quinta-feira, 1 de setembro de 2011

TRANSPORTUGAL (Travessia Autonómica de Portugal) - Bragança-Rio de Onor-Sagres-Lagos








As fotos da Partida e da Chegada :

Rio de Onor, Parque Natural da Serra de Montesinho (Bragança)




Farol do Cabo de São Vicente, Sagres, Vila do Bispo, Parque Natural do SW Alentejano e Costa Vicentina, Algarve


Apontamento :

...Muitas ideias e/ou pensamentos me ocorreram durante esta grande viagem – Posso aliás considerá-la como a “viagem de uma vida”. Uma jornada desta extensão em que se cruza o país do qual somos nativos, que, apesar de não ser muito grande, comparado com outros colossos mundiais – o é, em grandeza de espírito e na multiplicidade de imagens e diferenciação de gentes, costumes e maneiras de ser.

Posso agora dizer, na tranquilidade da secretária, que estes treze dias de travessia Autonómica – Assim gosto de apelidar esta verdadeira resenha dum Lés-a-lés Português – que, o que mais me custou a atravessar, foi, surpreendentemente, aquela região que menos esperava; - O Alto Alentejo. - E não foi por causa da Serra de São Mamede – Mas já lá vamos.

Justificando através dos números, posso dizer que depois dos dois dias e meio que demorei a transpor todo o Trás-os-montes, onde o Parque Natural da Serra de Montesinho faz de mestre-de-cerimónias, e o Parque Natural do Douro Internacional nos abre a porta da saída, via Barca D’Alva, para os dois dias de Beira Alta, de onde dificilmente podemos dissociar a dura e inóspita travessia de toda a Serra da Malcata e do seu Parque Natural, onde passei horas em cruzamentos constantes da raia, outrora por certo explorada para determinadas passagens a salto, em longas horas de fuga e sobrevivência. Foi nessa mesma serra, que muito antes do lince estar irremediavelmente em perigo, no longínquo século XIII, segundo os relatos, terão existido ursos. Pois eu, não enfrentei nenhum dos dois, mas tive a desajuda do calor, bafejado que fui pelo dia mais quente deste périplo; ao qual tive que acrescentar a dura e infrutífera passagem pela herdade do Vale Feitoso, onde os Espírito Santo quase não têm espaço para guardar o imenso gado – E isto, apesar de serem sete mil e quinhentos hectares de propriedade, estrangulada entre a Malcata e o Erges - onde me queria ter banhado, e que um funcionário da propriedade (compreensivo, no entanto) não mo possibilitou, indicando-me a direcção das montanhas, para sair “das terras” via Barragem de Penha Garcia.

Das duas jornadas de Beira Baixa (interior), apenas digo; - Quando um caminho nos é familiar; - É previsível, e por muito difícil que possa ser, torna-se sempre mais acessível. Foi assim até reentrar na descoberta que seria (e foi), o Alto Alentejo raiano. Logo, e até ter atingido a serra de Marvão (mais uma… E ainda faltam tantas…) e a subida “romana” para a bela Vila de Castelo de Vide, não me recordo de grandes peripécias. Há no entanto um facto a considerar, como tal, digno de ficar por aqui relatado. A chegada ao Parque Natural do Tejo Internacional, a consciência da força de tal caudal e o reflexo das cores do céu naquele espelho, foram do meu agrado, mas não conseguem atingir a áurea que nos trás o irmão Douro, em constantes curvas e cambiantes de relevo, onde se vislumbram as diferentes culturas e socalcos, com natural evidência da vinha. Negativo foi o aproximar a Vila Velha de Ródão e à sua zona fabril, que abafam totalmente a possível beleza da vila, com os cheiros insuportáveis e nauseabundos da pasta de celulose e dos fumos constantes, chegando mesmo a tirar importância às famosas Portas do Ródão que apressadamente queremos ver, para poder atravessar aquela ponte e entrar de vez no Alentejo.

Chegados aqui, já passados de meio desta descida, tive pela frente dificuldades adicionais, algumas delas pela surpresa. Foi assim, sem dar por ela, que demorei três dias para atravessar o Alto Alentejo, desde o “Tajo” ao fim do Alqueva. O cumprir dos Castelos e fortificações por mim até então desconhecidos ou mal explorados, tais como Castelo de Vide, Marvão, Campo Maior, Elvas, Juromenha, Monsaraz e Mourão, foram intervalados com o contornar interminável do maior lago artificial europeu; - O Alqueva, desde Elvas a Moura, tornando o árido Alentejo na região mais azul de Portugal (…há água por todo o lado…), e a constante passagem e respectiva abertura e fecho de cercas de arame e portões de ferro. A dificuldade aqui, advém do facto de muitos desses portões - vai lá saber-se porquê - estarem fechados a corrente e cadeado, tendo mesmo sido confrontado com alguns avisos “convidando” para que nos afastasse-mos. Assim, das duas uma, ou avançamos com a bicicleta por cima dos altos portões e agressivas redes, pondo o track acima de qualquer capricho proprietário, ou, respeitosamente nos desviamos, tendo muitas vezes que retroceder umas boas centenas de metros em busca de caminho viável para prosseguir a nossa contenda e levar a bom porto o nosso esforço. Digamos que nestas circunstâncias, e sempre que não conseguia comunicar com ninguém e os avisos aram hostis, fui demovido de avançar, acabando por dar a volta. Muitos desses montes (herdades), os que não estão ao abandono, são cuidados por caseiros maioritariamente oriundos de países longínquos como a Roménia e a Ucrânia.

Dos dois dias e meio que levei para cumprir em viés, o Baixo Alentejo, cruzando desde a ribeira de godelim perto da Amareleija a NE, até à Serra da Brejeira, nas franjas da de Monchique a SW, destaco a passagem por Cabeça Gorda, terra de BTTistas e do clube Ferrobico, e a constatação da perda do track no GPS, perto de Entradas, antes de Ourique, o que originou que em ritmo supersónico tenha feito uma ginástica de “expressos” Ourique-Lisboa-Ourique, acabando por minorar as perdas e estar pronto para outra jornada matinal a caminho do Algarve. Deste, região por mim bastante calcorreada noutra voltas, tenho a noção, apesar das dificuldades constantes no contornar as arribas das diversas praias, que foi mais uma etapa de consagração, em que as obrigatórias minis se foram tornando num troféu.

A propósito de minis (sempre que possível Sagres), e voltando ao início deste texto, um dos vários pensamentos que me foram surgindo nestes longos quilómetros – para que conste; - 1270 km – foi o de comparar o preço de tão refrescante néctar, relacionando-o com o local específico do país onde este era ingerido. Foi assim que cheguei à brilhante conclusão que mesmo (ou principalmente por estarmos) em tempo de crise; - “O preço da minis está reflectido no espelho do país”.

-Explicando: Com o preço das ditas a aumentar inversamente com o deslocar para Sul, comecei a pagar 0,60 cêntimos e acabei a gastar 0,70 pelo mesmo produto em terras do barlavento algarvio. De uma forma geral, e se me reportar somente a cafés, tascas e snacks o preço não saía muito do padrão compreendido entre os valores referidos; - Digamos que a média andou perto dos 0,65 cêntimos por garrafa. Mas houve excepções. E essas é que têm graça. Desde que saí de Bragança em direcção a Rio de Onor, e depois para Sul, até Sagres e Lagos, o leque da despesa com um “sumo de cevada” foi muito abrangente, tanto, que pelo mesmo produto paguei desde meros 0,50 C num clube recreativo do interior nortenho, até 1,50 euros (sim, uma mini) na aldeia de Telheiro, nas franjas de Monsaraz, onde à conta de um suposto turismo de elite tive que pagar por uma cerveja de 0,20 centilitros quase o preço de um whisky. É assim que vai o país…

“Estórias” à parte, tenho que salientar a constatação (mais uma vez) da beleza do meu país, e sentir-me orgulhoso por pertencer à mesma terra onde apesar das grandes diferenças culturais e socioeconómicas a maioria das pessoas ainda tem um elevado grau de solidariedade e sentido de auxílio. País esse onde nunca me senti em risco ou menos seguro, e onde os meus pedidos, por pequenos que fossem, foram traços gerais, atendidos.

Nesta longa jornada para o Sul, conheci inúmeras pessoas, a maioria simples cidadãos, que vivem o seu dia-a-dia no campo, onde muitas delas (sobre)vivem do que semeiam e colhem, olhando para a crise tão alvitrada como mais uma época de passagem que o tempo acabará por fazer esquecer e de onde sairá outra maleita qualquer… Afinal, muitas destas pessoas já por cá andavam no tempo da “outra senhora”.

Não posso deixar de mencionar algumas delas. Já que estou p´rá ki em “pensamentos profundos”. Assim e de forma desordenada sem qualquer ordem de importância, e com a certeza de que me vou esquecer de muita gente boa, tenho que deixar uma mensagem de apreço e gratidão traduzido num simples; - OBRIGADO A… ao Casal Perdigão, D. Inácia e Sr. Amador de Rosário, à D. Amélia Soeiro Meireles de Lagoaça, à Família da Casa Machado em castelo de Vide, a D. Fernanda o Sr. Machado, ao Casal de Vimioso, do Alojamento Local Centro, à D. Aldina da Churrasqueira Duarte em Maria Vinagre, à Sra. da “Casa Paroquial – Sto Condestável” em Monsaraz e Família, ao casal de Corte Brique, Sr. Joaquim e D. Alice, à Família Pelicano de Alfaiates, a D. São e o Marido, Ao Sr. Aurélio do Ponto Final em Campo Maior, ao Casal de pastores e caseiros Ucranianos, Alex e Esposa, que encontrei na barragem do Ponsul antes de Castelo Branco, ao pessoal do Restaurante Trindade em Pias, especialmente ao BTTista Daniel, aos Ferrobico de Cabeça Gorda, na pessoa do seu representante para o BTT, amigo Lampreia, aos já meus Amigos de Castelo Branco, o Sr. Luís e a Esposa, da Lisbonense, e, muito importantes, porque os últimos são os primeiros, aos Bombeiros Voluntários de Bragança, que não me negaram a ajuda quando não havia um único sítio para ficar numa terra em festa e com muitos emigrantes.


Números gerais desta viagem.

VALORES APROXIMADOS :

1 mt Altitude mínima

8,43 h Média diária de andamento

10,6 km/h Velocidade média geral

12,25 km/h Velocidade média andamento

13 h 42 m Tempo parado acumulado

30 Localidades visitadas

64 km/h Velocidade Máxima

80 Localidades passadas

94,5 km’s Média diária

100,4 PPM Frequência cardíaca média

102 h Tempo gasto a andar

160 PPM Frequência cardíaca Max

1113 mt Altitude Max atingida

1270 km’s percorridos

1565 mt Média diária de acumulado subido

2000 mt Acumulado máximo diário subido

3290 Kcal Média diária calorias

19500 mt Acumulado de subida

20150 mt Acumulado de descida

42770 Kcal Calorias gastas


Auxiliar de memória de

Dormidas e Comidas num Transportugal Autonómico

BRAGANÇA (dia de chegada):

Dormida - Bombeiros voluntários de Bragança (só porque estávamos em plenas festas da cidade e não havia um único local para pernoitar na cidade). Preço- paguei uma rodada aos bombeiros que estavam no restaurante/café dos BVB em dia de Jogo do Benfica. Como tal não saiu barato…lol. Pontuação (factor qualidade/preço de 0 a 10): 9,5

Jantar – Café dos B.V. de Bragança. Lombo de porco no forno fatiado, com batatas e arroz. Pontuação (q/p): 7,5

VIMIOSO (1º dia)

Dormida – Alojamento Local Centro. Rua Abade Baçal. Preço- 20 euros (preço especial) Alojamento.local.centro gmail.com tel. 273518074. Pontuação (q/p): 8,5

Jantar- Restaurante Bleu, rua Abade Baçal (ao lado do alojamento). Bife à casa (tipo posta mirandesa) com arroz e feijão verde salteado. Pontuação (q/p): 8

LAGOAÇA (2º dia)

Dormida – Estalagem Soeiro Meireles. Estrada Nacional 221. Preço- 25 euros com jantar e p.a. (preço especial). tel. 966258210. Pontuação (q/p): 9

Jantar – Na Estalagem. Vitela estufada com ervilhas e massa (picante mas bom). Pontuação (q/p): 9

FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO (3º dia)

Dormida – Hospedaria Arco-íris. Avenida Sá Carneiro. Preço- 25 euros com Jantar (preço especial). Pontuação (q/p): 8,5

Jantar – …Não me lembro… Mas sei que não foi mau… Pontuação (q/p): 8

ALFAIATES (4º dia)

Dormida – Residencial Pelicano. Estrada Nacional 233. Preço- 30 euros com jantar e p.a. (preço especial). Com piscina. tel.271647560. Pontuação (q/p): 8

Jantar – Na residencial, Buffet de pratos frios, mais prato de peixe e carne. Buffet de sobremesas (divinal). Pontuação (q/p): 9,5

PENHA GARCIA (5º dia)

Dormida – Pensão do Sr. Oliveira. Centro de Penha Garcia. Preço- 25 euros. Pontuação (q/p): 4,5

Jantar – Restaurante “O Javali”. Estrada Nacional 239, Zona industrial de Penha Garcia, a caminho de Monfortinho. Costeletas de Javali. Pontuação (q/p): 7

CASTELO BRANCO (6ºdia)

Dormida – Casa de Hóspedes “Lisbonense”. Largo de São Marcos 29. Preço- 20 euros com jantar e p.a. (preço especial). tel. 272341129. Pontuação (q/p): 8

Jantar – Na Casa de Hóspedes. Sopa de legumes e Carne. Pontuação (q/p): 8,5

CASTELO DE VIDE (7º dia)

Dormida – Casa de Hóspedes Machado. Rua Luís de Camões 33. Preço- 25 euros (preço especial). tel. 245901515. Pontuação (q/p): 8

Jantar – Churrasqueira “Os Amigos”. Centro de Castelo de Vide, rua Bartolomeu Álvares da Santa. tel. 245901781. Perna de Borrego. Pontuação (q/p): 7,5

CAMPO MAIOR (8º dia)

Dormida – Pensão Ponto Final. Avenida da Liberdade. Preço- 25 euros (preço especial). tel. 268686564. Pontuação (q/p): 6,5

Jantar – Restaurante A Lira Dourada. Rua da Moagem. tel. 268686252. Cação de Coentrada. Pontuação (q/p): 8,5

MONSARAZ (9º dia)

Dormida – Residencial Santo Condestável, Casa Paroquial. Rua Direita 4. Preço- 30 euros (preço especial). tel. 266557181. Pontuação (q/p): 9,5

Jantar – Casa Modesta. Largo de Santiago 1. tel. 965800118. Migas alentejanas com carne frita (divinal mas forte). Pontuação (q/p): 8,5

BEJA (10º dia)

Dormida – Pousada da Juventude de Beja. Rua do Professor Janeiro Acabado. Preço- 14 euros com p.a. tel. 284325458. Pontuação (q/p): 7

Jantar – Snack-bar na Avenida Salgueiro Maia. Tosta mista e empadas.

OURIQUE (11º dia)

Dormida – Residencial Mundial. Preço- 20 euros (preço especial). tel. 286512239. Pontuação (q/p): 6,5

Jantar – Na Residencial. Sanduíches ao Balcão

MARIA VINAGRE (12º dia)

Dormida – D. Aldina da Churrasqueira Duarte. Estrada Nacional 120. Preço-32 euros com jantar (preço especial). Pontuação (q/p): 7,5

Jantar – Na Churrasqueira/Pensão. Febras grelhadas. Pontuação (q/p): 7,5






Como é que se anda 13 dias de bicicleta assim com tão pouca bagagem?

Pela curiosidade da questão que Mário Trindade me colocou via mail, acabei por me alongar nas palavras. Assim, achei por bem acrescentar tal "conversa" ao post principal e primeiro, desta longa "Viagem de Vida"... - Assim o farei!

Caro amigo Mário

De certa forma posso dizer que é por um acumulado de experiências anteriores, que me foram ensinando alguns truques e adaptações, para carregar cada vez com menos peso.

Há uma imensidão de coisas que transportava nas minhas primeiras viagens em autonomia ciclistica, que jamais levarei.

Sempre andei com os tradicionais alforges traseiros laterais, com mais de 10/12 quilos e hoje em dia transposto 6/7 ou menos, num bagageiro que se prende ao espigão de selim. Além do peso, é toda uma logística que fica facilitada. - A qualquer momento posso tirar o suporte e ficar com uma bicicleta normal.

Bem, em relação à pergunta especifica e no caso desta viagem, há vários factores que contribuíram para que no fim tivesse tão pouca carga. Se notar, na fotografia de Rio de Onor (Post Geral da Transportugal), eu tinha mais 1,5/2 quilos, dos quais me desfiz no segundo dia, em Sendim, via correios, num pacote para a própria casa, que depois levantei na estação de correios da residência. Tratava-se de apetrechos relacionados com o frio, que logo percebi serem dispensáveis. Nomeadamente; - Perneiras, Camisola térmica, entre outras coisas.

Mas a principal razão para o pouco peso e volume prende-se com o tal acumulado de experiências e curiosidades, que por vezes surpreendem até alguns dos meus amigos ciclistas, não nesta, mas noutras voltas (ainda agora aconteceu no recente caminho de Fátima desde Alter do Chão, que relatarei em breve).

De forma resumida posso tentar indicar alguns deles; - Assim, por exemplo, as habituais tralhas de higiene. Com o passar dos anos fui arranjando forma de as ter em miniatura, quanto mais pequenas melhor. Escova de dentes, pasta, pente, gel, champô, tudo, até comprimidos e pomadas (que as levo, várias), são o mais pequeno possível. Outro grande truque, prende-se com a toalha, transporto uma pequena camurça (25X30) com que me seco. E pode ter a certeza que chega. É uma questão de a espremer bem.

No que toca à roupa, uma única muda para o pós pedalar é mais do que suficiente. Claro que, é de uma volta de verão que estamos a falar. Uns calções com bolsos, um pólo e uns Crocks (grande descoberta. Faz de sapato e chinelo de banho), que serão lavados sempre que necessário no fim de uma jornada.

Quanto ao equipamento de ciclismo propriamente dito, comecei por levar quatro mudas completas; - camisola, calções e meias, além de uma camisola de mangas compridas. Mas, na tal descarga de Sendim, também enviei uma delas. Percebi que apenas três mudas eram mais do que suficientes, já que passaria a lavar diariamente durante o banho (eu sei, é um esforço suplementar, e nem sempre nos apetece, mas tem que ser). Mesmo que não sequem durante o resto da tarde e a noite, há sempre um conjunto de emergência.

Existe outra estratégia que facilita o domínio dos volumes; - Prende-se com a arrumação em si, e o uso cuidado e localizado de elásticos para acomodar a carga. Além disso, e se der uma vista de olhos à tal foto de Rio de Onor, para além do bagageiro traseiro, ainda levei (como sempre) uma bolsa frontal, uma dentro do quadro e uma atrás do selim, onde transportei 4 câmaras-de-ar e alguma ferramenta, onde se incluíram uma quantidade de pequenos auxiliares para uma viagem deste tipo... Enfim...



GR

8 comentários:

Trindade disse...

Muito bem, Parabéns pela aventura. Fotos espectaculares.

jabas disse...

buniiiiito!!! Mais uma gde e bela volta e um bom relato. Parabéns!

A. Semedo disse...

Como te invejo, Amigo Galvão.
Quando for grande, vou ver se consigo ter uma coragem que chegue aos calcanhares da tua.
Força para continuares, sempre!

António Semedo

SEVEN disse...

Parabens
Mais uma grande Travessia.
Tenho como meta a fazer tambem.
Boas pedaladas
SEVEN

Eurico disse...

Olá boa tarde

Por acaso não tens um traçado para o mesmo Bragança-Sagres, mas para bicicleta de estrada, estava a pensar fazer isso este ano em 3 ou 4 etapas.
Obrigado
Eurico

João Galvão disse...

Boas Eurico,
O que tenho em travessias de estrada de Norte a Sul de Portugal é Isto:
http://nezclinas.blogspot.pt/2013/11/estrada-nacional-2-en-2-faro-chaves.html
e isto:
http://nezclinas.blogspot.pt/2014/02/rio-onor-castro-marim-colagem-das.html

Espero que sirva. Para alguma duvida, estarei por aqui...
João Galvão

Eurico disse...

Boas, João

O segundo percurso porque passa em Bragança e altero a partir de Beja para Oeste na direcção de Sagres, por acaso não existe este percurso para Garmin Edje 800.

Obrigado

Eurico

João Galvão disse...

...Podes baixar aqui...
http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=5775110
Mas posso mandar em "file" garmin (GDB) para um mail teu. Envia essa informação para gilgalvao@gmail.com
Para te enviar o track convertido.
Cump
João Galvão