarem desenquadrados na época ou no espaço)

Em relação ao equipamento, cada um deve usar o seu gosto pessoal como barómetro, devendo precaver, claro está, todas as protecções mais importantes e ajustadas. No meu caso costumo usar o que vou agora começar a exemplificar: - O CAPACETE, é, não só essencial como OBRIGATÓRIO, cada um escolhe o que melhor lhe aprouver desde que esteja dentro das normas; uns óculos escuros, se possível com possibilidade de trocar as lentes (claro/escuro), para situações em que a luminosidade seja variável, de vez em quando nos bosques as lentes mais claras dão jeito pelo facto da folhagem provocar muita sombra; um relógio tipo “Polar”, com batimentos cardíacos é o ideal, é sempre bom mantermos a nossa forma física vigiada; reflectores nos braços; Luvas de ciclismo, com dedos, ou sem, consoante a temperatura; uma camisola de ciclismo, com poros de respiração e gola, se tiver bolsos atrás, melhor; uns calções acolchoados, ou calças justas se estiver frio e umas botas de ciclismo com a sola dura mas com boa respiração e com encaixes se for o caso. (Em relação a este trecho, não há muito a alterar. Também por ser um pouco óbvio. Em todo o caso, devo salientar que hoje em dia já não vivo sem os encaixes nos pedais. É assim que pedalo, quer na estrada ou em BTT. A única situação em que não uso tal apetrecho é quando ando de bicicleta pela cidade, nas voltas rotineiras do dia-a-dia. Não só, pelo facto de muitas vezes transportar o meu filho mais novo numa cadeirinha traseira, mas também, por andar constantemente próximo de carros e passeios, onde qualquer desequilíbrio seria "a morte do artista".)


GR


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Uma aposta na Segurança...



Não sei até que ponto não é “só” mais um vídeo… Se, por outro lado, já se encontra à venda em circuito comercial. Também não sei o peso que tem, nem se é fácil de transportar.
De qualquer maneira, atendendo à vaga de roubos de bicicletas a que temos assistido, pode ser uma óptima ideia… - Vou ficar atento!



…Já agora pergunto… E se o comando se avariar… Ou se ficar sem pilhas… Já para não falar, em perdê-lo…he…he…he…

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

"Pequenos" melhoramentos na minha "GINGA"


Desde a última actualização e descrição dos acessórios da minha Ginga que mencionei neste blog, já passou quase um ano. Aliás como o próprio NézClinas, que estará a transpor tal barreira no dia 18 deste mês. Lembro-me que este blog iniciou a sua actividade, após a construção e formatação, nesse dia do mês de Janeiro do ano passado, com um breve roteiro da “Rota dos Castelos”, traçado que antes tinha andado a marcar, ligando a Sé de Lisboa à do Porto por trilhos e estradas secundárias.

Passado quase um ano, apesar de não ter trocado de Bicicleta de BTT, continuei a fazer-lhe (dentro das possibilidades) alguns melhoramentos que descreverei já de seguida.

Antes disso gostaria de esclarecer que, daqui para a frente, apenas mexerei em tais componentes, exclusivamente por necessidade. Isto é, se deixarem de funcionar ou se impedirem o normal funcionamento da Bicicleta.

Apesar de pouco mais de três anos, já tem alguns milhares de quilómetros, e pela evolução do mercado foi-se tornando menos competitiva, como objecto. Dessa forma vou-vos relatar os “incrementos” que lhe fui fazendo ao longo do ano de 2009 e que por uma razão ou outra se tornaram imperativos:

Como tinha os manípulos dos desviadores bastante danificados, tendo mesmo que usar alguma imaginação (elástico) para remediar a falta de mola dum deles, tive que fazer uma evolução inadiável. Acabei por mandar vir da net uns manípulos da Shimano, os XT para nove mudanças, por forma a substituir os Deore que possuía.


Tinha o desviador empenado e era de cano comprido, o que de uma maneira geral, deixa com que se acumule muito mais lixo nos rodízios e está mais próximo dos paus e pedras que normalmente empenam ou partem drop-out's, acabei por me aconselhar, e mandar vir um Desviador traseiro Shimano XT de cano médio e Shadow, esta sim uma caracteristica muito vantajosa, porque funciona sempre escondido pela própria K7. Em todas as Bicicletas e de todos os desviadores que já experimentei, este é sem dúvida o mais fiável e resistente. Estou muito agradado com ele.


Peças fundamentais a este grande up-grade que efectuei no decorrer do ano de 2009, foram sem dúvida as rodas. Continuava com as de origem, umas resistentes mas pesadas Bontrager camino, que já estavam muito danificadas. Encomendei via net, à "Bike discout" alemã, uma promoção muito atractiva e irrecusável. Assim, fiquei com umas Mavic 717 pretas com cubos Shimano XT. Até hoje, e já lá vão uns meses largos, mas acima de tudo uns quilómetros muitos longos, estou satisfeito com elas.




Como os cubos das novas rodas eram "central lock" sistema que também me foi aconselhado por quem sabe da matéria, e porque os meus discos Deore, ainda de origem, já estavam muito gastos, tendo chegado a andar practicamente sem pastilhas no final da Via de La Plata, foi imperioso adquirir uns novos. Para não fugir à gama que tinha vindo a aplicar sempre que fazia um melhoramento na minha Trek, coloquei-lhe uns discos XT.


Serve esta imagem para referir, e já que falámos de travões e de discos, que passei a usar pastilhas orgânicas da gama Shimano XTR. Apesar de se gastarem um pouco mais rapidamente do que as metálicas, estas em resina, para mim, tem uma enorme vantagem, é que, além de pouparem um bocado os discos, não fazem aquele zumbido extremamente irritante sempre que um "grão de areia" ou um pequeno empeno do sistema, proporciona um contacto entre as partes. Parecendo que não, é um grande conforto psicológico.


Estes pneus, material que incluo no de consumo, e por isso, tal como as pastilhas dos travões serão para mudar tantas vezes quantas aquelas que forem precisas, foram descobertos pelo meu amigo José Alex, que mos aconselhou. Diga-se que desde que os usei não quero outra coisa. Principalmente (indispensavelmente) para trás onde proporcionam uma aderência que eu nunca tinha experimentado noutros pneumáticos. Estes fazem realmente uma "pequena" diferença. Falo-vos dos Hutchinson Python, que hoje em dia já não são muito fáceis de encontrar no mercado. Há-os em "barda", mas na gama tubless. Como nada é perfeito, este pneu (se calhar por isso é que não os encontro), passado umas centenas de quilómetros tem tendência para criar bolhas na superfície. já vi acontecer as dois.



Outra das peças que está inserida no material de consumo, são as cassetes traseiras. É muito difícil conviver com uma mais de dois anos, sem que não comece a saltar ou a "torcer" todo o sistema de transmissão, que se quer sem folgas. Apresento aqui esta da Shimano XT, da qual devo passar a fazer uso até que apareça algo diferente que me faça mudar de ideias. Isto porque este conjunto de rodas dentadas que varia entre os 11 e os 32 dentes, corresponde a uma cadência de intervalos muito mais consonantes com o esforço que eu aplico na montanha. Agora, mais do que com o 11/34, consigo melhores performances em subida. Como a minha coordenação não me deixava aproveitar o 34 antigo, passei a ganhar muito mais "power" e controle com o 32. Um pouco mais de força mas mais dinâmico.



Este espigão de selim, é a "cereja no topo do bolo". Foi sem dúvida o melhor up-grade que me apareceu depois da suspensão Rock Shox REBA que descrevi no post "a minha ginga". Para mim foi uma surpresa muito mais positiva do que esperava. É quase como se de uma Bicicleta com suspensão total se tratasse, mas sem perder as "vantagens" que tem uma semi-rigida.


GR

domingo, 19 de julho de 2009

Para nossa SEGURANÇA... Site muito útil.

Até pode ser que se usem umas pulseira iguais, sem comprar estas que o link apresenta. Mas que é uma ideia muito boa... Lá isso é.
No meu caso e da Equipa de Cicloturismo da A.P.F.C.G., quando andamos de Bicicleta fazemo-nos acompanhar do Cartão da U.C.I. - F.P.C. que têm todos os dados importantes a nosso respeito além dos números da apólice do seguro. - É bastante importante!
Se não são federados pensem nisso, já que é bastante em conta...25 euros ano!
Em relação ao site dêem uma vista de olhos, por que tem algumas utilidades curiosas.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Foi em ERRA que vi a mais leve

Não supunha que poderia haver bicicletas de Btt tão leves. Pelo menos sem ser em protótipos.
Esta belíssima peça pesa 7.400 gr. Não vale muito a pena falar em pormenor dos componentes, já que cada um dava para um Post novo… Só vos digo que este “objecto” tem travões de disco, e que como sabemos, se tivesse V-brack, ainda teria menos cerca de 800 gr.
Bom, fica para a “minha” história.
Cada gr. é uma gr.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Vejamos como trabalha uma BOA suspenção

Para os mais informados não será novidade.
Eu próprio já visionei este vídeo várias vezes, mas... Nunca é demais!

O que tem que ser, tem muita força!

…E tinha mesmo que ser!


A MINHA GINGA chorava por alguns up-grade’s.


Devido ao uso e abuso que dou à minha Bicicleta, tornou-se imperativo a substituição de alguns componentes (algumas dessas mudanças já as tinha “sugerido” no post).
Dessa forma tornou-se inevitável substituir o que estava gasto, estragado e/ou remendado.


Os Manípulos desviadores por exemplo, já tinham cumprido o fim para que estavam destinados à muito. Nos últimos tempos, o retorno da mola, acontecia por ordem de um elástico estrategicamente adicionado pelo “condutor”. Tal adaptação, usada durante meses, deixou entretanto de funcionar, ficando inclusive sem pôr mudanças na K7 traseira durante a volta de SINTRA. Era impensável continuar com tal dispositivo.
Aproveitei a necessidade para “aguçar o engenho”. Lógico e inevitável, substituí os antigos manípulos Deore por uns, também da Shimano, os XT.


Outro dos elementos que urgia mudar, era o desviador traseiro. Relatei por AQUI o incidente com o drop-out, numa das incursões que fiz por Monsanto, onde fiquei com tal acessório irremediavelmente empenado. Elevava a corrente com extrema dificuldade, estando mesmo sujeito, num futuro breve, a introduzir-se catastroficamente por entre os raios da roda. O que provocaria, como é de supor, um acidente (no mínimo) feio.
Mantive a gama XT, mas passei do clássico não invertido de braço longo, para um SHADOW de braço médio.


De há muito imperioso, mas há muito adiado, tornou-se inevitável o trocar das rodas. As minhas Bontrager Camino de origem, já não tinham mais solução. Além de estarem a partir raios consecutivamente, apresentavam mossas profundas, facilmente visíveis a olho nu. Já para não falar no peso exorbitante, que representava um grande “handicap” ao conjunto.
Facilmente se entenderá que era urgente melhorar tal aspecto. Ponderei adquirir as rodas Shimano XT (cubos e aros), mas acabei por ficar com uma promoção da BIKEDISCOUT, site alemão onde fui buscar esta encomenda. Não resisti a uns aros MAVIC 717 com CUBOS XT que dão um aspecto muito agradável à Ginga.


Depois disto, resta-me falar dos discos, completamente gastos e velhos, foram substituídos por uns Shimano XT. Aproveitando esta evolução do conjunto, passei para o sistema centralock.
Seguindo a linha do que tinha falado no post em que descrevo a “dita”, evoluí no melhoramento da Bicicleta, alicerçado no quadro 6500 SLR de TREK.


Neste momento, da Bicicleta de origem (exceptuando o quadro) mais não resta do que o avanço, a caixa de direcção e curiosamente… Os punhos!
Deu para perceber com este up-grade, que dificilmente conseguirei baixar o peso da Bicicleta além dos 12 kg. Ficou em cerca de 12,5 kg.
Bem-bom!!!

O “Guarda-Rios”

terça-feira, 10 de março de 2009

MINI Câmaras comparadas.

Para quem se tenha entusiasmado com esta “coisa” das MINI CAM, aqui ficam uns vídeos comparativos (quanto a mim, bem feitos), que são bastante esclarecedores.

Para que conste, a cam que usámos ultimamente é a Oregon Scientific ATC2K.

Além dos modelos testados no 2º vídeo, Não me parece que o mercado apresente muito mais que estas hipóteses.

Aproveito este pequeno post, para agradecer ao Colega e Amigo Jorge Freire, que disponibilizou a sua Oregon Sientific para as filmagens que puderam ou poderão ver neste blog.

P.S. – Para Herr “freirrr”. A “nossa” cam. tem forte concorrência… LOL

ATC3K vs Tachyon XC


Helmet Cam Review - ATC2K, ATC3K, ATC5K, Epic Stealth, Go Pro Hero, Tachyon XC, VholdR

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A minha “GINGA”.



Quero-vos falar da minha bike, que adquiri há mais de 2 anos.
Da TREK 6500 SLR que comprei, poucos são os elementos de origem que ainda lhe restam; Desses o mais importante e grande aliciante à compra de tal veículo foi:
- O Quadro, por ter uma garantia fiável e um peso bem agradável para um “Alpha SLR Aluminum” (com cerca de 1,6 kg). As capacidades deste “bloco flexível” fizeram com que eu me encorajasse a “up-gradeá-lo”.
As rodas, outro dos elementos originais no acto da compra, são umas Bontrager Camino que apesar de muito criticadas nos fóruns da altura, nas minhas “mãos” têm-se aguentado muito bem (já partiram 3 raios, estão um pouco “abauladas”, mas também para aguentar o tratamento que lhes dou, não se pode pedir mais). Confesso que, logo que tenha umas massas gostava de adquirir umas Shimano XT, para compor o ramalhete… Já vão perceber o porquê.
Muitos do componentes de origem foram sendo substituídos, ou por vontade própria, ou se quisermos, por se terem degradado com o tempo, mas principalmente com os quilómetros (é que já lá vão, quase 3 mil).
Começo pelos travões, de origem uns v-bracke, passaram logo ao início (ainda antes de me sentar na bike), para uns de Disco da Shimano Deore. Depois acabei por mudar os pneus originais para uns kevlar Schwalbe, já experimentei duas versões, a Snake skin e a Nobby nick (gosto mais da primeira, aliás, já não posso com os segundos, vou “rifá-los”. Ando a furar à média de uma vez por volta/treino.).
Os pneus foram pelo uso, assim como o guiador e as cabras, após uma queda daquelas “parvas” tiveram que ser substituídos. Optei por material leve (aos poucos passei dos catorze quilos para cerca de doze… Mas já lá vamos). Dessa forma, fui “buscar” à net um guiador Ritchey e umas cabras de 90 gr da mesma marca. Pela net mandei vir também um kit de transmissão Shimano XT, assim, além de tornar a bici mais leve fiz um grande melhoramento a todos os níveis, e principalmente resolvi um dos poucos problemas com que me deparava até então; - era o facto de a corrente quando saltava, ficar entalada entre o eixo pedaleiro e o prato mais pequeno (porque o cranck não tinha protecção).
O mais importante de todos estes melhoramentos foi sem dúvida o da suspensão (grande ajuda para baixar o peso ao conjunto). De origem com uma Manittou 80mm de 2,4 kg, passei para uma Rock Shox Reba 09 100mm de 1,6 kg. É sem qualquer margem de hipótese o melhor up-grade que fiz. Aconselho a quem quiser andar a “brincar” com alguma segurança. Já as vi na Fizzbikes a 159 euros (é preciso estar atento).
Depois deste up-grade, seguiram-se outros mais pequenos, dos quais destaco o selim. Passei, por oferta do meu Compadre, para um SMP ergonómico e com rasgo para respiração da zona sob a próstata. E mudei o espigão de selim para um amortecido. Imaginava comprar um USE, mas como não tive “tempo”, aproveitei o “emprestadado” do Ricardo, um Spiner 100 da Dechatlon (muito bom, principalmente para quem não tem outro).
Estou portanto, cada vez mais satisfeito com a minha bike. O que não implica, fazer-lhe mais melhoramentos. Alguns serão de carácter forçado (tenho um manipulo partido, que, por perícia está remendado), além de outras coisas.



Para já é tudo. Sempre que fizer algum “incremento”, tentarei expô-lo por aqui.
Saudações, daquelas que vocês já tão bem conhecem.

“O Guarda-Rios”