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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Benfica - Sacavém - Serra Vialonga - Cabeço da Rosa - Alpriate- Benfica



Track gravado com GPS em telemóvel Sony Xperia E1, mas que parece bastante fidedigno.
Benfica - Sacavém - Serra de Vialonga - Cabeço da Rosa - Bemposta - Alpriate - Sacavém - Benfica Volta de Btt com cerca de 96 km's de extensão, um acumulado ascensional relativo de 1570 mt, a uma média de andamento de 17,5 km/h. Mais uma voltinha espectacular com os habituais elementos dos Fugas da maria, normalmente presentes nestas ocasiões; - Carlos Carmelo e José Alexandre - pelas serras das zonas de Vialonga, Santiago dos Velhos; Bemposta e Fanhões, quase sempre em contorno do grande vale de Bucelas. Desloquei-me desde Damaia/Benfica até Sacavém (ponto de encontro), para aí iniciar a volta de BTT propriamente dita: - Passagem pelos sempre perigosos diques do Trancão, Alpriate, Vialonga, Sta Eulália, Verdelha do Ruivo, Cruzamento com a EN 116 e com a CREL, próx. a A-do-Mourão e Santiago dos Velhos, Bucelas, EN 115, Bemposta, Freixial, EN 116, Próx. a Fanhões, Zambujal, Alpriate e regresso a Sacavém, por estrada, para depois terminar novamente em Benfica. Mais voltas com os Fuga da maria no blog Nezclinas







...Ainda na zona da Expo, enquanto fazia tempo para me encontrar com os "fugas" em Sacavém...




...Já no alto da Serra de Vialonga, entre Alverca e Bucelas, a mais de 350 mt de altitude...




...A atravessar o Rio Trancão, na Bemposta, a caminho da Calçada Romana do "Caminho do Picoto"...
SHAP, SHAP... 
- Diz quem sabe, que à dois meses atrás, não se passava aqui nem de "escafandro", tal era a correnteza do Rio...hehe..




- Oh para ele a lavar as rodinhas da "ginga"...




...Foi espectacular a voltinha e melhor a companhia...
- Estes homens conhecem como ninguém estas zonas, e estes trilhos.
Muitos deles, tem tanto de proximidade com Lisboa, como de desconhecimento por parte dos BTTistas da grande urbe...




...E AQUI SE PROVA A PERÍCIA DO COMPADRE...HEHEHE



Não é só a passar ribeiras - Por acaso aqui já é o Trancão - Mas também a subir montes de pedras sem fim em que a perícia provada, é demonstrativa de que não somos todos iguais...
- Ah, não somos não!...hehehehe 



GR

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

PORTO (GAIA) - LISBOA (ORIENTE)


Powered by Wikiloc









ALGUMAS DAS TERRAS E PONTOS DE INTERESSE CONTEMPLADOS 
NESTA VIAGEM:

Vila Nova de Gaia, Carvalhos, Lourosa, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Pinheiro da Bemposta, Branca, Albergaria-a-Velha, Rio Vouga, lamas do Vouga, Trofa, 1ª Saída da EN1/IC2 para Águeda, Rio Águeda, Borralha, Vale do Grou, Aguada de Cima, Almas da Areosa, Entrada novamente na EN1, Avelãs do Caminho, Mogofores, Sernadelo, Mealhada, Carqueijo, Santa Luzia, 2ª saída de EN1/IC2, em direcção a Trouxemil, Fornos, Adémia de Cima, Coimbra, Rio Mondego, Santa Clara, Cruz de Morouços, Antanhol, Regresso à EN1, Cernache, Condeixa, Porto Coelheiro, Pombal, Barracão, 3ª Saída da EN1/IC2 para Leiria, Rio Liz, Brogal, volta para a EN1, Faniqueira, Batalha, Mosteiro da Batalha, São Jorge, Centro interpretativo da Batalha de Aljubarrota, Tremoceira, Casal Boieiro, Freires, Venda das Raparigas, 4ª saída da EN1/IC2 para Rio Maior, Alto da Serra, Rio Maior; Asseiceira, Quebradas, São Salvador, Espinheira, Novamente entrada na IC2 (mas pode-se circular), Ota, Circular de Alenquer, Carregado, Castanheira do Ribatejo, Vila Franca de Xira, Alhandra, Alverca, Forte da Casa, Póvoa de Santa Iria, São João da Talha, Bobadela, Rio Trancão, Sacavém, Lisboa (Gare do Oriente).




ALGUMAS FOTOGRAFIAS:





Ainda em Vila Nova de Gaia, supostamente no primeiro quilómetro da Estrada Nacional 1 
(EN 1), encontramos um marco que assinala o km 300, de uma estrada que já teve 301 km´s. 
- Só que não nos podemos deixar enganar. As constantes alterações e obras, em que muitas vezes a EN 1 é IC 2, ou outros itinerários, faz com que quando finalmente conseguimos chegar a Lisboa, via Sacavém, já temos mais de 310 km´s nas pernas. 
Isto se não houver nenhum engano na rota, ou algo que nos obrigue a fazer desvios, como obras por exemplo.







Esta fotografia, na zona de Águeda, já por mim passada noutras voltas, acaba por ser sempre obrigatória. Além da escultura em si , simboliza que estamos a passar em terra de muitos ciclistas, e que já foi de grande desenvolvimento industrial, no que à produção de bikes diz respeito.







À Chegada a Sacavém, zona de Bobadela, e quando estamos a escassos quilómetros da Gare do Oriente, somos atravessados por uma sensação de missão cumprida. 
Apesar do cansaço trazido de quase doze horas de pedaladas e do acumulado quilométrico, o pior realmente está a passar. 
- Digo isto porque uma viagem destas, não se faz só de momentos aprazíveis. Também é composta de alguma paciência, resistência, e, quer queiramos ou não, alguma sorte.
- Com furos, avarias, ou condições climatéricas muito adversas, a conclusão desta viagem poderá ficar em perigo.


Para evitar enganos e desvios de rota, que podem acarretar ou mesmo pôr em causa esta "empreitada", aconselho que sigam um track GPS fidedigno (o que tem o link em cima, é) e que tenham em conta as zonas de impossibilidade de circulação na IC 2.

Basicamente os locais a ter em atenção são (...e vindo de Norte), antes de Águeda, de Coimbra (muitos quilómetros fora da estrada, a acarretar muita atenção), antes de Leiria, de Rio Maior, e a passagem antes e após a asseiceira e até à chegada ao Carregado. 
A partir daí é seguir a EN 10 até Sacavém.



Boas Pedaladas

João Galvão



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Várias voltas de estrada pelo distrito de Lisboa (1) [Ida e Volta, com epicentro em Benfica/Damaia]


Depois de aqui ter apresentado este "POST" - Todas diferentes, Todas iguais. Voltas de Estrada com 3 denominadores comuns: - Monsanto, Marginal e Sintra - Onde se descrevem algumas voltas de estrada no distrito de Lisboa, confinadas basicamente aos concelhos de Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, e no qual, os trajectos têm as características em comum já referidas - O que me levou a fazer voltas especificas - Chegou agora o momento de alargar um pouco a abrangência territorial.

Como entretanto, e aproveitando os terrenos que habitualmente usamos para a prática do BTT estarem completamente intransitáveis, tenho feito quase em exclusivo passeios de estrada, nos quais tenho experimentando novos percursos e pisando concelhos lisboetas mais para Norte, achei que era a altura de trazer esse levantamento aqui ao blog, juntando para esse efeito, alguns trajectos mais antigos que fui desenterrar ao site de tracks Wikiloc.

Enceto assim um conjunto de post's dedicados a voltas de estrada pela região de Lisboa. - Cada um com o seu fundamento. - Este primeiro capitulo, refere-se a trajectos feitos dentro do Distrito de Lisboa, pisando 15 concelhos de Lisboa, ficando somente a faltar o de Lourinhã.
Têm em comum o facto de todos terem inicio e términos no mesmo sítio (ou pelo menos perto), e de todos terem distâncias compreendidas entre os 100 e os 200 quilómetros (+/-). O acumulado ascensional também não varia de forma assustadora, já que está sempre entre os mil e os dois mil metros.


No seguimento das imagens que tenho apresentado ultimamente, através das potencialidades do Programa Google Earth , em que a sobreposição dos traçados nos dá uma ideia geral de como são as voltas, tendo inclusive a possibilidade de as comparar a nível geográfico, assim volto a fazer por aqui:


...Todas as voltas com fronteiras de concelhos e numa imagem diurna...




    ...As mesmas voltas sem fronteiras de concelhos e em modo nocturno... 




...As ditas, mas em maior (aproveitamento de espaço na imagem)...


Agora, para se ter uma ideia mais correcta das características de cada uma delas, aqui se apresentam os trajectos individualmente. (Quando ao título está associado um link, esse corresponde ao post dessa mesma volta, outrora aqui apresentada neste blog):







Nesta volta de 115 quilómetros, com um acumulado de 1250 mt, em vez de atravessar Monsanto e tomar medidas para a Marginal em Algés, encetei a minha volta no sentido oposto. Segui para Este, desde Benfica, e só tomei contacto com o rio Tejo junto à ponte Vasco da Gama, em plena zona da Expo. Daí sim, contornando toda a margem pelas avenidas; Infante D Henrique, 24 de Julho, da Índia e Brasília, atingi a N6 – a célebre Marginal – até Cascais. Depois, e contrariamente ao que tinha inicialmente em mente, já que contava subir até São Pedro de Sintra, via Estoril, aproveitei as Ganas, e só iniciei a escalada à Serra de Sintra, no Guincho. Prosseguindo pela N247, uma das estradas mais espectaculares do nosso litoral. - Em 100 km, leva-nos desde Cascais até Peniche. Passando a Malveira da Serra, o Cabo da Roca, Colares e Sintra, iniciei o meu regresso, usando a passagem por algumas estradas mais esquecidas e pelas quais já não circulava há muito. Foi assim que voltei a Lourel, Algueirão, Mira Sintra, Meleças, Venda Seca, Belas (paragem obrigatória para um “Fofo de Belas” e uma Ginjinha (… Com elas, a condizer…), Queluz e Amadora.

Com esta voltinha consegui tocar vários concelhos de Lisboa. Se bem me lembro; Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra e Amadora. Quanto a Freguesias, em Lisboa foram: - Benfica, São Domingos de Benfica, Campo Grande, São João de Brito, Santa Maria dos Olivais, Marvila, Beato, São João, Santa Engrácia, São Vicente de Fora, Santo Estêvão, Sé, Madalena, São Nicolau, São Paulo, Santos – o - Velho, Prazeres, Alcântara e Santa Maria de Belém. Em Oeiras: - Algés, Cruz Quebrada – Dafundo, Caxias, Paço de Arcos e Oeiras e São Julião da Barra. Em Cascais: - Carcavelos, Parede, Estoril, Cascais e Alcabideche. Em Sintra: - Colares, São Martinho, Santa Maria e São Miguel, Algueirão – Mem Martins, Belas, Mira Sintra, Agualva, Monte Abraão e Queluz. E finalmente na Amadora: - Mina, Falagueira, Venda Nova e Damaia.






Progressão para Este, atravessando Lisboa, desde Benfica até Sacavém. Depois para Norte, primeiro pela EN 10, passando em Santa Iria, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. E depois Usando a EN 1, por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Ota, São salvador e Cercal. Após a visita à aldeia de Sobrena (Cadaval), dá-se o regresso, novamente pelo Cercal , iniciando depois algumas variantes. Primeiro pela EN 366 até Tagarro, em seguida pela IC 2/ N1, em contorno a Alcoentre, para voltar à EN 366 até Aveiras de Cima. Na rotunda a Norte de Aveiras (acesso á A1), derivei para a EN 365-2, até Pontével. Regressando de Pontével, pego a variante M 533, que me leva até a Azambuja, apanhando então a EN 3 via Vila Nova da Rainha e colando com o caminho da vinda, no Carregado. Até Benfica, as únicas derivantes da viagem de ida, acontecem depois de Sacavém, contornando a Portela e o Bairro de Encarnação, por Norte.
Trajecto com cerca de 180 km e 1250 de acumulado.



Mais uma volta de estrada com passagem por três denominadores comuns com muitas das voltas que costumo efectuar. A saber: - Monsanto, Marginal (EN 6) e Sintra. Desta vez, e depois de sair de casa via Benfica e Buraca, atravesso Monsanto até Algés e aí enceto a progressão pela Estrada Marginal, desta vez só até ao Estoril, onde iniciei a subida até Sintra, passando por Alcoitão, Linhó e São Pedro. Seguidamente e rumando a Norte pela EN 247; - Lourel, Vila Verde, Terrugem, Odrinhas, Alvarinhos e Rio Lizandro. Seguiu-se o regresso a Lisboa após passagem e breve estada na vila piscatória de Ericeira, pela EN 116, com passagens em Mafra, Alcainça, Malveira e Venda do pinheiro. Aí passei para a EN 8, pelo Carrascal, Lousa, Ponte de Lousa, Guerreiros, Pinheiro de Loures, Barro e Loures. Antes de dar entrada em Lisboa, ainda cruzei Flamenga, Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto. Já em Lisboa cidade, fui até à Duque de Loulé, de onde me fiz de novo a casa pela ciclovia da Rua Marquês de Fronteira e por Monsanto.


    4. LISBOA AZAMBUJA CADAVAL TORRES VEDRAS MAFRA LISBOA



Autêntica volta rebenta pernas, com cerca de 220 quilómetros e quase dois mil de acumulado ascensional.
Toca em 11 concelhos do distrito de Lisboa: - Lisboa, Loures, Vila Franca, Alenquer, Azambuja, Cadaval, Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço, Mafra, Odivelas e Amadora. Curiosamente não toca nos concelhos que habitualmente mais uso para as minhas voltas de estrada; - Oeiras, Cascais e Sintra, e no mais distante, que raramente visito; - Lourinhã (já está planeada uma volta para breve, para rectificar essa lacuna).
Desta vez a progressão inicia-se para Sul - Não sei o que me deu neste dia - E atravessa o Parque Florestal de Monsanto em direcção ao rio Tejo. É com essa grande linha de água a acompanhar, que segue o percurso desde Algés até a Azambuja. Só depois desta última localidade é que tomo o rumo ao Cadaval (Noroeste) seguindo pela EN 366 e passando por Aveiras de Baixo, Aveiras de Cima, Alcoentre, Cercal, Sobrena, Peral e Cadaval. O regresso, que ainda será longo, inicia-se pela EN 115, em direcção a Sul. Assim, passo por: - Vilar, Maxial, Aldeia Grande, Ermigeira, e Sarge, antes de Torres Vedras, pego a EN 9 em direcção a Sul, passando por Runa, Ribaldeira, Dois Portos e Feliteira. Em Casal das Coitadas, deixo a R 374, transpondo a linha férrea para Oeste em Pêro Negro. Daí segui para a Enxara dos Cavaleiros (EN 9-2), Enxara do Bispo, Tourinha, Gradil, Murgeira e Mafra. Continuando para Sul, via EN 116, passo Carapinheira, Alcaínça, Malveira, Venda do Pinheiro e Freixeira. Depois desta, inicia-se a EN 8, por Carrascal, Lousa, Ponte de Lousa, Guerreiros, Pinheiro de Loures, Barro, Loures, Flamenga, Calçada de Carriche, Lumiar, Carnide e Benfica....UF...Vai lá vai...


    5. SOBRAL DE MONTE AGRAÇO



Lisboa Alhandra Sobral Arranho Bucelas Odivelas.
Esta volta já tinha sido percorrida por mim várias vezes, mas desta vez, fiz-lhe uma pequena alteração, que lhe acrescentou mais 5 ou 6 quilómetros. Isto é, ao contrário de que era habitual, depois de Arruda dos Vinhos, subia as terras de vinhedo, até Nossa Senhora da Ajuda, e depois descia para Bucelas. Desta vez continuei a subir até ao Sobral de Monte Agraço e Alqueidão, iniciando depois a descida via Arranhó e Bucelas. Quanto ao resto do trajecto, manteve-se igual às anteriores por estas terras.
Volta com pouco menos do que 100 km, e pouco mais do que mil metros de acumulado.





Atenção: Esta gravação foi feita com telemóvel android e embora me pareça bastante fidedigna, pode ter um ou outro pequeno erro.
Desde à muito por fazer, este track, sai de Benfica e cruza Lisboa por: - Rua da Venezuela, Calhariz de Benfica, Avenida Lusíada, Alameda da Cidade Universitária Campo Grande, Avenida do Brasil, Olivais, Avenida de Berlim e Moscavide, depois faz a Expo até Sacavém, entrando depois na EN 10. Passa por Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa, Alverca, Alhandra e Vila Franca de Xira. Na EN 1 progride por Castanheira do Ribatejo, Carregado, Cheganças e Ota. O Inicio da subida até ao alto da Serra de Montejunto acontece por Abrigada. O regresso aponta para Torres Vedras, passando por Vila Verde dos Francos, Rodeio, Aldeia Grande, Maxial, Ermigeira e Sarge. Depois toma a EN 9 a EN 248 e a R 347 para Lisboa. Até Lá passa por Runa, Caxaria, Ribaldeira, Dois Portos, Feliteira, Gozundeira, Malgas, Perna de Pau, Espregueiras, Milharado, Póvoa da Galega, Vale de São Gião, sobe a Cabeço de Montachique e desce para Loures. Antes de Chegar à Damaia/Benfica ainda cruza Odivelas e sobe à Pontinha.
Volta com um pouco menos do que 160 km, e um pouco mais do 2000 mt de acumulado.





Zonas históricas
Boa volta de estrada com quase 120 quilómetros e perto dos dois mil metros de acumulado ascensional. Passa em algumas das regiões com mais história do distrito de Lisboa. Nomeadamente: - Belas, Mafra, Sintra (vila e Serra), Belém e Monsanto.
Muitas destas zonas estão em boas elevações que, como é óbvio, temos que escalar, trazendo com elas as respectivas descidas vertiginosas. Lembro-me das ascensões para o "Clube de Golfe de Belas" e para o estabelecimento prisional de Pêro Pinheiro, depois, até Cheleiros, temos a descida vertiginosa para o Lizandro e a ainda maior subida para Mafra, com paredes de mais de 10% de inclinação. Com a aproximação da costa, depois do Zambujal, voltamos a descer ao Lizandro e a subir para a Carvoeira. Voltamos a descer, desta vez, para a Praia de São Julião, de onde temos uma desafiante escalada com médias de mais de 10%, após a Ribeira do Barril. Seguindo para Sul, até chegarmos a Sintra não há grandes obstáculos. A entrada na zona de Sintra, também dá o inicio à maior escalada desta Volta, pela Serra de Sintra, via Capuchos, terminando na Malveira da Serra. Depois da descida contínua até à Vila de Cascais, segue-se uma longa parte essencialmente plana, pela Marginal, de onde se acaba por sair em Alcântara, onde, via Avenida de Ceuta e Bairro da Liberdade / Serafina, se dá o início da progressão até ao ponto mais alto do parque Florestal de Monsanto (prisão). Após mais esta subida é só voltar a fechar a volta pela rotunda de Pina Manique.





Nem 8 nem 80 (apesar de ter uma cambiante de sentido de progressão, a meio, acabou por originar um "8" muito disforme. Mas ao mesmo tempo, também não foram 80 km, mas sim mais de 123....Diga lá outra vez!)
- Muda às duas e acaba ás 5, relembrando os tempos de infância onde os jogos da bola lá da rua, eram qualquer coisa como vira aos 4 e acaba aos 8... Quem não se lembra???? - Aqui, e como será de fácil comprovação, falo de horas.
Volta de estrada pelos concelhos do costume; - Lisboa, Amadora, Oeiras, Cascais e Sintra, desta vez com um perímetro um pouco maior do que é habitual, já que para além da tradicional saída por Monsanto, e progressão via Estrada Marginal, até ao Parque Natural de Sintra Cascais, e Serra de Sintra, desta vez, aproveitei o facto de ir visitar um familiar perto de Santa Apolónia, e tomei o rumo da Gare do Oriente. Só depois e sempre encostado ao rio, é que me direccionei para a marginal. Quando cheguei à parte da baixa, em que ficamos completamente expostos a Oeste, e ao tomar consciência do forte vento, decidi que faria a mesma volta mas invertendo o sentido, para que o regresso fosse a favor do vento, dando algum descanso ao corpo, que entretanto se iria cansar. Assim fiz. - Em Belém aproveitei a deixa e subi pela calçada do Galvão, até Monsanto (já agora subi mesmo até à prisão) e depois, via Alfragide, Carnaxide e Reboleira, encetei o meu caminho, que normalmente é do regresso, até à vila de Sintra (com passagem por Queluz, Monte Abraão, Massamá, Cacém, Mercês, Mem Martins e Portela, depois da Vila, desci para Galamares e continuei para Colares de onde subi para Almoçageme e Pé da Serra, até atingir o cruzamento da Azóia e iniciar a descida pela Malveira da Serra, até ao Guincho.
Já com o vento a ajudar, aproveitei para me pôr de novo de regresso através de Algés.


GR

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Caminho de Fátima em BTT ("One Shot" Abril de 2014) c/ regresso em bicicleta, até Santarém



O Regresso desde Fátima, até Santarém, foi efectuado em bicicleta (BTT), mas por estrada. 
- Essa viagem teve como principal intuito, o de fazer um jantar convívio, numa famosa casa de pasto de terras escalabitanas. Falo da "Taberna do Quinzena", de onde, e depois de um agradável, mas rápido jantar, ainda tivemos tempo (ao cronómetro) de apanhar o comboio, para regressar a Lisboa. 
- Já em Lisboa, depois do desembarque na Estação do Oriente, ainda tomei o caminho de casa, em bicicleta, fazendo mais alguns quilómetros para a soma total destas quase 19 horas de Passeio, Aventura e convívio.
Ao todo fiz cerca de 230 km's, entre as 5 da manhã do dia 12 de Abril, e as 2 da madrugada, de dia 13. 
No inicio, quando se projectou este passeio, falava-se em andar durante 24 horas, não foi bem assim, mas ficámos lá muito perto. - Ficará para a próxima!

Descrição da volta (Caminho de Fátima):
Mais um Caminho de Fátima desde Lisboa, numa só tirada. Cerca de 152 km's de extenção, 1400 de acumulado ascensional relativo, a uma média de andamento de cerca de 19 km/h. Desta vez conseguiu-se juntar quinze BTTistas, oriundos de vários quadrantes; 
- Tínhamos representantes do Grupo de Sintra "Estupendos 4 Ever", de Lourel "BTT Clube de Lourel", de Sacavém "Fuga da maria" e até alguns participantes "individuais". Foi mais uma jornada de salutar BTT, sem incidentes a registar, e com a chegada de todos os elementos até ao Santuário da Nossa Sra de Fátima, Na Cova da Iría.

Em relação ao traçado, há dois ou três factos a referir: - O Caminho seguido foi o habitual nesta ocasiões, especialmente quando os "Fuga da maria" o efectuam, exceptuando duas situações. - Não fomos pelos diques do Trancão, desde Sacavém à Granja, e depois, desde Alpriate, até Santa Iria da Azóia, não usámos os canaviais e linhas da EPAL, porque essas partes do trajecto foram efectuados em nocturno, e achamos melhor não arriscar na segurança. Além da lama que sabíamos existir. 
Depois de Santa Iria e até Alverca, o percurso usou as novas pontes e passadiços, dos terrenos adjacentes ao aeródromo de Alverca.
Ainda de referir que na Serra de Santo António, antes de Minde, usámos as habituais escaladas técnicas, em vez da estrada para Covão do feto. Após o miradouro sobre o Parque Natural de Mira de Aire e Candeeiros, o trajecto volta às marcações do Caminho de Fátima.










...Longos estradões de agradável progressão, predominantemente plana... 
...Assim é, durante os muitos quilómetros de sapais e terras agrícolas, entre Forte da Casa e Santarém....





....Para depois passarmos às dificuldades do relevo e da componente técnica elevada. 
Onde o principal expoente nos é trazido no Parque Natural das Serras de Mira de Aire e de Candeeiros, mais precisamente na Serra de Santo António, entre a povoação de Monsanto e a vila de Minde...





....Cá estamos nós, representados no Grande Estupendo Paulo; No alto Serra de Santo António, com uma bela vista sobre as vilas de Minde e de Mira de Aire. Num miradouro emblemático, onde a fotografia de grupo é obrigatória...





....Mais obrigatória será esta...
Obviamente, no Santuário de Nossa Sra de Fátima.




GR


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ciclovias de Sacavém (Parque das Nações)


Situada na zona da Expo 98 (Parque das Nações), entre Sacavém - Passeio dos Heróis do Mar (Zona Habitual dos circos natalícios e dos concertos) e o Parque do Tejo em Moscavide.



Atividade: mountain bike
próximo a Cumieira, Lisboa (Portugal)
Extensão da trilha: 2,42 quilômetros
Elevação mín: -1 metros, máx: 12 metros
Altura acum. subida: 1 metros, descida: 1 metros
Grau de dificuldade: skill Fácil
Data: Julho 19, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 81
© nés Todos os direitos reservados

RA


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Ciclovia de Sacavém

Durante a realização do meu passeio pelo perímetro de Lisboa, dei conta da existência desta pequena Ciclovia por terras de Sacavém. Bem perto da Expo e da zona habitual dos circos, nesta altura do Natal.


É um corredor com cerca de 800 mt, ao longo da Rua do Estado da Índia, antes de virar para a Portela. Do lado direito de quem sobe esta rua, existe um espaço verde de onde provêm outras pequenas parcelas de ciclovia.




Repórter Astigmático

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ao encontro de uma “Geringonça”...



Tudo isto aconteceu no verão passado…

…Ia o Ricardo, nas suas voltas familiares lá para a costa alentejana, quando encontrou um certo “engenhocas” de Sacavém, que acompanhado da esposa, bicicletava(m) no regresso das compras. (Cada movimento da “Geringonça” tem que ser partilhado por dois… Sem essa condição, nada feito)

Como tal Acontecimento, não podia passar sem que ficasse registado solenemente no NézClinas, convenci-o a contar esta história:


Não há nada como uns dias de férias em família, para nos depararmos com um desafio, e avançarmos sem o mínimo de hesitação.

Pois foi justamente o que me aconteceu quando estava em contagem decrescente para a nossa aventura nos Pirenéus. Desloquei-me a Santo André, com o intuito de fazer umas comprinhas lá para o parque de campismo, onde normalmente passo férias com a família, eis se não quando, me deparo com o veículo que está documentado nas fotos, que embora sejam de má qualidade, são o suficiente para provar que a coisa é estranha.

Diga-se em abono da verdade, que dá um certo calafrio ao estômago no arranque…

…Mas depois passa para uma certa satisfação, por termos conseguido a façanha de andar em tal veículo.

A “coisa”, é nada mais do que um sonho de um visionário, que investiu mais ou menos dez mil euros e que não conseguiu obter daí qualquer retorno monetário. Pelo menos, fica com a satisfação em ver as pessoas boquiabertas, quando passa na “geringonça” com a respectiva esposa, e os sacos de compras.

Quero desejar a este adepto das duas rodas em linha, com a sua máquina dos pedalistas em paralelo, muita saudinha da boa, e que continue a pôr os seus sonhos em prática. Pode ser que um dia a coisa mude, e ele tenha retorno financeiro para os seus projectos.



Sigam as Fotos :

A Apresentação do "Veículo"...


...A explicação do funcionamento da "coisa"...


...E agora é que vai ser...
Lá vão o Ricardo e o inventor de Sacavém, demonstrar a funcionalidade da "Geringonça".





segunda-feira, 24 de março de 2014

Estrada - Volta Longa -Caminhos da Água [190 2350 27]



Volta Longa de estrada, com 190 km's de extensão, 2350 de acumulado ascensional relativo, e a uma média de andamento de 27 km/h. Para esta volta, tinha como objetivo inicial, fazer um circuito abrangente do distrito de Lisboa, mas usando algumas das principais linhas de água, como definição de rumo. Realmente foi mais ou menos assim, mas não como tinha delineado inicialmente. Comecei por me deslocar desde Benfica até ao Tejo (zona da Expo), e subi, a espaços, pelo Trancão, até Bucelas. Daí rumei a Norte para chegar às imediações do Sizandro, perto do Milharado. Esse Rio segui-o quase até à foz – Abandonei-o em coutada. Depois, fiz-me à EN 247 em direção à Ericeira, e à foz de outra linha de água; - O Lizandro. Ainda o voltei a ver, por sinal numa estrada bem interessante, a caminho de Cheleiros, deixando de o poder seguir, por a estrada passar para “tout-venant”, não me apetecendo continuar a forçar a bicicleta. Desta forma, voltei à EN 9, e ao mar, já em cascais. Foi então, e de novo com a companhia da água, que terminei esta volta de estrada pelos Caminhos da água, fechando a o passeio por Monsanto. Passagem pelas seguintes localidades, e pontos de interesse; - Benfica, Moscavide, Rio Trancão, Sacavém, São João da Talha, Santa Iría de Azóia, EN 115-5, Bucelas, EN 116, Freixial, Chamboeira, Vale de São Gião, ER 379, Póvoa da Galega, Milharado, Rio Sizandro, Espregueiras, Casal Novo, Perna de Pau, Malgas, Gozundeira, Granja, Feliteira, EN 248, Dois Portos, Ribaldeira, Runa, EN 9, Torres Vedras, Gibraltar, Benfica, Ponte do Rol, Coutada, EN 247, Escravelheira, Barril, São Lourenço, Ribamar, Ericeira, Rio Lizandro, Carvoeira, Baleia, Seixal, Santa Susana, Alvarinhos, Odrinhas, Almorquim, Cheleiros, EN 9, Pêro Pinheiro, Lourel, Sintra, Galamares, Pé da Serra, Malveira da Serra, Aldeia de Juzo, Cascais, Estoril, Parede, Carcavelos, Oeiras, Paço de arcos, Caxias, Algés, Monsanto e Benfica.




Algumas Fotografias:


Rio Trancão, em Sacavém.




Rio Trancão, em Bucelas.




Rio Sizandro, em Torres Vedras.




Rio Lizandro, em Cheleiros.



GR


quarta-feira, 21 de agosto de 2019

...Isto às vezes custa mais escrever, do que fazer...MIL a MIL...hahaha



70 MIL

Mais uma volta até ao ponto mais alto do distrito de Lisboa...


...E arranjar fotografias destas voltas...
Aqui está uma da volta em causa. bicicleta encostada no alto da serra , bicicleta no chão pela certa. 
Tal é o vento.



71 MIL

...Mais uma volta domingueira com a malta de Sacavém.


Aqui está uma volta exemplo das muitas que fazemos por estas bandas:
- Sacavém, Sobral, Alverca...etc...


72 MIL

...Uma volta das maiores que faço quando tenho tempo, e dá para ir até à Serra de Sintra.



Perto de Queluz de Baixo.... com muita coisa desta já visitada...



73 MIL

Como não poderia deixar de ser, estes quilómetros foram passados, como muitos e muitos outros, pela marginal (EN 6), que, como o Parque Florestal de Monsanto, são os meus locais de treino privilegiados...





74 MIL

Não muito longe temos Monsanto...



...Onde se treina com alguma frequência... às vezes, mesmo a chover.


---Claro que esta saga vai continuando... Neste momento, e quando nos estamos a aproximar dos cem mil, é o que há para postar....heheheh... Brevemente trarei mais voltas por aqui...

Boas Pedaladas...



segunda-feira, 12 de maio de 2014

Estrada - Volta Longa - Lisboa (oriente)-Fátima- Lisboa [263 2500 27]



Volta de estrada longa, desde Lisboa (estação do Oriente) até Fátima (Cova da Iria) e regresso por estradas diferentes. Num total de 265 km, para um acumulado ascensional relativo de cerca de 2500 mt, a uma média de andamento de 27 km/h. Atenção: - Esta volta, no regresso a Lisboa, tem uma pequena passagem (cerca de 4 km) pela IC2, num troço entre a asseiceira e a Espinheira, que pode ser evitado seguindo em frente pela EN 1. Eu fui induzido em erro por uma indicação errónea, mas acabei por sair na seguinte saída. Se puderem evitar, melhor. No sentido Norte faz passagem nas seguintes localidades e pontos de interesse: Parque Das Nações, Sacavém, Rio Trancão, EN 10, Alverca, Vila Franca de Xira, Carregado, EN 3, Azambuja, Cartaxo, Vale de Santarém, Santarém, Póvoa de Santarém, Pernes, Rio Alviela, Parceiros de São João, EN 243, Zibreira, Casais Martanes, Pedrogão, Alquiedão, Pafarrão, EN 357, Fátima. O Regresso, no sentido Sul, usou as seguintes estradas e localidades: Fátima, EN 360, Boleiros, Vale Alto, Covão do Coelho, Minde, EN 243, Casais Robustos, Moitas Venda, Vila Moreira, EN 361, Monsanto, Amiais de Cima, Coutada de Cima, Alcanede, Fráguas, Rio Maior, EN 1, Asseiceira, Espinheira, Marés, Ota, Cheganças, próx a Alenquer, Casal Machado, Carregado, Castanheira do Ribatejo, Alhandra, Póvoa de Sta Iria, Sacavém e Gare do Oriente.


TRAJECTO E TRACK GPS NO WIKILOC:


Números gerais desta viagem.

VALORES APROXIMADOS :

10 mt Altitude mínima
9,45 h Tempo de andamento 
(5,15 h Para Norte; 4,30 h para Sul)
10,30 h Tempo gasto para a viagem
27 km/h Velocidade média andamento
66 km/h Velocidade Máxima
128 PPM Frequência cardíaca média
178 PPM Frequência cardíaca Max
263 km’s percorridos
450 mt Altitude Max atingida
2500 mt Acumulado ascensional relativo
6230 Kcal Calorias gastas





...Por todo o lado por onde passei, estava sempre acompanhado de um mar de Peregrinos a Nossa Senhora de Fátima. - Ou não estivéssemos nós no fim de semana que antecede o 13 de Maio.
Realmente, o que eu continuo sem perceber, é o porquê de não se conseguirem convencer as pessoas a deixarem a peregrinação de estrada, e passarem para caminhos mais interiores e protegidos (...que já os há...).





...Belas cores que adquire o Ribatejo por esta altura do Ano.





 Interessante esta povoação de Alcanede. 
É uma daquelas, pelas quais eu nunca tinha passado, ou pelo menos não lhe tinha dedicado a maior atenção...


GR