quinta-feira, 4 de setembro de 2014

VVP - Verdadeira Volta a Portugal em Estrada - 2200 km - 12 dias - 28000 a. a.





Esta verdadeira Volta a Portugal começou como se fosse um habitual treino pela marginal e acabou por ser uma volta fechada pelas proximidades das linhas limítrofes de Portugal continental. Foi sem saber quantos dias tinha nem até onde podia evoluir que fui avançando etapa a etapa, terra a terra até perfazer estes quase 2200 km de muita dificuldade e recompensa. foram cerca de 190 km diários de média, onde - salvo erro - só não ficaram contemplados os distritos de Santarém e Viseu. Para este projecto foram usadas 10 pousadas da juventude para pernoitar, só não aconteceu em Alandroal, por não haver nenhuma num raio muito grande. De resto foi assim em Areia Branca (Lourinhã), Aveiro, Vila Nova de Cerveira, Vilarinho das Furnas (Gerês), Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Castelo Branco, Alcoutim, Portimão e Almograve. Por etapas e terras mais importantes ficou assim ordenado neste périplo: 1ª Etapa - Lisboa, Damaia - Praia da Areia Branca, com passagem em:Estoril Sintra, Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã. 2ª Etapa - Praia da Areia Branca - Aveiro, com passagem em: Serra D'el Rei Óbidos , Caldas da Rainha, Alfeizerão, Nazaré, São Pedro de Moel, Praia de Vieira, Monte Redondo, Carriço, Lavos, Figueira da Foz, Serra da Boa Viagem, Quiaios, Bom Sucesso, Mira, Vagos, Ílhavo e Aveiro. 3ª Etapa - Aveiro - Vila Nova de Cerveira, com passagem em: Esgueira, Estarreja, Ovar, Esmoriz, Espinho, Gaia, Porto, Matosinhos, Leça, Vila do conde, Póvoa de Varzim, Fão, Esposende, Neiva, Viana do castelo, Vila Praia de Âncora, Moledo, Caminha e vila Nova de Cerveira. 4ª Etapa - Cerveira - Campo do Gerês, com passagem em: Valença, Melgaço, Castro Laboreiro, Entrada em Espanha, Entrimo, Lobios, Portugal por Portela do Homem, Gerês e Vilarinho das furnas. 5ª Etapa - Campo do Gerês - Bragança, com passagem em: São Bento da Porta Aberta, Caniçada, Salamonde, Ruivães, Pisões, Sapiões, Chaves, Lebução, Rebordelo, vinhais e Bragança. 6ª Etapa - Bragança - Vila Nova de foz Côa, com passagem em: Gimonde, Milhão, Argozelo, Vimioso, Genísio, Malhadas, Miranda do Douro, Duas Igrejas, Fonte de Aldeia, Sendim, Brunhosinho, Santiago, Mogadouro, Castelo Branco, Lagoaça, Carviçais, Torre de Moncorvo, Poçinho e Vila Nova de Foz Côa. 7ª Etapa - Vila Nova de Foz Côa - Castelo Branco, com passagem em: Almendra, Vilar de Amargo, Figueira de Castelo Rodrigo, Vilar Torpim, Almeida, Cerdeira, Rapoula do Côa, Sabugal, Santo Estevão, Terreiro das Bruxas, Penamacor, Pedrogão, São Miguel da Achada, Escálos de Cima e Castelo Branco. 8ª Etapa - Castelo Branco Alandroal, com passagem em: Sernadas do Rodão, Vila Velha de Rodão, Nisa, Alpalhão, Fortios, Portalegre, Arronches, Santa Eulália, Barbacena, Vila Fernando, Terrugem, Borba e Alandroal. 9ª Etapa - Alandroal - Alcoutim, com passagem em: Terena, Reguengos, Mourão, Póvoa de São Miguel, Moura, pias, Serpa, Santa Iria, Mina de São Domingos, Moreanes, Mértola, Cortes Pereira e Alcoutim. 10ª Etapa - Alcoutim - Portimão, com passagem em: Guerreiros do Rio, Foz de Odeleite, Castro Marim, Vila real de santo António, Monte Gordo, Vila nova de Cacela, Conceição, Tavira, Luz de Tavira, Olhão, Faro, Boliqueime, Alcantarilha, Porches, Lagoa e Portimão. 11ª Etapa - Portimão - Almograve, com passagem em: Odiaxere, Lagos, Vila do Bispo, Sagres, Carrapateira, Aljezur, Rogil, Maria Vinagre, Odeceixe, São Teotónio, Cabo Sardão e Almograve. 12ª Etapa - Almograve - Troia - Setúbal - Cacilhas - Lisboa, com passagem em: Longueira, Cruzamento de Almograve, Vila Nova de Mil Fontes, Brunheiras, Sines, Santo André, Melides, Carvalhal, Comporta, Ferry de Tróia, Setúbal, Palmela, Azeitão, Quinta do Conde, Coina, Almada, Cacilhas, Cais do Sodré (Lisboa) e Benfica (Damaia).






Aqui, só duas panorâmicas:  a cidade do Porto vista de Gaia o PNPG.






GR

sábado, 2 de agosto de 2014

ESTRELA ROAD EPIC - 5 Subidas na serra da Estrela (Covilhã/Manteigas/Seia/Vide/São Romão)



Resumo da Volta: Volta iniciada pelas 6,30h da madrugada, num total com cerca de 190 km de extensão, 6750 de a.a. relativo (valores parecidos para a descida, mas longe dos quase 10 mil que o Wikiloc apresenta neste track. Se quiserem o link do Strava, já são mais aproximados), a uma média de andamento de 18 km/h, durante mais de 11 horas a pedalar. Frequência cardíaca máxima de 178 ppm, e média de 133 ppm. Quase 7 mil Kcal gastas. Altitude máxima 1993 mt e mínima 285 mt. Vários números inerentes a esta VOLTA ÉPICA ficarão para sempre associados como records à minha tabela de valores, que retenho com o Relógio/cardio-frequêncimetro Polar. Assim é com os metros acumulados subidos e descidos, bem como as velocidades médias de descida e de subida.
Esta volta inicia-se na Covilhã (estação de camionagem) e faz a EN 339, primeiro até às Penhas da Saúde, e depois até ao cruzamento da EN 338 em direcção a Manteigas. Segue-se a descida até esta localidade banhada pelo Zêzere, e nova subida pelo vale glaciar, e em seguida, até à Torre, pela EN 339. Nova descida para Seia, via Sabugueiro, e respectiva subida até ao cruzamento para Vide/ Loriga, após a Lagoa Comprida. A subida após o Alvôco dá-se pela EM 518 via Casal de Rei e Cabeça, novamente até à rotunda de Loriga e daí pela EN 231, por Valezim, para São Romão. A última ascensão em direcção ao alto da Serra é feita pela EM 513, pela Nossa Sra do Desterro e central eléctrica. Depois de atingida a Torre, a descida faz-se pela EN 339, de novo até à Covilhã. Suplementos e alimentação: Levei comigo nos bolsos da camisola; 2 Barras energéticas de longa duração e um gel rápido da Decathlon, 3 cubos de marmelada embalados em casa, uma barrita de chocolate, alguns rebuçados “tipo Bola de neve”. Levei também dois bidons preparados com o pó hidratante da Sport Zone, e mais dois pequenos sacos, com mais duas recargas. Durante a volta, além desta bebida, consumi alguns litros de água engarrafada e da que ia bebendo das boas bicas que brotam um pouco por toda a serra. Uma lata de bebida energética e uma de Coca-cola. Além de outras bebidas que consumi nas 3 ou 4 paragens que fiz para alimentação sólida. Parei uma primeira vez no Sabugueiro, ainda quando descia para Seia, para beber o meu café da manhã, que pela hora madrugadora a que tinha saído para a estrada, ainda não me tinha sido possível fazer. Nessa paragem também comi um pêssego. Quando regressei a esta aldeia; - “A mais alta de Portugal”, e depois de ter ido a Seia a voltar, fiz uma nova paragem, agora com mais tempo, já que pedalava há bem mais de duas horas. Fui ao minimercado da localidade e comprei duas bananas. Uma comi no momento dentro de uma carcaça e a outra levei comigo nos bolsos. Depois de subir, e voltar a descer, desta vez para Vide, fiz nova paragem nesta localidade do Rio Alvôco, para comer a outra banana com pão e beber a referida cola. Voltei a subir, e descer, agora em direcção a São Romão. Aí parei no “snack Gato preto” e fiz uma refeição frugal, à mesa, composta por uma sopa e uma sandes de carne assada (que só comi metade, levando a outra parte). Ainda antes de atingir a Torre pela última vez, fez-se nova paragem na Lagoa Comprida, onde para além do resto da Sandes de carne assada ainda bebi uma mini. Chegado à torre e antes de iniciar a descida final, bebi uma radler e comi um folhado misto. – E pronto, já está! – É só fazer as contas às calorias ingeridas…lol…e subtrair as mais de 6500 que gastei…lol. Algumas Notas: Para fazer esta volta fui recolhendo alguma informação acerca das condições do trajecto, assim como alguns relatos de anteriores subidas, para tentar perceber se eu estaria preparado para fazer tal "empreitada". Posso dizê-lo (agora é fácil) que me custou bastante terminar esta volta, principalmente a penúltima subida desde Vide, pela estrada da Cabeça, e a última subida por São Romão até à Torre, onde acabei por parar mais de cinco vezes para baixar a ppm, que entretanto já iam saindo dos parâmetros. Posso no entanto garantir, que, apesar de tudo me custou muito menos do que eu estava á espera. - Isto é,; - Tinha algumas dúvidas se conseguiria fazer todo este projecto. Devo agora deixar aqui um agradecimento em forma de link, ao ciclista Jordão Alves, por ter sido através do seu vídeo no you tube que tomei conhecimento deste trajecto - Embora o meu seja ligeiramente diferente - e onde arranjei "coragem" PARA SEGUIR COM "ISTO" PARA FRENTE!
Fiz este trajecto com a minha Bicla de estrada; - Uma Trek 5200, com cerca de 8 kg. A transmissão tem à frente 53/39 e atrás 11/25. Se quiserem sofrer menos, levem uma k7 11/26. Acabei por ter que fazer uma colagem de tracks e construir alguns à mão, colando depois tudo, por ter ficado sem carga no telemóvel onde gravava o track. Daí os valores de altimetria estarem algo incorrectos. de qualquer forma estarei inteiramente disponível para ajudar quem queira fazer este trajecto, inteiro ou por partes. Boas pedaladas! Mais voltas de estrada no Blog nezclinas




TRAJECTO TAMBÉM NO STRAVA (...mais tarde ou mais cedo, tinha que ser...)










...Depois do centro de limpeza de neve, e ao pé do túnel, já perto da Torre. 
- Quase a terminar a segunda escalada do dia...





...No mesmo local, virado para as encostas da Covilhã e de Manteigas, pelas quais já tinha passado...
- Pela fresca é que se começa o dia. Estava quase a conseguir (com muita calma e tranquilidade) terminar esta primeira fase.





...Mais uma subida, antes de ter ficado sem bateria no telemóvel. 
- Uma das mais difíceis e compridas.
- Agora sou levado a pensar; - Mas elas são todas difíceis e compridas. Vá lá, se quisermos excluir a de Manteigas, que aliada à grande espectacularidade do vale glaciar, por onde corre o Zêzere acabado de nascer, nos alivia a alma das "maleitas" das pernas, criadas pelo desnível.


Resumo e digo:

Para ciclista de estrada que se preze, é um trajecto obrigatório. Seja por etapas ou nesta "empreitada", das mais conhecidas e prémios especiais da Volta a Portugal (Covilhã e Seia), às mais abandonadas e rudes (ai o piso não ajuda muito) nas estradas regionais 513 e 518, de Vale de Rei e Cabeça e da Sra do Desterro, ou até já referida EN 338 no vale do Zêzere, que ao pé das outras parece que vamos em plano...
- É um achado, este autêntico tratado!



BOAS VOLTAS... deseja o GR...

quarta-feira, 9 de julho de 2014

ESTRADA - 3 DC com 4 subidas épicas na Serra de Sintra



"3 Denominadores Comuns" com 4 subidas épicas na Serra de Sintra 
Volta de Estrada com cerca de 112 km de extensão, com um acumulado ascensional relativo de 1900 mt, a uma velocidade média de 24,5 km/h. A habitual progressão até Sintra pela "vertente Norte"; passando por Queluz, Massamá, Cacém, Mercês, e portela de Sintra, depois, desce até Galamares e Colares. A primeira subida dá-se por Almoçageme e Pé da Serra, depois volta a descer por Penedo, até iniciar nova subida via Eugaria, Monserrate, Seteais e Regaleira. Depois da Vila de Sintra, nova subida até Castelo dos Mouros e Pálacio da Pena, para descer novamente até São Pedro de Sintra e depois para o Linhó. A última subida inicia-se na estrada da Penha Longa, via Pedra Amarela e Malveira da Serra, até à Peninha. Daí volta-se a descer até ao cruzamento da Azóia, pela EN 247, até ao Guincho e a Cascais. O regresso a casa é pela Marginal e por Monsanto.





ALGUMAS FOTOGRAFIAS:



Belas Vistas e Bela estrada, que por mim nunca tinha sido percorrida... Desde o Pé da Serra até ao Penedo, e depois, até lá a baixo a Colares.





...Devido às grandes restrições de horário - Acho mesmo que já só se efectua aos fins de semana de verão (mesmo assim com excepções) - É raro conseguir ver este eléctrico que faz o transporte desde Sintra até à praia das Maçãs. Quando se deixa ver.... É um sucesso.






...Mais um belo pormenor das estradas da Serra de Sintra.




GR


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Lisboa - Espanha (Badajoz) [EN 4] e Volta (EN 373, EN 254, M 527, EN 370, EN 251, EN 119 e EN 10)


Dentro do que têm sido os projectos de Travessia de PORTUGAL TRANSVERSAL Segue-se mais este, que desta vez teve a particularidade de ter começado e acabado em Lisboa, tendo pelo meio feito uma abordagem a terras de Espanha. Ao todo, nos dois dias, desde as 9,00 horas de sábado, até às 18,00 horas de domingo, foram quase 500 km's, com cerca de 5000 mt de acumulado ascensional relativo, a uma média de andamento de 27 km/h. No primeiro dia, após a saída da Amadora - Via Monsanto - fui apanhar o barco ao Terreiro do Paço até ao Seixalinho, Montijo, e daí encetei a progressão até à fronteira espanhola, em Badajoz, percorrendo toda a Estrada Nacional 4 (EN 4). 
Contas feitas, até Espanha, foram feitos 210 km's a uma média de 29 km/h, aproveitando a ligeira ajuda do vento que soprava de SudOeste. - Dentro do Distrito de Setúbal, passei por Montijo, Atalaia, Pegões, cruzando a A 33, A 12 e A 13. Passando para o distrito de Évora, paralelamente à A 6, cheguei a Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Rio Almansor, Arraiolos, Vimieiro, cruzamento com a IP 2, Estremoz, Borba, entrada no distrito de Portalegre, Terrugem, Vale Boim, Elvas, Rio Caia, Fronteira de Espanha e Região de Badajoz. Nesse mesmo dia, e após ter atravessado a fronteira para as habituais recordações fotográficas, iniciei o regresso a Portugal e a Elvas, onde além de querer fazer a prospecção à ciclovia da Estrada do caia, tencionava pernoitar. Pela falta de vagas, associada a um campeonato de setas, fui obrigado a ir à procura de hospedagem para outras terras. Como tinha o intuito de fazer a viagem de volta usando estradas diferentes, foi assim que virei azimutes - contra o vento - para a EN 373, reentrando no distrito de Évora, e passando por Jerumenha primeiro, e Alandroal em seguida, onde acabei por dar por encerrada a jornada desse dia, somando assim mais de 260 km's, bem mais de 2000 mt de a. a., a uma média de andamento de 27 km/h. Para o segundo dia estava reservado todo o restante traçado, que apesar de desde Espanha já ter subtraído quase 50 km´s, ainda tinha pela frente outros 230 (pelo menos). Foi assim que após a saída da Vila de Alandroal, segui para o Redondo, pela EN 254, atingi São Miguel de Machede, Rio Degebe e Évora. Como era uma das minhas prioridades para esta viagem, andei no terreno a fazer o "levantamento" da Ecopista do Ramal de Mora, que faz a ligação entre a Cidade capital do Alto Alentejo e as localidades de Arraiolos e Pavia (Mora). Para chegar a Mora usei as EM 527 até Graça do Divor, a N370 até Pavia, passando por Arraiolos, e a EN 251, Para Mora, dando entrada no distrito de Santarém cheguei ao Couço, e paralelo ao Rio Sorraia, às imediações de Coruche. Passei então para a EN 119 em direcção ao Infantado, cruzei de novo a A 13 e tomei a EN 10, que me levaria a Porto Alto. Cruzei novamente o Rio Sorraia, que faz de linha fronteiriça para o distrito de Lisboa, e pelos férteis campos de cultivo da Região do Estuário do tejo, passei a ponte para Vila Franca de Xira. Pela já conhecida EN 10 fechei este grande périplo. Depois de tantas pedaladas por terras alentejanas, onde o montado é rei por muitas centenas de quilómetros, cheguei à zona populacional em Alhandra, Alverca, até ao destino final, em Lisboa. Mais voltas de estrada no Blog NezClinas









Castelo de Alandroal




Grande planície Alto-Alentejana depois de Redondo




Ecopista de Évora.



GR


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Portugal Transversal - Estrada II [Lisboa-Espanha (Badajoz)] {ONE SHOT}


Este track refere-se ao trajecto de cruzamento transversal de Portugal, desde Lisboa (Damaia/Benfica), até Espanha (Badajoz), usando a travessia de barco desde o terreiro do Paço, até ao Montijo (seixalinho), e depois toda a Estrada Nacional 4, por Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos, Estremoz, Borba e Elvas. 
Como esta volta foi parte integrante de um percurso mais abrangente por terras do Alto Alentejo e estremadura, que contemplou dois dias, deixarei aqui no blog um relato em que será revista toda a viagem, de ida e volta, onde este trajecto será obviamente incluído. Dentro do que têm sido os projectos de Travessia de PORTUGAL TRANSVERSAL Segue-se mais este, que desta vez teve a particularidade de ter começado e acabado em Lisboa, tendo pelo meio feito uma abordagem a terras de Espanha. Ao todo, nos dois dias, desde as 9,00 horas de sábado, até às 18,00 horas de domingo, foram quase 500 km's, com cerca de 5000 mt de acumulado ascensional relativo, a uma média de andamento de 27 km/h. 

No primeiro dia - A que se refere este postr - Após a saída da Amadora - Via Monsanto - fui apanhar o barco ao Terreiro do Paço até ao Seixalinho - Montijo, e daí encetei a progressão até à fronteira espanhola, em Badajoz, percorrendo toda a Estrada Nacional 4 (EN 4). 
Contas feitas, até Espanha, foram feitos 210 km's a uma média de 29 km/h, aproveitando a ligeira ajuda do vento que soprava de SudOeste. - Dentro do Distrito de Setúbal, passei por Montijo, Atalaia, Pegões, cruzando a A 33, A 12 e A 13. Passando para o distrito de Évora, paralelamente à A 6, cheguei a Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Rio Almansor, Arraiolos, Vimieiro, cruzamento com a IP 2, Estremoz, Borba, entrada no distrito de Portalegre, Terrugem, Vale Boim, Elvas, Rio Caia, Fronteira de Espanha e Região de Badajoz. Nesse mesmo dia, e após ter atravessado a fronteira para as habituais recordações fotográficas, iniciei o regresso a Portugal e a Elvas, onde além de querer fazer a prospecção à ciclovia da Estrada do caia, tencionava pernoitar. Pela falta de vagas, associada a um campeonato de setas, fui obrigado a ir à procura de hospedagem para outras terras. Como tinha o intuito de fazer a viagem de volta usando estradas diferentes, foi assim que virei azimutes - contra o vento - para a EN 373, reentrando no distrito de Évora, e passando por Jerumenha primeiro, e Alandroal em seguida, onde acabei por dar por encerrada a jornada desse dia, somando assim mais de 260 km's, bem mais de 2000 mt de a. a., a uma média de andamento de 27 km/h. Mais voltas de estrada no Blog NezClinas

(para um post futuro, todo o percurso de ida e volta, efectuado nos dois dias)








...Fugaz passagem por Arraiolos, onde por coincidência, acontecia uma festa relacionada com os "Tapetes de Arraiolos" 





...Em plena EN 4, com Estremoz ao fundo...






...Já na fronteira Portugal/Espanha, em cima do Rio Caia, que divide os dois países.



GR

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Ciclovias de Évora - Arraiolos (Ilhas)


Esta ciclovia estende-se por cerca de 900 metros, na lateral da estrada nacional 370 (EN 370) - Évora-Arraiolos, desde a convergência com a Rua Augusto da Silva Piteira, até às imediações da passagem superior sobre a Estrada Nacional 4 (EN 4) Estes metros estão sinalizados e separados da via de trânsito automóvel, por blocos de cimento. Mais ciclovias de Évora no blog Nezclinas Mais ciclovias de Portugal no Blog Nezclinas







ALGUMAS FOTOGRAFIAS:



...A ciclovia, com Arraiolos ao fundo....





...Na Rua dos Bombeiros voluntários - parte fechada ao trânsito - onde se podem ver expostos:
 "Tapetes de Arraiolos".




GR e RA