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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Estrada - Volta Longa - Lisboa (oriente)-Fátima- Lisboa [263 2500 27]



Volta de estrada longa, desde Lisboa (estação do Oriente) até Fátima (Cova da Iria) e regresso por estradas diferentes. Num total de 265 km, para um acumulado ascensional relativo de cerca de 2500 mt, a uma média de andamento de 27 km/h. Atenção: - Esta volta, no regresso a Lisboa, tem uma pequena passagem (cerca de 4 km) pela IC2, num troço entre a asseiceira e a Espinheira, que pode ser evitado seguindo em frente pela EN 1. Eu fui induzido em erro por uma indicação errónea, mas acabei por sair na seguinte saída. Se puderem evitar, melhor. No sentido Norte faz passagem nas seguintes localidades e pontos de interesse: Parque Das Nações, Sacavém, Rio Trancão, EN 10, Alverca, Vila Franca de Xira, Carregado, EN 3, Azambuja, Cartaxo, Vale de Santarém, Santarém, Póvoa de Santarém, Pernes, Rio Alviela, Parceiros de São João, EN 243, Zibreira, Casais Martanes, Pedrogão, Alquiedão, Pafarrão, EN 357, Fátima. O Regresso, no sentido Sul, usou as seguintes estradas e localidades: Fátima, EN 360, Boleiros, Vale Alto, Covão do Coelho, Minde, EN 243, Casais Robustos, Moitas Venda, Vila Moreira, EN 361, Monsanto, Amiais de Cima, Coutada de Cima, Alcanede, Fráguas, Rio Maior, EN 1, Asseiceira, Espinheira, Marés, Ota, Cheganças, próx a Alenquer, Casal Machado, Carregado, Castanheira do Ribatejo, Alhandra, Póvoa de Sta Iria, Sacavém e Gare do Oriente.


TRAJECTO E TRACK GPS NO WIKILOC:


Números gerais desta viagem.

VALORES APROXIMADOS :

10 mt Altitude mínima
9,45 h Tempo de andamento 
(5,15 h Para Norte; 4,30 h para Sul)
10,30 h Tempo gasto para a viagem
27 km/h Velocidade média andamento
66 km/h Velocidade Máxima
128 PPM Frequência cardíaca média
178 PPM Frequência cardíaca Max
263 km’s percorridos
450 mt Altitude Max atingida
2500 mt Acumulado ascensional relativo
6230 Kcal Calorias gastas





...Por todo o lado por onde passei, estava sempre acompanhado de um mar de Peregrinos a Nossa Senhora de Fátima. - Ou não estivéssemos nós no fim de semana que antecede o 13 de Maio.
Realmente, o que eu continuo sem perceber, é o porquê de não se conseguirem convencer as pessoas a deixarem a peregrinação de estrada, e passarem para caminhos mais interiores e protegidos (...que já os há...).





...Belas cores que adquire o Ribatejo por esta altura do Ano.





 Interessante esta povoação de Alcanede. 
É uma daquelas, pelas quais eu nunca tinha passado, ou pelo menos não lhe tinha dedicado a maior atenção...


GR


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Caminho de Fátima em BTT ("One Shot" Abril de 2014) c/ regresso em bicicleta, até Santarém



O Regresso desde Fátima, até Santarém, foi efectuado em bicicleta (BTT), mas por estrada. 
- Essa viagem teve como principal intuito, o de fazer um jantar convívio, numa famosa casa de pasto de terras escalabitanas. Falo da "Taberna do Quinzena", de onde, e depois de um agradável, mas rápido jantar, ainda tivemos tempo (ao cronómetro) de apanhar o comboio, para regressar a Lisboa. 
- Já em Lisboa, depois do desembarque na Estação do Oriente, ainda tomei o caminho de casa, em bicicleta, fazendo mais alguns quilómetros para a soma total destas quase 19 horas de Passeio, Aventura e convívio.
Ao todo fiz cerca de 230 km's, entre as 5 da manhã do dia 12 de Abril, e as 2 da madrugada, de dia 13. 
No inicio, quando se projectou este passeio, falava-se em andar durante 24 horas, não foi bem assim, mas ficámos lá muito perto. - Ficará para a próxima!

Descrição da volta (Caminho de Fátima):
Mais um Caminho de Fátima desde Lisboa, numa só tirada. Cerca de 152 km's de extenção, 1400 de acumulado ascensional relativo, a uma média de andamento de cerca de 19 km/h. Desta vez conseguiu-se juntar quinze BTTistas, oriundos de vários quadrantes; 
- Tínhamos representantes do Grupo de Sintra "Estupendos 4 Ever", de Lourel "BTT Clube de Lourel", de Sacavém "Fuga da maria" e até alguns participantes "individuais". Foi mais uma jornada de salutar BTT, sem incidentes a registar, e com a chegada de todos os elementos até ao Santuário da Nossa Sra de Fátima, Na Cova da Iría.

Em relação ao traçado, há dois ou três factos a referir: - O Caminho seguido foi o habitual nesta ocasiões, especialmente quando os "Fuga da maria" o efectuam, exceptuando duas situações. - Não fomos pelos diques do Trancão, desde Sacavém à Granja, e depois, desde Alpriate, até Santa Iria da Azóia, não usámos os canaviais e linhas da EPAL, porque essas partes do trajecto foram efectuados em nocturno, e achamos melhor não arriscar na segurança. Além da lama que sabíamos existir. 
Depois de Santa Iria e até Alverca, o percurso usou as novas pontes e passadiços, dos terrenos adjacentes ao aeródromo de Alverca.
Ainda de referir que na Serra de Santo António, antes de Minde, usámos as habituais escaladas técnicas, em vez da estrada para Covão do feto. Após o miradouro sobre o Parque Natural de Mira de Aire e Candeeiros, o trajecto volta às marcações do Caminho de Fátima.










...Longos estradões de agradável progressão, predominantemente plana... 
...Assim é, durante os muitos quilómetros de sapais e terras agrícolas, entre Forte da Casa e Santarém....





....Para depois passarmos às dificuldades do relevo e da componente técnica elevada. 
Onde o principal expoente nos é trazido no Parque Natural das Serras de Mira de Aire e de Candeeiros, mais precisamente na Serra de Santo António, entre a povoação de Monsanto e a vila de Minde...





....Cá estamos nós, representados no Grande Estupendo Paulo; No alto Serra de Santo António, com uma bela vista sobre as vilas de Minde e de Mira de Aire. Num miradouro emblemático, onde a fotografia de grupo é obrigatória...





....Mais obrigatória será esta...
Obviamente, no Santuário de Nossa Sra de Fátima.




GR


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Várias voltas de Estrada pelo Distrito de Lisboa (2) [Só Ida - Saída de Benfica e regresso por transportes ("Fuga para a Frente")]



Depois de aqui ter apresentado este "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, e no qual, os trajectos têm as características em comum, já referidas - O que me levou a fazer voltas especificas - Chegou agora o momento de alargar um pouco a abrangência territorial.

Como entretanto, e aproveitando os terrenos que habitualmente usamos para a prática do BTT estarem completamente intransitáveis, tenho feito quase em exclusivo passeios de estrada, nos quais tenho experimentando novos percursos e pisando concelhos lisboetas mais para Norte, achei que era a altura de trazer esse levantamento aqui ao blog, juntando para esse efeito, alguns trajectos mais antigos que fui desenterrar ao meu site de tracks, no Wikiloc.

Continuando com este conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento, e depois de no primeiro, ter abordado as voltas exclusivamente desenroladas dentro dos limites do distrito; - Este segundo capitulo, refere-se a trajectos iniciados dentro do Distrito de Lisboa,  como sempre - Ou quase sempre - Com inicio na zona de Benfica /Damaia, e que, neste caso se estendem para além do distrito em causa, passando para os de  Leiria (em dois casos) e para o de Santarém (noutros dois). Um dos trajectos, aos quais intitulei: - "Fuga para a Frente", não sai do distrito, já que apesar de não voltar ao ponto de origem, tem o términos na Estação de Caminhos de ferro de Alverca, logo, no distrito de Lisboa.
Neste post especifico, a passagem pelos concelhos de Lisboa não é tão relevante, mas mesmo assim posso referir que estão quase todos contemplados - Salvo erro, faltam os de Cadaval, Sobral de Monte Agraço e Arruda dos Vinhos.

Têm em comum o facto de todos terem inicio em Benfica/Damaia e terminarem fora de Lisboa. Normalmente perto de um meio de transporte, que para esse fim, usei para regressar a casa. Usualmente acontece ser de comboio (Linha do Norte e Linha do Oeste), mas ocasiões há, que o regresso se processa via veículos de amigos, como foi o caso da volta que relatarei, até Ortiga, Fátima, Santarém.
Todos têm distâncias compreendidas entre os 100 e os 200 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os mil e os dois mil metros.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:


...Todas as voltas com fronteiras de concelhos e numa imagem diurna...



...As mesmas voltas sem fronteiras de concelhos, mas com as de distritos, e em modo nocturno...



...As ditas, mas em maior (aproveitamento de espaço na imagem)...


Agora, para se ter uma ideia mais correcta das características de cada uma delas, aqui se apresentam os trajectos individualmente. (Quando ao título está associado um link, esse corresponde ao post dessa mesma volta, outrora aqui apresentada neste blog):







Por fazer parte de uma das zonas mais frequentadas mas minhas voltas em estrada, além de a ter calcorreado em reviravoltas à descoberta dos melhores spot's para o recente "A Ver Água", esta estrada está certamente presente nas imagens de cada um de nós, muitas vezes de forma inconsciente. Como exemplo posso salientar que é esta a estrada que nos leva desde Cascais até ao Guincho, ou desde o Guincho até Sintra, passando pela Malveira da Serra, Cabo da Roca e Colares. Logo aí, acredito que já tenha sido pisada por quase todos. Mas também é a estrada que nos leva desde Sintra até à Ericeira passando pela Terrugem, de onde se pode ver o palácio de Mafra.
Depois para Norte, e até Santa Cruz, esta alternativa chega a andar coincidente com a EN 9, voltando após a Lourinhã a estar bem marcada. Termina abruptamente no acesso à IP6, antes de chegar a Atouguia da Baleia. Estaremos por essa altura no KM 2.

Com o progredir das povoações, mas sobretudo com algumas construções desordenadas, muitas vezes perde-se o rumo a determinadas estradas, bem antigas e características do nosso país. O mesmo já senti quando buscava o traçado da Translusitana, a EN 2.
Progride portanto nos distritos de Lisboa e Leiria, com cerca de 110 km e 1300 metros de acumulado.





Trajecto e track GPS no Wikiloc

Aproveitando o habitual convite para a degustação das "Famosas Sopas de Verde", por parte do Clube de Veteranos de Fátima, onde eu e alguns ciclistas de Lisboa temos grandes Amigos (Obrigado Cabrita, Beto, Tony, Rui, Joel, Marco "Carlos" Nuno e aos membros do clube ...cozinheiras incluídas... Entre Outros...), anualmente realizada em Ortiga, Fátima, em meados de Novembro, desloquei-me em bicicleta de estrada para mais uma bela volta pelo Vale do Tejo e Serra de D'Aire.
Esta volta inclui passagens por terras como: - Lisboa, Sacavém, Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira, Castanheira do Ribatejo, Carregado, Vila Nova da Rainha, Azambuja, Cruz do Campo, Cartaxo, Vila Chã de Ourique, Vale de Santarém, Santarém, Póvoa de Santarém, Almajões, Pernes, Rio Alviela, Liteiros, Zibreira, Casais Martanes, Pedrógão, Alqueidão, Pafarrão, Serra de Aire, Bairro, Moitas e Capela de Nossa Sra de Ortiga, Fátima.
 Trajecto maioritariamente cumprido em estrada (N10 e N3), mas com duas passagens em estradões de terra batida: Antes de Santarém e antes da Zibreira. Estes dois troços têm alternativa, e poderão ser feitos por alcatrão. Em Santarém, continuar pela N3 e atravessar a cidade, voltando ao track na rotunda do McDonalds, na Estrada para a Póvoa da Santarém, e antes da Zibreira, continuar pela estrada para fazer a ligação à E243.
Trata-se portanto de um volta que abrange dois distritos, os de Lisboa e Leiria, tem cerca de 140 quilómetros, com quase 1500 metros de acumulado.





Num total de quase 160 km, já que contempla a ida desde Lisboa, para Norte, para as Caldas da Rainha e Nazaré e depois o regresso às caldas para apanhar o comboio, de regresso a casa.
Desde Damaia, Amadora, Lisboa, usando a EN 8 a partir de Odivelas, Loures, Lousa, Venda do Pinheiro, Malveira, Vila Franca do Rosário, Gradil, Freixofeira, Carvalhal, Torres Vedras, Ameal, Ramalhal, Outeiro da Cabeça, entrada no distrito de Leiria, Bombarral, Paul/Delgada, São Mamede, A-da-Gorda, Óbidos, Caldas da Rainha, Tornada, vale de Maceira, passagem para a EN 242, em Alfazeirão, São Martinho do Porto, Rio Alcobaça, e regresso via Macarca a Caldas da Rainha.
Com o constante relevo acidentado da zona Oeste, esta volta acaba por ter cerca de dois mil metros de acumulado ascensional.





… Fui traído por um joelho, e o pior é que o malandro não estava só. Com ele estavam também, a chuva; um certo cansaço, composto na sua maioria por uma recuperação deficiente do esforço da Via de la Plata; mas principalmente, pela minha teimosia e falta de informação.
Tinha planeado (se não chove-se), sair bem cedo e fazer-me à ESTRADA, na pura acepção da palavra. Escolhi a N1/IC2 para progredir para Norte, tanto quanto possível na perspectiva de treinar estrada e resistência, e, testar os meus limites quilométricos numa via que não apresenta, à partida, grandes declives, e é na sua essência, composta de um piso razoável. Descobri à-posteriorí, no pouco que por lá andei, que não é o traçado ideal para fazer num Domingo de “domingueiros do volante”.
Nesta colagem de estrada; - EN 10, de Sacavém ao Carregado; - EN 3, do Carregado a Torres Novas; -  EN 349, de Torres Novas a Ourém; - EN 113, de Ourém a Leiria e - EN 1/ IC 2, de Leiria a Pombal, foram feitos quase 190 quilómetros, e perto de 1700 de acumulado.





Volta de Estrada pelos Concelhos de Amadora, Odivelas, Loures, Malveira, Torres Vedras, Alenquer, carregado, Vila franca de Xira e Alverca.
Usando essencialmente as estradas N 8, N 9, N 115, N 355, N 1 e N 10.
Volta com quase 115 km e pouco mais de 1000 mt de acumulado.



GR



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Lisboa - Serra de Montejunto - Torres Vedras - Montachique - Loures - Lisboa, em Estrada


"Situada na sequência do alinhamento montanhoso do maciço calcário da Estremadura, a Serra de Montejunto oferece um curioso contraste paisagístico e climatérico. A oeste, envoltas pelo azul do mar encontram-se as ilhas das Berlengas e a noroeste, o Sítio da Nazaré, a sul o "cinza" das cristas da Serra de Sintra e para sudeste os campos verdes das Lezírias do Tejo e dos "Olivais de Santarém".

VOLTA DE ESTRADA COM SERRA DE MONTEJUNTO

Desde à muito por fazer, este track, sai de Benfica e cruza Lisboa por: - Rua da Venezuela, Calhariz de Benfica, Avenida Lusíada, Alameda da Cidade Universitária, Campo Grande, Avenida do Brasil, Olivais, Avenida de Berlim e Moscavide, faz a Expo até Sacavém, entrando depois na EN 10. Passa por Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. Na EN 1, progride por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Cheganças e Ota. O Inicio da subida até ao alto da Serra de Montejunto acontece por Abrigada. 
O regresso aponta para Torres Vedras, passando por Vila Verde dos Francos, Rodeio, Aldeia Grande, Maxial, Ermigeira e Sarge. Depois toma a EN 9, a EN 248 e a R 347 para Lisboa. Até Lá, passa por Runa, Caxaria, Ribaldeira, Dois Portos, Feliteira, Gozundeira, Malgas, Perna de Pau, Espregueiras, Milharado, Póvoa da Galega, Vale de São Gião, sobe a Cabeço de Montachique e desce para Loures. Antes de Chegar à Damaia/Benfica ainda cruza Odivelas e sobe à Pontinha.

Foram cerca de 155 km's, com mais de 2000 metros de acumulado ascensional.








...Numa das encostas da Serra, já a caminho do topo, nas antenas, pode-se ter uma visão alargada da vertente Norte/Noroeste, e de uma imagem curiosa - Não sei até que ponto, não estará associada ao facto de haver um quartel nas imediações - A existência de um mastro com uma Bandeira Nacional, no alto de um penhasco...




... Logo a seguir e rodando a nossa perspectiva um pouco, podemos ver, a Oeste, a localidade de Pragança...





...Já lá no cimo, a mais de 660 mt de altitude, podemos avistar algumas antigas construções, agora em ruínas, que datam do Século XII. 
- É assim com este maciço, do que terá sido um convento dominicano...





...Também podemos visitar a Ermida de Nossa Senhora das Neves, ponto mais alto do distrito de Lisboa, com 666 metros, e avistar algumas das antenas que servem toda esta região da Estremadura de Portugal.


GR

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

VOLTA DE ESTRADA - Damaia/Benfica (Lisboa) - Ortiga (Fátima, Ourém)


Aproveitando o habitual convite para a degustação das "Famosas Sopas de Verde", por parte do Clube de Veteranos de Fátima, onde eu e alguns ciclistas de Lisboa temos grandes Amigos (Obrigado Cabrita, Beto, Tony, Rui, Joel, Marco "Carlos" Nuno e aos membros do clube ...cozinheiras incluídas... Entre Outros...), anualmente realizada em Ortiga, Fátima, em meados de Novembro, desloquei-me em bicicleta de estrada para mais uma bela volta pelo Vale do Tejo e Serra de D'Aire.

Esta volta inclui passagens por terras como: - Lisboa, Sacavém, Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira, Castanheira do Ribatejo, Carregado, Vila Nova da Rainha, Azambuja, Cruz do Campo, Cartaxo, Vila Chã de Ourique, Vale de Santarém, Santarém, Póvoa de Santarém, Almajões, Pernes, Rio Alviela, Liteiros, Zibreira, Casais Martanes, Pedrógão, Alqueidão, Pafarrão, Serra de Aire, Bairro, Moitas e Capela de Nossa Sra de Ortiga, Fátima.

Trajecto maioritariamente cumprido em estrada (N10 e N3), mas com duas passagens em estradões de terra batida: Antes de Santarém e antes da Zibreira. Estes dois troços têm alternativa, e poderão ser feitos por alcatrão. Em Santarém, continuar pela N3 e atravessar a cidade, voltando ao track na rotunda do McDonalds, na Estrada para a Póvoa da Santarém, e antes da Zibreira, continuar pela estrada para fazer a ligação à E243.





GR

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ciclovias de Santarém (Avenida Nossa Senhora de Fátima - Rua Brigadeiro Lino Dias Valente)



Esta ciclovia é relativamente recente e fica situada numa zona essencialmente residencial da cidade. Na parte Oeste de Santarém, entre a circular urbana de Santarém, Dom Luís I, e o centro da cidade. Com início nas imediações da Escola Básica São Domingos, passa pelo Hospital de Santarém e pela Escola Básica nº 6, terminando às portas de Vale de Estacas, perto do edifício dos Bombeiros voluntários e da rotunda do "McDonalds".
São quase dois quilómetros de piso asfaltado, com cobertura vermelha, devidamente assinalado e demarcado.
Esta ciclovia tem uma pequena interrupção entre a Avenida Nossa Senhora de Fátima e Avenida Bernardo Santareno, na EN 365.




Algumas fotografias:












GR e RA

sábado, 9 de novembro de 2013

ESTRADA NACIONAL 2 (EN 2 FARO - CHAVES) TRAÇADO COMPLETO



Toda esta EN 2 é uma manta de "patchwork", com uma variedade de relevos e paisagens, gentes e culturas, incomparável com qualquer outra Estrada de Portugal. Cruza alguns dos mais importantes rios de Portugal e Ibéricos, com destaque, nomeadamente, para o Mondego e o Zêzere, para o Tejo e o Douro. Várias Serras fazem parte deste itinerário, lá estão a do Caldeirão (Algarve), da Lousã (Coimbra), de Montemuro (Viseu) e do Marão (Vila Real). As Barragens também têm uma palavra a dizer neste longo "meridiano" intra-Português, é assim que transpomos as de Montargil (Sôr), do Cabril (Zêzere) e da Aguieira (Mondego).
Tudo isto e muito mais, numa imensidade de Aldeias, Freguesias, Vilas, Autarquias, Cidades, Concelhos, Províncias e Regiões... Para simplificar... Ou não... Deixo-vos as províncias transpostas, algumas de lés-a-lés, outras de forma meramente tangencial. Iniciando este périplo pelo quilómetro 737, em Faro (São Brás de Alportel), e norteando até ao km 0, em Chaves (Vila Real), temos que calcorrear por entre as de; Beja (de Almodôvar a Ferreira do Alentejo), Setúbal (Torrão), Évora (de Alcáçovas a Mora), Santarém (primeiro, menos de 5 km, entre Ciborro e Brotas, no Concelho de Corruche, e depois em Bemposta e Abrantes), Portalegre (Montargil e Ponte de Sôr), Castelo Branco (desde Vila de Rei, até Pedrogão Pequeno), Leiria (Pedrogão Grande), Coimbra (Alvares - Penacova), Viseu (Santa Comba Dão - Lamego), e finalmente, Vila Real (desde o Peso da Régua, no Douro, até Chaves, no Tâmega).

Na América do Sul existe a "Ruta 40", vinte vezes maior. Os Americanos têm a "66 Road", que faz dez da nossa. Mas fazendo a respectiva correspondência, a EN 2 deve ser tão ou mais diversificada e, se não mais; - É a "NOSSA"!

Descrição da Viagem por Etapas:

1ª Etapa- Faro-Torrão,
                                             2ª Etapa- Torrão-Vila de Rei,
                                                                                 3ª Etapa- Vila de Rei-Viseu,
                                                                                                               4ª Etapa- Viseu-Chaves








Números gerais desta viagem.

VALORES APROXIMADOS :

8 mt Altitude mínima
8,10 h Média diária de andamento
10 Localidades visitadas
22,5 km/h Velocidade média andamento
32,5 h Tempo gasto a andar
70 Localidades passadas
76 km/h Velocidade Máxima
120 PPM Frequência cardíaca média
175 PPM Frequência cardíaca Max
185 km’s Média diária
730 km’s percorridos (Só EN 2)
990 mt Altitude Max atingida
2400 mt Média diária de acumulado subido
3080 mt Acumulado máximo diário subido
4875 Kcal Média diária calorias
9300 mt Acumulado de descida
9600 mt Acumulado de subida
19500 Kcal Calorias gastas




...À partida temos o 737,
...assim, qual nome de avião.
 Esta, é daqueles que se repete
...logo, se me aparecer a ocasião...




Depois de Faro, há que subir ao Caldeirão,
é assim que começa esta estrada nacional.
Daqui, sempre a descer até à do Vascão,
ou não fosse essa, a porta do Alentejo, afinal.





Entre Sardoal e Vila de Rei,
...pedala-se na variante...
ninguém mo disse, mas sei;
- 370! - É do meio p'ra diante.




Logo pela manhã, muito cedo,
já eu estava no centro de Portugal.
Depois cumpriu-se o meu pior medo,
veio a chuva. - Foi o maior mal.




Foram transpostas muitas barragens,
...Montargil, Cabril... - Esta é a da Aguieira!
Depois, a N 2 segue por outras paragens,
e nós, metidos num desvio. - Não é brincadeira!




Montemuro, Douro Vinhateiro e Marão,
são serras que temos como Norte,
Monfurado, Lousã, e Caldeirão;
- já as passámos; - Olha que sorte!




Objectivo há muito tempo sonhado,
realizou-se sem grandes entraves.
 Inverteu-se o que estava planeado. 
  Fez-se desde Faro, até Chaves.



Auxiliar de memória de
Dormidas e Comidas na Estrada nacional 2 “De Faro a Chaves”

FARO (dia de chegada):
Dormida – Pousada da juventude de Faro. Preço- 11 euros c/ p.a. Pontuação (factor qualidade/preço de 0 a 10): 9
Jantar – Restaurante São Domingos. Sopa de Legumes, Bacalhau com natas, Torta de Amêndoa e um Bom Medronho caseiro. Pontuação (q/p): 7,5

TORRÃO (1º dia)
Dormida – Residencial do Restaurante “Cozinha Alentejana”. Preço- 18 euros. Pontuação (q/p): 8
Jantar - Restaurante Cozinha Alentejana. Ensopado de Borrego em tacho de Barro, bem acompanhado com um tinto de Pias. Pontuação (q/p): 8,5

VILA DE REI (2º dia)
Dormida – Residencial do restaurante “O Cobra”. Preço- 17,5. Pontuação (q/p): 8,5
Jantar – Restaurante “O Cobra”. Sopa de Peixe (especialidade), Bacalhau Espiritual, acompanhado com um tinto da casa, de Borba. Pontuação (q/p): 9

VISEU (3º dia)
Dormida – Pousada da Juventude de Viseu. Preço- 10 euros com p.a. Pontuação (q/p): 9,5
Jantar – Restaurante Churrasqueia "Sto António", Na Av. Emídio Navarro. Sopa de Legumes, Frango assado e Bolo de Bolacha caseiro. Pontuação (q/p): 8



GR