quarta-feira, 30 de abril de 2014
Treino Estrada - Volta Rápida Marginal [48 350 32,5] Novos Pedais tipo "KEO"
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
"F.A.B.E.L." (Volta de Estrada com Rodas Novas)
...Para os mais próximos... Todos se lembram o que significa; - FAMEL, certo?
... AQUI APLICA-SE que nem GINJAS...
- Mantive a gama de componentes ULTREGA da Shimano.
- Posso dizer que Estou muito contente! - Dá mesmo vontade de dizer; - "F.A.B.E.L."! (que significa qualquer coisa muito positiva, perante o objecto. Tendo origem na famosa marca de motocicletas portuguesa, de Águeda, entretanto extinta; - FAMEL, e que para os conhecedores será fácil de decifrar, mas que para os comuns, quererá dizer mais ou menos isto: - F...-.., A Bicicleta É Linda...)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
"A ORIGINAL"...
... Aquela que me leva todos os dias...
...E muitas vezes, não vou só!
Está há muito por publicar, este apontamento sobre a minha segunda bicicleta – Primeira, após o recomeço das minhas pedaladas, em 2004; - Só agora vai para o ar.
Bicicleta adquirida em segunda mão, no início dos anos noventa, a um amigo da rua, que por sua vez a tinha comprado na Loja das Bicicletas, em Benfica.
Para descrever o Objecto em causa, aproveitei os escritos do Caminho Francês que fizemos em 2006, mais especificamente a parte em que preparava a “carga” para a viagem, onde faço menção a esta autêntica geringonça.
Segue-se então mais um trecho dos excertos de; NézClinas a Pedais… - Voltar a criar Vontade de regressar :
Levantei-me cedo e fui à arrecadação, onde me dediquei a montar a bicicleta que tinha vindo embalada de Chaves. Havia que não descorar nenhum pormenor para que depois, já em viagem, não faltasse nada que não pudesse ser substituído no imediato ou pusesse a viagem em perigo. Assim, comecei a montar a minha bicicleta, uma “Touring” (acho eu) (Já confirmada em absoluto depois de encontrar um cidadão na oficina da Dechatlon à espera que lhe entregassem uma igual. Foi curioso relembrar como eram algumas peças de origem, nomeadamente o espigão de selim, os travões e o garfo rígido – que acabei por deixar em Pamplona – assim como os pneus originais, uns Michelin super cardados, que só deitei fora numa arrumação relativamente recente – Já se desfaziam à mão.) Que comprei há mais de quinze anos (como o tempo passa; Já foi há vinte!), em segunda mão a um amigo, pela módica quantia de trinta “contos”, e que para a altura não estava cara, não senhor.
Apesar de ser uma roda vinte e seis sem suspensão; ter o quadro em ferro (descobri à-posteriori, que é uma liga um pouco mais leve do que o ferro. Para a época, era um “achado”); cassete traseira de sete carretos, em que o maior só tem vinte seis dentes, o que não é uma grande ajuda para as subidas mais íngremes, tem o dom de ser a “minha bike”,e de até esta peregrinação nunca me ter deixado ficar mal.
Com o decorrer dos anos, com o avolumar de carga quilométrica que lhe fui dando, foi-se tornando imperioso fazer alguns melhoramentos e alguns “up grade’s”, tais como: - mudar os travões de origem, que eram uns “ Cantilever” para uns “V-Brake” da Shimano; colocar-lhe uma suspensão frontal que comprei na velha "IBA" da Columbano, e que mais tarde veio a comprovar-se não ser a mais adequada (depois disso, já lhe pus mais duas, e sempre com o mesmo resultado. Passado algumas centenas de quilómetros, ganha folga na cabeça. Apesar dos diversos apertos e reafinações, alguns, de amigos mecânicos, a solução nunca fica 100%. Estou mesmo tentado, um destes dias, a repor um garfo fixo. Só tenho pena, que depois do episódio de Pamplona, não tenha podido trazer a peça de origem); um espigão de selim com aperto rápido (ao qual tive que adicionar uns cones adaptadores, para a secção do tubo do quadro, kit arranjado na Dechatlon); entre outros melhoramentos.
Antes de todos estes incrementos agora descritos, e que foram aplicados entre 2005 e 2006, já antes lhe tinha feito uma mudança em grande parte da transmissão. Numa das minhas voltas pelo país, quando aproveitava as deslocações em digressão, para fazer algumas das mais belas voltas que dei pelo nosso território nacional, nas quais conheci muitos dos locais que hoje são referência geográfica para mim. Algumas dessas voltas/passeios já estão na minha página do WIKILOC, e futuramente serão transcritas para este Blog, num separador que criarei para tal efeito.
Foi assim que em Águeda (terra das bicicletas), numa deslocação que encetei a partir de Aveiro, não posso precisar se em 2004 ou 2005, adquiri uma K7 nova e a respectiva corrente para substituir as de origem, que entretanto, e na minha mão já tinha feito mais de seis mil quilómetros. Daqui posso constatar que a média quilométrica anual de sete mil quilómetros que costumo cumprir, já vem de há muito. Então nesse primeiro ano – no inverno não choveu um, - sim! Um único dia – andei que me fartei.
Voltando à montagem da bicicleta para a viagem em questão, mudei os pneus mistos que tinha montados para uns cardados da Michelin, (que por acaso são os de origem da Bike), para ter uma aderência maior nos terrenos técnicos; coloquei um selim de gel com respiração na zona sob a próstata, porque com o volume de horas e a sobrecarga de dias em cima do selim, há um desgaste muito grande que deve ser minorado tanto quanto possível; mudei os calços dos travões e verifiquei os apertos mais importantes.
Assim ficou a minha ginga, a Princesinha do agreste, como também é conhecida, desde essa altura. Depois disso, e além das já referidas suspensões frontais e dos inevitáveis consumíveis, pouco mais lhe alterei.
Com ela contínuo a pedalar, com ela sigo no meu dia-a-dia, em constantes e quase diárias viagens para/e do trabalho, e nas entregas dos meus petis, na escolinha. Primeiro o António que andou na cadeirinha até aos 5 anos e depois o Santiago, que já lá anda desde tenra idade.
Além das cadeirinhas de transporte de crianças, que colocamos na traseira, e frontalmente (sim, porque já cheguei a experimentar andar com os dois miúdos, um em cada cadeira), esta verdadeira heroína, já puxou por atrelados e volumes vários, que fui transportando no bagageiro, que quase sempre lhe tenho montado.
Recentemente apliquei-lhe a minha última invenção. – Limousine; - como os meus filhos lhe chamam. - Consiste em unir, através dum tubo especial (o “TrailGator”), uma bicicleta de criança (roda 20), há qual, ainda lhe aplicamos atrelada; uma carroça .
Para terminar, resta-me acrescentar que tal Veículo estará à beira de transpor a barreira dos vinte e cinco mil quilómetros percorridos. Em que mais de 95% foram pelas minhas pedaladas.
– Já está a ficar cansada…Estará?
Algumas Fotos para ilustrar esta "Relíquia" :



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domingo, 8 de maio de 2011
Dicas para preparar uma viagem de BIKE com alforges. Parte 3 (preparação da Bicicleta)
Outro(s) dos posts que tenho por aqui em rascunho, e que há muito está por publicar; Refere(m)-se a alguns excertos de um certo livro (ou uns escritos pessoais, se assim o quisermos…), em que por jeito de brincadeira, mas também por necessidade interior, de certa forma incentivada por alguns Amigos de pedaladas, onde obviamente se destaca o meu colega de tantas aventuras e co-autor adormecido deste blog (em hibernação, será mais correcto).
Não só, mas também, por tais escritos corresponderem na sua generalidade a um certa peregrinação que eu e o “ZebroCLINAS” efectuamos pelo Caminho Francês de Santiago… aqui atrasado, mais precisamente em finais de Agosto de 2006.
Totalmente enquadrados num separador, que, apesar de há muito presente neste blog, nunca deve ter sido explorado pela grande maioria de vós… Leitores. – De seu título: Excertos do: - Voltar a criar vontade de regressar. Em que aos poucos e sempre que se tem justificado, tenho exposto algumas partes desse tratado.
Pois, o que me volta a trazer a este separador, é, mais uma vez, a vontade de partilhar, agora que a época das chuvas vai passando e que vêem aí os projectos à muito programados por alguns (…e cada vez mais…) de nós; - Ciclistas aventureiros, que eventualmente planeiem fazer um viagem de bicicleta com/ou sem o auxilio de alforges.
Por ter consciência que a minha experiência neste ramo, de há muito alimentada por quem tem mais rodagem, e que por uma razão ou outra me foi passando alguns dos seus conhecimentos, acho agora (…e sempre…) que devo partilhar tais ideias, e esperar que estas possam ser factor de ajuda a outrem, que por alguma razão, tenha dúvidas na preparação dos ditos projectos, ou simplesmente para alimentar a curiosidade, quiçá, aguçar a vontade para criar algo.
Aqui vai :
(Estes escritos são de 2006, logo, muitos dos pontos vão merecer um ou outro apontamento, por estarem desenquadrados na época ou no espaço)
Há alguns pormenores a ter em conta na preparação da bicicleta para uma viagem deste tipo (tudo o que seja mais de dois dias), tais como: - Usar pelo menos dois cantis de água, se possível dos grandes, porque há períodos em que não se encontra qualquer tipo de abastecimento líquido, sólido ou do que quer que seja, especialmente se a viagem for, como foi o caso, no período quente (muitos de vós/nós já usam o camelbak, eu próprio, já o fiz inúmeras vezes, mas confesso que estou tentado a ir deixando de usar. Por muito boa vontade que queira ter, não há como o conforto de não ter nenhum extra nas costas); Lanterna de cabeça; Luz para a bicicleta (nunca se sabe se não será necessário andar de noite, ou de manhã, tão cedo que o sol ainda não tenha nascido); guarda-lamas; óleo extra para a corrente; uma capa porta mapas, com os respectivos lá dentro, além da informação que se consiga reunir acerca das regiões e populações com as quais vamos ter contacto, assim como as suas culturas e os seus costumes, as suas comidas, etc., etc; fotocópia dos documentos importantes que devemos guardar, separados dos verdadeiros; um pequeno saco térmico onde pomos a alimentação para o percurso; oleado ou uma manta impermeável, no caso de ser necessário tapar os alforges ou abrigar da chuva (sem dúvida que os sacos de plástico azul do "IKEA" são os melhores. Com uma pequena adaptação, encaixam que nem uma luva, tapando o conjunto de colchão e alforges); um pouco de corda ou elástico grandes, muitas vezes é preciso atar algo e não se sabe com o quê, ou mesmo estender uma roupa; convém também que a bicicleta tenha um descanso, porque paramos muitas vezes por todo tipo de razões, e nem sempre há um local para encostar a bici, esse descanso deve ser de apoio traseiro (nos tubos anteriores de suporte da roda de trás) para poder equilibrar a bicicleta quando esta tiver os alforges montados (cuidado com ESTES, da dechatlon. Eu já tive três, e rasgaram-se todos no mesmo sítio. O interior é em borracha, e com o peso, cedem. Se estiverem na garantia e fizerem um "choradinho" - o cartão dechatlon dá uma ajuda - pode ser que consigam um novo. No meu caso, já mudei de marca. Já estava farto. Estou a experimentar uns da Berg, que adquiri na Sport Zone, em promoção. Mesmo assim, tive que lhes fazer uma grande adaptação); essencial é também, a grelha de suporte para os alforges, onde estes vão assentar e que irá suportar todo o tipo de carga necessária para além dos referidos alforges, grelhas essas, que normalmente têm como limite de tolerância os vinte e cinco quilos; raios extra para as rodas, devem fazer parte das reservas nestas situações, habitualmente vão presos por baixo do tubo horizontal do quadro com um pouco de fita adesiva, (é daquelas coisas que raramente se usa mas que pode safar uma viagem, digo isto por conhecimento de situações anteriores); por dentro do quadro pode também colocar-se uma bolsa que leve os pertences de utilização mais frequente e rápida, tipo carteira e telemóvel por exemplo; calços de travão de reserva, se estiver tempo chuvoso, um par de calços pode durar apenas um dia ou uma descida mais acentuada (ou pastilhas, se para o caso tiverem discos); os pedais podem ser de encaixe ou mistos, dependendo das preferências de cada um (o que tenho adoptado nas ultimas viagens, é levar os pedais de encaixe normais, mas ter umas plataformas de plástico da shimano de reserva. No caso de os sapatos se danificarem).
Para se ter uma pequena noção do que é que eu estou a falar, e porque muitas vezes é difícil descrever certos pormenores, aqui ficam umas fotos ilustrativas:





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
"Pequenos" melhoramentos na minha "GINGA"
Passado quase um ano, apesar de não ter trocado de Bicicleta de BTT, continuei a fazer-lhe (dentro das possibilidades) alguns melhoramentos que descreverei já de seguida.
Antes disso gostaria de esclarecer que, daqui para a frente, apenas mexerei em tais componentes, exclusivamente por necessidade. Isto é, se deixarem de funcionar ou se impedirem o normal funcionamento da Bicicleta.
Apesar de pouco mais de três anos, já tem alguns milhares de quilómetros, e pela evolução do mercado foi-se tornando menos competitiva, como objecto. Dessa forma vou-vos relatar os “incrementos” que lhe fui fazendo ao longo do ano de 2009 e que por uma razão ou outra se tornaram imperativos:

Como tinha os manípulos dos desviadores bastante danificados, tendo mesmo que usar alguma imaginação (elástico) para remediar a falta de mola dum deles, tive que fazer uma evolução inadiável. Acabei por mandar vir da net uns manípulos da Shimano, os XT para nove mudanças, por forma a substituir os Deore que possuía.
Tinha o desviador empenado e era de cano comprido, o que de uma maneira geral, deixa com que se acumule muito mais lixo nos rodízios e está mais próximo dos paus e pedras que normalmente empenam ou partem drop-out's, acabei por me aconselhar, e mandar vir um Desviador traseiro Shimano XT de cano médio e Shadow, esta sim uma caracteristica muito vantajosa, porque funciona sempre escondido pela própria K7. Em todas as Bicicletas e de todos os desviadores que já experimentei, este é sem dúvida o mais fiável e resistente. Estou muito agradado com ele.
Peças fundamentais a este grande up-grade que efectuei no decorrer do ano de 2009, foram sem dúvida as rodas. Continuava com as de origem, umas resistentes mas pesadas Bontrager camino, que já estavam muito danificadas. Encomendei via net, à "Bike discout" alemã, uma promoção muito atractiva e irrecusável. Assim, fiquei com umas Mavic 717 pretas com cubos Shimano XT. Até hoje, e já lá vão uns meses largos, mas acima de tudo uns quilómetros muitos longos, estou satisfeito com elas.
Como os cubos das novas rodas eram "central lock" sistema que também me foi aconselhado por quem sabe da matéria, e porque os meus discos Deore, ainda de origem, já estavam muito gastos, tendo chegado a andar practicamente sem pastilhas no final da Via de La Plata, foi imperioso adquirir uns novos. Para não fugir à gama que tinha vindo a aplicar sempre que fazia um melhoramento na minha Trek, coloquei-lhe uns discos XT.
Serve esta imagem para referir, e já que falámos de travões e de discos, que passei a usar pastilhas orgânicas da gama Shimano XTR. Apesar de se gastarem um pouco mais rapidamente do que as metálicas, estas em resina, para mim, tem uma enorme vantagem, é que, além de pouparem um bocado os discos, não fazem aquele zumbido extremamente irritante sempre que um "grão de areia" ou um pequeno empeno do sistema, proporciona um contacto entre as partes. Parecendo que não, é um grande conforto psicológico.
Estes pneus, material que incluo no de consumo, e por isso, tal como as pastilhas dos travões serão para mudar tantas vezes quantas aquelas que forem precisas, foram descobertos pelo meu amigo José Alex, que mos aconselhou. Diga-se que desde que os usei não quero outra coisa. Principalmente (indispensavelmente) para trás onde proporcionam uma aderência que eu nunca tinha experimentado noutros pneumáticos. Estes fazem realmente uma "pequena" diferença. Falo-vos dos Hutchinson Python, que hoje em dia já não são muito fáceis de encontrar no mercado. Há-os em "barda", mas na gama tubless. Como nada é perfeito, este pneu (se calhar por isso é que não os encontro), passado umas centenas de quilómetros tem tendência para criar bolhas na superfície. já vi acontecer as dois.

Outra das peças que está inserida no material de consumo, são as cassetes traseiras. É muito difícil conviver com uma mais de dois anos, sem que não comece a saltar ou a "torcer" todo o sistema de transmissão, que se quer sem folgas. Apresento aqui esta da Shimano XT, da qual devo passar a fazer uso até que apareça algo diferente que me faça mudar de ideias. Isto porque este conjunto de rodas dentadas que varia entre os 11 e os 32 dentes, corresponde a uma cadência de intervalos muito mais consonantes com o esforço que eu aplico na montanha. Agora, mais do que com o 11/34, consigo melhores performances em subida. Como a minha coordenação não me deixava aproveitar o 34 antigo, passei a ganhar muito mais "power" e controle com o 32. Um pouco mais de força mas mais dinâmico.

Este espigão de selim, é a "cereja no topo do bolo". Foi sem dúvida o melhor up-grade que me apareceu depois da suspensão Rock Shox REBA que descrevi no post "a minha ginga". Para mim foi uma surpresa muito mais positiva do que esperava. É quase como se de uma Bicicleta com suspensão total se tratasse, mas sem perder as "vantagens" que tem uma semi-rigida.
GR
sexta-feira, 20 de março de 2009
O que tem que ser, tem muita força!
A MINHA GINGA chorava por alguns up-grade’s.
Devido ao uso e abuso que dou à minha Bicicleta, tornou-se imperativo a substituição de alguns componentes (algumas dessas mudanças já as tinha “sugerido” no post).
Dessa forma tornou-se inevitável substituir o que estava gasto, estragado e/ou remendado.
Os Manípulos desviadores por exemplo, já tinham cumprido o fim para que estavam destinados à muito. Nos últimos tempos, o retorno da mola, acontecia por ordem de um elástico estrategicamente adicionado pelo “condutor”. Tal adaptação, usada durante meses, deixou entretanto de funcionar, ficando inclusive sem pôr mudanças na K7 traseira durante a volta de SINTRA. Era impensável continuar com tal dispositivo.
Aproveitei a necessidade para “aguçar o engenho”. Lógico e inevitável, substituí os antigos manípulos Deore por uns, também da Shimano, os XT.
Outro dos elementos que urgia mudar, era o desviador traseiro. Relatei por AQUI o incidente com o drop-out, numa das incursões que fiz por Monsanto, onde fiquei com tal acessório irremediavelmente empenado. Elevava a corrente com extrema dificuldade, estando mesmo sujeito, num futuro breve, a introduzir-se catastroficamente por entre os raios da roda. O que provocaria, como é de supor, um acidente (no mínimo) feio.
Mantive a gama XT, mas passei do clássico não invertido de braço longo, para um SHADOW de braço médio.
De há muito imperioso, mas há muito adiado, tornou-se inevitável o trocar das rodas. As minhas Bontrager Camino de origem, já não tinham mais solução. Além de estarem a partir raios consecutivamente, apresentavam mossas profundas, facilmente visíveis a olho nu. Já para não falar no peso exorbitante, que representava um grande “handicap” ao conjunto.
Facilmente se entenderá que era urgente melhorar tal aspecto. Ponderei adquirir as rodas Shimano XT (cubos e aros), mas acabei por ficar com uma promoção da BIKEDISCOUT, site alemão onde fui buscar esta encomenda. Não resisti a uns aros MAVIC 717 com CUBOS XT que dão um aspecto muito agradável à Ginga.
Depois disto, resta-me falar dos discos, completamente gastos e velhos, foram substituídos por uns Shimano XT. Aproveitando esta evolução do conjunto, passei para o sistema centralock.
Seguindo a linha do que tinha falado no post em que descrevo a “dita”, evoluí no melhoramento da Bicicleta, alicerçado no quadro 6500 SLR de TREK.
Neste momento, da Bicicleta de origem (exceptuando o quadro) mais não resta do que o avanço, a caixa de direcção e curiosamente… Os punhos!
Deu para perceber com este up-grade, que dificilmente conseguirei baixar o peso da Bicicleta além dos 12 kg. Ficou em cerca de 12,5 kg.
Bem-bom!!!
O “Guarda-Rios”
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
A minha “GINGA”.

Da TREK 6500 SLR que comprei, poucos são os elementos de origem que ainda lhe restam; Desses o mais importante e grande aliciante à compra de tal veículo foi:
- O Quadro, por ter uma garantia fiável e um peso bem agradável para um “Alpha SLR Aluminum” (com cerca de 1,6 kg). As capacidades deste “bloco flexível” fizeram com que eu me encorajasse a “up-gradeá-lo”.
As rodas, outro dos elementos originais no acto da compra, são umas Bontrager Camino que apesar de muito criticadas nos fóruns da altura, nas minhas “mãos” têm-se aguentado muito bem (já partiram 3 raios, estão um pouco “abauladas”, mas também para aguentar o tratamento que lhes dou, não se pode pedir mais). Confesso que, logo que tenha umas massas gostava de adquirir umas Shimano XT, para compor o ramalhete… Já vão perceber o porquê.
Muitos do componentes de origem foram sendo substituídos, ou por vontade própria, ou se quisermos, por se terem degradado com o tempo, mas principalmente com os quilómetros (é que já lá vão, quase 3 mil).
Começo pelos travões, de origem uns v-bracke, passaram logo ao início (ainda antes de me sentar na bike), para uns de Disco da Shimano Deore. Depois acabei por mudar os pneus originais para uns kevlar Schwalbe, já experimentei duas versões, a Snake skin e a Nobby nick (gosto mais da primeira, aliás, já não posso com os segundos, vou “rifá-los”. Ando a furar à média de uma vez por volta/treino.).
Os pneus foram pelo uso, assim como o guiador e as cabras, após uma queda daquelas “parvas” tiveram que ser substituídos. Optei por material leve (aos poucos passei dos catorze quilos para cerca de doze… Mas já lá vamos). Dessa forma, fui “buscar” à net um guiador Ritchey e umas cabras de 90 gr da mesma marca. Pela net mandei vir também um kit de transmissão Shimano XT, assim, além de tornar a bici mais leve fiz um grande melhoramento a todos os níveis, e principalmente resolvi um dos poucos problemas com que me deparava até então; - era o facto de a corrente quando saltava, ficar entalada entre o eixo pedaleiro e o prato mais pequeno (porque o cranck não tinha protecção).
O mais importante de todos estes melhoramentos foi sem dúvida o da suspensão (grande ajuda para baixar o peso ao conjunto). De origem com uma Manittou 80mm de 2,4 kg, passei para uma Rock Shox Reba 09 100mm de 1,6 kg. É sem qualquer margem de hipótese o melhor up-grade que fiz. Aconselho a quem quiser andar a “brincar” com alguma segurança. Já as vi na Fizzbikes a 159 euros (é preciso estar atento).
Depois deste up-grade, seguiram-se outros mais pequenos, dos quais destaco o selim. Passei, por oferta do meu Compadre, para um SMP ergonómico e com rasgo para respiração da zona sob a próstata. E mudei o espigão de selim para um amortecido. Imaginava comprar um USE, mas como não tive “tempo”, aproveitei o “emprestadado” do Ricardo, um Spiner 100 da Dechatlon (muito bom, principalmente para quem não tem outro).
Estou portanto, cada vez mais satisfeito com a minha bike. O que não implica, fazer-lhe mais melhoramentos. Alguns serão de carácter forçado (tenho um manipulo partido, que, por perícia está remendado), além de outras coisas.
Para já é tudo. Sempre que fizer algum “incremento”, tentarei expô-lo por aqui.
Saudações, daquelas que vocês já tão bem conhecem.
“O Guarda-Rios”
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