terça-feira, 12 de maio de 2009

AGORA QUE VEM AÍ O VERÃO, MONSANTO É UMA LIÇÃO.

Para quem quer começar a praticar e não sabe onde. Ou para os “habitues”, que necessitam sempre de uma ideia nova ou de um trilho marcado. Aqui vão variadíssimas alternativas do local que muitos elegem como o seu predilecto, e que eu já defini como sendo o/um “TEMPLO”.
Vão e divirtam-se… Quando lá chegarem, muito provavelmente farão o vosso próprio trilho, o que acaba por ser sempre mais giro.

NOTA: os aparelhos de GPS dão-se mal com o extenso arvoredo e com o céu nublado (as nuvens dificultam as trocas com o satélite), por isso não se admirem de estarem a olhar para o ponto das coordenadas e estarem realmente noutro local.

É preciso ter alguma paciência ou… FEELING
DUAS HIPÓTESES EM IMAGEM :
A MAIOR (50 km) :


A MAIS PEQUENA (2 voltas a percurso treino de 15 km) :



DIVERSOS LINKS PARA VÁRIOS TRAJECTOS EM MONSANTO. Com distâncias que vão desde os 15 km, passando por 20, 25, 30, 35, até aos 50 km.

Volta treino em percurso de 15 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387351

Nocturno de 22,5 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387343

Volta com 25 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387338

Volta com 30 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387347

Volta com 35 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387341

Grande volta de 50 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=327808

[Arquivo] “7º Grande Encontro de Cicloturismo da A.P.F.C.G.” (Terras do Trancão)

O VÍDEO :



LINK DO VÍDEO NO You tube :
http://www.youtube.com/watch?v=CLHDIqB7wb4

O TRAJECTO :



LINK DO TRACK GPS no WIKILOC :

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387442


LINK DAS FOTOS NO PICASA :

http://picasaweb.google.com/APFCG.BTT/PasseioPeloRioTrancO#

O POSTER :

[Arquivo] "6º G. E. de Cicloturismo da A.P.F.C.G." (Monsanto, volta surpresa)

O POSTER :
LINK das FOTOS no PICASA :
http://picasaweb.google.com/APFCG.BTT/Monsanto#

TRACK GPS no WIKILOC :


Link para o Track :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387338

segunda-feira, 11 de maio de 2009

REPORTAGEM DA MARATONA DE IDANHA NA RTP 2

LINK PARA VÍDEO DA REPORTAGEM NA RTP 2 :

http://www.pinkbike.com/video/75805/

LINKS VÁRIOS DA MARATONA DE IDANHA



Link do track GPS no WIKILOC :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=383665

Link da Classificação no site da Maratona de Idanha :
http://www.maratonaidanha.com/index.php?option=com_wrapper&Itemid=55

Link do rescaldo da Maratona no ForúmBTT :
http://www.forumbtt.net/index.php/topic,57556.msg596617/topicseen.html#msg596617


Link das Minhas Fotos no PICASA :http://picasaweb.google.pt/gilgalvao/4MaratonaIntDeIdanhaANova#


Mais fotos no PICASA :
http://picasaweb.google.pt/btt.golfinhosdosado/4MaratonaDeIdanha09052008?feat=directlink#

http://picasaweb.google.pt/agneloquelhas/MARATONAINTERNACIONALIDANHAANOVAZARZA?authkey=Gv1sRgCL2RuJf7tYzD7wE&feat=directlink#

http://picasaweb.google.com/bici.cprtp/4MaratonaIdanha2009#

http://picasaweb.google.pt/Efilnikufesin.pt


Empresa de fotos presentes no evento :
http://www.bikevision.com.pt/

SÓ ME FALTOU TOCAR ADUFE.

- Preparado para o dia, tudo perfeito!

Com os primeiros movimentos dos sacos de plástico, som tão característico nos albergues a caminho de Santiago, acordei.
Seriam aí umas sete horas. - Olha que hora tão boa, para preparar tudo com uma grande calma e descontracção. Montar a bike, colocar os apêndices, arrumar as coisas no saco, e deixar os apetrechos alinhavados para o banho no final da jornada.

- Tudo perfeito, preparado para o dia!

Como já tinha levantado o dorsal de véspera, não precisava de ir ao restaurante “O Espanhol”, onde também se podia tomar o pequeno-almoço, mas que, por experiência própria calculava estar numa valente confusão. Pela parca movimentação do dia anterior supus que 90% do “Pessoal” viria no sábado, com o raiar do sol.
Como nestas coisas acredito bastante no que nos está escancarado à frente dos olhos, olhei, e “esbarrei” com um café/restaurante, de seu nome: - “O Corredor” (nem mais). Ali mesmo em frente ao pavilhão. Foi por lá que tomei o p.a., e onde travei conhecimento com um ciclista, contemporâneo de Alves Barbosa e que participou pelo menos em dez voltas a Portugal alinhando pelo Alpiarça. Fiquei a saber que na sua melhor, tirou um 12º lugar. – Foi um prazer, Sr. Manuel.
Depois do repasto e dos cremes, para o sol e para os músculos, seria prudente fazer um pequeno aquecimento, e uns, não menos importantes alongamentos. Tinha tempo, assim fiz, mais ou menos 20 minutos de progressão velocipédica em ritmo moderado e os dez últimos minutos guardados para a abordagem ao local de partida, que imaginava confuso.
Não era só imaginação, quando por lá “desagúei” já reinava o alvoroço destes momentos (o habitual para os conhecedores).
“Palavra puxa passou-bem”, cara conhecida ali e aqui, entre eles o José Manuel Costa Santos.
Estávamos todos preparados para a partida.

Essa, que previamente sabíamos controlada até à saída da vila e “guiada” pelo presidente da câmara, provocou um brutal engarrafamento ao desenvolver-se por entre as ruas sinuosas e pitorescas da povoação, até chegarmos à famosa calçada Romana.
Esta via, agora restaurada dá jus ao nome de calçada, pela sua inclinação. Aqui todo o cuidado era pouco. Por aqui começou desde logo a vislumbrar-se a sensatez da organização, ao não testar a vontade dos mais afoitos, que se não tivessem um carro de controlo à frente, provavelmente teriam causados alguns acidentes.

Depois disso. –Pum! Estava dada a partida de forma oficial e real. - Toca a pedalar.

Paisagens belíssimas, prados e arvoredo, coisa ligeira até certo ponto. A gana de andar, e as “ganas” de passar os “nuestros hermanos” também não ajudavam a levantar muito a cabeça… lol.
Era para pedalar, o que a cabeça ainda fria e o coração sempre quente conseguiam coordenar. No fundo, e como acontece sempre nas maratonas, ir defendendo posições e formando ou rompendo grupos.
Foi assim até ao quilómetro 25/30, a partir daí, e porque os “bons” já lá iam, fui ficando só, ou em pequenos grupos de ritmo equivalente ao meu, em que se trocavam sempre breves palavras de incentivo.
De repente, e seguindo em bom ritmo, estávamos em Zebreira, na primeira zona de abastecimento. Aqui faço a primeira referência à organização: - GNR; Bombeiros; Voluntários, etc, etc. Toda a gente simpática e extremamente prestável.
Rapidamente chegámos ao controle em Segura, malta expedita e célere, e vai de roda. Siga para a raia, bem juntinho ao que muito provavelmente usarei para fazer o “nosso” Transportugal, ao qual chamámos “A Raia Graúda”. Belos single tracks e trilhos pela encosta do lado Português, nas franjas do Rio Erges, outrora lugar de passagens a salto para, e de, Espanha. Vida difícil, a dos “contrabandistas”.
Este curso de água que demarca a linha divisória entre países, é tão “lindo” com selvagem, tal qual o vemos nas fotos penduradas em restaurantes, pertença das gentes originárias de tais terras, belas mas rudes.

Apesar da aparência, a chuva não se mostrava e o pó não assentava. Nestes trilhos bem técnicos, em que de lés a lés tínhamos que passar com o veiculo à mão, recordo uma fotografia que pela azafama e aglomerado de ciclistas atrás de mim, acabei por não tirar.

De Salvaterra do extremo, aldeia fronteiriça, em que me “embriaguei de Red bull, recordo a alegria e perseverança das populações, que sentadas nos degraus das portas das casas, aplaudiam e comentavam a nossa passagem. Uns diziam: - São bravos! Outros sussurravam: - São loucos…

Espanha a dentro. Grande vontade. Zarza la Mayor, outro abastecimento, este muito importante, porque definia o meio do percurso, até aqui duro, mas que no regresso a Idanha, ainda seria menos mole. – Confesso que dos contactos com o Carlos Magro, esta foi uma das poucas dicas que lhe consegui “sacar”… lol… - Parabéns!

Estávamos com pouco mais de 50 km´s percorridos e o “bem-bom” ainda aí vinha.

Gostei bastante da forma achada (meio improvisada) para transpor, por via de umas rampas, um muro de pedra que dividia duas parcelas de terreno. Mais ou menos por lá, estava também a placa indicadora dos 60 km´s.
Até toulões, e por me sentir muito bem fisicamente, fui progredindo em ritmo vivo para tentar fazer a melhor performance possível. - A seguir é que são (foram) elas. Lá para os 80/85 km´s, antes de Alcafozes (zona de abastecimento 5), comecei a sentir algum cansaço muscular, certamente derivado do acumulado e dureza da prova.
Com a aldeia à vista, logo decidi fazer uma pequena pausa para, além de abastecer com as inevitáveis barras de cereais, a as imprescindíveis laranjas e bananas, esticar um pouco as pernas e, de uma forma cuidadosa, esticar os músculos das pernas para evitar a todo o custo as arreliantes (pouco frequentes) cãibras.
Assim o pensei, melhor o fiz. Ainda para mais com os avisos consecutivos e insistentes de um comissário, que de viva voz alertava: - Hidratem bem, porque ainda faltam vinte quilómetros e têm duas subidas muito duras. – Como, quando temos um pé atrás vamos mais cautelosos, assim fui. Passei a dosear o esforço, economizando as minhas parcas capacidades para chegar honradamente ao final.

Com o cansaço e o aproximar da chuva, desvaneceu-se a minha ideia (esta sim, romântica), de tomar um banho na albufeira da Barragem de Idanha. Tirei umas fotos e, - vamos a eles! Neste caso a elas… As subidas.
Cruzei o paredão de sustentação do volume de água, imponente maciço de betão, que para simbolizar determinado período marcante da história do “nosso” séc. XX, tem um enorme escudo de Portugal ao centro. Iniciámos a descida até ao leito do rio, para voltar a subir a valente encosta, esta sim, íngreme passagem até às fraldas da alta vila de IDANHA-A-NOVA.

Daqui, e até à meta, a inevitável calçada Romana. – Nunca pensei, depois de a descer, que tivesse força para a subir.
Chegado ao controlo final, iniciei uma troca de palavras com os comissários, a quem dei os parabéns e com os quais troquei algumas informações, encomendando inclusivamente um Jersey da prova.
Seguiram-se o banho e o almoço. Na fila para o repasto encontrei o Ricardo Figueiredo, com ele estive à conversa por breves instantes. Falámos das incidências do dia, e dos assuntos que tínhamos em aberto. Almoço: - O belo do porco no espeto.
Para ser franco, o almoço apesar de não ser mau, dou-lhe 4 *, foi superado por tudo o resto, a volta, as paisagens, a organização e… O CONVIVIO.

Assisti à entrega dos prémios e fui-me deliciar com as belas vistas desta terra, que do alto do seu Castelo em ruínas, se deixam vislumbrar. Belas planícies que se estendem até Espanha, salpicadas aqui e ali por respeitosas elevações montanhosas.
Livrei-me por pouco de uma valente chuvada que, a toque de trovão chegou a Idanha.

- Só me faltou tocar Adufe! – Até fui “agraciado” com um par de luvas da Bicigal… - LINDO!

P.S. – Acabei de ver a classificação e… Surpresa! Para quem julgava ter ficado entre o 150º e 200º posicionados, um 113º lugar, é um brilharete!

- Cheguei, acabei, e, estou vivo (ainda para mais)…LOL

Rios foram muitos, mas já lá estava alguém para os Guardar.

domingo, 10 de maio de 2009

Fotos da 4ª Marat. int. de IDANHA

Pequeno-almoço com o SR. Manuel, antigo "CORREDOR" da volta a Portugal.

A Partida. Tudo muito tranquilo.

Olha! Aqui estou eu!
Olha! aqui está um Amigo, José Manuel Costa Santos.
Grande azafama e engarrafamento nas ruas de Idanha.

À espera da partida real, em plena Calçada Romana.

Uma das muitas paisagens sublimes. Aqui, estamos a ser "vigiados"
Aproximação a Zafra la Mayor (Espanha).

Posto de controle e zona de abastecimento em Zafra. Muito bem organizado!

O mecânico que me lubrificou a corrente e a segunda classificada na maratona feminina, Ana Rita de Loulé, com quem andei durante alguns quilómetros.

Outro pormenor interessante.


Finalmente a Barragem de Idanha.
Olha eu, então e um banhinho, não vai?

Mais um belo apontamento.
A barragem e o seu grande escudo.

Os dois "Teimosos", gente que cultiva a boa disposição. Cada vez que me passavam tinham uma avaria. Eu não tive culpa! ..lol... Cumprimentos.
Já no almoço, na companhia de Ricardo figueiredo. Foi um prazer.

Animação para o almoço.


O pódio feminino da maratona.

O participante mais idoso. 71 anos, é obra. Quero lá chegar a pedalar.



Ricardo Figueiredo a subir ao pódio.
O pódio masculino da Maratona.

As ruínas do Castelo de Idanha-a-Nova.

Uma bela vista.
Idanha, vista do seu Castelo.
Tal qual como quando cheguei, assim estava a LUA, quando parti. Adeus IDANHA-A-NOVA.

LINK PARA TODAS AS FOTOS NO PICASA :