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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Lisboa - Serra de Montejunto - Torres Vedras - Montachique - Loures - Lisboa, em Estrada


"Situada na sequência do alinhamento montanhoso do maciço calcário da Estremadura, a Serra de Montejunto oferece um curioso contraste paisagístico e climatérico. A oeste, envoltas pelo azul do mar encontram-se as ilhas das Berlengas e a noroeste, o Sítio da Nazaré, a sul o "cinza" das cristas da Serra de Sintra e para sudeste os campos verdes das Lezírias do Tejo e dos "Olivais de Santarém".

VOLTA DE ESTRADA COM SERRA DE MONTEJUNTO

Desde à muito por fazer, este track, sai de Benfica e cruza Lisboa por: - Rua da Venezuela, Calhariz de Benfica, Avenida Lusíada, Alameda da Cidade Universitária, Campo Grande, Avenida do Brasil, Olivais, Avenida de Berlim e Moscavide, faz a Expo até Sacavém, entrando depois na EN 10. Passa por Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. Na EN 1, progride por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Cheganças e Ota. O Inicio da subida até ao alto da Serra de Montejunto acontece por Abrigada. 
O regresso aponta para Torres Vedras, passando por Vila Verde dos Francos, Rodeio, Aldeia Grande, Maxial, Ermigeira e Sarge. Depois toma a EN 9, a EN 248 e a R 347 para Lisboa. Até Lá, passa por Runa, Caxaria, Ribaldeira, Dois Portos, Feliteira, Gozundeira, Malgas, Perna de Pau, Espregueiras, Milharado, Póvoa da Galega, Vale de São Gião, sobe a Cabeço de Montachique e desce para Loures. Antes de Chegar à Damaia/Benfica ainda cruza Odivelas e sobe à Pontinha.

Foram cerca de 155 km's, com mais de 2000 metros de acumulado ascensional.








...Numa das encostas da Serra, já a caminho do topo, nas antenas, pode-se ter uma visão alargada da vertente Norte/Noroeste, e de uma imagem curiosa - Não sei até que ponto, não estará associada ao facto de haver um quartel nas imediações - A existência de um mastro com uma Bandeira Nacional, no alto de um penhasco...




... Logo a seguir e rodando a nossa perspectiva um pouco, podemos ver, a Oeste, a localidade de Pragança...





...Já lá no cimo, a mais de 660 mt de altitude, podemos avistar algumas antigas construções, agora em ruínas, que datam do Século XII. 
- É assim com este maciço, do que terá sido um convento dominicano...





...Também podemos visitar a Ermida de Nossa Senhora das Neves, ponto mais alto do distrito de Lisboa, com 666 metros, e avistar algumas das antenas que servem toda esta região da Estremadura de Portugal.


GR

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Várias voltas de estrada pelo distrito de Lisboa (1) [Ida e Volta, com epicentro em Benfica/Damaia]


Depois de aqui ter apresentado este "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, e no qual, os trajectos têm as características em comum já referidas - O que me levou a fazer voltas especificas - Chegou agora o momento de alargar um pouco a abrangência territorial.

Como entretanto, e aproveitando os terrenos que habitualmente usamos para a prática do BTT estarem completamente intransitáveis, tenho feito quase em exclusivo passeios de estrada, nos quais tenho experimentando novos percursos e pisando concelhos lisboetas mais para Norte, achei que era a altura de trazer esse levantamento aqui ao blog, juntando para esse efeito, alguns trajectos mais antigos que fui desenterrar ao site de tracks Wikiloc.

Enceto assim um conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento. - Este primeiro capitulo, refere-se a trajectos feitos dentro do Distrito de Lisboa, pisando 15 concelhos de Lisboa, ficando somente a faltar o de Lourinhã.
Têm em comum o facto de todos terem inicio e términos no mesmo sítio (ou pelo menos perto), e de todos terem distâncias compreendidas entre os 100 e os 200 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os mil e os dois mil metros.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:


...Todas as voltas com fronteiras de concelhos e numa imagem diurna...




    ...As mesmas voltas sem fronteiras de concelhos e em modo nocturno... 




...As ditas, mas em maior (aproveitamento de espaço na imagem)...


Agora, para se ter uma ideia mais correcta das características de cada uma delas, aqui se apresentam os trajectos individualmente. (Quando ao título está associado um link, esse corresponde ao post dessa mesma volta, outrora aqui apresentada neste blog):







Nesta volta de 115 quilómetros, com um acumulado de 1250 mt, em vez de atravessar Monsanto e tomar medidas para a Marginal em Algés, encetei a minha volta no sentido oposto. Segui para Este, desde Benfica, e só tomei contacto com o rio Tejo junto à ponte Vasco da Gama, em plena zona da Expo. Daí sim, contornando toda a margem pelas avenidas; Infante D Henrique, 24 de Julho, da Índia e Brasília, atingi a N6 – a célebre Marginal – até Cascais. Depois, e contrariamente ao que tinha inicialmente em mente, já que contava subir até São Pedro de Sintra, via Estoril, aproveitei as Ganas, e só iniciei a escalada à Serra de Sintra, no Guincho. Prosseguindo pela N247, uma das estradas mais espectaculares do nosso litoral. - Em 100 km, leva-nos desde Cascais até Peniche. Passando a Malveira da Serra, o Cabo da Roca, Colares e Sintra, iniciei o meu regresso, usando a passagem por algumas estradas mais esquecidas e pelas quais já não circulava há muito. Foi assim que voltei a Lourel, Algueirão, Mira Sintra, Meleças, Venda Seca, Belas (paragem obrigatória para um “Fofo de Belas” e uma Ginjinha (… Com elas, a condizer…), Queluz e Amadora.

Com esta voltinha consegui tocar vários concelhos de Lisboa. Se bem me lembro; Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra e Amadora. Quanto a Freguesias, em Lisboa foram: - Benfica, São Domingos de Benfica, Campo Grande, São João de Brito, Santa Maria dos Olivais, Marvila, Beato, São João, Santa Engrácia, São Vicente de Fora, Santo Estêvão, Sé, Madalena, São Nicolau, São Paulo, Santos – o - Velho, Prazeres, Alcântara e Santa Maria de Belém. Em Oeiras: - Algés, Cruz Quebrada – Dafundo, Caxias, Paço de Arcos e Oeiras e São Julião da Barra. Em Cascais: - Carcavelos, Parede, Estoril, Cascais e Alcabideche. Em Sintra: - Colares, São Martinho, Santa Maria e São Miguel, Algueirão – Mem Martins, Belas, Mira Sintra, Agualva, Monte Abraão e Queluz. E finalmente na Amadora: - Mina, Falagueira, Venda Nova e Damaia.






Progressão para Este, atravessando Lisboa, desde Benfica até Sacavém. Depois para Norte, primeiro pela EN 10, passando em Santa Iria, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. E depois Usando a EN 1, por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Ota, São salvador e Cercal. Após a visita à aldeia de Sobrena (Cadaval), dá-se o regresso, novamente pelo Cercal , iniciando depois algumas variantes. Primeiro pela EN 366 até Tagarro, em seguida pela IC 2/ N1, em contorno a Alcoentre, para voltar à EN 366 até Aveiras de Cima. Na rotunda a Norte de Aveiras (acesso á A1), derivei para a EN 365-2, até Pontével. Regressando de Pontével, pego a variante M 533, que me leva até a Azambuja, apanhando então a EN 3 via Vila Nova da Rainha e colando com o caminho da vinda, no Carregado. Até Benfica, as únicas derivantes da viagem de ida, acontecem depois de Sacavém, contornando a Portela e o Bairro de Encarnação, por Norte.
Trajecto com cerca de 180 km e 1250 de acumulado.



Mais uma volta de estrada com passagem por três denominadores comuns com muitas das voltas que costumo efectuar. A saber: - Monsanto, Marginal (EN 6) e Sintra. Desta vez, e depois de sair de casa via Benfica e Buraca, atravesso Monsanto até Algés e aí enceto a progressão pela Estrada Marginal, desta vez só até ao Estoril, onde iniciei a subida até Sintra, passando por Alcoitão, Linhó e São Pedro. Seguidamente e rumando a Norte pela EN 247; - Lourel, Vila Verde, Terrugem, Odrinhas, Alvarinhos e Rio Lizandro. Seguiu-se o regresso a Lisboa após passagem e breve estada na vila piscatória de Ericeira, pela EN 116, com passagens em Mafra, Alcainça, Malveira e Venda do pinheiro. Aí passei para a EN 8, pelo Carrascal, Lousa, Ponte de Lousa, Guerreiros, Pinheiro de Loures, Barro e Loures. Antes de dar entrada em Lisboa, ainda cruzei Flamenga, Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto. Já em Lisboa cidade, fui até à Duque de Loulé, de onde me fiz de novo a casa pela ciclovia da Rua Marquês de Fronteira e por Monsanto.


    4. LISBOA AZAMBUJA CADAVAL TORRES VEDRAS MAFRA LISBOA



Autêntica volta rebenta pernas, com cerca de 220 quilómetros e quase dois mil de acumulado ascensional.
Toca em 11 concelhos do distrito de Lisboa: - Lisboa, Loures, Vila Franca, Alenquer, Azambuja, Cadaval, Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço, Mafra, Odivelas e Amadora. Curiosamente não toca nos concelhos que habitualmente mais uso para as minhas voltas de estrada; - Oeiras, Cascais e Sintra, e no mais distante, que raramente visito; - Lourinhã (já está planeada uma volta para breve, para rectificar essa lacuna).
Desta vez a progressão inicia-se para Sul - Não sei o que me deu neste dia - E atravessa o Parque Florestal de Monsanto em direcção ao rio Tejo. É com essa grande linha de água a acompanhar, que segue o percurso desde Algés até a Azambuja. Só depois desta última localidade é que tomo o rumo ao Cadaval (Noroeste) seguindo pela EN 366 e passando por Aveiras de Baixo, Aveiras de Cima, Alcoentre, Cercal, Sobrena, Peral e Cadaval. O regresso, que ainda será longo, inicia-se pela EN 115, em direcção a Sul. Assim, passo por: - Vilar, Maxial, Aldeia Grande, Ermigeira, e Sarge, antes de Torres Vedras, pego a EN 9 em direcção a Sul, passando por Runa, Ribaldeira, Dois Portos e Feliteira. Em Casal das Coitadas, deixo a R 374, transpondo a linha férrea para Oeste em Pêro Negro. Daí segui para a Enxara dos Cavaleiros (EN 9-2), Enxara do Bispo, Tourinha, Gradil, Murgeira e Mafra. Continuando para Sul, via EN 116, passo Carapinheira, Alcaínça, Malveira, Venda do Pinheiro e Freixeira. Depois desta, inicia-se a EN 8, por Carrascal, Lousa, Ponte de Lousa, Guerreiros, Pinheiro de Loures, Barro, Loures, Flamenga, Calçada de Carriche, Lumiar, Carnide e Benfica....UF...Vai lá vai...


    5. SOBRAL DE MONTE AGRAÇO



Lisboa Alhandra Sobral Arranho Bucelas Odivelas.
Esta volta já tinha sido percorrida por mim várias vezes, mas desta vez, fiz-lhe uma pequena alteração, que lhe acrescentou mais 5 ou 6 quilómetros. Isto é, ao contrário de que era habitual, depois de Arruda dos Vinhos, subia as terras de vinhedo, até Nossa Senhora da Ajuda, e depois descia para Bucelas. Desta vez continuei a subir até ao Sobral de Monte Agraço e Alqueidão, iniciando depois a descida via Arranhó e Bucelas. Quanto ao resto do trajecto, manteve-se igual às anteriores por estas terras.
Volta com pouco menos do que 100 km, e pouco mais do que mil metros de acumulado.





Atenção: Esta gravação foi feita com telemóvel android e embora me pareça bastante fidedigna, pode ter um ou outro pequeno erro.
Desde à muito por fazer, este track, sai de Benfica e cruza Lisboa por: - Rua da Venezuela, Calhariz de Benfica, Avenida Lusíada, Alameda da Cidade Universitária Campo Grande, Avenida do Brasil, Olivais, Avenida de Berlim e Moscavide, depois faz a Expo até Sacavém, entrando depois na EN 10. Passa por Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. Na EN 1 progride por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Cheganças e Ota. O Inicio da subida até ao alto da Serra de Montejunto acontece por Abrigada. O regresso aponta para Torres Vedras, passando por Vila Verde dos Francos, Rodeio, Aldeia Grande, Maxial, Ermigeira e Sarge. Depois toma a EN 9 a EN 248 e a R 347 para Lisboa. Até Lá passa por Runa, Caxaria, Ribaldeira, Dois Portos, Feliteira, Gozundeira, Malgas, Perna de Pau, Espregueiras, Milharado, Póvoa da Galega, Vale de São Gião, sobe a Cabeço de Montachique e desce para Loures. Antes de Chegar à Damaia/Benfica ainda cruza Odivelas e sobe à Pontinha.
Volta com um pouco menos do que 160 km, e um pouco mais do 2000 mt de acumulado.





Zonas históricas
Boa volta de estrada com quase 120 quilómetros e perto dos dois mil metros de acumulado ascensional. Passa em algumas das regiões com mais história do distrito de Lisboa. Nomeadamente: - Belas, Mafra, Sintra (vila e Serra), Belém e Monsanto.
Muitas destas zonas estão em boas elevações que, como é óbvio, temos que escalar, trazendo com elas as respectivas descidas vertiginosas. Lembro-me das ascensões para o "Clube de Golfe de Belas" e para o estabelecimento prisional de Pêro Pinheiro, depois, até Cheleiros, temos a descida vertiginosa para o Lizandro e a ainda maior subida para Mafra, com paredes de mais de 10% de inclinação. Com a aproximação da costa, depois do Zambujal, voltamos a descer ao Lizandro e a subir para a Carvoeira. Voltamos a descer, desta vez, para a Praia de São Julião, de onde temos uma desafiante escalada com médias de mais de 10%, após a Ribeira do Barril. Seguindo para Sul, até chegarmos a Sintra não há grandes obstáculos. A entrada na zona de Sintra, também dá o inicio à maior escalada desta Volta, pela Serra de Sintra, via Capuchos, terminando na Malveira da Serra. Depois da descida contínua até à Vila de Cascais, segue-se uma longa parte essencialmente plana, pela Marginal, de onde se acaba por sair em Alcântara, onde, via Avenida de Ceuta e Bairro da Liberdade / Serafina, se dá o início da progressão até ao ponto mais alto do parque Florestal de Monsanto (prisão). Após mais esta subida é só voltar a fechar a volta pela rotunda de Pina Manique.





Nem 8 nem 80 (apesar de ter uma cambiante de sentido de progressão, a meio, acabou por originar um "8" muito disforme. Mas ao mesmo tempo, também não foram 80 km, mas sim mais de 123....Diga lá outra vez!)
- Muda às duas e acaba ás 5, relembrando os tempos de infância onde os jogos da bola lá da rua, eram qualquer coisa como vira aos 4 e acaba aos 8... Quem não se lembra???? - Aqui, e como será de fácil comprovação, falo de horas.
Volta de estrada pelos concelhos do costume; - Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, desta vez com um perímetro um pouco maior do que é habitual, já que para além da tradicional saída por Monsanto, e progressão via Estrada Marginal, até ao Parque Natural de Sintra Cascais, e Serra de Sintra, desta vez, aproveitei o facto de ir visitar um familiar perto de Santa Apolónia, e tomei o rumo da Gare do Oriente. Só depois e sempre encostado ao rio, é que me direccionei para a marginal. Quando cheguei à parte da baixa, em que ficamos completamente expostos a Oeste, e ao tomar consciência do forte vento, decidi que faria a mesma volta mas invertendo o sentido, para que o regresso fosse a favor do vento, dando algum descanso ao corpo, que entretanto se iria cansar. Assim fiz. - Em Belém aproveitei a deixa e subi pela calçada do Galvão, até Monsanto (já agora subi mesmo até à prisão) e depois, via Alfragide, Carnaxide e Reboleira, encetei o meu caminho, que normalmente é do regresso, até à vila de Sintra (com passagem por Queluz, Monte Abraão, Massamá, Cacém, Mercês, Mem Martins e Portela, depois da Vila, desci para Galamares e continuei para Colares de onde subi para Almoçageme e Pé da Serra, até atingir o cruzamento da Azóia e iniciar a descida pela Malveira da Serra, até ao Guincho.
Já com o vento a ajudar, aproveitei para me pôr de novo de regresso através de Algés.


GR

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Mil a mil se fazem Amigos, e se vai conhecendo o "mundo"...Principalmente o Português...


...Desta vez, a contagem dos milhares divide-se - Quase em partes iguais - Por quilómetros de BTT, e por não menos nobres, largas distâncias de ESTRADA.
Depois de alguns meses de interregno velocipédico, em que a engorda foi factor dominante, foi decidido que parti para uma "second life", aproveitando as minhas já habituais viagens de Agosto. Acabei por fazer/refazer e concluir, muitos dos traçados que me estavam encravados na garganta.
Foi assim que me fiz de novo aos Caminhos de Santiago, primeiro com o recente CAMINHO TORRES desde Salamanca, depois com o CAMINHO PRIMITIVO desde Fonsagrada, e finalmente, com o CAMINHO PORTUGUÊS DA COSTA, que encetei no Porto.




"47 MIL"
CAMINHO TORRES

Desde Salamanca, passando por Cuidad Rodrigo, Almeida,  Pinhel, Trancoso, Sernancelhe, Lamego, Peso da Régua, Amarante, Guimarães, Braga, Ponte de Lima, Valença do Minho, com ligação ao Caminho Português Central até Santiago de Compostela.





"48 MIL"
CAMINHO PORTUGUÊS DA COSTA,
...Aqui com o maior Peregrino Português;
 - CARLOS RIOS. À nove anos nos Caminhos de Santiago. - Um abraço para ele... E...
- BOM CAMINHO!

Desde o Porto, passando por Rates, Esposende, Marinhas, Castelo do Neiva, Viana do Castelo, Vila Praia de Âncora, Caminha, Ferry no Rio Minho, La Guarda, Oia, Baiona, Vigo, Redondela e ligação ao Caminho Português até Santiago de Compostela.





"49 MIL"
GR 30 - GRANDE ROTA DAS LINHAS DE TORRES

Passagem em algumas das fortificações das Linhas de Torres e em localidades do distrito de Lisboa, como: - Bucelas, Montachique, Malveira, Mafra, Ericeira, Torres Vedras, Turcifal,  Pêro Negro e Alqueidão.





"50 MIL"
ESTRADA NACIONAL 2 (EN 2)

Travessia meridional de Portugal continental, desde Faro a Chaves. Cerca de 740 quilómetros de um Portugal de contrastes.
Início em Faro, e passagem por São Brás de Alportel, Almodôvar, Castro Verde, Aljustrel, Ferreira do Alentejo, Torrão, Montemor-o-Novo, Ciborro, Mora, Montargil, Ponte de Sôr, Abrantes, Sardoal, Vila de Rei (marco geodésico do Centro Geodésico de Portugal, na fotografia, em cima), Sertã, Pedrogão Grande, Serra da Lousã, Góis, Penacova, Barragem da Aguieira, Mortágua, Santa Comba Dão, Tondela, Viseu, Castro D'Aire, Lamego, Peso da Régua, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Pedras Salgadas, Vidago e Chaves





"51 MIL"
BRAGANÇA - BEJA, EM ESTRADA

Travessia alternativa à EN 2, desta vez entre Bragança e Beja, usando uma colagem de estrada nacionais de Norte e Sul (EN 15, EN 220, EN 102, EN 16, EN 3, IP 2 e EN 18)
Passagem por diversas terras e pontos de interesse, a saber:
- Bragança, Macedo de Cavaleiros, Foz do Sabor, Torre de Moncorvo, Pocinho, Vila Nova de Foz Côa, Celorico da Beira, Vale do Mondego, Guarda, Belmonte, Orjais, Teixoso, Covilhã, Fundão, Serra da Gardunha, Alpedrinha, Alcains, Castelo Branco, Barca de Alva, Nisa, Alpalhão, Portalegre, Monfrote, Estremoz, Évora Monte, Évora, Viana do Alentejo, Alvito, Cuba e Beja.





"52 MIL"
SERRA DE MONTEJUNTO POR ESTRADA





"53 MIL"

"F.A.B.E.L." - VOLTA DE ESTRADA COM RODAS NOVAS



...To be continued...

GR

sábado, 14 de novembro de 2020

ALPES ITALIANOS / FRANÇA : Dia 24 de Agosto de 2020. - Inclui o Col de Vars e o Cime de la Bonette (Col de Restefond)

 

Dia 9 - 24 de Agosto de 2020


Esta etapa surgiu à-Posteriorí do planeamento prévio que encetei para esta grande aventura pelos Alpes italianos. Quando andava em busca de grandes escaladas épicas por estas terras, e estando tão próximo de França e de e“cols” por mim passados no ano anterior:, acabei por constatar que havia várias dessas escaladas que não tinha feito na minha primeira abordagem aos Alpes. Como algumas delas, não só estavam perto da fronteira entre os dois países, como até as definem, tomei a decisão de as fazer.

É assim com subidas ao Col de Vars e com o Cime de la Bonette, que fazem parte desta etapa que agora relato. Acabou por ser uma etapa em espelho, com o seu ponto mais longínquo coincidente com a estrada mais alta da europa, a passagem para Nice, no topo de la Bonette, ou Col de Restefond.

Esta estrada tem muita história, foi construída pelas tropas napoleónicas. Nesta inclusive há abrigos onde se diz o próprio ter estado, e tal como as anteriormente descritas de Finestre serviam para aceder às fortificações militares e para controlar e fazer passagem entre as zonas montanhosas mais inacessíveis e recônditas.

Esta estrada e a passagem em torno da montanha que fizeram anos mais tarde, estão envoltos em polémica. Há quem diga que esta é a estrada mais alta da europa, há quem diga que é o L’Iseran… Enfim, aqui LINKo uma pequena explicação à polémica.

De qualquer das formas e como já tive a sorte de estar nas duas, sinto-me legitimado a dar a minha opinião: - Há muitas teorias e listas de estradas europeias e até mundiais assim como das suas alturas, mas temos que ter em atenção as referências e itens que são avaliados. Numas temos o material com que são pavimentadas, com inertes soltos (McAdame ; Tout venan, Sterrato, etc etc…), ou em asfalto comum, noutras dessas avaliações frisa-se a questão se essas rotas têm um términos em cima desses cumes, ou se fazem a passagem para a outra encosta. Existem várias teorias. No meu entender a estrada que passa no sítio mais alto, que vai de um ponto ao outro, percorrendo determinada montanha, com o intuito de a transpor, é a do col de L’Iseran: - A D902 francesa. Depois há aquelas que só vão até ao topo da montanha, ou dum determinado miradouro turístico, normalmente porque tem antenas, cata-ventos, ou estações de observação, aí podemos usar os exemplos da Torre, na Serra da Estrela, de Montejunto, do Larouco, etc.. - E depois há o Cime de la Bonette... lol... Para além da passagem dita normal que a estrada faz para Nice, ou no sentido contrário até Jausiers. – Route de Nice C1, ainda construíram, nos anos 60, uma extensão que contorna o pico dessa montanha de Bonette e volta pelo lado contrário. Toda esta descrição está promenorizada num texto exposto na placa que demarca esse marco. Imagine-se aqui o exemplo da subida de Montachique, quando vamos de loures em direcção a São Gião, se a estrada tivesse um braço que ia lá acima e contornava a torre de vigia, voltavando por outra estrada. Pode ser difícil de visualizar, mas fazendo uma busca e vendo as fotografias e imagens da internet dá para ter uma ideia.

Encontrei um vídeo que pode ser elucidativo

 

Resumindo: - Não há duvida da beleza e dificuldade da estrada e da subida em si. Além da altitude, a imagem inóspita que nos acompanha, mais parecendo a superfície lunar, somos sempre acompanhados pelo vento que avança sem qualquer proteção, influenciado a nossa progressão. Se a subir é limitativo e exasperante, a descer a coisa torna-se realmente perigosa. Sei até de casos de amigos que apanharam grandes sustos por lá.



TRAÇADO GPS NO WIKILOC:


Powered by Wikiloc


Números da jornada:

135 km; 7:45 horas a pedalar; 3832 mt acumulado ascendente; 3832 mt acumulado descendente; 

2802 mt altura máxima.; 1000 mt altura mínima.



Algumas Fotografias:


Antigo refúgio napoleonico




Início da subida do col

de la Bonette. Segundo a informação: 

- A estrada mais alta da Europa.



...Aqui está a tal ramificação para a estrada que contorna o monte de La Bonette. 

Ao centro da imagem, ligeiramente para a esquerda, está a bifurcação para Nice. Mas para quem quiser ir visitar o cume do monte, temos uma continuação (onde está o carro branco) que depois regressa pelo lado direito da imagem.



..Mais um objetivo concretizado. A ascensão à cime de la Bonette, supostamente a estrada mais alta da Europa. Seja esta a ou a passagem pelo Col  L’Iseran, já pude percorrer as duas.




Aqui se explica a história desta estrada icónica.


Gráfico de Altimetria de La Bonette:






quarta-feira, 21 de agosto de 2019

...Isto às vezes custa mais escrever, do que fazer...MIL a MIL...hahaha



70 MIL

Mais uma volta até ao ponto mais alto do distrito de Lisboa...


...E arranjar fotografias destas voltas...
Aqui está uma da volta em causa. bicicleta encostada no alto da serra , bicicleta no chão pela certa. 
Tal é o vento.



71 MIL

...Mais uma volta domingueira com a malta de Sacavém.


Aqui está uma volta exemplo das muitas que fazemos por estas bandas:
- Sacavém, Sobral, Alverca...etc...


72 MIL

...Uma volta das maiores que faço quando tenho tempo, e dá para ir até à Serra de Sintra.



Perto de Queluz de Baixo.... com muita coisa desta já visitada...



73 MIL

Como não poderia deixar de ser, estes quilómetros foram passados, como muitos e muitos outros, pela marginal (EN 6), que, como o Parque Florestal de Monsanto, são os meus locais de treino privilegiados...





74 MIL

Não muito longe temos Monsanto...



...Onde se treina com alguma frequência... às vezes, mesmo a chover.


---Claro que esta saga vai continuando... Neste momento, e quando nos estamos a aproximar dos cem mil, é o que há para postar....heheheh... Brevemente trarei mais voltas por aqui...

Boas Pedaladas...



terça-feira, 14 de julho de 2009

Uma etapa da Volta…





Link para o WIKILOC :

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=457751



… Já agora… À França!


Decorreu de uma forma espectacular – Tudo como previsto, ou por outra, muito melhor do que o previsto!


Saí de casa às 8,50 h e antes do meio-dia já estava na Sobreda (Campo de férias do Cadaval). Pela N10 primeiro e N1, até confluir na N366, foi canja.


80 km’s, em que o acumulado não passou dos 600 mt.


Como ainda era cedo para almoçar, fui tentar descortinar onde se poderia (poderá) Fazê-lo no próximo Domingo, já que vou voltar as estas bandas para mais um “etapa” desta minha “Volta a França”, com familiares e Amigos com o possível intuito de por lá almoçar.


Depois das perguntas segui a viagem em direcção ao Cadaval. Tinha por objectivo mudar o traçado do regresso para não cair na monotonia. Assim escolhi um trajecto mais “ambicioso” para Lisboa. Fi-lo pela N8 passando por Torres Vedras.


De certa forma, é preciso coragem. Pois por estas “bandas do Oeste” a “coisa” empina um bocado. Já se sabe que as inclinações e acumulados são um pouco mais agressivos. Mesmo assim, na totalidade não fiz mais do que 1600 mt do tal desnível acum.


Depois de ter passado por terras como: Sacavém; Sta. Iria; Alverca; Alhandra; Vila Franca de Xira (ai aquele empedrado); Castanheira do Ribatejo; Carregado; Alenquer; Ota; Entre a Ota e o Cercal, à beira da estrada e da imponente Serra de Montejunto existe uma loja de Bicicletas (R BIKES) onde fui pôr pressão nos pneumáticos; Cercal; e Sobreda. Depois do já referido Cadaval (onde comi uma coisa ligeira), continuei por: Vilar; Maxial; Torres Vedras; Barras (terra do Talica); Vila franca do Rosário (aqui é que a coisa se complica…lolol…Bendito Red Bull); Lousa (terra de ciclistas); Ponte de Lousa; Malveira; Pinheiro de Loures (maldito piso em placas de cimento); Loures; Ponte de Frielas; Odivelas; Pontinha e finalmente Benfica.


A Volta teve a duração de mais de seis horas e no total perfez mais de 170 km´s.


Oh Ricardo! O ke k achas de na Estrada, voltar a ser o "Papa Léguas"? HUM!?!??

O já "mítico" Guarda-Rios, devia dedicar-se em exclusivo ao nosso BTT... O que achas?