domingo, 8 de novembro de 2009

Esta Sintra foi diferente…


Passados oito meses desde a última incursão, e depois de termos falado neste regresso muitas vezes, o Guarda Rios e o Zéi, voltaram aos trilhos e estradões de Sintra.
Da última vez em que lá tínhamos estado, ficámos a conhecer os magníficos singles para a praia do Abano. Foi com esses que encerrámos este nosso regresso. Mas um dos intuitos desta volta seria fazer uma prospecção por novos terrenos e tentar averiguar algumas hipóteses de percurso, com o objectivo de os fazer a médio prazo com o Alter Real BTT, no que provavelmente será, mais uma aventura deste grande Clube por terras da capital.
Este estudo acabou por ficar adiado para outra oportunidade (embora já haja muito material em track’s). E isto porque, das quase três horas e dos cerca de 40 km’s em que se inseriram os perto de 1200 mt’s de acumulado, as novidades que encontrámos, apesar de algumas terem um grande interesse, não têm de todo, uma sequência aproveitável.
Os primeiros 20 km’s, em que derivámos à descoberta de forma assumida, ficaram pejados de pontos repetidos, de bici na mão, de saltos a muros e de progressões em terrenos privados. Embora um pouco sem querer, vagueámos por entre muros de uma das muitas propriedades senhoriais de Sintra, em busca de um portão aberto que nos deixasse sair. Desse período, lembro-me de termos passado por belas vistas, e por algumas relíquias arquitectónicas, demonstradas pelas fotos.
Na segunda parte deste raid em Sintra, como o disse: - Diferente… Fomos parar aos Capuchos, de onde tomámos medidas para a Malveira da Serra. Através dos singles técnicos, serpenteando pelas muitas construções de madeira dos down hillers, por lá existentes.
Para o fim reservámos o melhor, O SIGLE PARA A PRAIA DO ABANO (um espectáculo), e o regresso pelas aldeias por estradões fabulosos.


Por entre quintas e muros à procura da saída.



Certamente de meados do século XX, este "salão" deve ter sido sede de alguns badalados eventos ´do antes 25 de Abril. Avista é magnifica.

Oh pra ela!


Noutra encosta, uns quilómetros mais à frente, dá para perceber quão privilegiado é o cume de que vos falo. Por trás aparece, na outra vertente do monte, o famoso Palácio da Pena.


Arrojadas construções de madeira para não menos destemidos aventureiros das descidas. Como será de perceber, não temos equipamento nem técnica para fazer a grande maioria destas manobras de perícia. Limitámo-nos a passar ao largo. - Mesmo assim, já assusta!


Uma das muitas imagens que vislumbramos quando apontamos para o lado do mar, mais precisamente para a Praia do Abano, em pleno Guincho.


Grandes trilhos, para o elevar da adrenalina. - Vale mesmo a pena fazer!


E lá está ele... O MAR!
Guarda Rios e Zéi


sábado, 7 de novembro de 2009

[ARQUIVO] CAMINHO PORTUGUÊS (PORTO-SANTIAGO)



LINK DO TRACK NO WIKILOC

LINK PARA AS FOTOS DO CAMINHO PORTUGUÊS: - MÁQUINA GALVÃO

LINK PARA AS FOTOS DO CAMINHO PORTUGUÊS: - MÁQUINA ANA ERNESTO

LINK PARA AS FOTOS DO CAMINHO PORTUGUÊS: - MÁQUINA ROGÉRIO MARTINS

LINK PARA AS FOTOS DO CAMINHO PORTUGUÊS: - MÁQUINA CÉSAR NUNES



Durante a nossa viagem foram-se escrevendo umas linhas, descrevendo algumas das ocorrências pelas quais íamos passando. Como forma de registo, para arquivo, aqui deixo esse texto, intitulado "Diário de bordo".

Ano de 2005 / Mês de Agosto

Diário de bordo para Santiago de Compostela

Primeira vez – Caminho português por Braga

Saída do Porto a 8 de Agosto, depois do almoço

Grupo: Eu; Ricardo Rosa; César Nunes e Ana Ernesto; Rogério Martins e Sandra Martins

Peregrinação – Dia 1

Saída do Porto (sé) +/- às 14.30 h. Levantar credencial mais almoço na rua das flores n.º 69.
Lá pelas 16.00 h avanço pelo caminho da dta. até Covelas, +/- 25 km. Chegada às 20.30 h. Hospedagem no albergue (alojamento) café São Gonçalo. Jantar francesinha. Deita às 23.30 h

Peregrinação – Dia 2

Saída às 7.00 h. Trajecto até Braga bastante acidentado, subidas e descidas em trilho até Braga +/- 44 km e não 41 como diz na carta. Almoçámos no rodízio brasileiro c /buffet a 4 euros.
Vamos á procura do caminho porque está incógnito. Começou a chover à saída de Braga, voltámos para trás e fomos para a pousada da juventude. Paguei 5 euros mais 1 euro pelo cartão, fiquei numa camarata para miúdas, mas ficamos lá os 6 numa camarata de 8.
Jantámos na Av. central

Peregrinação – Dia 3

Saída de Braga às 7.10 h. O caminho embora quase todo em trilho não tinha dificuldades de maior, mas mesmo assim eu ia caindo num buraco junto a uma obra, fiquei preso na malhasol. Antes disso, descobri um passmontagne da super bock.
Até Ponte de Lima, onde almoçámos, não há mais acontecimentos a registar. O almoço na “Parisiense” foi composto por: -Rojões e arroz de sarrabulho. Depois de almoço, fui buscar os carimbos na igreja matriz, e seguimos pela ponte velha, onde um homem local e ex peregrino nos contou que ir pela serra da labruja valeria a pena. E assim fizemos. Passei as “passas do Algarve”, das provas mais difíceis da minha vida. Montanhas tão íngremes que a bicicleta mesmo à mão não subia.
Depois de passar os restantes montes e dificuldades com túmulos à mistura, chegámos a Rubiães onde existe um albergue (hotel - o repouso do peregrino) onde a Sra. pediu 15 euros por pessoa, o que nos fez seguir para Valênça do Minho onde encontrámos um albergue novo e com todas as condições que um peregrino requer.
Antes disso tivemos uma dificuldade extra que foi termos que percorrer vários riachos fora do leito o que deixou as bicicletas irreconhecíveis.
Uma das nossas colegas perdeu-se por uns tempos (20 min. +/-).
Jantámos num restaurante, á base de combinados.

Peregrinação – Dia 4

Saída às 7.15 h. Passámos por Tuy (ponte velha) tomámos o pequeno-almoço em Tuy, na Av. Principal, que estava divinal, (bocadilho em cacete).
Até Redondela não houve dificuldades de maior. Antes disso almoçámos num parque público, umas "empanadas" que fomos comprar a uma "panederia". Descansámos um pouco, e seguimos.
Depois de Redondela surgem de novo as dificuldades com altas serras, escarpas e riachos com as suas pontes em ruínas (romanas ou não).
Até Pontevedra encontrámos de tudo. Como alguns desses troços bem exigentes, fiz sozinho, tomei consciência do quão difíceis eram, e que estava a passar por grandes dificuldades, as quais nunca tinha sequer visto antes. Algumas dessas dificuldades originaram conversas com o Ricardo Rosa, nas quais concluímos, que o “caminho” é realmente uma prova de vida. A história da “pinha” é uma dessas provas.
Em Pontevedra o albergue já é mesmo a sério. Estava cheio até á porta. Jantámos em frente do albergue por 6 euros (menu do peregrino).
Depois de Redondela paramos em Arcade, que tem uma bela praia fluvial onde tomámos um grande banho e lavámos a vista com umas belas “gallegas”.

Peregrinação – Dia 5

(Dia em que o Ricardo Rosa descobriu mais uma coisa à qual se afeiçoa. - Saltar das pontes, ficar em pé e com a bicicleta direita mas de pernas para o ar)
Saímos às 7.45 h do albergue de Pontevedra porque era muito grande e confuso. Mesmo assim podíamos ter demorado mais se não tivéssemos sido os primeiros a acordar. Antes de deixarmos o albergue chegamos a pensar que tínhamos que esperar pelo regente do albergue, porque o César deixou os ténis dentro de um guarda-vento na entrada, que ficou fechado durante a noite. Mas o Ricardo com a minha ajuda conseguiu abrir a porta do corta-vento sem estragar nada.
Seguimos, não sem antes termos tirado uma foto à porta da estação de caminhos de ferro de Pontevedra para oferecermos ao Kikas, que incentivou a nossa viagem e que tinha com Pontevedra uma ligação forte (nasceu lá o pai). – Acabo de ser interrompido pela novidade do Ricardo, ao dizer que o livro que ele pensa escrever sobre o caminho se vai chamar “ Saudinha da boa “. - Acho muito bem...
Continuámos em direcção a Padron. Com o avançar da jornada as dificuldades tornam-se cada vez menos surpreendentes, mas mesmo assim, apanhámos duas ou três subidas tipo parede, com cascalho pequeno tipo comboio.
Ah! É verdade. O Ricardo caiu numa pequena ponte de pedra.
Chegámos a Padron tratámos de comer, escolhemos a “pulperia rial” (altamente conceituada) onde comemos os famosos “pimentos de padron” - “uns pican outros non”, “pulpo a la gallega”, etc, etc. - A propósito, o vinho era muito bom.
Depois do almoço uns foram tratar dos carimbos, outros descansaram um pouco no muro ao longo do rio. Eu fui a um “taller” para ver se arranjava a minha direcção que já estalava há muito tempo.
Conversámos sobre o resto da viagem e concluímos que faltados 22 km, dos quais muitos eram a subir, deveríamos ir até Teo (último albergue) antes de chegarmos a Santiago. Foi uma boa decisão porque ficámos só a 12 km de Santiago e assim chegaríamos a tempo da missa no dia seguinte. O albergue era fixe, e foi a noite em que dormi melhor. Quando chegámos, estava lá uma peregrina sozinha, a Ruth (austríaca), não foi uma comissão de boas vindas mas também não era antipática. Fomos jantar perto e falámos de várias coisas interessantes.

Peregrinação – Dia 6 (a chegada), e a partida para chaves.

Desta vez acordámos às 6.30 h, mas saímos à mesma hora que no dia anterior. O percurso restante embora pequeno não é fácil, quase sempre a subir, passámos por um grande fogo já circunscrito que tínhamos visto no dia anterior a ser apagado a um ritmo alucinante por um helicóptero (...tal qual como no nosso pais...). Andámos cerca de uma hora e fomos tomar o “desayuno” numa vila perto de Santiago. A partir daí, a aproximação a Santiago foi feita em conjunto.
Quando estávamos a passar junto do hotel “hispéria peregrino”, que tinha sido o pouso do Ballet Gulbenkian quando cá esteve (comigo incluído), cruzamo-nos com a Ruth, que tinha saído do albergue às 5.30 h, mas a pé.
Quando subíamos a avenida que leva ao centro da cidade velha, saltou a corrente ao 18 (Ricardo), em mais um sinal do J. C., já que até aí, e apesar de várias peripécias, nunca tal lhe tinha acontecido.
Quando chegámos à Catedral, fomos tirar fotos para a praça central, a do Obradoro (km 0), onde eu disse aos meus colegas de Peregrinação, que eles tinham sido o grupo prefeito para aquela viagem, “do meu ponto de vista”.
Depois fomos tratar da compostelana, o que durou quase duas horas de filas, perdemos a missa do meio-dia, dedicada ao peregrino. Limitámo-nos a entrar na Catedral antes de irmos almoçar (a fome apertava).
Ficou claro para mim, que tenho que ir a Santiago de Compostela com a minha mãe num destes dias.
Comemos na Casa Manolo, o menu peregrino. Depois do almoço fomos para a estação de comboios, o Ricardo tinha o comboio às 16.30 h, e eu tinha que mudar a roda da frente com o César (o cubo da frente estava a gripar). Quando estávamos a mudar a roda, apareceram os outros do grupo, que eram para ficar em Santiago, dizendo que também queriam regressar ao Porto, (onde estavam estacionados os carros, mais propriamente em Rio Tinto). Foram comprar os bilhetes, e eu despedi-me deles e fiz-me à estrada às 16.10 h.
Tinha por objectivo chegar a Lalin, 53 km mais à frente, porque tinha um albergue. Mas apesar das subidas, (uma até aos 820 m de altitude), fui até 25 km de Ourense, onde dormi num pequeno hotel de estrada, tentando assim diminuir o percurso do dia seguinte.
Nessa noite, depois de averiguar da disponibilidade de quartos, fui tomar um banho e arrumar as minhas coisas, ao que se seguiu um repasto digno de alguém com muita fome, a ver a supertaça de Espanha.
No dia seguinte, sai de noite, lá pelas 7.30 h e desci até Ourense, e daí até Verin e Chaves. Com grandes subidas na parte final de Espanha, mas sempre por estrada.
Fui dando notícias à malta e acabei por chegar a Chaves perto das 14.00 h, hora portuguesa (uma hora mais do que em Espanha). Mas a tempo de chegar antes do que a minha família, que tinha saído de Lisboa pela manhã, e com a qual tinha combinado encontrar-me em Chaves.
Isto 135 km e 6 horas e meia depois, a mais de 24 km/h de média, com cerca de 12 kg de carga distribuídos por dois alforges traseiros, um saco-cama enrolado com o colchão, uma tenda que não usámos e uma bolsa de cintura.
Por esta altura ainda não era Guarda Rios

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

MONSANTO Recauchutado

Durante a marcação da volta de Monsanto para fazer com os Amigos de Alter do Chão, deparei com algumas mudanças no Parque Florestal.

Muitos dos traçados mais amplos, tipo estradão, estão agora com novo piso, várias camadas de brita prensada por cilindros, que lhes dão um aspecto compacto e robusto. Claro que a água e a força com que corre nas valas laterais, que para esse fim estão abertas e desimpedidas, acabam por fazer, mais tarde ou mais cedo, alguns estragos. - Vamos aproveitar estas vias, enquanto estão boas.
Em relação a alguns traçados que em tempos estavam pavimentados através de cimento ou alcatrão, alguns deles que pelo uso e erosão estavam a ficar intransitáveis, o que diga-se de passagem, até tinha algum interesse para o BTT, estão agora a ser requalificados em prefeitos tapetes de Alcatrão.

Pista de acesso ao Parque de Campismo de Monsanto, desde a estrada do Outeiro (perto do viaduto), até à rede que cerca a parte Norte do Camping. Outrora Uma mescla de pedra solta e alcatrão destruído. Era quase uma pista de donwhill radical, agora é um tapete que mais parece um espelho.

Especialmente pela Mata de São Domingos, mas também um pouco por Monsanto de forma geral, algumas delas bem assinaladas por placas indicadoras de obra, onde se pode ler aquele chavão de que "obra a obra, Lisboa melhora", estão a ser recuperadas muitas das vias de circulação principal. Algumas delas são aquelas que fazem parte dos 42 km's de traçados cicláveis que vêm registados na informação que a CML disponibilizou aos utilizadores, e do qual fiz um LINK para a coluna aqui da esquerda, onde estão algumas das páginas ou endereços com interesse para qualquer amante das Bicicletas.



Repórter Astigmático

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fotos de Monsanto com o Alter Real BTT


Cá estão algumas das fotos que foram tiradas na última abordagem a Monsanto, em que o Digníssimo club de BTT de Alter do Chão (Alter Real BTT) se fez representar por 16 elementos, nos quais se contavam alguns simpatizantes e amigos. Foi um bonita jornada desta modalidade, que nos une a todos.

Ora vejamos:

O núcleo duro desta ORGANIZAÇÃO a tomar o pequeno almoço no Califa. No fundo, alguns dos representantes de um dos tentáculos deste REAL CLUBE... O MAIOR!


No local de partida, todos perfilados para a foto. Parque de campismo de Monsanto.


O deslumbramento de Monsanto, mais precisamente na Mata de S. Domingos, coberto pelo deslumbramento do colorido deste maravilhoso equipamento.


Grandes corajosos, após uma descida técnica em que não houve qualquer incidente a registar.


Um dos atletas do Clube num dos muitos pormenores deste belo parque Florestal de Monsanto.


Grande atitude.


Ainda deu tempo para ir-mos ver o autódromo de aeromodelismo, onde dois carros, um de cada escala, faziam as suas peripécias.


Durante o reabastecimento, no parque de estacionamento do Parque de diversões da Serafina.


Já na parte final da volta, em frente ao restaurante onde seria o almoço (Chimarão de Montes Claros), para uma foto final que regista este grande acontecimento. Pelo que alguns elementos deste grande clube alvitraram, esta não será a última aparição deste Clube em terras de S. Vicente. Para breve estará a monitorização de uma voltinha na Serra de Sintra, e, o possível regresso aos trilhos de Monsanto.
LINK DO BLOG DO ALTER REAL BTT COM MAIS FOTOS
Guarda-Rios (digníssimo consócio do ALTER REAL BTT)


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Site das Ciclóvias de Portugal




Aqui está um SITE muito importante para quem tem Bicicleta e gosta de conhecer, quiçá usar, algum dos vários quilómetros que temos por esse país fora espalhados, e que nos permitem, para além de passear, conhecer este nosso pequeno "porto" à beira mar plantado.
Pela parte que me toca, apesar de já conhecer muitos destes trajectos, fiquei a saber que ainda há muitos mais que eu ainda não conheço.
Foi também com muito agrado que o "Repórter Astigmático" acedeu a colaborar com este site, no intuito de aumentar o arquivo de tal fonte informativa, quer a nível das imagens fotografadas, quer de alguns dados que pela constante busca de assunto para reportar, possa ter por aqui para facultar. O objectivo comum é dar tanta informação quanto possível, sobre todas estas formas de se poder circular com uma Bicicleta. O NézClinas e o Ciclovia unidos com o intuito de informar.
Além de ser muito abrangente e de estar em permanente construção/actualização, tem todas as características das Ciclóvias; Ecopistas ou Ecovias, com algumas fotos, track's e link's.
JÁ agora, se quiserem saber alguns dos significados dos termos que referi anteriormente relativamente às denominações que se dão a estas vias de circulação com Bicicleta, façam uma vista rápida a este sítio para ficarem elucidados.

Guarda Rios c/ o Repórter Astigmático

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O ALTER REAL BTT VEIO A MONSANTO!

Decorreu com grande entusiasmo e elevação a Grande volta que o "Maior clube da Europa (quiçá, do Mundo)" efectuou por Monsanto, em Lisboa. Para este fim, deslocaram-se até ao ponto de encontro, no parque de Campismo de Monsanto, 16 ilustres Cicloturistas, dos quais, alguns vindos directamente de Alter.

Pelos estradões, trilhos e singles do sempre fascinante Parque Florestal de Monsanto, efectuou-se uma bela volta pelos traçados desconhecidos pela maioria dos intervenientes.

De uma forma geral a receptividade ao percurso foi a melhor, já que estamos a falar de trilhos e desníveis com alguma componente técnica de elevada dificuldade. - O verdadeiro rompe pernas!

Do registo elaborado para esta volta, não se pode cumprir tudo a que nos tínhamos proposto por imperativos de horários, quer dos banhos, quer do almoço. Mesmo assim a voltinha foi composta por mais de 30 km's de dificuldade média, em que para além de uns pequenos tombos e umas ligeiras mazelas físicas, nenhum incidente fez de protagonista.

Aqui fica a volta final :


Link do traçado no Wikiloc: http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=601208



Imagem comparativa, entre o que foi projectado e o que nos foi realmente possível fazer.

Volta realizada em 01 de Novembro de 2009

Brevemente ... As fotos.