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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ecopista do Vale do Vouga

Fazendo a ligação entre Viseu (Avenida Europa) e Sernada do Vouga, onde ainda chegam os comboios desde Espinho, são mais de 75 km. Numa linha, que na sua origem, entre Espinho e Viseu, percorria 140. A Sernada do Vouga chegam ainda, comboios vindos do Ramal de Aveiro, que se mantém activo.

À saída de Viseu não se vislumbram sinais da antiga linha, já que o espaço por esta ocupado foi aproveitado para construir novas avenidas de acesso às aldeias limítrofes, que entretanto ficaram sem ligação férrea à cidade. É assim, na ampla Avenida Europa, e depois, em Abravesses, Pascoal e Campo (Mozelos). Só a partir de Travanca Budiosa damos início à Ecopista verdadeira, perfeitamente definida pelos declives pouco acentuados (impreteríveis ao avançar de um comboio) e aos túneis, pontes, e relevos de pedra recortados à máquina e/ou a explosivos, por onde – Ainda à pouco mais de vinte anos - passavam as auto-motoras da CP.

Por conversas com alguns elementos da população, fiquei também a saber, que nem todas as travessas de madeira e carris de aço foram levantados (…às vezes ainda se sentem, e vêem…). Esse processo foi sendo realizado consoante as construções de estradas, que entretanto se tornaram obrigatórias, para servir as povoações e casas, que até ao final do século passado viviam marcadas pela proximidade do Comboio.

Todo este trajecto, assim, tal qual se encontra, é uma das formas mais atractivas de andar descontraidamente em BTT, e conhecer o nosso belo e heterogéneo país. Por ter declives constantes e pouco acentuados, torna-se acessível a qualquer bttista e proporciona um passeio lúdico e de cariz histórico/geográfico, que, de outra maneira seria muito difícil ou de acessibilidade reduzida. No fundo, é dar proveito à(s) grande(s) obra(s), desenvolvidas desde o final do século XIX até meados do século XX, e que cobriam quase todo o território Português de linhas férreas.

Com o suprimir de algumas dessas linhas, foram criadas pela CP/Refer as Ecopistas.

-Na minha opinião; - Prefiro-as, tal qual está esta, na sua parte não asfaltada (futuramente, tornada ciclovia), entre Travanca Budiosa e Paradela, e entre a Foz do Rio Mau e Sernada do Vouga. Mas compreendo a vontade das edilidades em torná-las atractivas para o ciclista ocasional (normalmente de fim-de-semana) e para as famílias e crianças, tapando os trilhos (…alguns já são singles..) com os pisos e cores habitualmente associados às ciclovias.

Humildemente, gostaria de propor; - Sem excluirmos as descritas empreitadas, que mais tarde ou mais cedo, vão transformar este(s) trajecto(s) em ciclovia(s), a possibilidade de termos as duas versões ao mesmo tempo. Sempre que o espaço o permitisse, deixar coabitar uma linha de ciclovia, paralelamente com um espaço de progressão não asfaltado, tipo terra batida ou “Tout-Venant”.

Ainda maior que este pedaço de Ecopista, que brevemente será totalmente tornado em ciclovia, só conheço a Ecopista do sabor, com os seus 104 km (… até ver, ainda pouco asfaltados…), que tentarei descobrir a médio prazo.






Atividade: mountain bike
próximo a Vendas de Travanca, Viseu (Portugal)
Extensão da trilha: 71,53 quilômetros
Elevação mín: 35 metros, máx: 481 metros
Altura acum. subida: 397 metros, descida: 828 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado
Horas: 5 horas 14 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 1753
© nés Todos os direitos reservados




Primeiro indício da presença da antiga linha férrea por estas bandas.
- A estação de Travanca de Bodiosa.
Por aqui, e como se pode comprovar pela placa de informação quilométrica na parede, estamos perante o P.N.K. 132.o22. A contagem inicia-se em Espinho, mas em termos de linha em actividade, está interrompida em Sernada do Vouga, no km 61,5. Daí, e até à antiga estação de Viseu (actual rotunda no final da avenida Europa, com a av. Cap. Homem Ribeiro), no que seria o km 140, desenvolve-se a Ecopista em questão.
Por agora, circula-se em terra. para um futuro próximo será tudo em ciclovia. Tal como temos na Ecopista do Dão.




Este acesso, com que me deparei logo após a Estação de Termas de São Pedro do Sul, é um dos poucos pontos que poderá criar algumas dúvidas.
Depois da dita estação temos que atravessar a estrada e voltar a apanhar a Ecopista dentro desta rede.




Antiga ponte férrea de São Pedro do Sul, onde ainda hoje se circula. Não só por fazer parte da Ecopista, como pelo facto de ser uma alternativa à EN 16 para o trânsito motorizado.




Uma antiga locomotiva em Vouzela.



Uma das várias pontes desta antiga linha.
- Em Travanca, ainda se vêem os carris e sentem-se os parafusos de travamento às travessas...




...Aliás, não é só nas pontes que se sentem esses relevos. Em alguns troços desta Ecopista, além de se sentirem, também se podem ver as travessas da antiga linha férrea.




Com o aproximar do fim desta Ecopista, já depois de termos cruzado os cerca de 6 quilómetros que já têm "tapete vermelho" da ciclovia do Sever do Vouga, e seguindo o caminho de Sernada do Vouga, podemos usufruir destes autênticos singles. Por falta de uso da Ecopista e por estarmos muito próximos da estrada, alguns destes troços vão fechando.




Onde provavelmente existiria uma ponte (será o cimento o suporte de tal estrutura?), hoje temos uma íngreme rampa que nos leva até à estação de Paradela, onde começa a ciclovia de Sever do Vouga.



- Carvoeiro. Último apeadeiro desta Ecopista, para quem circula desde Viseu.



Auto-motoras existentes na Linha do Vouga (parte activa), entre Espinho e Sernada do Vouga.
Nesta, podemos ver uma pequena recordação dos 100 anos desta linha férrea.


GR e RA




sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ciclovia de Sever do Vouga - Paradela-Foz do Rio Mau (Parte feita da futura Ecopista do Vouga)


Estes cerca de seis quilómetros pavimentados e pintados de vermelho, em forma de ciclovia, ligando a antiga estação de Paradela e o apeadeiro de Foz do Rio Mau, fazem parte de um troço inactivo da linha do Vouga. Em conjunto com outros, cerca de 70 km não asfaltados, cumprem uma das maiores Ecopistas criadas pela Refer, aproveitando a extinção de algumas ligações ferroviárias do país.

Sobre a Ecopista da Linha do Vouga, na sua totalidade, falarei num post específico, onde irei abordar essa ligação.





Atividade: mountain bike
próximo a Paradela, Aveiro (Portugal)
Extensão da trilha: 5,49 quilômetros
Elevação mín: 43 metros, máx: 100 metros
Altura acum. subida: 1 metros, descida: 54 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado a subir. Fácil a descer.
Horas: 19 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 120
© nés Todos os direitos reservados


Algumas Fotos :

Início da Ciclovia e respectiva sinalização, em frente à antiga estação de caminhos de Ferro de Paradela, Sever do Vouga, Aveiro.
O tapume esconde uns metros de ciclovia, agora inacessíveis.




Descida ao longo do vale do Vouga.




Parte inicial da ciclovia, onde outrora, a linha férrea fazia um recorte na rocha.
Sinal indicativo do duplo sentido de circulação na ciclovia. Facto recorrente nas nossas ciclovias, mas muito pouco sinalizado.




Antiga ponte Férrea sobre o Vouga, entre a estação de Paradela e o apeadeiro de Foz do Rio Mau.
Nos dias de hoje, usada para a circulação de pessoas, e veículos sem motor, em forma de ciclovia. Única parte desta ciclovia não pavimentada.




Um dos túneis desta Linha Férrea/Ecopista/ciclovia.



GR e RA

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ciclovias de Aveiro (Avenida)



Atividade: mountain bike
Extensão da trilha: 0,8 quilômetros
Elevação mín: 19 metros, máx: 52 metros
Altura acum. subida: 14 metros, descida: 6 metros
Grau de dificuldade: skill Fácil
Horas: 6 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 37
© nés Todos os direitos reservados


Algumas fotos :

A ciclovia desenvolve-se pelo separador central da avenida.
Com o uso, e a degradação causada pelo tempo, muitas vezes, já não se consegue discernir por onde é que se estende esta ciclovia.



Uma parte desta antiga ciclovia está numa pequena faixa delimitada no próprio pavimento empedrado da estrada.
Passados uns metros deriva, via passadeira demarcada, para a placa central da avenida Dr. Lourenço Peixinho.



À porta da parte nova da Estação de Caminhos de Ferro de Aveiro.
- Uma "Ilha" de estacionamento das Bugas, perto desta ciclovia.


RA

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ciclo / Ecovia Aveiro-Mira. (Aveiro, Coimbra)


Esta versão de mais de 27 km's da Ecovia do Mira, não corresponde na íntegra à descrita oficialmente, que podemos consultar no site “Ciclovia”, ou nos vários ligados à C. M. de Mira. Ao darmos um vista de olhos em tal informação podemos constatar a variedade de imagens e possibilidades de traçados que nos é oferecida pelas entidades que fomentaram tal infra-estrutura. Ficará por certo para breve, uma visita mais maturada a estes domínios da edilidade de Mira.

Em relação ao traçado que aqui vos apresento, que usa várias frentes da Ciclovia/Ecovia oficiais, foi-me “apresentado” quando caminhava rumo a Sul, junto à costa, numa das etapas de marcação do périplo “A Ver Água”.

Tal Ecovia foi por mim descoberta quando abandonava a Gafanha da Nazaré, com o objectivo de chegar à Praia de Mira. Entre esses dois pontos, cruzei variadíssimos locais de interesse, que este caminho ajuda a ligar. – Assim, e sempre com o Sul como azimute, passei por: - Praia da Costa Nova, Praia da Vagueira (sempre a contornar a Ria de Aveiro, na sua península Sul), até que atravessei a Ria para Este, em direcção à Gafanha do Areão, onde cruzei a linha de fronteira entre os distritos de Aveiro e Coimbra. Daí, e usando a estrada municipal número 591, continuei junto à via ciclistica e pedestre, onde por vezes, há algumas interrupções no piso e sinalização, continuando novamente após um espaço.

Na rua Dr. Manuel Estrela, abandonei temporariamente a ciclovia, para procurar trajectos mais próximos da costa, dando entrada na Praia de Mira, via Norte, pela Rua Vasco da Gama.
Neste caminho, algumas vezes coincidente com as ciclovias e ecovias de Mira transitei sempre em zonas costeiras dos distritos de Aveiro e de Coimbra.

Devo deixar aqui mencionado, que o trajecto percorrido, é apenas um dos sentidos desta Ecovia de Mira, podendo os interessados, usar uma outra hipótese paralela para o regresso a Aveiro.

Para um apanhado mais completo, ficou-me a faltar a passadeira das Lagoas, já que tive oportunidade de fazer uma boa parte da ciclovia dos Moinhos, quando, na manhã seguinte, saí de Mira em direcção á Praia de Vieira de Leiria.


O Track :





As Fotos :

Aspecto da Via ciclística e pedestre, perto da Gafanha do Areão.


Passagem da ciclovia, logo a seguir à ponte da Barra, a caminho da Costa Nova.

R.A.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Ciclovia da Barra. Aveiro


...Atravessada a Ria, atraquei na Gafanha da Nazaré. Era tempo de prosseguir com o trajecto que vinha a marcar desde Espinho, usando a costa portuguesa para continuar o "A Ver Água".

Quando contornava a Gafanha pela costa e me dirigia para a ponte de acesso à praia da Barra e Costa Nova, descortinei a existência de mais uma ciclovia com início na rua de São Paulo e que atravessa a Ria da Costa Nova para Oeste.

São quase três quilómetros (pelo menos a parte por mim usada), que oferecem duas vertentes após o términos da ponte, ou se vai para a Praia da Barra, ou, e passando por baixo do final da IP5, tomamos a direcção da Costa Nova.

O Track :




Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334198


As Fotos :

Ponte sobre a Ria.



Fim desta parcela de ciclovia, no lado da Costa Nova, com a indicação da possibilidade de ir-mos até à Barra.



R.A.

Ciclovia Torreira (N327). Aveiro


Pequeníssima referência do que virá a ser uma rede de ciclovias muito abrangente, e que cumprirá toda a zona Norte da Ria de Aveiro entre a Murtosa e São Jacinto, esta, com apenas 200 metros, começa logo à saída da Torreira, na N327, e termina de forma abrupta, e sem aviso, no areal da Ria.

O Track :




Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334209


As Fotos :

Passeio contíguo à N 327.


Parte final, que termina desta forma.



R.A.


sábado, 29 de janeiro de 2011

Ciclovia Ponte Varela (Murtosa) Torreira. Aveiro



Ciclovia de belas vistas, que une e contorna a Ria de Aveiro desde a Murtosa até desembocar em plena praia, à beira das dunas de São Jacinto, na Torreira.

Neste caso específico, tal ciclovia foi por mim usada na marcação do "A Ver Água", quando fazia a península norte da Ria de Aveiro em direcção a São Jacinto, onde me esperava o barco para atravessar para a Barra.

Com pena minha, já que tinha o tempo contado, não pude fazer a parcela de ciclovia que se prolonga desde a ponte da Varela até à zona urbana. Apenas usei a parte da costa, que tem continuação na berma (larga e isolada, logo, segura) da N327 até à Torreira. É desses mais de 5,5 km´s por mim usados o track exposto e as fotografias em baixo.

O Track :




Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334192


As Fotos :

A Ciclovia usa a ponte de Varela para passar a Ria de Aveiro para a outra margem, a caminho da Murtosa.



Na península de São Jacinto usa a parte adjacente da N327 para seguir rumo a Sul.


NOTA: Esta ciclovia integra-se numa rede mais vasta de infra-estruturas que estão em desenvolvimento. Algumas delas, já disponíveis.


R.A.

Ciclovia Furadouro (Ovar). Aveiro

Mais uma ciclovia que já conhecia de tempos longínquos, quando andava a trabalhar um pouco por todo o país. Pelo menos duas vezes por ano, ia a Santa Maria da Feira, e de lá, normalmente ao sábado, tomava o caminho de Ovar e da Praia do Furadouro, para umas belas passeatas de bicicleta.

Reencontro agora este trajecto, ou pelo menos parte dele, já que nem todo foi construído ao mesmo tempo, na prospecção que executei pela costa portuguesa, entre o Lima e o Tejo, e á qual chamei; "A Ver Água". Não só pela sua proximidade com o Atlântico, mas porque quase sempre progride perto desse elemento vital. - Ele são Rios, Ribeiras, Rias, Lagoas, e, claro está, o Oceano.

No que toca a dados concretos, esta ciclovia, geograficamente parecida com as suas antecessoras a Norte (Esmoriz e Cortegaça), estende-se por mais de três quilómetros, desde a cidade, neste caso Ovar, até à praia, neste caso, do Furadouro.

Como mencionei, a construção desta via aconteceu em fases distintas, logo, temos uma parte mais antiga e degradada, que vai desde a N327 até à costa pela Av. do Emigrante, e, uma parcela mais recente, dividida por zonas, em que os peões e as bicicletas têm espaços próprios de circulação, que usa a Av. da Régua para chegar a Ovar.



O Track :



Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334190


As Fotos :

Este é o aspecto que apresenta a ciclovia na avenida do Emigrante, que vai desde a Estrada Nacional 327 atá à rotunda de entrada no Furadouro.


Por outro lado, temos a avenida da Régua, que faz a ligação da N327 até à cidade de Ovar.



R.A.

Ciclovia de Cortegaça (c/ ponte). Aveiro


Mais uma ciclovia que dá acesso à paria. Neste caso, esta tem a particularidade de passar por zonas bem distintas; Assim, e usando uma das duas hipóteses à disposição (uma em cada lado da estrada), podemos ir, desde a praia e zona habitacional adjacente (desde a Av Infante D. Henrique), até á zona da Estação de Cortegaça usando a ampla avenida da praia. Pelo meio, ainda temos que atravessar uma vasta área de pinhal e eucaliptal que divide a zona urbana da costa, e uma ponte sobre a linha férrea.

Encontrei estes mais de três quilómetros, quando vinha da Rua da floresta, onde marcava o "A Ver Água".


O Track :




Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334183


As Fotos :


Boa sinalização horizontal e vertical. Como no caso de Esmoriz, o passeio serve para peões e bicicletas.



O extenso arvoredo que separa a parte urbana da costa, origina este aspecto curioso na ciclovia.



R.A.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ciclovia de Esmoriz. (Aveiro)

...Não perdendo o rumo...
...Continuei para Sul, junto à costa, sempre em busca da melhor alternativa para prosseguir a marcação do "A Ver Água".
Tal objectivo fez-me encontrar variadas praias, muitas delas (quase na sua maioria), têm uma ciclovia.
Esta de Esmoriz não é excepção. Das mais antigas e usadas, faz a ligação em cerca de 1,5 km, entre a parte central da cidade, e a praia de Esmoriz. Para isso usa a avenida da praia

O Track (Representado aqui somente pela parte que percorri. Ao que sei, tal ciclovia estende-se mais para o interior a cidade) :



Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334170


As Fotos :

Como todo o passeio está pintado, a zona destinada à circulação das bicicletas está bem sinalizada para que não haja acidentes com os peões. Está tudo muito bem marcado e definido.

Para além deste sentido, em direcção à praia, este conjunto de ciclovias possui ainda uma outra opção do lado contrário da rua, que permite dividir o movimento das bicicletas.

R.A.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ciclovias de Silvalde (Praia, Estação, Golfe). AVEIRO



Ciclovia curiosa, que acompanha a estrada de acesso à praia de Silvade, e regressa pelo outro lado da mesma estrada. Tem início a pouco mais de 500 mt da anterior (a Sul). Começa perto da estação de comboios de Silvade, entre a rua do golfe e a da Carreira de tiro.

Está inserida num conjunto de infra-estruturas que inclui na zona adjacente, um campo de golfe.

O trajecto de ida e volta, passando pela rotunda, não tem mais de 300 mt de extensão. No que certamente será um projecto para prolongar até Paramos.


O Track :



Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334169


As Fotos :

Acabadinha de construir. Ao lado tem um campo de golfe.




Ao fundo, as ruas do golfe e da Carreira de tiro.



R.A.

Ciclovias de Silvalde (Praia, Espinho). AVEIRO

Desta vez sem foto, por ter sido, tal como a da Marginal de Espinho, percorrida à noite, com o termómetro a rondar os 0 graus.
Esta pequeníssima ciclovia, com pouco mais de 200 mt, poderia perfeitamente ser a continuação da que referi anteriormente, não só por estar no enfiamento da de Espinho, na rua 2, como também, porque faz a tangente ao passeio da praia, mas cerca de 200 mt mais a Sul.

Quanto a mim o que não facilita essa junção, é o mesmo que se passa um pouco com muitas situações similares, em que temos ciclovias tão próximas, mas tão distantes. Quando se tratam de empreitadas distintas, em que muitas as entidades que adjudicam tais obras são de distritos, concelhos ou mesmo (...e para cúmulo...) de freguesias diferentes, não há ligação.
-É a burocracia...

Assim se passa aqui, no bairro piscatório, nesta freguesia de Silvalde, concelho de Espinho e distrito de Aveiro.

O Track :



Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334166
R.A.

Ciclovias de Espinho (Marginal da Praia), AVEIRO

Será certamente por coincidência, mas, sempre que faço esta ciclovia, que usa a marginal de Espinho para proporcionar um esplêdido passeio, faço-o pela noite. Normalmente com um frio de rachar, é quase sempre assim que cumpro tal epopeia. Já tinha acontecido com a "Rota dos Castelos", onde dou uso a tal parcela para fazer , em etapa nocturna, a ligação à sé do Porto, e o mesmo aconteceu desta vez, com a marcação do "A Ver Água".

Nestes mais de 800mt podemos calcorrear uma boa parte do calçadão junto à praia, dentro de um espaço devidamente assinalado. É na Rua 2 que se desenvolve parte desta ciclovia, limitada a Sul pela rua 41 e a Norte pela 23, que três ruas mais para Este têm na Avenida 8, ligação para outras duas ciclovias aqui registadas, a da Av. 8 e a da R. 23.

O Track :



Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334165




Da esquerda para a direita; Típicas casas de Espinho, rua 2, Ciclovia, calçadão, e praia. Mais uma vez, à noite.

R.A.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ciclovias de Espinho (Rua 23), AVEIRO

Mais uma pequena ciclovia da cidade de Espinho, que acabei por registar quando fazia a marcação do " A VER ÁGUA".
Com apenas 400 mt faz de ligação entre o coração de espinho (Av 20, Av 24), onde se encontra o jardim e o Centro Multimeios de Espinho e a Ciclovia apresentada anteriormente (Rua 8).
Tal como a própria rua 23, esta ciclovia, apresenta um declive pouco acentuado.

O Track :



Link para o track no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334161



Apesar da visível sinalização, todo o cuidado é pouco para fazer esta travessia. Por ser uma rua com muito movimento de trânsito, relacionado com o comércio existente, e por ser uma das vias escolhidas para deslocar o tráfego para Este.

R.A.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ciclovias de Espinho (Avenida 8), AVEIRO


...Já tinha estado sobre esta ciclovia em ocasiões anteriores, mas só agora senti necessidade de lhe fazer um levantamento.

Primeira de três ciclovias de Espinho, integra-se num conjunto vasto (algumas dezenas) de ciclovias que vou encetar por aqui, e que se referem a este passagem costeira pelo centro de Portugal. Obviamente, integrado no já mencionado "A Ver água".

Desta forma ficam assim registadas mais algumas vias de circulação para bicicletas, que vamos encontrando, cada vez com mais frequência, no nosso país.
Apesar de já haver alguns sites que fazem este tipo de abordagem (destaco o "Ciclovia", com o qual colaboramos), sentimos a necessidade de mostrar tais infra-estruturas, através de uma visão pessoal.

Neste caso, esta pequena parcela de ciclovia não tem mais do que 250 mt, percorrendo uma parte de uma das avenidas mais frequentadas da cidade de Espinho, nomeadamente a avenida 8, onde se situa a estação dos comboios.


O Track (Avenida 8) :




Link para o traçado no Wikiloc : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1334163




R.A.