quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Portugal Transversal em Estrada IV 'Transduriense' - Porto - S. J. Pesqueira - Freixo de Espada à Cinta - Figueira C.R.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Novas Marcações do CAMINHO PORTUGUÊS CENTRAL no CONCELHO DE VILA DO CONDE e em PORRIÑO!
Segundo opinião unânime, eram os quilómetros mais desagradáveis do Caminho Português de Santiago.
- Mas nem tudo são boas notícias, já que as novas marcações estão a ser boicotadas, justificando-se assim o visionamento deste track, para memória futura.
- BOM CAMINHO!
MARCAÇÕES NOVAS DO CAMINHO PORTUGUÊS, EM VILA DO CONDE:
domingo, 22 de setembro de 2013
ECOPISTA DO TÂMEGA (AMARANTE - ARCO DO BAÚLHE)
sábado, 15 de setembro de 2012
Caminho Português de Santiago com os SFF (Santiago Fugas e Fátimas)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Novas descobertas; Mais ciclovias. "Ciclovias do Porto (Granja)"


Novas descobertas; Mais ciclovias."Parque da Cidade do PORTO"


quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Novas descobertas; Mais ciclovias. "Ciclovias de Leixões e Matosinhos"



Embora não tenha mais de 1 km, faz a ligação de Matosinhos à escultura de rede, e ao Parque da cidade.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Já há FOTOS do Caminho com o ARBtt...hi...hi...hi...
...E algumas são de lhe tirar o chapéu...
Parabéns aos artistas!
- Escolhi algumas para este post, inteiramente dedicado a momentos inesquecíveis.
Aqui vão as primeiras...
Ainda em torres Novas, prontos para mais uns quilómetros de asfalto dentro dos veículos motorizados, que tanto nos ajudaram nesta Aventura. Por esta altura a maioria ainda não fazia ideia do que lhe iria surgir pela frente neste périplo de quatro dias, em que o convívio e o pedal foram as acções dominantes.
Não sei o que dizer!
Será que está aqui a explicação do mito do Apostolo ?.... Será que foi preciso a presença do Maior clube do mundo; O ARBtt, para que o Santo fizesse a sua aparição?
Será que passados quase mil anos depois das aparições de Santiago o "Mata mouros" nas batalhas entre cristãos e muçulmanos, em que, de forma por alguns considerada anti ecuménica, decepava as cabeças aos infiéis do norte de África, o voltámos a "Ter" ao alcance das nossas mentes ?...
Terei eu que passar a acreditar em MILAGRES?????
lol
É melhor passarmos para as fotos de outra máquina, porque isto está a passar para o campo de metafisica....
"Se sabes que bebes, porque é que te faz mal?...lololol
I have a place in Sobral... Mas BIG!!!
Sem mais comentários adicionais passemos às fotos do nosso GURU da Logística, O Filipe's phone photos :
Respeitável grupo de Peregrinos alentejanos e seus associados, prontos para uma longa jornada de quatro dias em que o bom ambiente foi a palavra reinante....
Mais uma ponte Romana. Por aqui já nos tínhamos cruzado com vários grupos de peregrinos. Muitos estrangeiros a pé e só Portugueses em bicicleta...
Paragem obrigatória antes da abordagem à Serra da Labruja... Sai uma rodada de MINIS!!!
Foto obrigatória em plena Serra da Labruja... O pior já lá ia...
Palavras para quê...
Mais uma do lado de "lá"... Quem é que se lembraria de tirar uma foto à "foto". De captar as sombras dos Gloriosos Cavaleiros do Além (tejo)... Só uma grande personalidade... lolololsegunda-feira, 7 de junho de 2010
...E por aqui começa muita coisa... Caminho Português a Santiago com o ALTER REAL BTT (Junho 2010)
O Alter Real BTT já tem “Compostelanas”
(Nunca é demais relembrar, que: - O Caminho autêntico é aquele que cada um vai fazendo por dentro…)
Entre estas duas datas sucederam-se muitos quilómetros de salutar convívio pedalante, e não menos enriquecedoras horas de descanso, repasto e confraternização. Todos estes condimentos, e outros que não cabem nestas linhas, fizeram com que esta “Peregrinação” a Santiago de Compostela pelo caminho português, na sua versão por Barcelos, fosse coroada de êxito.
Como é de um Real Clube que falamos, podemos concluir que foram “Honrados Compostelanos” estes nobres Cavaleiros, que de Além Tejo vieram, e que por além Douro avançaram, transpondo algumas tormentas… Por águas agitadas do Ave; Cavado; Lima; Minho e Ulla… Já para não falar (relembrando), da “imortal” Labruja, agora desmistificada por quem lá andou.
Como desta vez não tive hipótese de levar a Máquina fotográfica, fico em ansiosa espera no que toca às aguardadas fotos, para poder com a maior brevidade possível, comentar “À minha maneira”, tais instantâneos da verdade. Ficarão assim registadas nas linhas deste blog as imagens da Grande aventura destes Bravos, que, muito honraram o Clube, a sua região e a própria Pátria.
Espero que, com estas palavras, a moral transborde para patamares ainda mais elevados, para que esta Peregrinação não fique nos arquivos como a única, mas sim como a primeira de muitas que nos esperam.
- PARABÉNS A TODOS!
Números e Tracks do Caminho Português a Santiago com o ALTER REAL BTT (Junho 2010)
TRACK DIA 1 (Porto - Barcelos) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956608
TRACK DIA 2 (Barcelos - Valença) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956618
TRACK DIA 3 (Valença - Padron) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956640
TRACK DIA 4 (Padron - Santiago) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956660
Números do Caminho Português com Alter Real BTT
13,5 km/h Velocidade média
16 mt Altitude mínima
19 h Tempo gasto a andar
58 km/h Velocidade Max atingida
120 PPM Frequência cardíaca média
187 PPM Frequência cardíaca Max
250 km’s percorridos
410 mt Altitude Max atingida
4000 mt Acumulado de subida
11000 Kcal Calorias gastas
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Reserva Ornitológica de Mindelo
A Reserva Ornitológica de Mindelo (ROM) foi, em 1957, a primeira área protegida instituída em Portugal. Com uma área de 600 ha, de Mindelo ao Rio Ave, a Reserva foi local de estudos científicos durante muitos anos, essencialmente de aves. Nas dunas, matas, campos agrícolas e zonas húmidas foram recenseadas 153 espécies de aves.
Actualmente é um espaço único em Vila do Conde e em toda a Área Metropolitana do Porto: onde mais se encontra esta extensão de área natural junto ao mar?http://www.amigosdomindelo.pt/rom/rom.htm
Ciclovias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim
Sempre com a presença do mar por perto, esta ciclovia que já vem desde a localidade anterior (Póvoa de Varzim) tem uma extensão de cerca de 3,5 km, e foi iniciada em 2005.
Na sua quase totalidade é revestida a cimento, sem aquele tratamento final a que estamos mais acostumados para as Ciclovias. Mas de qualquer das formas é uma via de progressão exclusiva para as Bicicletas e devidamente assinalada.
Durante estes quilómetros o que mais fascina é realmente a presença do mar e das embarcações que, de uma forma geral, estão atracadas por todo o lado. Ao nosso lado esquerdo, de quem vem de Norte para Sul, podemos testemunhar vários bairros de pescadores. O mais popular será o de Caxinas, onde também podemos ver alguns monumentos de homenagem aos homens que andam na faina, tantas vezes dizimados por trágicos naufrágios.sábado, 15 de maio de 2010
Caminho Português a Santiago ALTERNATIVO (Porto - Ponte de Lima. Para ligação a Valença, pelo Caminho Português)
TRAÇADO ALTERNATIVO AO CAMINHO DE SANTIAGO Ponte de Lima – Porto
Foi por ter conhecimento da existência de uma Ecovia no Rio Lima e por possuir um track que atempadamente tinha retirado no Wikiloc, que alimentei o meu interesse em regressar da prospecção que fiz ao CAMINHO PORTUGUÊS pela vertente da costa desse mesmo Caminho.
Como depois de Darque, povoado à beira Lima situado na margem esquerda em frente a Viana do Castelo, tal track seguia pela N13 (já aqui REFERIDA) em direcção ao Porto, decidi então fazer eu, um possível caminho de Progressão até Santiago de Compostela. Foi assim, tão próximo da costa quanto possível, e dei-lhe um nome: - “A VER ÁGUA”. Salpiquei-o com uns pequenos troços do Caminho Português por Esposende e apimentei-o com muita marcação própria.
À custa de dezenas de interpelações a populares, consegui construir este magnifico traçado, à beira de água plantado. Além de passar em reservas (Mindelo) e parques (Porto), tem como denominador comum a presença da água. Com execução preferencial nos períodos de Primavera ou Outono, para fugir aos rigores do inverno que sobem as cotas pluviais, por um lado, e para fintar as grandes aglomerações de veraneantes que cruzam as passadeiras de madeira, muitas vezes usadas por este traçado, por outro.
Esta marcação atravessa diversos povoados como são os casos do já referido Darque; Esposende; Póvoa de Varzim; Vila do Conde e Matosinhos.
Pensando em tal traçado de forma invertida, desde o Porto até Ponte de Lima, temos aqui uma bela ligação à (não esquecida) ROTA DOS CASTELOS, de forma a evoluir em direcção Santiago por uma alternativa inexplorada. Apesar dos cerca de 110 km’s, poderá dividir-se tal opção em partes, pernoitando em Esposende ou mesmo em Viana do Castelo, bastando para isso passar a ponte de Eiffel.
Perto de Castelo do Neiva, foi onde comecei a fazer alguns troços do caminho de Santiago (versão da costa), mas acabei por abandonar essa ideia, por querer ir mais chegado ao mar do que o traçado referido.
Foi já em Esposende que passei o Rio Cavado. Por aqui ainda tocava os Caminhos marcados, de lés a lés. Por não haver outra alternativa à passagem do rio por estas bandas, o cruzamento era inevitável. Mas depois das belas praias da região, não mais hesitei em procurar a brisa marítima até ao Porto.
Já na Póvoa de Varzim, deu-se um "encontro imediato do 3º grau". Foi à beira do estádio do Varzim que conheci um verdadeiro viajante (Eu às vezes ainda me julgo um aventureiro. - Qual quê!?!). Este rapaz da Polónia que já fez provas do Iron man e outras coisas do mesmo radicalismo, tem vindo a fazer a travessia da Europa desde há dois anos a esta parte, tendo já passado por 28 países e percorrido muitos milhares de quilómetros. Chama-se Maciej (lê-se qualquer coisa como magik), e vale a pena dar uma vista de olhos ao seu SITIO na Internet.
Todo o contorno de Vila do Conde é de se lhe tirar o chapéu. Além das vistas ainda há muitos motivos de interesse. Depois de passar a ponte sobre o Ave, e quando me dirigia para a zona das praias em busca de passagem, encontrei uns aficionados das lides BTTisticas que me ajudaram a fazer o roteiro em direcção a Sul, sempre com o mar presente, mas passando inclusive por um parque em Mindelo.
Por aqui já andava há muito a explorar as passadeiras sobre as dunas e arribas que todo o Norte costeiro tem aos montes. A nível de construções de passadiços para o uso de peões e bicicletas, entre Espinho e Vila do Conde estão construídos algumas dezenas de quilómetros, tornando este passeio um cruzar constante de praias e vistas. Logo a seguir a esta passagem, e depois de chegar a uma pequena capela na duna, temos que passear por cima da areia da praia por uns vinte ou trinta metros, para poder ligar as duas pontas da passadeira.
Esta imagem é uma constante. Achei por isso imprescindível, dar essa noção, com uma foto em que se "sinta" somente a Bike e o mar.
Mais uma passadeira. E mais um ponto de interesse. Aqui já estávamos à beira da Zona de refinarias da petrogal.
Mais uma de muitas construções que proliferam por aqui. Daqui a muito pouco, os distritos do Porto e de Braga, terão todas as suas praias ligadas por passagens como esta.
Já em Leixões, dei uso a esta ponte basculante sobre o porto, para poder continuar em busca da zona costeira.
Todo o "calçadão" de Matosinhos, onde as pessoas realmente vão fazer o seu exercício e passear (estávamos num dia de semana), aproveitando as excelentes condições que lhes proporcionam. Ao fundo, a escultura a encarnado também é muito interessante.
Já no Porto dei uso ao Parque da Cidade para poder atravessar até à Avenida da Boavista e fazer a ligação à Sé do Porto. Fica assim completa a possibilidade de se usar este trajecto como alternativa viável aos Caminhos de Santiago. Usando a parte costeira que marquei na Rota dos Castelos que desde Espinho, não mais larga as passadeiras sobre as praias, pode-se fazer quase cento e cinquenta quilómetros em "cima" do mar.segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Próxima tentativa do PORTO - LISBOA (solução possível)
Depois do trajecto relatado nos post anteriores, havia que criar alternativas para tornar viável este traçado, já que pela variante da N1/IC2 não é possível (alguns troços da IC2 estão vedados aos Ciclistas).
Assim, e com a ajuda de Google maps e Google earth, encontrei este itinerário que farei por cumprir numa próxima tentativa de ligar por estrada as duas cidades mais importantes do país.
R. Barão Corvo Vila Nova de Gaia
1. Seguir sudoeste em frente R. Barão Corvo em direcção a R. das Luzes 10 m
2. Virar à esquerda na R. das Luzes 0,2 km
3. Virar à direita na R. do Sr. de Matosinhos 0,6 km
4. Virar à esquerda em direcção a IC23 0,5 km
5. Virar à esquerda na IC23 0,1 km
6. Continue até A44 1,4 km
7. Curva ligeira à direita na R. António Coelho Moreira 1,8 km
8. Virar à esquerda na R. da Fábrica das Agulhas 54 m
9. Virar à direita 0,4 km
10. Na rotunda, seguir pela 2.ª saída 0,6 km
11. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para R. Salvador Brandão 1,7 km
12. Continue até R. da Boavista da Estrada 0,7 km
13. Continue até R. do Espírito Santo 0,4 km
14. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. do Espírito Santo 0,8 km
15. Continue até R. do Corvo 0,5 km
16. Continue até R. Dr. Milheiro 0,6 km
17. Continue até R. dos Combatentes do Ultramar 74 m
18. Continue até R. Ns. das Necessidades 70 m
19. Continue até R. dos Combatentes do Ultramar 0,7 km
20. Continue até R. da Bela 1,0 km
21. Continue até R. do Juncal 76 m
22. Na rotunda, seguir pela 3.ª saída para N109/R. do Juncal. Continuar a seguir N109 1,8 km
23. Virar à esquerda na Av. 24/N109 10 m
24. Curva ligeira à direita para continuar na Av. 24/N109 . Continuar a seguir N109 11,9 km
25. Curva ligeira à direita para continuar na N109 0,1 km
26. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 36 m
27. Virar à direita para continuar na N109 3,3 km
28. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 . Passar 3 rotundas 5,5 km
29. Virar à esquerda na R. dos Irmãos Oliveira Lopes (Eixo Norte Sul) 0,6 km
30. Continue até EM535/R. Sebastião Morais Ferreira . Passar 1 rotunda 1,9 km
31. Continue até N109/R. Padre António Maria Pinho Continuar a seguir N109 4,1 km
32. Curva ligeira à direita para continuar na N109 Passar 3 rotundas 3,5 km
33. Virar à direita na N109/R. Dr. Souto Alves 0,2 km
34. Virar à esquerda na N109/R. Dr. Alberto Vidal Continuar a seguir N109 0,2 km
35. Virar à esquerda na N109/R. Dr. Manuel Andrade Continuar a seguir N109 Passar 2 rotundas 7,1 km
36. Continue até R. do Arneiro 0,3 km
37. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída 0,4 km
38. Continuar em frente para neumeiro 109 1,5 km
39. Continue até N16 6,3 km
40. Continue até N109 Passar 1 rotunda 2,4 km
41. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 Passar 4 rotundas 19,7 km
42. Curva ligeira à direita na R. Vasco da Gama 1,0 km
43. Virar à esquerda em direcção a R. da Zona Industrial 0,7 km
44. Continuar em frente para R. da Zona Industrial 0,5 km
45. Continue até R. dos Romeiros 0,5 km
46. Virar à esquerda na R. do Cemitério 0,2 km
47. Virar à direita na Estr. EN109/N109 Continuar a seguir N109 Passar 1 rotunda 16,0 km
48. Curva ligeira à direita na Av. Dom João Garcia Bacelar/N109 Continuar a seguir N109 11,9 km
49. Curva ligeira à direita na Estr. Nacional 109/N109 Continuar a seguir N109 Passar 1 rotunda 6,8 km
50. Curva ligeira à direita para continuar na N109 4,9 km
51. Na rotunda, seguir pela 2.ª saída 63 m
52. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para Av. Doze de Julho/N109 Continuar a seguir N109 1,2 km
53. Virar à direita na R. Padre Ventura 0,3 km
54. Curva ligeira à direita em direcção a N109 65 m
55. Continuar em frente para N109 3,3 km
56. Curva ligeira à direita para continuar na N109 3,9 km
57. Curva ligeira à direita em direcção a R. do Casarão 0,7 km
58. Virar à esquerda na R. do Casarão 0,2 km
59. Virar à direita 3,4 km
60. Virar à esquerda 0,1 km
61. Virar à direita 5,5 km
62. Virar à esquerda 0,5 km
63. Virar à direita em direcção a R. das Matas 4,2 km
64. Virar à esquerda na R. das Matas 0,3 km
65. Continue até R. do Colégio 5,6 km
66. Continue até R. da Fonte Cova 0,8 km
67. Virar à direita na N109 Passar 1 rotunda 10,2 km
68. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 Passar 1 rotunda 3,9 km
69. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída 1,0 km
70. Virar à direita na R. dos Campos do Liz 0,5 km
71. Virar à esquerda 1,9 km
72. Curva acentuada à direita em direcção a R. dos Campos do Lis 0,8 km
73. Virar à direita em direcção a R. dos Campos do Lis 0,5 km
74. Continuar em frente para R. dos Campos do Lis 0,3 km
75. Virar à direita na N242 0,2 km
76. Virar à esquerda na R. de Santa Maria 1,5 km
77. Virar à direita na R. das Eiras 0,5 km
78. Virar à direita na R. Fundador Dom Álvaro Abranches e Noronha 14 m
79. Virar à esquerda em direcção a N356-1/R. dos Parceiros 0,2 km
80. Virar à esquerda na N356-1/R. dos Parceiros 22 m
81. Virar à direita na R. do Cruzeiro 0,9 km
82. Curva ligeira à esquerda em direcção a R. da Serrada Nova 0,6 km
83. Continuar em frente para R. da Serrada Nova 0,5 km
84. Na rotunda, seguir pela 3.ª saída 1,1 km
85. Curva ligeira à esquerda em direcção a IC2 22 m
86. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para IC2 2,3 km
87. Curva ligeira à direita para continuar na IC2 0,6 km
88. Curva ligeira à direita na Estr. de Santo Antão 1,4 km
89. Continue até Estr. Dona Maria I 0,2 km
90. Continue até R. Padre Antunes 0,7 km
91. Continue até Estr. Dona Maria I 1,0 km
92. Virar à direita para continuar na Estr. Dona Maria I 0,1 km
93. Virar à esquerda na R. Principal 1,5 km
94. Continue até Travessa da Escola 29 m
95. Virar à esquerda para continuar na Travessa da Escola 71 m
96. Virar à direita 0,2 km
97. Virar à esquerda em direcção a IC2 1,8 km
98. Virar à direita na IC2 0,6 km
99. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 2,3 km
100. Curva ligeira à direita para continuar na IC2 21,7 km
101. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 1,9 km
102. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 3,6 km
103. Curva ligeira à esquerda em direcção a IC2 0,3 km
104. Continuar em frente para IC2 3,9 km
105. Curva ligeira à esquerda em direcção a Av. dos Combatentes/IC2 0,6 km
106. Continuar em frente para Av. dos Combatentes/IC2 0,9 km
107. Curva ligeira à direita para continuar na Av. dos Combatentes/IC2 0,7 km
108. Curva ligeira à direita para continuar na Av. dos Combatentes/IC2 Continuar a seguir IC2 1,7 km
109. Curva ligeira à direita na IC2/N1 Continuar a seguir N1 3,6 km
110. Virar à esquerda para continuar na N1 6,6 km
111. Curva ligeira à esquerda na IC2 90 m
112. Virar à direita para continuar na IC2 48 m
113. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 2,3 km
114. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 Passar 1 rotunda 1,9 km
115. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 8,8 km
116. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 3,7 km
117. Curva ligeira à direita para continuar na IC2 5,1 km
118. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para IC2/N1 Continuar a seguir N1 Passar 4 rotundas 12,8 km
119. Continue até N10 1,9 km
120. Curva ligeira à esquerda para continuar na N10 1,0 km
121. Curva ligeira à esquerda para continuar na N10 Passar 1 rotunda 6,4 km
122. Curva ligeira à esquerda para continuar na N10 Passar 6 rotundas 7,3 km
123. Virar à direita para continuar na N10 4,2 km
124. Curva ligeira à direita na N10/R. Dr. João Gomes Patacão Continuar a seguir N10 0,8 km
125. Curva ligeira à esquerda na R. do Estado da Índia 0,2 km
126. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. do Estado da Índia Passar 1 rotunda 0,5 km
127. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. do Estado da Índia 29 m
128. Continue até R. Cidade de Goa 1,3 km
129. Na rotunda, seguir pela 2.ª saída para Av. de Moscavide 0,2 km
130. Virar à direita para continuar na Av. de Moscavide 0,6 km
131. Continue até Estr. de Moscavide 0,5 km
132. Continue até R. Conselheiro Lopo Vaz 0,3 km
133. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. Conselheiro Lopo Vaz 43 m
134. Virar à esquerda na Via Recíproca 0,2 km
135. Curva ligeira à esquerda 54 m
136. Virar à direita 34 m
137. Virar à esquerda
O destino encontra-se à esquerda 82 m
Gare do Oriente
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Porto - Alcoentre (N1/IC2), Breve história
…Nem a IC2 é a N1 (só às vezes).
Nesta minha segunda tentativa de interligar as duas maiores cidades do país em Bicicleta, fui demovido por dois Guardas da extinta “Brigada de Trânsito” da Guarda Nacional Republicana (G.N.R.), que, de forma assertiva me convenceram a interromper o avanço em direcção a Sul, naquelas condições.
O Sol já se tinha escondido há muito, e, apesar da sinalização luminosa e reflectora que dispunha, a minha visualização do trajecto é que era extremamente deficiente. No fundo, já não via por onde andava.
Foi exactamente pela falta de luz e consequente concentração na estrada, que não vislumbrei a placa sinalizadora de proibição de circulação de veículos sem motor, neste troço da IC2, mais precisamente entre Rio Maior e Alcoentre.
É preciso ter muita atenção quando se faz a marcação de determinado trajecto no GPS. Confiantes nesse instrumento de navegação, nem sempre tomamos conhecimento das alternativas de circulação. Para a próxima, vou escolher outro itinerário.
Agradeço o profissionalismo e deontologia preventiva que os Guardas me dedicaram, ao tirarem-me da estrada, onde corria alguns riscos desnecessários.
O intento a que me propunha será plausível e premiado de sucesso, realizado mais próximo dos meses de Maio ou Junho, onde os dias começam a ser bastantes mais longos, e onde as doze/treze horas que preciso para completar este trajecto ficam totalmente cobertas pela luz solar, sem que esta traga consigo um tremendo calor, insuportável nos de Julho ou Agosto.
Escusado será dizer que o ideal para se realizar tal trajecto é inserido num grupo de ciclistas, de preferência, numa prova organizada, em que os batedores e carros de apoio estejam presentes. De qualquer das formas, e à falta destas condições terão que se escolher outras alternativas à circulação que descriminarei noutro post.
Não posso deixar passar em claro o estado das estradas por onde circulei, principalmente as já mencionadas N1/IC2, em que, traços largos, os seus pisos estão bastante danificados, e as bermas (quando as há), indispensáveis para cicloturistas, estão pejadas de buracos; Animais mortos e peças de automóveis despedaçados, num rol de variadíssimos “OVNI’s”, aos quais temos que fugir para não pôr (ainda mais) em risco a nossa missiva.
Valeu pela tentativa; pelo que vi e aprendi; valeu pela convivência com outras gentes e formas de estar; valeu ainda pelos 256 km’s que fiz, onde se incluem as deslocações a norte e o regresso a casa; E por ter ficado com a noção clara que sem certas condicionantes, conseguirei percorrer os pouco mais de 300 km’s deste “projecto”.
Ficará certamente para o ano que vem. Não há uma sem duas, nem duas sem três. A ver vamos se à terceira será de vez?!?

Guarda rios ...à Noite...
Porto - Alcoentre (N1/IC2), Fotos
Dia anterior. Passagem pela mítica Estação de Sta. Apolónia para o (os) regionais com direcção ao Norte do País. Continuamos com a saga do: - Se queres viajar com a Bici montada tens que fazer os regionais.A saber: - Lx - Entroncamento (mais de duas horas de espera pelo next... Aproveitei para almoçar); Entroncamento - Coimbra B (...e mais de meia hora de ligação); Coimbra B - Aveiro (quase não cabia, tantas eram as "moças" da faculdade que regressavam às suas casas de família); e finalmente o urbano Aveiro - Porto, onde acabei por ir de pé... Enfim... Uma aventura.
Foto estranha, esta.Serve para provar que a ciclovia da Mealhada está finalmente pronta. Não tive possibilidade de por lá transitar, mas ficará certamente para uma próxima "Rota dos Castelos", onde a farei incluir.
Depois de ter andado mais de cem, eis que aparece a primeira informação numérica acerca da distância que nos separava da capital. A partir daqui, e pela graça, fotografei quase todas as placas "homologas" a esta.
Um pouco desfocada, mas cá está o Mosteiro da Batalha. Nesta aproximação ao património circula-se numa valente descida, onde para além de ganhar velocidade e fazer descansar um pouco os músculos, temos que ter a máxima atenção ao piso para não nos esbarrarmos. Mesmo assim ainda consegui sacar da Máq. fotográfica e... CLICK!
Esta terá sido das últimas que tirei. Depois começou a cair a noite e não mais tive coragem para sacar da máquina. Ainda para mais, já viajava com o GPS no bolso, por se ter partido o apoio do guiador. Muita turbulência... Tenho os braços que nem os sinto.LINK PARA FOTOS NO PICASA



