Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Porto. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Portugal Transversal em Estrada IV 'Transduriense' - Porto - S. J. Pesqueira - Freixo de Espada à Cinta - Figueira C.R.



Mais uma travessia transversal de Portugal, a Norte. Desta vez, e quase com carácter de obrigatoriedade, para este tipo de viagem em bicicleta de estrada, fiz uma "Transduriense", usando estradas nacionais, municipais e regionais (sempre asfaltadas), nas duas margens do rio. Com início na foz do Porto e subindo o rio até Espanha. Sempre com montante como azimute, usei primeiro a margem direita do rio - Até Entre-os-Rios, passando a "nova" Ponte Hintze Ribeiro (para quem quiser fazer este trajecto, use a ponte a jusante (mais pequena) para não ter que contornar a "Variante"), depois, até ao Pocinho, subi (...a bem dizer...) pela Margem esquerda, voltando à direita após Barca D'Alva (...e muitas mais subidas depois...), para terminar em Figueira de Castelo Rodrigo.





Para este trajecto foram usados dois dias de progressão, desde o Porto a São João da Pesqueira, e daí, até Figueira de Castelo Rodrigo. - Aqui se deixa menção às estradas, povoações, rios e outros pontos de interesse, transpostos nestes mais de 300 quilómetros. Dia 1 (Porto - S J Pesqueira) - EN 108; Marginal; Rio Sousa; Barragem de Crestuma; Rio Mau; Entre-os-Rios (Rio Tâmega); EN 224; São Martinho; prox. Castelo de Paiva; EN 222; Rio Paiva; Souselo; Espadanedo; Cinfães; Rio Bestança; Rio Cabrum; Caldas de Aregos; Resende; São Gião; Margem Sul de Peso da Régua; Rio Varosa; Barragem da Régua; Folgosa; Rio Tedo; Rio Távora; Após o Rio Torto, subida para Ervedosa do Douro e São João da Pesqueira. Dia 2 (S J Pesqueira - Figueira de Castelo Rodrigo) - EN 222; Vilarouco; Horta do Douro; Touça; Cruz IP2; EN 102; Vila Nova de Foz Côa; Pocinho; EM para Peredo e Urros; EM 325; Ligares (aqui já há ligação a Barca de A'Alva se se quiser encurtar a viagem); Quinta da Ribeira; Prox Freixo de Espada a Cinta; EN 221; Prox a Barragem de Salto de Saucelle (Espanha); Barca de A'Alva; Escalhão e Figueira de Castelo Rodrigo.




Algumas fotografias da volta:


Sempre "belo" o Douro. Aqui pela raia com Espanha, a caminho de Darca D'Alva



- Pocinho.
Na Margem Direita, o Distrito de Bragança (Torre de Moncorvo), na Esquerda, o da Guarda (Vila Nova de Foz Côa)



A caminho do Vale do Côa, entre São João da Pesqueira e Foz Côa


GR


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Novas Marcações do CAMINHO PORTUGUÊS CENTRAL no CONCELHO DE VILA DO CONDE e em PORRIÑO!


A quando da minha última passagem pelo Caminho Português de Santiago, desde o Porto, deparei-me com marcações novas, em relação ao que era o traçado, até então.
Se na zona do concelho de Vila do Conde, tais alterações (ou se quisermos, opções) ficaram-se a dever, em parte, ou mesmo no todo, ao surgimento do Albergue, que, como alternativa, foi criado no Mosteiro de Vairão, já no que toca à alternativa em Porrinho (O Porriño), já se justificava à muito, pela premência que havia, em tirar os Peregrinos, principalmente os pedonais, da "carretera Nacional  550", da extensa e feia zona industrial, que por ela se estende.
Segundo opinião unânime, eram os quilómetros mais desagradáveis do Caminho Português de Santiago.
- Mas nem tudo são boas notícias, já que as novas marcações estão a ser boicotadas, justificando-se assim o visionamento deste track, para memória futura.

- BOM CAMINHO!

MARCAÇÕES NOVAS DO CAMINHO PORTUGUÊS, EM VILA DO CONDE:






Esta foto pode dar uma ajuda a perceber a opção agora referida:


A nova marcação leva-nos por um bosque bem tranquilo, muito diferente do que era o transito de camiões pela estrada 550. Esta imagem dá-nos uma noção do local onde se dá a variante, depois de Tui, e até onde nos leva a nova "rota" das flejas amarillas.

GR

domingo, 22 de setembro de 2013

ECOPISTA DO TÂMEGA (AMARANTE - ARCO DO BAÚLHE)









FOTOGRAFIAS NO PICASA :


 A Antiga estação de Gatão, que nos transporta o imaginário para o "famoso" vinho verde, é uma das muitas particularidades desta antiga linha do Tâmega.
Nestes cerca de 40 km, de constante, mas ténue sobe e desce, somos transportados por um dos vales mais espectaculares do nosso país...



...O Vale do Tâmega. Desde Amarante, passando por Celorico de Basto, Mondim de basto e Cabeceiras de Basto (Arco de Baúlhe), pedalamos no distrito do Porto primeiro, e depois no de Braga, mas com os olhos sempre postos no de Vila Real, de nós separado, pelo Rio.



A estruturação desta Ecopista é peculiar, o quilómetro 0 encontra-se em Celorico de Basto, e a contagem desenrola-se para Sul (jusante), até Amarante, e para Norte (montante), para Arco de Baúlhe. Também é no km 0 que temos o maior número de infraestruturas de apoio, onde se incluem um Museu, um espaço informativo e um albergue.



...Um dos pontos de atracção desta Ecopista, persegue-nos durante vários quilómetros. Claro que vos falo do "famoso" Monte farinha, ou, como é mais conhecido, o Monte da Sra da Graça.


Links com interesse:



GR e RA

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Novas descobertas; Mais ciclovias. "Ciclovias do Porto (Granja)"

Tive oportunidade de cumprir toda esta ciclovia, numa das viagens que fiz até ao Norte, para preparar um dos Caminhos de Santiago, nomeadamente o Português por Barcelos, com o  ARBTT.
No regresso dessa prospecção e enquanto terminava a marcação de um trajecto alternativo ao caminho da Costa desde Ponte de Lima, em que usei as zonas ribeirinhas desde Esposende até à ribeira do Porto, dei entrada no Parque da Cidade do Porto e saí pela porta da Av. da Boavista. Aí peguei na ciclovia em questão e fui até Pousada da Juventude na pasteleira.



São quase três quilómetros e meio de tapete vermelho, cruzando a cidade de Norte a Sul perto da costa atlântica.




A caminho da Av. Marechal Gomes da Costa.




R.A.

Novas descobertas; Mais ciclovias."Parque da Cidade do PORTO"


O Parque da Cidade, oficialmente descrito no site da C. M. do Porto, na secção dos Espaços verdes e jardins foi concluído em 2002, e passou a preencher um vazio na cidade, com belos caminhos e locais de repouso, em que a segurança tem um papel fundamental.



São quase 10 km de possibilidade de progressão em que o relevo é pouco acidentado.
Podemos portanto pedalar confortavelmente nestes mais de 80 hectares, que se estendem até ao mar.


Para ver os tracks e dados técnicos no Ciclovia : http://www.ciclovia.pt/ciclovias/1norte/3porto/porto/ppcidade.html

R.A.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Novas descobertas; Mais ciclovias. "Ciclovias de Leixões e Matosinhos"


Quando regressava da prospecção que fui fazer ao Caminho português, em Abril deste ano, tive oportunidade de passar em diversas ciclovias do Norte de Portugal, mais especificamente do Grande Porto.
Assim, início pelas de Matosinhos, uma resenha às várias ciclovias que fotografei, e das quais exponho por aqui os tracks GPS, via link da página das Ciclovias de Portugal, onde a informação técnica é detalhada.



Este grande calçadão junto do Farol de Leça, oficialmente, não corresponde a uma ciclovia, mas é um piso muito agradável e delimitado, que nos permite progredir em segurança, longe dos carros.



Aqui sim, muito bem marcado e sinalizado, podemos circular durante quase dois quilómetros entre a praia de Leça e Entre quintas, contornando o porto de Leixões.





Esta, sobejamente conhecida, pelo menos dos utilizadores do Grande Porto, é certamente uma das vias pedonais e/ou cicláveis mais usadas do nosso país. Passei por lá ao fim da tarde de um dia de semana, e pude testemunhar a presença de centenas de anónimos no seu passeio, jogging ou simples relaxe.
Embora não tenha mais de 1 km, faz a ligação de Matosinhos à escultura de rede, e ao Parque da cidade.



Link para a Página das Ciclovias de Portugal (Ciclovia), com mais pormenores destas e de outras ciclovias de Matosinhos : http://www.ciclovia.pt/ciclovias/1norte/3porto/matosinhos/matosinhos.html


R.A.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Já há FOTOS do Caminho com o ARBtt...hi...hi...hi...


...E algumas são de lhe tirar o chapéu...

Parabéns aos artistas!

- Escolhi algumas para este post, inteiramente dedicado a momentos inesquecíveis.

Aqui vão as primeiras...
Semedo's machine :

Ainda em torres Novas, prontos para mais uns quilómetros de asfalto dentro dos veículos motorizados, que tanto nos ajudaram nesta Aventura. Por esta altura a maioria ainda não fazia ideia do que lhe iria surgir pela frente neste périplo de quatro dias, em que o convívio e o pedal foram as acções dominantes.

Fim da primeira etapa, Barcelos.
Prevista estava a paragem em Rates para a pernoita, mas estes bravos cicloturistas peregrinos não quiseram deixar os créditos mal parados e avançaram um bom bocado além do que seria de supor...Ah valentes!!!
O pior veio à noite. Para quem não dispunha de "ões" (tampões e colchões) a noite foi de penar...lolololol


Esta foto, muito para além da qualidade artística, tem um lado "obscuro" de que eu gosto bastante....lolool
Parecem uns cavaleiros vindos do Além(tejo)
Para alguns deles, este momento não passou de um pequeno intervalo para um campeonato de Alter(es) líquidos de decorreu de forma ordeira até altas horas da madrugada...



Os vencedores foram brindados com alguns licores espirituosos, e, não menores, sorrisos da audiência...lololool



Esta.... Bem, esta...
Não sei o que dizer!
Será que está aqui a explicação do mito do Apostolo ?.... Será que foi preciso a presença do Maior clube do mundo; O ARBtt, para que o Santo fizesse a sua aparição?
Será que passados quase mil anos depois das aparições de Santiago o "Mata mouros" nas batalhas entre cristãos e muçulmanos, em que, de forma por alguns considerada anti ecuménica, decepava as cabeças aos infiéis do norte de África, o voltámos a "Ter" ao alcance das nossas mentes ?...
Terei eu que passar a acreditar em MILAGRES?????
lol


É melhor passarmos para as fotos de outra máquina, porque isto está a passar para o campo de metafisica....

"Se sabes que bebes, porque é que te faz mal?...lololol

I have a place in Sobral... Mas BIG!!!

Sem mais comentários adicionais passemos às fotos do nosso GURU da Logística, O Filipe's phone photos :


Respeitável grupo de Peregrinos alentejanos e seus associados, prontos para uma longa jornada de quatro dias em que o bom ambiente foi a palavra reinante....



Mais uma ponte Romana. Por aqui já nos tínhamos cruzado com vários grupos de peregrinos. Muitos estrangeiros a pé e só Portugueses em bicicleta...



Paragem obrigatória antes da abordagem à Serra da Labruja... Sai uma rodada de MINIS!!!






Foto obrigatória em plena Serra da Labruja... O pior já lá ia...





Palavras para quê...



Mais uma do lado de "lá"... Quem é que se lembraria de tirar uma foto à "foto". De captar as sombras dos Gloriosos Cavaleiros do Além (tejo)... Só uma grande personalidade... lololol


...E no Fim...
O merecido descanso dos guerreiros!



GR

segunda-feira, 7 de junho de 2010

...E por aqui começa muita coisa... Caminho Português a Santiago com o ALTER REAL BTT (Junho 2010)


O Alter Real BTT já tem “Compostelanas”


(Nunca é demais relembrar, que: - O Caminho autêntico é aquele que cada um vai fazendo por dentro…)

Ao todo éramos treze; Os 10 novos Peregrinos a Santiago, mais os dois consócios que fizeram o apoio nas viaturas. Saímos do Porto no dia 3 de Junho de 2010, pelas 14 horas, e entrámos na Praça do Obradoiro, cerquita das 12,30 h do dia 6 dos mês dos Gémeos.

Entre estas duas datas sucederam-se muitos quilómetros de salutar convívio pedalante, e não menos enriquecedoras horas de descanso, repasto e confraternização. Todos estes condimentos, e outros que não cabem nestas linhas, fizeram com que esta “Peregrinação” a Santiago de Compostela pelo caminho português, na sua versão por Barcelos, fosse coroada de êxito.

Como é de um Real Clube que falamos, podemos concluir que foram “Honrados Compostelanos” estes nobres Cavaleiros, que de Além Tejo vieram, e que por além Douro avançaram, transpondo algumas tormentas… Por águas agitadas do Ave; Cavado; Lima; Minho e Ulla… Já para não falar (relembrando), da “imortal” Labruja, agora desmistificada por quem lá andou.

Como desta vez não tive hipótese de levar a Máquina fotográfica, fico em ansiosa espera no que toca às aguardadas fotos, para poder com a maior brevidade possível, comentar “À minha maneira”, tais instantâneos da verdade. Ficarão assim registadas nas linhas deste blog as imagens da Grande aventura destes Bravos, que, muito honraram o Clube, a sua região e a própria Pátria.

Espero que, com estas palavras, a moral transborde para patamares ainda mais elevados, para que esta Peregrinação não fique nos arquivos como a única, mas sim como a primeira de muitas que nos esperam.


- PARABÉNS A TODOS!

P.S. -Quando é que é a próxima?

- AH! Já agora, não sei se vos tinha dito?!? – É preciso ter muita CALMA…LOL


João Galvão (o Guarda - Rios)

Números e Tracks do Caminho Português a Santiago com o ALTER REAL BTT (Junho 2010)


TRACK DIA 1 (Porto - Barcelos) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956608

TRACK DIA 2 (Barcelos - Valença) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956618

TRACK DIA 3 (Valença - Padron) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956640

TRACK DIA 4 (Padron - Santiago) : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=956660


Números do Caminho Português com Alter Real BTT

13,5 km/h Velocidade média
16 mt Altitude mínima
19 h Tempo gasto a andar
58 km/h Velocidade Max atingida
120 PPM Frequência cardíaca média
187 PPM Frequência cardíaca Max
250 km’s percorridos
410 mt Altitude Max atingida
4000 mt Acumulado de subida
11000 Kcal Calorias gastas
GR

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Reserva Ornitológica de Mindelo

Continuamos a Norte, mais precisamente no Parque da Reserva Ornitológica de Mindelo, onde, por sugestão de uns amigos das Bikes que encontrei logo após passar o Ave, acabei por ir parar, dando assim continuação ao meu périplo pelos terrenos próximos ao mar em direcção ao Sul. Traçando o que poderá ser uma opção de progressão para os Peregrinos de Santiago de Compostela


A Reserva Ornitológica de Mindelo (ROM) foi, em 1957, a primeira área protegida instituída em Portugal. Com uma área de 600 ha, de Mindelo ao Rio Ave, a Reserva foi local de estudos científicos durante muitos anos, essencialmente de aves. Nas dunas, matas, campos agrícolas e zonas húmidas foram recenseadas 153 espécies de aves.


Actualmente é um espaço único em Vila do Conde e em toda a Área Metropolitana do Porto: onde mais se encontra esta extensão de área natural junto ao mar?


http://www.amigosdomindelo.pt/rom/rom.htm

Ciclovias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim


Seguindo a tendência indicada no post anterior, venho por aqui, e agora, continuar a descrever algumas das possibilidades de progressão para Bicicletas que encontrei pela costa Norte de Portugal. Desde Viana do Castelo até ao Porto.
Nesta fase vou-vos falar da Ciclovia de Vila do Conde (marginal) , e da que lhe está associada, a de Póvoa de Varzim.

Sempre com a presença do mar por perto, esta ciclovia que já vem desde a localidade anterior (Póvoa de Varzim) tem uma extensão de cerca de 3,5 km, e foi iniciada em 2005.

Na sua quase totalidade é revestida a cimento, sem aquele tratamento final a que estamos mais acostumados para as Ciclovias. Mas de qualquer das formas é uma via de progressão exclusiva para as Bicicletas e devidamente assinalada.



Durante estes quilómetros o que mais fascina é realmente a presença do mar e das embarcações que, de uma forma geral, estão atracadas por todo o lado. Ao nosso lado esquerdo, de quem vem de Norte para Sul, podemos testemunhar vários bairros de pescadores. O mais popular será o de Caxinas, onde também podemos ver alguns monumentos de homenagem aos homens que andam na faina, tantas vezes dizimados por trágicos naufrágios.


GR

sábado, 15 de maio de 2010

Caminho Português a Santiago ALTERNATIVO (Porto - Ponte de Lima. Para ligação a Valença, pelo Caminho Português)


OUTROS POSTS ASSOCIADOS:

(Ligação costeira entre a Sé de Lisboa, Sé do Porto e Caminho Português em Ponte de Lima)

(Seguindo as setas amarelas desde a Sé do Porto até à Catedral de Santiago de Compostela)


O Post original:




TRAÇADO ALTERNATIVO AO CAMINHO DE SANTIAGO Ponte de Lima – Porto

Foi por ter conhecimento da existência de uma Ecovia no Rio Lima e por possuir um track que atempadamente tinha retirado no Wikiloc, que alimentei o meu interesse em regressar da prospecção que fiz ao CAMINHO PORTUGUÊS pela vertente da costa desse mesmo Caminho.
Como depois de Darque, povoado à beira Lima situado na margem esquerda em frente a Viana do Castelo, tal track seguia pela N13 (já aqui REFERIDA) em direcção ao Porto, decidi então fazer eu, um possível caminho de Progressão até Santiago de Compostela. Foi assim, tão próximo da costa quanto possível, e dei-lhe um nome: - “A VER ÁGUA”. Salpiquei-o com uns pequenos troços do Caminho Português por Esposende e apimentei-o com muita marcação própria.

À custa de dezenas de interpelações a populares, consegui construir este magnifico traçado, à beira de água plantado. Além de passar em reservas (Mindelo) e parques (Porto), tem como denominador comum a presença da água. Com execução preferencial nos períodos de Primavera ou Outono, para fugir aos rigores do inverno que sobem as cotas pluviais, por um lado, e para fintar as grandes aglomerações de veraneantes que cruzam as passadeiras de madeira, muitas vezes usadas por este traçado, por outro.

Esta marcação atravessa diversos povoados como são os casos do já referido Darque; Esposende; Póvoa de Varzim; Vila do Conde e Matosinhos.

Pensando em tal traçado de forma invertida, desde o Porto até Ponte de Lima, temos aqui uma bela ligação à (não esquecida) ROTA DOS CASTELOS, de forma a evoluir em direcção Santiago por uma alternativa inexplorada. Apesar dos cerca de 110 km’s, poderá dividir-se tal opção em partes, pernoitando em Esposende ou mesmo em Viana do Castelo, bastando para isso passar a ponte de Eiffel.


ALGUMAS FOTOS DA VIAGEM :

Perto de Castelo do Neiva, foi onde comecei a fazer alguns troços do caminho de Santiago (versão da costa), mas acabei por abandonar essa ideia, por querer ir mais chegado ao mar do que o traçado referido.

Foi já em Esposende que passei o Rio Cavado. Por aqui ainda tocava os Caminhos marcados, de lés a lés. Por não haver outra alternativa à passagem do rio por estas bandas, o cruzamento era inevitável. Mas depois das belas praias da região, não mais hesitei em procurar a brisa marítima até ao Porto.

Já na Póvoa de Varzim, deu-se um "encontro imediato do 3º grau". Foi à beira do estádio do Varzim que conheci um verdadeiro viajante (Eu às vezes ainda me julgo um aventureiro. - Qual quê!?!). Este rapaz da Polónia que já fez provas do Iron man e outras coisas do mesmo radicalismo, tem vindo a fazer a travessia da Europa desde há dois anos a esta parte, tendo já passado por 28 países e percorrido muitos milhares de quilómetros. Chama-se Maciej (lê-se qualquer coisa como magik), e vale a pena dar uma vista de olhos ao seu SITIO na Internet.

Todo o contorno de Vila do Conde é de se lhe tirar o chapéu. Além das vistas ainda há muitos motivos de interesse. Depois de passar a ponte sobre o Ave, e quando me dirigia para a zona das praias em busca de passagem, encontrei uns aficionados das lides BTTisticas que me ajudaram a fazer o roteiro em direcção a Sul, sempre com o mar presente, mas passando inclusive por um parque em Mindelo.



Por aqui já andava há muito a explorar as passadeiras sobre as dunas e arribas que todo o Norte costeiro tem aos montes. A nível de construções de passadiços para o uso de peões e bicicletas, entre Espinho e Vila do Conde estão construídos algumas dezenas de quilómetros, tornando este passeio um cruzar constante de praias e vistas. Logo a seguir a esta passagem, e depois de chegar a uma pequena capela na duna, temos que passear por cima da areia da praia por uns vinte ou trinta metros, para poder ligar as duas pontas da passadeira.




Esta imagem é uma constante. Achei por isso imprescindível, dar essa noção, com uma foto em que se "sinta" somente a Bike e o mar.



Mais uma passadeira. E mais um ponto de interesse. Aqui já estávamos à beira da Zona de refinarias da petrogal.



Mais uma de muitas construções que proliferam por aqui. Daqui a muito pouco, os distritos do Porto e de Braga, terão todas as suas praias ligadas por passagens como esta.



Já em Leixões, dei uso a esta ponte basculante sobre o porto, para poder continuar em busca da zona costeira.




Todo o "calçadão" de Matosinhos, onde as pessoas realmente vão fazer o seu exercício e passear (estávamos num dia de semana), aproveitando as excelentes condições que lhes proporcionam. Ao fundo, a escultura a encarnado também é muito interessante.



Já no Porto dei uso ao Parque da Cidade para poder atravessar até à Avenida da Boavista e fazer a ligação à Sé do Porto. Fica assim completa a possibilidade de se usar este trajecto como alternativa viável aos Caminhos de Santiago. Usando a parte costeira que marquei na Rota dos Castelos que desde Espinho, não mais larga as passadeiras sobre as praias, pode-se fazer quase cento e cinquenta quilómetros em "cima" do mar.
Para uma próxima oportunidade ficará a tentativa de ligar Lisboa a Espinho por Caminhos deste estilo (junto ao Mar), e mais a norte, fazer o mesmo desde La Guardia (depois do ferry em Caminha) até Padron, para se poder completar todo o Caminho Português costeiro, usando para isso alguns dos tracks e marcações que fiz anteriormente.
GR

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Próxima tentativa do PORTO - LISBOA (solução possível)


Depois do trajecto relatado nos post anteriores, havia que criar alternativas para tornar viável este traçado, já que pela variante da N1/IC2 não é possível (alguns troços da IC2 estão vedados aos Ciclistas).
Assim, e com a ajuda de Google maps e Google earth, encontrei este itinerário que farei por cumprir numa próxima tentativa de ligar por estrada as duas cidades mais importantes do país.



ITINERÁRIO (PASSO A PASSO)

R. Barão Corvo Vila Nova de Gaia
1. Seguir sudoeste em frente R. Barão Corvo em direcção a R. das Luzes 10 m
2. Virar à esquerda na R. das Luzes 0,2 km
3. Virar à direita na R. do Sr. de Matosinhos 0,6 km
4. Virar à esquerda em direcção a IC23 0,5 km
5. Virar à esquerda na IC23 0,1 km
6. Continue até A44 1,4 km
7. Curva ligeira à direita na R. António Coelho Moreira 1,8 km
8. Virar à esquerda na R. da Fábrica das Agulhas 54 m
9. Virar à direita 0,4 km
10. Na rotunda, seguir pela 2.ª saída 0,6 km
11. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para R. Salvador Brandão 1,7 km
12. Continue até R. da Boavista da Estrada 0,7 km
13. Continue até R. do Espírito Santo 0,4 km
14. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. do Espírito Santo 0,8 km
15. Continue até R. do Corvo 0,5 km
16. Continue até R. Dr. Milheiro 0,6 km
17. Continue até R. dos Combatentes do Ultramar 74 m
18. Continue até R. Ns. das Necessidades 70 m
19. Continue até R. dos Combatentes do Ultramar 0,7 km
20. Continue até R. da Bela 1,0 km
21. Continue até R. do Juncal 76 m
22. Na rotunda, seguir pela 3.ª saída para N109/R. do Juncal. Continuar a seguir N109 1,8 km
23. Virar à esquerda na Av. 24/N109 10 m
24. Curva ligeira à direita para continuar na Av. 24/N109 . Continuar a seguir N109 11,9 km
25. Curva ligeira à direita para continuar na N109 0,1 km
26. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 36 m
27. Virar à direita para continuar na N109 3,3 km
28. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 . Passar 3 rotundas 5,5 km
29. Virar à esquerda na R. dos Irmãos Oliveira Lopes (Eixo Norte Sul) 0,6 km
30. Continue até EM535/R. Sebastião Morais Ferreira . Passar 1 rotunda 1,9 km
31. Continue até N109/R. Padre António Maria Pinho Continuar a seguir N109 4,1 km
32. Curva ligeira à direita para continuar na N109 Passar 3 rotundas 3,5 km
33. Virar à direita na N109/R. Dr. Souto Alves 0,2 km
34. Virar à esquerda na N109/R. Dr. Alberto Vidal Continuar a seguir N109 0,2 km
35. Virar à esquerda na N109/R. Dr. Manuel Andrade Continuar a seguir N109 Passar 2 rotundas 7,1 km
36. Continue até R. do Arneiro 0,3 km
37. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída 0,4 km
38. Continuar em frente para neumeiro 109 1,5 km
39. Continue até N16 6,3 km
40. Continue até N109 Passar 1 rotunda 2,4 km
41. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 Passar 4 rotundas 19,7 km
42. Curva ligeira à direita na R. Vasco da Gama 1,0 km
43. Virar à esquerda em direcção a R. da Zona Industrial 0,7 km
44. Continuar em frente para R. da Zona Industrial 0,5 km
45. Continue até R. dos Romeiros 0,5 km
46. Virar à esquerda na R. do Cemitério 0,2 km
47. Virar à direita na Estr. EN109/N109 Continuar a seguir N109 Passar 1 rotunda 16,0 km
48. Curva ligeira à direita na Av. Dom João Garcia Bacelar/N109 Continuar a seguir N109 11,9 km
49. Curva ligeira à direita na Estr. Nacional 109/N109 Continuar a seguir N109 Passar 1 rotunda 6,8 km
50. Curva ligeira à direita para continuar na N109 4,9 km
51. Na rotunda, seguir pela 2.ª saída 63 m
52. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para Av. Doze de Julho/N109 Continuar a seguir N109 1,2 km
53. Virar à direita na R. Padre Ventura 0,3 km
54. Curva ligeira à direita em direcção a N109 65 m
55. Continuar em frente para N109 3,3 km
56. Curva ligeira à direita para continuar na N109 3,9 km
57. Curva ligeira à direita em direcção a R. do Casarão 0,7 km
58. Virar à esquerda na R. do Casarão 0,2 km
59. Virar à direita 3,4 km
60. Virar à esquerda 0,1 km
61. Virar à direita 5,5 km
62. Virar à esquerda 0,5 km
63. Virar à direita em direcção a R. das Matas 4,2 km
64. Virar à esquerda na R. das Matas 0,3 km
65. Continue até R. do Colégio 5,6 km
66. Continue até R. da Fonte Cova 0,8 km
67. Virar à direita na N109 Passar 1 rotunda 10,2 km
68. Curva ligeira à esquerda para continuar na N109 Passar 1 rotunda 3,9 km
69. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída 1,0 km
70. Virar à direita na R. dos Campos do Liz 0,5 km
71. Virar à esquerda 1,9 km
72. Curva acentuada à direita em direcção a R. dos Campos do Lis 0,8 km
73. Virar à direita em direcção a R. dos Campos do Lis 0,5 km
74. Continuar em frente para R. dos Campos do Lis 0,3 km
75. Virar à direita na N242 0,2 km
76. Virar à esquerda na R. de Santa Maria 1,5 km
77. Virar à direita na R. das Eiras 0,5 km
78. Virar à direita na R. Fundador Dom Álvaro Abranches e Noronha 14 m
79. Virar à esquerda em direcção a N356-1/R. dos Parceiros 0,2 km
80. Virar à esquerda na N356-1/R. dos Parceiros 22 m
81. Virar à direita na R. do Cruzeiro 0,9 km
82. Curva ligeira à esquerda em direcção a R. da Serrada Nova 0,6 km
83. Continuar em frente para R. da Serrada Nova 0,5 km
84. Na rotunda, seguir pela 3.ª saída 1,1 km
85. Curva ligeira à esquerda em direcção a IC2 22 m
86. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para IC2 2,3 km
87. Curva ligeira à direita para continuar na IC2 0,6 km
88. Curva ligeira à direita na Estr. de Santo Antão 1,4 km
89. Continue até Estr. Dona Maria I 0,2 km
90. Continue até R. Padre Antunes 0,7 km
91. Continue até Estr. Dona Maria I 1,0 km
92. Virar à direita para continuar na Estr. Dona Maria I 0,1 km
93. Virar à esquerda na R. Principal 1,5 km
94. Continue até Travessa da Escola 29 m
95. Virar à esquerda para continuar na Travessa da Escola 71 m
96. Virar à direita 0,2 km
97. Virar à esquerda em direcção a IC2 1,8 km
98. Virar à direita na IC2 0,6 km
99. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 2,3 km
100. Curva ligeira à direita para continuar na IC2 21,7 km
101. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 1,9 km
102. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 3,6 km
103. Curva ligeira à esquerda em direcção a IC2 0,3 km
104. Continuar em frente para IC2 3,9 km
105. Curva ligeira à esquerda em direcção a Av. dos Combatentes/IC2 0,6 km
106. Continuar em frente para Av. dos Combatentes/IC2 0,9 km
107. Curva ligeira à direita para continuar na Av. dos Combatentes/IC2 0,7 km
108. Curva ligeira à direita para continuar na Av. dos Combatentes/IC2 Continuar a seguir IC2 1,7 km
109. Curva ligeira à direita na IC2/N1 Continuar a seguir N1 3,6 km
110. Virar à esquerda para continuar na N1 6,6 km
111. Curva ligeira à esquerda na IC2 90 m
112. Virar à direita para continuar na IC2 48 m
113. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 2,3 km
114. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 Passar 1 rotunda 1,9 km
115. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 8,8 km
116. Curva ligeira à esquerda para continuar na IC2 3,7 km
117. Curva ligeira à direita para continuar na IC2 5,1 km
118. Na rotunda, seguir pela 1.ª saída para IC2/N1 Continuar a seguir N1 Passar 4 rotundas 12,8 km
119. Continue até N10 1,9 km
120. Curva ligeira à esquerda para continuar na N10 1,0 km
121. Curva ligeira à esquerda para continuar na N10 Passar 1 rotunda 6,4 km
122. Curva ligeira à esquerda para continuar na N10 Passar 6 rotundas 7,3 km
123. Virar à direita para continuar na N10 4,2 km
124. Curva ligeira à direita na N10/R. Dr. João Gomes Patacão Continuar a seguir N10 0,8 km
125. Curva ligeira à esquerda na R. do Estado da Índia 0,2 km
126. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. do Estado da Índia Passar 1 rotunda 0,5 km
127. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. do Estado da Índia 29 m
128. Continue até R. Cidade de Goa 1,3 km
129. Na rotunda, seguir pela 2.ª saída para Av. de Moscavide 0,2 km
130. Virar à direita para continuar na Av. de Moscavide 0,6 km
131. Continue até Estr. de Moscavide 0,5 km
132. Continue até R. Conselheiro Lopo Vaz 0,3 km
133. Curva ligeira à esquerda para continuar na R. Conselheiro Lopo Vaz 43 m
134. Virar à esquerda na Via Recíproca 0,2 km
135. Curva ligeira à esquerda 54 m
136. Virar à direita 34 m
137. Virar à esquerda
O destino encontra-se à esquerda 82 m
Gare do Oriente

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Porto - Alcoentre (N1/IC2), Breve história


Portugal?!? Não é só Lisboa!...

…Nem a IC2 é a N1 (só às vezes).

Nesta minha segunda tentativa de interligar as duas maiores cidades do país em Bicicleta, fui demovido por dois Guardas da extinta “Brigada de Trânsito” da Guarda Nacional Republicana (G.N.R.), que, de forma assertiva me convenceram a interromper o avanço em direcção a Sul, naquelas condições.

O Sol já se tinha escondido há muito, e, apesar da sinalização luminosa e reflectora que dispunha, a minha visualização do trajecto é que era extremamente deficiente. No fundo, já não via por onde andava.

Foi exactamente pela falta de luz e consequente concentração na estrada, que não vislumbrei a placa sinalizadora de proibição de circulação de veículos sem motor, neste troço da IC2, mais precisamente entre Rio Maior e Alcoentre.

É preciso ter muita atenção quando se faz a marcação de determinado trajecto no GPS. Confiantes nesse instrumento de navegação, nem sempre tomamos conhecimento das alternativas de circulação. Para a próxima, vou escolher outro itinerário.
Por ter tido consciência de que (sem saber) circulava em infracção ao código da estrada, não tive qualquer argumento perante a evidência dos factos, que ainda por cima me foram mostrados “in loco” pelas autoridades.

Agradeço o profissionalismo e deontologia preventiva que os Guardas me dedicaram, ao tirarem-me da estrada, onde corria alguns riscos desnecessários.

O intento a que me propunha será plausível e premiado de sucesso, realizado mais próximo dos meses de Maio ou Junho, onde os dias começam a ser bastantes mais longos, e onde as doze/treze horas que preciso para completar este trajecto ficam totalmente cobertas pela luz solar, sem que esta traga consigo um tremendo calor, insuportável nos de Julho ou Agosto.

Escusado será dizer que o ideal para se realizar tal trajecto é inserido num grupo de ciclistas, de preferência, numa prova organizada, em que os batedores e carros de apoio estejam presentes. De qualquer das formas, e à falta destas condições terão que se escolher outras alternativas à circulação que descriminarei noutro post.

Não posso deixar passar em claro o estado das estradas por onde circulei, principalmente as já mencionadas N1/IC2, em que, traços largos, os seus pisos estão bastante danificados, e as bermas (quando as há), indispensáveis para cicloturistas, estão pejadas de buracos; Animais mortos e peças de automóveis despedaçados, num rol de variadíssimos “OVNI’s”, aos quais temos que fugir para não pôr (ainda mais) em risco a nossa missiva.

Valeu pela tentativa; pelo que vi e aprendi; valeu pela convivência com outras gentes e formas de estar; valeu ainda pelos 256 km’s que fiz, onde se incluem as deslocações a norte e o regresso a casa; E por ter ficado com a noção clara que sem certas condicionantes, conseguirei percorrer os pouco mais de 300 km’s deste “projecto”.

Ficará certamente para o ano que vem. Não há uma sem duas, nem duas sem três. A ver vamos se à terceira será de vez?!?


Guarda rios ...à Noite...

Porto - Alcoentre (N1/IC2), Fotos

Representação gráfica dos mais de 2500 mt de acumulado, que se somam ao longo destes mais de 250 km's de asfalto. Felizmente, algumas subidas fazem-se quase na integra com o balanço das descidas.

Dia anterior. Passagem pela mítica Estação de Sta. Apolónia para o (os) regionais com direcção ao Norte do País. Continuamos com a saga do: - Se queres viajar com a Bici montada tens que fazer os regionais.
A saber: - Lx - Entroncamento (mais de duas horas de espera pelo next... Aproveitei para almoçar); Entroncamento - Coimbra B (...e mais de meia hora de ligação); Coimbra B - Aveiro (quase não cabia, tantas eram as "moças" da faculdade que regressavam às suas casas de família); e finalmente o urbano Aveiro - Porto, onde acabei por ir de pé... Enfim... Uma aventura.


Foto estranha, esta.
Serve para provar que a ciclovia da Mealhada está finalmente pronta. Não tive possibilidade de por lá transitar, mas ficará certamente para uma próxima "Rota dos Castelos", onde a farei incluir.



Depois de ter andado mais de cem, eis que aparece a primeira informação numérica acerca da distância que nos separava da capital. A partir daqui, e pela graça, fotografei quase todas as placas "homologas" a esta.


Um pouco desfocada, mas cá está o Mosteiro da Batalha. Nesta aproximação ao património circula-se numa valente descida, onde para além de ganhar velocidade e fazer descansar um pouco os músculos, temos que ter a máxima atenção ao piso para não nos esbarrarmos. Mesmo assim ainda consegui sacar da Máq. fotográfica e... CLICK!


Esta terá sido das últimas que tirei. Depois começou a cair a noite e não mais tive coragem para sacar da máquina. Ainda para mais, já viajava com o GPS no bolso, por se ter partido o apoio do guiador. Muita turbulência... Tenho os braços que nem os sinto.

LINK PARA FOTOS NO PICASA


GR