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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Ciclovias de Setúbal - Moita e Moita-Alhos Vedros (Moita e Barreiro)



Durante a última volta de estrada, que efectuei pela imediações do Estuário do Tejo, deparei com mais algumas ciclovias de distrito de Setúbal, quem compõem um conjunto mais vasto destas infraestruturas nesta região, entre a Moita e o Barreiro. 



TRAJECTO E TRACK GPS DESTAS DUAS VERTENTES DAS CICLOVIAS DE SETÚBAL (MOITA / BARREIRO) NO WIKILOC:




FOTOGRAFIAS DE SATÉLITE E DIAGRAMA DAS CICLOVIAS EM CAUSA (DISTRITO DE SETÚBAL, CONCELHOS DE MOITA E BARREIRO):



...Pormenor da zona ribeirinha da Moita, Setúbal, onde a ciclovia está inserida numa zona pedonal e de lazer, mesmo junto ao Rio Tejo.





Imagem da ciclovia contigua à anterior que se perlonga desde a zona ribeirinha da moita até às imediações de Alhos Vedros, estendendo-se pela Av Fonte da Praia (Estrada Nacional 11)





Diagrama do Site Ciclovia, onde nos é dado um plano geral do conjunto de ciclovias dos Concelhos de Moita e do Barreiro, no distritode Setúbal.



GR e RA

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Estrada - M S - Estuário do Tejo (SCV-VFX-PRT ALT-MTJ-BAR-LX) [125(112) 600 31]



Volta de estrada - "Volta Longa Rapida" (VLR), pela Margem Sul, um pouco à imagem desta, mas um pouco mais pequena. - Fazendo na mesma o contorno da Reserva Natural do Estuário do Tejo, sem ir até Azeitão e Setúbal.

Estas duas voltas inserem-se num conjunto, ainda há pouco aqui trazido a este blog, com o titulo de:

As voltas apresentadas nesse post, juntamente com a última efectuada, produzem esta imagem:








Volta com cerca de 112 km´s de extensão - 125 km se incluirmos a travessia de barco, entre o Barreiro e o Terreiro do Paço (Lisboa), com pouco menos de 600 mt de acumulado ascensional relativo (boa volta para quem gosta pouco de subir), e, efectuada a uma velocidade média de andamento, de 31 km/h. O vento soprava moderado de Norte com rajadas de 25 km/h. 
Este percurso usa basicamente, as estradas N10, N118, e N11. Faz passagem nas seguintes localidades e pontos de interesse: Lisboa, Sacavém, Sta Iría, Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira, Rio Tejo, Rio Sorraia, Porto Alto, Campo de Tiro de Alcochete, Samouco, Montijo, Sarilhos Grandes, Moita, Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Barreiro, Terreiro do Paço, Av. 24 de Julho, Av. de Ceuta e Damaia (via ciclovia da radial de Benfica, que contorna o Parque Florestal de Monsanto).


ALGUMAS FOTOGRAFIAS:




...Uma vista desde a "Margem Sul", para a "margem norte" do Estuário do Tejo, a Caminho do Montijo.





...Na mesma zona, muita gente a trabalhando nos campos ferteis da Reserva Natural do Estário do Tejo. - Entre Alcochete e o Montijo.



GR



quarta-feira, 5 de março de 2014

Várias voltas pelo Distrito de Setúbal, com o EPICENTRO EM TRÓIA



Este "post" vem no seguimento da publicação de algumas das voltas antigas, que fiz durante um intervalo temporal compreendido entre os anos de 2004 e 05 - Eventualmente também em 2006 - Quando, ou por viagens familiares, mas essencialmente profissionais, e tendo a hipótese de me fazer deslocar em bicicleta (ou pelo menos que a levassem nas camionetas de carga), aproveitava para fazer longas voltas pelo país (em algumas, cheguei mesmo a pisar o de nuestros hermanos). Foi assim que encetei uma (Já) longa e profícua prospecção pelas raízes mais profundas do nosso Portugal pequenino, tentando - Algumas vezes com algum sucesso - Conhecer e compreender a sociologia das gentes e a razão das culturas e dos costumes.

O que os meus olhos têm visto e a minha memória guardado, já seria mais do que suficiente para pintar um mapa deste país, com menção a Serras, Rios, Regiões, Lendas...etc, etc... - Mas, e como muito bem sabemos; - Por muito que se conheça, acaba por não se conhecer quase nada.
...E lá vem o... - "Só sei que nada sei." (Sócrates)

Depois de ter aqui deixado uma volta pela Serra da Estrela, uma para Évora, em que me desloquei até ao local onde ia trabalhar, em bicicleta, desde a residência, e uma na península de Tróia e zonas adjacentes (um dos locais por mim usados quando em férias, a par de Chaves, também aqui descrito), tentarei, ao longo dos próximos tempos, transcrever para este blog, muitas das outras voltas que tenho arquivadas nos sites de tracks gps.



FOTOGRAFIA DE SATÉLITE CONSTRUÍDA NO GOOGLE EARTH, 
com as voltas desta região:



AS VOLTAS INDIVIDUALIZADAS:





Volta com cerca de 85 quilómetros e pouco mais de 300 metros de acumulado ascensional relativo, com inicio e términos em Sol-Tróia.
Avança pela EN 253-1 em direcção a Comporta. Passa em seguida para a EN 251, com passagem nas seguintes povoações: - Torre, Carvalhal, Estabelecimento prisional de Pinheiro da Cruz, e dando a volta na vila de Melides, regressando depois pelo mesmo caminho. 



    2. TRÓIA ALCÁCER DO SAL TRÓIA



Volta com 85 quilómetros e pouco mais de 300 metros de acumulado ascensional relativo.
Com inicio e términos em Sol-Tróia. Usa a EN 253-1 até à Comporta, e um estradão que contorna o Possanco e a Carrasqueira, apanhando a EN 253 após a Moitinha. Depois segue por essa via até ao Bairro da Quintinha, onde vira pela EN 120 para Alcácer do Sal. Aproveita a passagem da ponte e uma pequena volta pela povoação e regressa praticamente  pelo mesmo  caminho, somente com uma alteração; - Na passagem pela zona de sapal da Comporta, faz uso da EN 253 até apanhar a EN 253-1 para Sol Tróia.


    3. TRÓIA SETÚBAL ARRÁBIDA SESIMBRA CABO ESPECHEL ALD MECO AZEITÃO PALMELA TRÓIA


Trajecto e track GPS no Wikiloc

Volta com 125 quilómetros e muito perto dos 2000 metros de acumulado ascensional relativo. Com inicio e términos em Sol-Tróia. Segue em direcção a Setúbal por via do Ferry e depois contorna a Serra da Arrábida por Sul, via Comenda e Outão, na EN 10-4, e depois na EN 379-1, por Portinho da Arrábida e Casais da Serra. Na Aldeia de Irmãos pega na EN 379, de onde segue por Maça, Santana, Sesimbra (com visita ao Castelo), e regresso à EN 379, para a Azóia e o Cabo Espichel. 
Na volta, faz uma passagem pela aldeia do Meco e por Alfarim, contornando a Serra de Arrábida por Azeitão, Cabanas e Palmela, de onde baixa a Setúbal, para voltar a apanhar o ferry boat para a Península de Tróia.




...Vistas do Castelo de Sesimbra para a Vila...




...Do Cabo Espichel, para o Mar...




...E no antigo Convento de Nossa Senhora do Cabo, eternamente abandonado.


GR


segunda-feira, 3 de março de 2014

Várias voltas de estrada, com início em Lisboa (3) [Ida e Volta, com epicentro em Benfica/Damaia, mas a desenrolarem-se nos concelhos da Margem Sul]



Continuando com este conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento, e depois de no primeiro, ter abordado as voltas exclusivamente desenroladas dentro dos limites do distrito; No segundo capitulo, referi-me a trajectos iniciados dentro do Distrito de Lisboa,  com inicio na zona de Benfica /Damaia, e que se estenderam para além do distrito em causa, passando para os de  Leiria (em dois casos) e para o de Santarém (noutros dois), aos quais intitulei: - "Fuga para a Frente".

Neste post especifico, a passagem pelos concelhos de Lisboa não é, de todo, relevante, já que apenas servem para dar o início às voltas, servindo de ponte para as várias passagens para a "outra Margem", por forma a continuar esses trajectos a Sul do Rio Tejo, na Margem Sul.
Foi assim na deslocação para as travessias desde; - Belém, para a Trafaria; desde o Cais do Sodré até Cacilhas, e de/para a nova Estação Fluvial do Terreiro do Paço, para o Montijo (Seixalinho)

Estes três tracks que agora vou apresentar têm em comum o facto de todos terem inicio e fim na Benfica/Damaia. Todos saem do distrito de Lisboa, para Sul, e voltam ao início do trajecto.
Todos têm distâncias compreendidas entre os 110 e os 175 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os 750 e os 1500 metros.


Dentro da mesma vertente, aqui deixo mais um "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:




AS VOLTAS DE FORMA INDIVIDUALIZADA:




Poder-lhe-ia chamar entre rios ou entre barcos, ou mesmo de entre outras coisas… O que quisesse. Mas não, achei… Aliás, lembrei-me, que entre o Tejo e o Sado, poderia apelidar esta volta de: - Entre Estuários.
Tal volta de estrada, teve o condão de me proporcionar momentos bem agradáveis.


Nos cerca de 100 km que percorri, passei por dois eixos de Lisboa, para baixo fiz Monsanto /Belém e para cima Terreiro da paço /Benfica, andei duas vezes de barco: - A saber, Cais do Sodré - Cacilhas, no Cacilheiro/Ferry e Montijo (Seixalinho) - Cais do Sodré em barco rápido. Pelo meio, e aqui chegamos à intenção desta volta/treino passei por algumas terras da margem sul que são servidas pela N10: - Cova da Piedade, Corroios, Seixal, Coina, Quinta do conde, Brejos, Vila Nogueira e Vila Fresca… E mais que fossem, as de Azeitão. Até ao Ferry do Sado para Tróia.
De regresso, tomei por referência a N252, direito a Palmela, Pinhal Novo e Montijo. 





Treino para a "minha" volta a Portugal, em plena Lezíria grande. Passagem por Sacavém, Vila Franca de Xira, Porto Alto, Pegões, Águas de Moura, Setúbal, Azeitão, Quinta do Conde, Coina, Casal do Marco, Fogueteiro, Corroios, Laranjeiro, Cova da Piedade, Cacilhas e regresso de barco até ao Cais do Sodré.
Volta com cerca de 175 quilómetros e 1000 metros de acumulado ascensional relativo.







Estrada "MS" 150 1000 26,5 Volta de estrada pela "Margem Sul" com cerca de 135 quilómetros - 150, se incluirmos as travessias de barco - e (+/-) 1000 metros de Acumulado Ascensional. tudo somado e descontado o tempo de paragem e das viagens no rio, perfaz uma média de 26,5 km/h. Bem tentei, subir um pouco a média, mas com a imensidão de povoações e semáforos, assim como a inconstância do vento - que por vezes soprava forte - mão mo possibilitaram. Saída de Benfica em direcção a Algés, pela zona comercial de Alfragide. Como tinha que fazer tempo para apanhar o barco em Bélem, ainda deu para ir pelo Estádio Nacional e fazer uma boa parte da Avenida da Índia até Alcântara e depois interiorizar pelas ciclovia das docas e de Belém para a estação fluvial de Belém, de onde apanhei o barco para a Trafaria. Daí segui para a Costa de Caparica, Fonte da Telha, Aroeira, Belverde, Fernão Ferro, Alfarim, Aldeia do Meco, Santana, Maçã, Azeitão, Quinta do Anjo, Pinhal Novo, Montijo e Seixalinho. O regresso a casa foi efectuado pela Baixa: - Rua da Prata, Rossio Avenida da Liberdade, Avenida A. Augusto de aguiar, Praça de Espanha, Sete Rios e Estrada de Benfica. Na Margem sul usei essencialmente as: - EN 378, EN 377; EN 379; EN 252, um pouco da EN 10 e EN 5.


GR

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Estrada MS (Margem Sul) 150 1000 26,5


Estrada "MS" 150 1000 26,5
Volta de estrada pela "Margem Sul" com cerca de 135 quilómetros - 150, se incluirmos as travessias de barco - E (+/-) 1000 metros de Acumulado Ascensional relativo - Tudo somado, e descontado o tempo de paragem e das viagens no rio, perfaz uma média de 26,5 km/h. Bem tentei, subir um pouco a média, mas a imensidão de povoações e semáforos, assim como a inconstância do vento - que por vezes soprava forte - mão mo possibilitaram.
Saída de Benfica em direcção a Algés, pela zona comercial de Alfragide. Como tinha que fazer tempo para apanhar o barco em Bélem, ainda deu para ir pelo Estádio Nacional e fazer uma boa parte da Avenida da Índia até Alcântara e depois interiorizar pelas ciclovia das docas e de Belém para a estação fluvial de Belém, de onde apanhei o barco para a Trafaria, via Porto Brandão. Daí segui para a Costa de Caparica, Fonte da Telha, Aroeira, Belverde, Fernão Ferro, Alfarim, Aldeia do Meco, Santana, Maçã, Azeitão, Quinta do Anjo, Pinhal Novo, Montijo e Seixalinho. O regresso a casa foi efectuado pela Baixa: - Rua da Prata, Rossio, Avenida da Liberdade, Avenida A. Augusto de Aguiar, Praça de Espanha, Sete Rios e Estrada de Benfica. 
Na Margem sul usei essencialmente as: - EN 378, EN 377; EN 379; EN 252, um pouco da EN 10 e EN 5.





ALGUMAS FOTOGRAFIAS:


...Aqui está ela, a Aldeia do Meco, onde eu passei variadíssimos Verões em férias, e onde recentemente alguns supostos estudantes andaram a fazer disparates...




...Uma das ruas, da pequena aldeia. - Ao fundo o restaurante "Celmar", do meu Amigo Mário Rui, onde se come e petisca muito bem.




Subindo da Aldeia do Meco para a de Zambujal. Na estrada do Cabo Espichel, ao lado do "Hotel Zimbros" têm-se esta bela perspectiva da Aldeia, de Alfarim, de todo o areal da Costa de Caparica, da Margem Norte do Rio Tejo, e, inclusivamente da Serra de Sintra.


GR

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Volta/Prospecção pelas Ciclovias de Lisboa 2013/14 (inclui as novas zonas pedonais do concelho da Amadora e a nova ciclovia entre Cacilhas e o Parque da Paz, em Almada)


Como tem sido apanágio neste blog, no início de cada ano civil, venho aqui deixar um levantamento do que se vai passando a nível de construção, manutenção e projecção, com as ciclovias de Lisboa. Desta vez, incluí também algumas ciclovias da periferia de Lisboa - Que agrupo no separador; - ciclovias de Lisboa, por se tratarem de ciclovias inseridas no distrito em causa. 
- Foi assim com as zonas pedonais/ciclaveis na Amadora; - Reboleira, Venteira, Alfragide, Bairro do Zambujal e Alfornelos, e com as novas hipóteses de progressão entre Cacilhas e Almada.
Como habitualmente tal levantamento resulta numa volta de prospecção pela cidade, com quilometragem entre os 60 km, usados em 2010, os 65 km de 2011, ou os 75 km que foram necessários para incluir as ciclovias da outra margem, em 2013/14.
Nesta volta ficaram reportadas as novas vias ciclaveis da cidade de Lisboa, devidamente marcadas e assinaladas, na: - Rua das Murtas, na Alta de Lisboa (Eixo Central), e na Quinta do Alemão - Parque da Bela Vista.

Fora desta volta, mas entretanto apresentadas neste blog, estão as marcações para trânsito de bicicletas, na Avenida da Liberdade, a nova ciclovia da Rotunda Marquês de Pombal e as ciclovias e marcações que legitimam a circulação de velocípedes sem motor, entre a zona Sul do Parque Expo (Armazém 22) e a Estação de Caminhos de Ferro de Santa Apolónia, usando uma faixa de trânsito outrora do BUS.
Esta última ciclovia faz de términos à maior hipótese ciclavel, de forma continuada, na cidade de Lisboa, que em Janeiro de 2014, se cifra nuns 25 quilómetros.

Aqui fica uma imagem representativa do facto, brevemente aprofundado neste blog:





Como resultado destas duas voltas - prospecção, resultou um diagrama curioso, que aqui apresento em forma de fotografia de Google Earth.

A soma das voltas e as ciclovias nelas representadas:





Só as ciclovias de Lisboa no estado actual (Dez 13 - Jan 14):





...Que serão escalpelizadas de forma mais minuciosa, muito em breve, neste blog...






Este track inclui as travessias de barco, Cais do Sodré - Cacilhas e volta (cerca de 7,5 km's)




Zona verde entre a Reboleira e a Amadora, onde está inserida uma das passadeiras pedonal/ciclavel do concelho da Amadora, que ficaram aqui registadas.




Pormenor da sinalização vertical usada na nova ciclovia da Rua das Murtas...




...Em ligação à nova zona de marcação para a circulação de bicicletas, existente na alameda do Eixo central, na zona da alta de Lisboa.




Mais sinalização/informação das ciclovias de Lisboa. 
Aqui, na nova ciclovia entre Chelas/Olivais e o Parque da Bela Vista.




Grande recta da ciclovia entre Cacilhas e o Parque da Paz, que passa ao lado do arco de cargas da zona portuária da antiga Lisnave.


GR (Guarda Rios) e RA (Repórter Astigmático) 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Ciclovias de Almada (Cacilhas-Parque da Paz-Cacilhas) Setúbal



Este track representa o somatório das duas possibilidades de progressão nesta zona. Uma de ida e outra de volta, com marcações distintas. Insere-se numa prospecção mais alargada que fiz no final do ano de 2013, pelas ciclovias periféricas de Lisboa. Ciclovia com cerca de dois mil e oitocentos metros, que pode ser usada de forma dupla, isto é, temos um traçado que circula desde a zona fluvial do Tejo, em Cacilhas, precisamente à saída dos Cacilheiros, no Largo Alfredo Dinis, e que se estende até ao interior do Parque da Paz, e outra hipótese simétrica, com poucas partes comuns à anterior. Este traçado duplo tem início precisamente no Largo dos Cacilheiros, em Cacilhas, e estende-se pela Avenida Aliança Povo - M.F.A. (primeiro no parque de estacionamento e depois numa faixa lateral exclusiva para as bicicletas), e prolonga-se pela Avenida António José Gomes e Largo 5 de Outubro, onde começa a ser comum com a circulação pedonal. Na Estrada Brejo, volta a ter uma zona de circulação exclusiva. Antes de interiorizar com o Parque da Paz, ainda passa por uma zona de sinalização luminosa para atravessar o final do IC 20.

O regresso desde o Parque da Paz (rotunda do centro Sul), até ao Cais de embarque dos cacilheiros, faz-se por marcações paralelas às do percurso inverso.

Atenção: Na zona da Piedade a circulação é comum a carros, e com vários cruzamentos com zonas pedonais.













Este dia de prospeção não terminaria sem ter passado pela loja de bicicletas das Docas de Lisboa, a SLOWFAST CYCLES, onde tive o privilégio de conhecer um dos ícones, e expoente máximo da interação entre Bicicletas e Cidadania. 
- Falo-vos de José Manuel Caetano, Presidente da direção da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB).


Também contemplados nesta prospecção, apresentados proximamente, teremos alguns dos novos troços de ciclovia da Cidade de Lisboa, nomeadamente;
- As novas marcações entre a Gare do Oriente e Santa Apolónia, as da Avenida da Liberdade e a Ciclovia da Rotunda do marquês de Pombal.


GR e RA

quinta-feira, 14 de março de 2013

sábado, 29 de dezembro de 2012

Lisboa (Benfica) - Setúbal (Estação) em BTT

Com o intuito de vir a ligar, num futuro track de BTT, Lisboa e Sagres, estive no terreno para comprovar as condições da primeira parte desse projecto.
Assim, aqui se apresenta o resultado da ligação entre Lisboa, primeiro Benfica, e depois Belém, e a Margem Sul, primeiro a Trafaria, seguida da Costa de Caparica, Fonte da Telha, Mata dos medos, Quinta da Apostiça, Aldeia da Piedade, Casais da Serra e a Arrábida, antes de chegar ao porto, e à zona do Ferry para Tróia, onde continuará esse trajecto, a efectuar em breve.
Para já deixo aqui estes cerca de 70 quilómetros, onde alguns bancos de areia, tão característicos desta zona, não conseguem elevar a dificuldade a mais do que moderada.




Ligação desde Belém, até à Trafaria, que por falta de passageiros, excepcionalmente não parou em Porto Brandão. Vamos lá ver se não acabam também com esta ligação fluvial, que tanto jeito me dá para estas ligações e para umas idas à praia em bicicleta.


Inevitável, este e alguns outros encontros com a areia. Acabei por desmontar em três ou quatro ocasiões, principalmente na Mata dos Medos, e no início da Quinta da Apostiça.


As sempre longas rectas de estradão, ligeiramente arenoso, de que é composta esta longa travessia da Quinta da Apostiça


Quando chegamos à Serra da Arrábida esta é a imagem dominante. E só nos volta a deixar, quando passamos a Comenda e o Outão a caminho de Setúbal.


É sempre uma surpresa quando avistamos a península de Tróia. Sinal de que a Serra já está a acabar.


Para já a viagem chegou ao fim. Depois desta travessia que o ferry nos está a sugestionar, vamos para a Região alentejana de Grândola... Lá chegaremos.

GR

Ciclovias de Setúbal - Rua da Saúde / Zona portuária


Na minha última passagem por Setúbal quando terminava a prospecção que fiz ao trajecto Lisboa - Belém/Trafaria - Setúbal, em BTT, e usando a rua da Saúde, junto ao rio Sado e ao porto de Setúbal, ao contrário da Avenida Luísa Tody, habitualmente usada para a entrada na cidade, vindo da Arrábida, deparei com esta ciclovia ribeirinha.
Aqui deixo o track GPS e algumas fotografias, que caracterizam melhor este "novo" achado.




No início da Ciclovia, do lado da Arrábida, tem-se uma visão privilegiada da Península de Tróia


 As características técnicas destes quase 800 metros de ciclovia, não diferem muito das que estão representadas nesta imagem; - Recta, plana, em cimento e sem tinta.


...No entanto está bem sinalizada, quer com sinalização horizontal, quer com vertical


Uma das passagens mais interessantes desta obra, é junto ao porto de pesca.