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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Portugal Transversal - Estrada III (ida e volta - Nazaré - Portalegre - Montijo - Lisboa)


Mais uma Travessia Transversal de Portugal
- PT (Portugal Transversal) efectuada em bicicleta de estrada.

Depois Desta, entre a Praia de Mira e Espanha, e Desta outra, entre Lisboa e Badajoz, com regresso a Lisboa, surgem-nos mais algumas hipóteses, que por aqui enceto.
- Neste post deixarei o Capítulo III, e seguidamente o IV e V.

Depois da minha primeira experiência deste género, realizada pela zona centro, entre Mira (Praia de Mira) e Alfaiates (com visita à fronteira, em Espanha), numa tentativa que contemplou dois dias de progressão, em que o primeiro me levou até Tábua, e no segundo, via Serra da Estrela (passando também pelo ponto mais alto de Portugal continental) até Espanha. Acabei por completar tal périplo em Alfaiates, onde pernoitei,  e de onde saí na manhã seguinte, de regresso a casa.

Numa Segunda "tranche" deste projecto de hipóteses múltiplas, fiz a ligação desde casa até à fronteira com o país vizinho, na região de Badajoz. Dessa vez a ligação foi em "modo One-Shot" - Isto é - Cruzei portugal Transversalmente numa só etapa, desde o mar até à fronteira lateral. Tinha como ideia inicial, depois de regressar de Espanha, ficar em Elvas. Mas por causa da capacidade de alojamento estar esgotada nesta cidade raiana, acabei por ter que me deslocar até à vila do Alandroal, proporcionando uns longos 270 km de viagem.
No dia seguinte regressei de bicicleta desde essa localidade, passando por Évora, Arraiolos (fazendo a prospecção da Ecopista local), Coruche e Vila Franca de Xira.


"PT III - Portugal Transversal em estrada 3 (Nazaré - Portalegre)






Mais uma travessia de Portugal feita de forma transversal. Desde a estação de comboios de Valado dos Frades, até Nazaré e depois seguindo via EN 8-5, até Alcobaça, EN 8 até Aljubarrota, EN 243, passando por Porto de Mós, Alvados, Mira de Aire, Minde, Moitas Venda e Zibreira, EN 3, por Torres Novas, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha e Tancos, EN 118, por Tramagal, Rossio ao Sul do Tejo, Pego, Alvega, Gavião e cruz. com a IP 2, antes de Arez, EN 364 até Arez, EM 1176, até Alpanhão, EN 18 - IP 2, Até Portalegre, passando por Fortios.


Trajecto Desde Portalegre, até aos barcos do Montijo (seixalinho), primeiro, e até Lisboa (Benfica/Damaia), depois da travessia fluvial. Passagem por Crato (Estrada de Portalegre); Aldeia da Mata (EN 363); Chancelaria (Chança) (EN 369); Vale de Açôr, Ponte de Sôr (EN 119); Barragem de Montargil (EN 2) - Tudo no distrito de Portalegre; Couço e todo a leito do Rio Sorraia, até ao Cruzamento para Coruche, (EN 251); Herdade de Almada, Infantado e Campo de Tiro de Alcochete (EN 119) - Tudo no distrito de Santarém; Montijo e Seixalinho (EN 118, EM 1004) - No distrito de Setúbal; Travessia fluvial entre Montijo e o Terreiro do Paço (Soflusa); Rua da Prata, Rossio, Avenida da Liberdade, Av. António A. Aguiar, Praça de Espanha, Sete Rios, Estrada de Benfica e Damaia.



Aqui deixo estas fotografias de alguns dos locais passados. 
Estas, foram tiradas noutras ocasiões (Houve alguma preguiça e falta de equipamento para fazer melhor):




Porto de Mós.
- Vista da Vila desde o castelo. 
Ao fundo, a Serra de Aire, PNSAC (Parque Natural de Serra de Aire e Candeeiros)






- Minde.
Situada num Vale, entre as Serra de Aire e de Candeeiros, em pleno PNSAC.





- Portalegre.
Final deste travessia de Portugal em transversal.



GR


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

VVP - Verdadeira Volta a Portugal em Estrada - 2200 km - 12 dias - 28000 a. a.





Esta verdadeira Volta a Portugal começou como se fosse um habitual treino pela marginal e acabou por ser uma volta fechada pelas proximidades das linhas limítrofes de Portugal continental. Foi sem saber quantos dias tinha nem até onde podia evoluir que fui avançando etapa a etapa, terra a terra até perfazer estes quase 2200 km de muita dificuldade e recompensa. foram cerca de 190 km diários de média, onde - salvo erro - só não ficaram contemplados os distritos de Santarém e Viseu. Para este projecto foram usadas 10 pousadas da juventude para pernoitar, só não aconteceu em Alandroal, por não haver nenhuma num raio muito grande. De resto foi assim em Areia Branca (Lourinhã), Aveiro, Vila Nova de Cerveira, Vilarinho das Furnas (Gerês), Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Castelo Branco, Alcoutim, Portimão e Almograve. Por etapas e terras mais importantes ficou assim ordenado neste périplo: 1ª Etapa - Lisboa, Damaia - Praia da Areia Branca, com passagem em:Estoril Sintra, Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã. 2ª Etapa - Praia da Areia Branca - Aveiro, com passagem em: Serra D'el Rei Óbidos , Caldas da Rainha, Alfeizerão, Nazaré, São Pedro de Moel, Praia de Vieira, Monte Redondo, Carriço, Lavos, Figueira da Foz, Serra da Boa Viagem, Quiaios, Bom Sucesso, Mira, Vagos, Ílhavo e Aveiro. 3ª Etapa - Aveiro - Vila Nova de Cerveira, com passagem em: Esgueira, Estarreja, Ovar, Esmoriz, Espinho, Gaia, Porto, Matosinhos, Leça, Vila do conde, Póvoa de Varzim, Fão, Esposende, Neiva, Viana do castelo, Vila Praia de Âncora, Moledo, Caminha e vila Nova de Cerveira. 4ª Etapa - Cerveira - Campo do Gerês, com passagem em: Valença, Melgaço, Castro Laboreiro, Entrada em Espanha, Entrimo, Lobios, Portugal por Portela do Homem, Gerês e Vilarinho das furnas. 5ª Etapa - Campo do Gerês - Bragança, com passagem em: São Bento da Porta Aberta, Caniçada, Salamonde, Ruivães, Pisões, Sapiões, Chaves, Lebução, Rebordelo, vinhais e Bragança. 6ª Etapa - Bragança - Vila Nova de foz Côa, com passagem em: Gimonde, Milhão, Argozelo, Vimioso, Genísio, Malhadas, Miranda do Douro, Duas Igrejas, Fonte de Aldeia, Sendim, Brunhosinho, Santiago, Mogadouro, Castelo Branco, Lagoaça, Carviçais, Torre de Moncorvo, Poçinho e Vila Nova de Foz Côa. 7ª Etapa - Vila Nova de Foz Côa - Castelo Branco, com passagem em: Almendra, Vilar de Amargo, Figueira de Castelo Rodrigo, Vilar Torpim, Almeida, Cerdeira, Rapoula do Côa, Sabugal, Santo Estevão, Terreiro das Bruxas, Penamacor, Pedrogão, São Miguel da Achada, Escálos de Cima e Castelo Branco. 8ª Etapa - Castelo Branco Alandroal, com passagem em: Sernadas do Rodão, Vila Velha de Rodão, Nisa, Alpalhão, Fortios, Portalegre, Arronches, Santa Eulália, Barbacena, Vila Fernando, Terrugem, Borba e Alandroal. 9ª Etapa - Alandroal - Alcoutim, com passagem em: Terena, Reguengos, Mourão, Póvoa de São Miguel, Moura, pias, Serpa, Santa Iria, Mina de São Domingos, Moreanes, Mértola, Cortes Pereira e Alcoutim. 10ª Etapa - Alcoutim - Portimão, com passagem em: Guerreiros do Rio, Foz de Odeleite, Castro Marim, Vila real de santo António, Monte Gordo, Vila nova de Cacela, Conceição, Tavira, Luz de Tavira, Olhão, Faro, Boliqueime, Alcantarilha, Porches, Lagoa e Portimão. 11ª Etapa - Portimão - Almograve, com passagem em: Odiaxere, Lagos, Vila do Bispo, Sagres, Carrapateira, Aljezur, Rogil, Maria Vinagre, Odeceixe, São Teotónio, Cabo Sardão e Almograve. 12ª Etapa - Almograve - Troia - Setúbal - Cacilhas - Lisboa, com passagem em: Longueira, Cruzamento de Almograve, Vila Nova de Mil Fontes, Brunheiras, Sines, Santo André, Melides, Carvalhal, Comporta, Ferry de Tróia, Setúbal, Palmela, Azeitão, Quinta do Conde, Coina, Almada, Cacilhas, Cais do Sodré (Lisboa) e Benfica (Damaia).






Aqui, só duas panorâmicas:  a cidade do Porto vista de Gaia o PNPG.






GR

terça-feira, 27 de maio de 2014

GR 30 Rota das Linhas de Torres - Torres Vedras-Alhandra


Ainda não foi desta, que se conseguiu fazer toda a GR 30, de uma só vez; - O chamado "ONE SHOT": Apesar de ter feito algum estudo prévio do terreno, tendo chegado à conclusão que pela dificuldade e orgânica do percurso, o local mais lógico para começar é em Torres Vedras, tomando a direcção Sudeste - Já que as maiores subidas são logo nesse sentido; - Serra do Socorro e Alqueidão - Foi um bocado limitado de tempo, que me fiz ao terreno. O facto de o fazer por Torres Vedras, sem carro, condiciona os horários, pelo comboio, num dia, em que já de si estava condicionado por compromissos há muito assumidos. Foi portanto sem mágoa que depois do primeiro furo e já com a bicicleta pejada de lama e barro, abortei esta tentativa e me fiz de novo ao comboio, desta vez em Alhandra. Mesmo assim, valeu pela experiência, para futuras tentativas. Não há dúvida que Torres Vedras é um sítio perfeito para começar esta "empreitada", mas terá que ser mais cedo do que as 7,45 h. O ideal serão mesmo as 06,30 h. Só tenho pena, em relação ao dia, já que estava perfeito - De temperatura e nuvens pouco espessas - Mas como nada o é - perfeito - Para contrastar, ainda havia alguma lama no terreno. Deu para perceber que tal volta - Em condições quase primorosas, demorará cerca de 11 horas de andamento (nunca menos de dez e meia) - já que fiz os primeiros 35% do total do percurso, em cerca de 4 horas e pouco, a uma média de 13,5 km/h. Será uma jornada muito longa e dura, mas tenho como possível a sua realização. Tem que ser com muita calma e num ritmo constante (mas sem euforias e picardias...), usando um estado físico bastante bom e alguma vontade. Para já ficamos com mais esta trajecto, que passou por: Torres Vedras, Serra da Vila, Carvalhal, Turcifal, Cadriceira, Serra do Socorro, Patameira, Pero Negro, Casais das Coitadas, Casal das Figueiras, Louriceira de Baixo, Carvalha - Já fora do trilho da GR 30 - Casalinho, A-Do-Barriga, A-De-Freire e Alhandra.





Outras Fotografias desta jornada:



...Numa das muitas colinas, montes diria mesmo, em que esta GR 30 é fértil. Muitas dessas dificuldades, são para visitar os locais onde outrora haveria fortificações Portugueses e Inglesas, para resistir às invasões francesas.
Em muitos desses locais, ou pelo menos nas suas proximidades, temos agora a presença - Quase constante - de parque eólicos.





Junto aos estaleiro da "Tamega" e de duas enormes pedreiras, antes de cruzar a A10, na zona de Arruda dos Vinhos.





...O tempo primaveril será por certo, a par do inicio do outonal, as alturas ideais para fazer este trajecto. Terá que ser, disso estou seguro, fora da época das chuvas e do calor intenso. 



GR

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rota dos Castelos (Lisboa - Torres Vedras) V2.0



Desde há muito projectado, estava o regresso a este traçado, que foi uma das minhas primeiras marcações, e que me deu muito gozo, mas também muito trabalho. Falo da "Rota dos Castelos"; À qual, e durante o ano de 2009, fiz prospecção e marquei, e que se estende, em etapas (são cerca de 450 km's), desde a Sé, e Castelo de Lisboa, até à Sé do Porto, usando cerca de 10 Castelos, e pontos de assinalável interesse histórico, do nosso país. Na altura, tal projecto, para efectuar com uma bicicleta de TT, e maioritariamente marcada fora do asfalto, além de ser uma ligação entre essas duas cidades tão importantes, serviu (pelo menos foi esse o intuito), como alternativa à progressão dos Caminhos de Santiago, que habitualmente são usados entre as zonas referidas, aproveitando para fazer a ponte entre povoações menos exploradas e dando a conhecer "in loco" os tais ex-libris do património Português. Depois de passados cinco anos, sem que tivesse retomado tais Caminhos, era chegada a altura de voltar aos trilhos, na perspectiva de os relembrar e de "provar" que ainda estavam possíveis. Foi assim que no último dia 25 Abril, me fiz à "Rota" para completar a Ligação entre Lisboa (Via Damaia e Pontinha) e Torres Vedras, traçado por mim proposto como primeira etapa desta "empreitada". 
São Mais de 65 quilómetros de muito BTT, bastante duros, como é apanágio da zona Oeste. Com quase 1800 mt de a.a., só exequíveis fora da época das chuvas. Pela companhia e sabedoria do companheiro do pedal; - Jabas (Zé...i), foi possível rever e melhorar alguns pequenos traçados, tornando este projecto ainda mais aliciante. Depois de revisto na sua totalidade, fará parte (voltará a fazer) dos meus programas de contínua exploração deste país, que quanto mais descubro e pedalo, mais aprecio.
Para breve (espero), ficarão as outras etapas mais a norte...









...Sempre belas as vistas do Oeste. 
Entre Montachique e Torres Vedras, nas imediações da Serra do Socorro, depois de uma alucinante e técnica subida, precisamente no momento em que respirávamos e preparávamos a radical, mas algo perigosa descida.
MUITO BOM! - Isto é o BTT!





...Cá estamos nós a cumprir com a moda das selfies...





...Um dos pontos do trajecto que mais receio me trazia em relação à marcação efectuada em 2009, situa-se depois de Enxara dos Cavaleiros, numa derivação por terras de vinhedo, que digo-o em forma de alerta, se for efectuado em período de chuvas, será coisinha para demorar (quiça impossibilitar) esta etapa, tal como está desenhada neste local.
...Aqui vemos o Zé numa das partes desse vinhedo. A seguir ainda andamos a saltar muros... 
- TAMBÉM FAZ PARTE DO BTT!





...Esta imagem dá ideia do que é, ou do que pode ser, na generalidade, as dificuldades deste track.
Como quase sempre, na fotografia, não é possível ter a noção da realidade e das dificuldades fotografadas.
- Nesta parte especifica, a descida era tão inclinada que quase nem a pé é exequível...



GR e ZÉ...I



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Estrada - EN 9 (Alenquer-Cascais) com Ligações a Lx [185 1850 29]



Volta com cerca de 185 km (retirados os enganos do track, ficou com pouco mais de 180km), Com 1850 mt de acumulado ascensional relativo, a uma média de andamento de 29 km/h. Volta à muito planeada, compreende a ligação desde a Damaia/Benfica até Alenquer para contornar toda a EN 9 até Cascais, e regressar a casa; - passando por Av. do Brasil, Expo, Sacavém, Alverca, Vila Franca de Xira e Carregado. Segue-se o contorno da EN 9 desde Alenquer, passando por Merceana, Carvoeira, Torres Vedras, Ponte do Rol (paragem para abastecimento sólido), São Pedro da Cadeira, Encarnação, Mafra, Cheleiros, Pêro Pinheiro, Lourel, Sintra, Linhó, Autódromo, Alcoitão, Alcabideche e Birre, depois de alguma indecisão e procura (A EN 9 está meio incógnita, nesta parte final, por causa das consecutivas obras de auto-estradas, da zona de Sintra e Cascais). Depois, o regresso a Lisboa, via Cascais e Estrada Marginal (EN 6), passando por Estoril, Parede, Carcavelos, Santo Amaro, Paço de Arcos Caxias, Cruz Quebrada e Algés.






...Ainda na EN 1 
...Chegada a Alenquer. Passagem pelo Rio Alenquer, que aparenta estar poluído.





Inicio da Estrada Nacional 9 (EN 9), derivando da EN 1, em Alenquer. 
Diga-se que é uma das minhas estradas favoritas, para pedalar em bicicleta de estrada na zona da grande Lisboa. O troço até Merceana, tem pouco trânsito, estrada boa e relevo pouco acidentado. Após esta vila, o relevo acentua-se e a estrada muda um pouco, mas mesmo assim continua muito aprazível para uma excelente volta.






A bela Vila de Alenquer com o seu Castelo



GR

segunda-feira, 24 de março de 2014

Estrada - Volta Longa -Caminhos da Água [190 2350 27]



Volta Longa de estrada, com 190 km's de extensão, 2350 de acumulado ascensional relativo, e a uma média de andamento de 27 km/h. Para esta volta, tinha como objetivo inicial, fazer um circuito abrangente do distrito de Lisboa, mas usando algumas das principais linhas de água, como definição de rumo. Realmente foi mais ou menos assim, mas não como tinha delineado inicialmente. Comecei por me deslocar desde Benfica até ao Tejo (zona da Expo), e subi, a espaços, pelo Trancão, até Bucelas. Daí rumei a Norte para chegar às imediações do Sizandro, perto do Milharado. Esse Rio segui-o quase até à foz – Abandonei-o em coutada. Depois, fiz-me à EN 247 em direção à Ericeira, e à foz de outra linha de água; - O Lizandro. Ainda o voltei a ver, por sinal numa estrada bem interessante, a caminho de Cheleiros, deixando de o poder seguir, por a estrada passar para “tout-venant”, não me apetecendo continuar a forçar a bicicleta. Desta forma, voltei à EN 9, e ao mar, já em cascais. Foi então, e de novo com a companhia da água, que terminei esta volta de estrada pelos Caminhos da água, fechando a o passeio por Monsanto. Passagem pelas seguintes localidades, e pontos de interesse; - Benfica, Moscavide, Rio Trancão, Sacavém, São João da Talha, Santa Iría de Azóia, EN 115-5, Bucelas, EN 116, Freixial, Chamboeira, Vale de São Gião, ER 379, Póvoa da Galega, Milharado, Rio Sizandro, Espregueiras, Casal Novo, Perna de Pau, Malgas, Gozundeira, Granja, Feliteira, EN 248, Dois Portos, Ribaldeira, Runa, EN 9, Torres Vedras, Gibraltar, Benfica, Ponte do Rol, Coutada, EN 247, Escravelheira, Barril, São Lourenço, Ribamar, Ericeira, Rio Lizandro, Carvoeira, Baleia, Seixal, Santa Susana, Alvarinhos, Odrinhas, Almorquim, Cheleiros, EN 9, Pêro Pinheiro, Lourel, Sintra, Galamares, Pé da Serra, Malveira da Serra, Aldeia de Juzo, Cascais, Estoril, Parede, Carcavelos, Oeiras, Paço de arcos, Caxias, Algés, Monsanto e Benfica.




Algumas Fotografias:


Rio Trancão, em Sacavém.




Rio Trancão, em Bucelas.




Rio Sizandro, em Torres Vedras.




Rio Lizandro, em Cheleiros.



GR


quarta-feira, 19 de março de 2014

Cicloturismo em Estrada : Sintra (Lourel) - Peniche - Lourel (Estupendos 4 Ever) [163 2070 22,5]



Volta de Cicloturismo por estrada, com 163 km's, 2070 de acumulado ascensional relativo e a uma média de andamento de 22,5 km/h. A saída deu-se em Lourel, perto de Sintra, e seguiu pela EN 9, passando por: - Pêro Pinheiro, Rio Lizandro, Cheleiros, Igreja Nova, Carapinheira, Mafra, Murgeira, Poço da Serra, Picanceira, Encarnação, São Pedro da Cadeira, Difurcação com a EN 247, Rio Sizandro, Coutada, Silveira, Boavista, Santa Cruz, Porto Novo, Rio Alcabrichel, Maceira, RibaMar, Casal Novo, Lourinhã, Areia Branca, Atouguia da Baleia e Peniche. A Volta foi pelos mesmos sítios até Coutada, derivando depois pela EN 247, por: - Escravelheira, Barril, São Lourenço, Ribamar, Ericeira, Rio Lizandro, Carvoeira, Baleia, Seixal, Alvarinhos, Odrinhas, Terrugem, Vila Verde e Lourel.


TRAÇADO E TRACK GPS NO WIKILOC:




José, Paulo e João, três grandes representantes dos Estupendos 4 Ever.




Subida a Ribeira de Ilhas, Ericeira. - Paulo à frente, e José a aparecer.




...Vai passar o José, e já la vem o João...




...Oh para ele...




...Já em Odrinhas, numa fonte bem conhecida dos Estupendos.



GR


sexta-feira, 14 de março de 2014

Estrada LX Sintra Lourinhã e Volta (2) [172,5 2550 25]


Mais uma progressão até à cidade da Lourinhã, desta vez com passagem em Sintra, para prospecção a uma futura volta desde essa vila, até Peniche com volta ao mesmo sítio.

Neste Momento, já temos duas progressões diferentes até à cidade da Lourinhã. Localidade que até à pouco, não estava contemplada no grupo de voltas de estrada dentro do Distrito de Lisboa, com epicentro em Damaia/ Benfica.


Depois da primeira abordagem, que aqui ficou relatada à pouco, neste Post, e que originou este traçado:


... E se lhe juntarmos a segunda, de que agora vos falo:


...Temos então (...E para já...), esta configuração de voltas até à Lourinhã:


...O que torna o somatório das voltas dentro do distrito de Lisboa, com ida e volta desde Benfica, que aqui tenho deixado, neste emaranhado de possibilidades:


...De certa forma difícil de compreender, mas fácil de aceder, pelos link's facultados em: - Várias voltas de estrada pelo distrito de Lisboa (1) [Ida e Volta, com epicentro em Benfica/Damaia]



Desta vez saí de Damaia, Amadora e tomei a direcção de Queluz, passando depois por Massamá, Cacém, Mercês, Mem Martins e Sintra. Depois segui pela EN 9, desde Lourel, passando por: - Rio Lizandro, Cheleiros, Igreja Nova, Carapinheira, Mafra, Murgeira, Poço da Serra, Picanceira, Encarnação, São Pedro da Cadeira, Difurcação com a EN 247,Rio Sizandro, Coutada, Silveira, Boavista, Santa Cruz, Porto Novo, Rio Alcabrichel, Maceira, RibaMar, Casal Novo e Lourinhã. A Volta é pelos mesmos sítios até Coutada, derivando depois pela EN 247, por: - Escravelheira, Barril, São Lourenço, Ribamar, Ericeira, Rio Lizandro, Carvoeira, Baleia, Barril de Baixo, Praia de São Lourenço, Assafora, São João Das Lampas, Sacário, Fachada, Várzea de Sintra e Sintra. Até à Damaia o caminho seguido foi o inverso do que tinha usado na vinda.

Volta com 172,5 quilómetros, 2550 de acumulado ascensional relativo e efectuada em solitário, a uma média de 25 km/h.


GR

quarta-feira, 12 de março de 2014

Estrada: Damaia - Lourinhã - Damaia (1) [158 2450 27,5]


Mais uma das muitas voltas de estrada que tenho feito pelo distrito de Lisboa. 
Esta poderia estar inserida num dos posts que tenho vindo a publicar acerca do tema. 
- Mais precisamente NESTE, que abrange as voltas somente confinadas ao distrito em causa, e com epicentro em Damaia/Benfica. Ainda por cima e como referi nessa mensagem, o concelho de Lourinhã não estava abrangido pelas voltas nela descritas; - Agora pode-se dizer que já está! 
Para breve, espero fazer outra volta até à Lourinhã mas com ida e regresso por outros caminhos, e ainda, aproveitando o convite dos Amigos "Estupendos 4 Ever", uma até Peniche, mas com ida e regresso de/para Sintra...

....SOBRE A VOLTA PROPRIAMENTE DITA...

Damaia - Lourinhã - Damaia: 158 km´s, 2450 de Acumulado Ascensional relativo, e 27,5 km/h de Média de andamento.

Para Norte usei a EN 250, EN543, EN8 e EN 8-2, para Sul as EN 247, EN 9 e a EN 117.

As localidades passadas foram: - Amadora, Carenque, Dona Maria, Almornos, Almargem do Bispo, Albogas, Covas de Ferro, Santa Eulália, Santo Estevão das Galés, Avessada, Malveira, Vale da Guarda, Vila Franca do Rosário, Barras, Carrascal, Freixofeira, Carvalhal, Catefica, Barro, Torres Vedras, Carrasqueira, Casal Lourim, Lourinhã, Casal Novo, Ribamar, Maceira, Porto Novo, Santa Rita, Santa Cruz, Boavista, Silveira, Caixeiros, Casalinhos de Alfaiata, Coutada, São Pedro da Cadeira, Casal da Serra, Encarnação, Picanceira, Mafra, Carapinheira, Cheleiros, Pêro Pinheiro, Morelena, Sabugo, Casal da Carregueira, Estabelecimento Prisional de Pêro Pinheiro, Belas, Pendão e Damaia.





Algumas FOTOGRAFIAS:


...A caminho da Malveira, num dos muitos pontos altos, que esta volta pelos montes do Oeste nos proporciona. Mais precisamente em Avessada, com vista para o vale de Alcainça. Neste mesmo Vale (mas não representado neste imagem), podemos ver a Serra de Sintra ao nosso lado esquerdo.





... A cidade de Torres Vedras e o seu Castelo...





...Esta fotografia acabou por sair sem querer, mas posto-a aqui por achar curiosa e porque o veiculo em causa também merece. - Estou cada vez mais contente com a minha Bicicleta de estrada.


GR

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Várias voltas de Estrada pelo Distrito de Lisboa (2) [Só Ida - Saída de Benfica e regresso por transportes ("Fuga para a Frente")]



Depois de aqui ter apresentado este "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, e no qual, os trajectos têm as características em comum, já referidas - O que me levou a fazer voltas especificas - Chegou agora o momento de alargar um pouco a abrangência territorial.

Como entretanto, e aproveitando os terrenos que habitualmente usamos para a prática do BTT estarem completamente intransitáveis, tenho feito quase em exclusivo passeios de estrada, nos quais tenho experimentando novos percursos e pisando concelhos lisboetas mais para Norte, achei que era a altura de trazer esse levantamento aqui ao blog, juntando para esse efeito, alguns trajectos mais antigos que fui desenterrar ao meu site de tracks, no Wikiloc.

Continuando com este conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento, e depois de no primeiro, ter abordado as voltas exclusivamente desenroladas dentro dos limites do distrito; - Este segundo capitulo, refere-se a trajectos iniciados dentro do Distrito de Lisboa,  como sempre - Ou quase sempre - Com inicio na zona de Benfica /Damaia, e que, neste caso se estendem para além do distrito em causa, passando para os de  Leiria (em dois casos) e para o de Santarém (noutros dois). Um dos trajectos, aos quais intitulei: - "Fuga para a Frente", não sai do distrito, já que apesar de não voltar ao ponto de origem, tem o términos na Estação de Caminhos de ferro de Alverca, logo, no distrito de Lisboa.
Neste post especifico, a passagem pelos concelhos de Lisboa não é tão relevante, mas mesmo assim posso referir que estão quase todos contemplados - Salvo erro, faltam os de Cadaval, Sobral de Monte Agraço e Arruda dos Vinhos.

Têm em comum o facto de todos terem inicio em Benfica/Damaia e terminarem fora de Lisboa. Normalmente perto de um meio de transporte, que para esse fim, usei para regressar a casa. Usualmente acontece ser de comboio (Linha do Norte e Linha do Oeste), mas ocasiões há, que o regresso se processa via veículos de amigos, como foi o caso da volta que relatarei, até Ortiga, Fátima, Santarém.
Todos têm distâncias compreendidas entre os 100 e os 200 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os mil e os dois mil metros.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:


...Todas as voltas com fronteiras de concelhos e numa imagem diurna...



...As mesmas voltas sem fronteiras de concelhos, mas com as de distritos, e em modo nocturno...



...As ditas, mas em maior (aproveitamento de espaço na imagem)...


Agora, para se ter uma ideia mais correcta das características de cada uma delas, aqui se apresentam os trajectos individualmente. (Quando ao título está associado um link, esse corresponde ao post dessa mesma volta, outrora aqui apresentada neste blog):







Por fazer parte de uma das zonas mais frequentadas mas minhas voltas em estrada, além de a ter calcorreado em reviravoltas à descoberta dos melhores spot's para o recente "A Ver Água", esta estrada está certamente presente nas imagens de cada um de nós, muitas vezes de forma inconsciente. Como exemplo posso salientar que é esta a estrada que nos leva desde Cascais até ao Guincho, ou desde o Guincho até Sintra, passando pela Malveira da Serra, Cabo da Roca e Colares. Logo aí, acredito que já tenha sido pisada por quase todos. Mas também é a estrada que nos leva desde Sintra até à Ericeira passando pela Terrugem, de onde se pode ver o palácio de Mafra.
Depois para Norte, e até Santa Cruz, esta alternativa chega a andar coincidente com a EN 9, voltando após a Lourinhã a estar bem marcada. Termina abruptamente no acesso à IP6, antes de chegar a Atouguia da Baleia. Estaremos por essa altura no KM 2.

Com o progredir das povoações, mas sobretudo com algumas construções desordenadas, muitas vezes perde-se o rumo a determinadas estradas, bem antigas e características do nosso país. O mesmo já senti quando buscava o traçado da Translusitana, a EN 2.
Progride portanto nos distritos de Lisboa e Leiria, com cerca de 110 km e 1300 metros de acumulado.





Trajecto e track GPS no Wikiloc

Aproveitando o habitual convite para a degustação das "Famosas Sopas de Verde", por parte do Clube de Veteranos de Fátima, onde eu e alguns ciclistas de Lisboa temos grandes Amigos (Obrigado Cabrita, Beto, Tony, Rui, Joel, Marco "Carlos" Nuno e aos membros do clube ...cozinheiras incluídas... Entre Outros...), anualmente realizada em Ortiga, Fátima, em meados de Novembro, desloquei-me em bicicleta de estrada para mais uma bela volta pelo Vale do Tejo e Serra de D'Aire.
Esta volta inclui passagens por terras como: - Lisboa, Sacavém, Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira, Castanheira do Ribatejo, Carregado, Vila Nova da Rainha, Azambuja, Cruz do Campo, Cartaxo, Vila Chã de Ourique, Vale de Santarém, Santarém, Póvoa de Santarém, Almajões, Pernes, Rio Alviela, Liteiros, Zibreira, Casais Martanes, Pedrógão, Alqueidão, Pafarrão, Serra de Aire, Bairro, Moitas e Capela de Nossa Sra de Ortiga, Fátima.
 Trajecto maioritariamente cumprido em estrada (N10 e N3), mas com duas passagens em estradões de terra batida: Antes de Santarém e antes da Zibreira. Estes dois troços têm alternativa, e poderão ser feitos por alcatrão. Em Santarém, continuar pela N3 e atravessar a cidade, voltando ao track na rotunda do McDonalds, na Estrada para a Póvoa da Santarém, e antes da Zibreira, continuar pela estrada para fazer a ligação à E243.
Trata-se portanto de um volta que abrange dois distritos, os de Lisboa e Leiria, tem cerca de 140 quilómetros, com quase 1500 metros de acumulado.





Num total de quase 160 km, já que contempla a ida desde Lisboa, para Norte, para as Caldas da Rainha e Nazaré e depois o regresso às caldas para apanhar o comboio, de regresso a casa.
Desde Damaia, Amadora, Lisboa, usando a EN 8 a partir de Odivelas, Loures, Lousa, Venda do Pinheiro, Malveira, Vila Franca do Rosário, Gradil, Freixofeira, Carvalhal, Torres Vedras, Ameal, Ramalhal, Outeiro da Cabeça, entrada no distrito de Leiria, Bombarral, Paul/Delgada, São Mamede, A-da-Gorda, Óbidos, Caldas da Rainha, Tornada, vale de Maceira, passagem para a EN 242, em Alfazeirão, São Martinho do Porto, Rio Alcobaça, e regresso via Macarca a Caldas da Rainha.
Com o constante relevo acidentado da zona Oeste, esta volta acaba por ter cerca de dois mil metros de acumulado ascensional.





… Fui traído por um joelho, e o pior é que o malandro não estava só. Com ele estavam também, a chuva; um certo cansaço, composto na sua maioria por uma recuperação deficiente do esforço da Via de la Plata; mas principalmente, pela minha teimosia e falta de informação.
Tinha planeado (se não chove-se), sair bem cedo e fazer-me à ESTRADA, na pura acepção da palavra. Escolhi a N1/IC2 para progredir para Norte, tanto quanto possível na perspectiva de treinar estrada e resistência, e, testar os meus limites quilométricos numa via que não apresenta, à partida, grandes declives, e é na sua essência, composta de um piso razoável. Descobri à-posteriorí, no pouco que por lá andei, que não é o traçado ideal para fazer num Domingo de “domingueiros do volante”.
Nesta colagem de estrada; - EN 10, de Sacavém ao Carregado; - EN 3, do Carregado a Torres Novas; -  EN 349, de Torres Novas a Ourém; - EN 113, de Ourém a Leiria e - EN 1/ IC 2, de Leiria a Pombal, foram feitos quase 190 quilómetros, e perto de 1700 de acumulado.





Volta de Estrada pelos Concelhos de Amadora, Odivelas, Loures, Malveira, Torres Vedras, Alenquer, carregado, Vila franca de Xira e Alverca.
Usando essencialmente as estradas N 8, N 9, N 115, N 355, N 1 e N 10.
Volta com quase 115 km e pouco mais de 1000 mt de acumulado.



GR