quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Há várias formas de PASSAR o FIM D’ANO…

… Mas esta não será certamente a mais aconselhável.




DIVIRTAM-SE… À GRANDE!!!

BOAS ENTRADAS E...

...MELHORES PEDALADAS!

JG

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Mais alguns desenvolvimentos nas Ciclovias de Lisboa [2] (Alta de Lisboa - Parque Oeste)




Esta sinceramente não sei bem onde se enquadra. Após alguma busca e por não querer cometer uma “gafe” em relação à localização e respectiva denominação, achei preferível deixar ao critério, mas sobretudo à ajuda, de quem estiver melhor informado do que eu.
Sei que é na zona da alta de Lisboa, entre a Rua João Amaral e o Parque do Vale Grande.
Pelas minhas buscas… Integrava-a no projecto, Quinta Mata Mouros – Quinta das Conchas. Mas como muitas daquelas zonas estão em obras, nem sempre é fácil descortinar.
Se alguém tiver uma ideia concreta do que tal foto realmente representa, peço que me elucidem.

Obrigado.


João Galvão (um Repórter não pode ter dúvidas, logo… Ficou em casa….lol)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mais alguns desenvolvimentos nas Ciclovias de Lisboa [1] (Campo Grande – Parque Vale de Chelas)


Não tardará muito a conclusão da empreitada de construção de mais esta Ciclovia da Cidade de Lisboa.
O processo de pavimentação já vai bastante adiantado, pelo que toda a obra deverá ficar concluída no início do ano que vem.

Ainda não tive oportunidade de explorar todo o traçado, mas o que pude ver (a que se referem as fotos), na Avenida do Brasil, será de uma grande utilidade, por ligar uma zona de serviços altamente concentrados, com bairros de alta densidade demográfica.



Ficarei atento a mais esta possibilidade de circulação na cidade.

Aos poucos a C.M.L. vai cumprindo a sua parte, na construção de infra-estruturas que possibilitem a circulação inteligente e económica de cidadãos pelas ruas desta nossa cidade.

Cabe-nos a todos a consciencialização desse facto, fazendo por cumprir com as regras de convivência e civismo, para que não se criem problemas com os peões.

Embora existam pequenos busílis que surgiram após a criação destes trajectos, devemos, mas principalmente, deve a edilidade, identificar os problemas, e, depois de ouvidas as partes, resolver em conformidade.


Vamos no bom caminho.

Repórter Astigmático

sábado, 26 de dezembro de 2009

Ciclovias de Lisboa. Entrecampos - Quinta da montanha (apontamento)


Aqui, junto à Rua de Entrecampos, bem perto da Av. da Republica, temos uma pequeníssima amostra do que virá a ser a “futura” Ciclovia de ligação entre Entrecampos e a Quinta da Montanha. Para já, este troço está muito bem enquadrado neste largo, com um chafariz de 1851, que representa através de um painel de azulejos, a vida quotidiana da época.

Esta parte que aqui vos apresentamos não tem mais do que 200 mt.

Repórter Astigmático

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Ciclovias de Lisboa. Av Gulbenkian - Bairro do Arco do Cego (primeira fase)





Depois de termos vindo aqui "apresentar" o início das obras, viemos agora desvendar o seu final.

- Já está em fase de conclusão, este primeiro "pedaço" da Ciclovia entre a Av Gulbenkian e o Bairro do Arco do Cego.

Esta parte, duma das Ciclovias que estão projectadas para a cidade, faz a ligação entre a Av Gulbenkian (por baixo do Jardim da Polícia Municipal), e a Rua Dr. Nicolau de Bettencourt (ao lado do Centro de Arte Moderna Dr. José de Azeredo perdigão, da Fundação Calouste Gulbenkian).

Passando por baixo dos dois viadutos sobre a Av Gulbenkian. O primeiro, ciclo/pedonal, por onde se desenvolve a Ciclovia entre os ESPAÇOS VERDES, e o segundo, continuação da Av José Malhoa até ao bairro Azul. Em seguida, desemboca em plena Praça de Espanha, passando bem perto do novo Teatro Aberto, atravessando a Rua Armando cortez em direcção à Embaixada de Espanha. Continua através da Av António Augusto de Aguiar, junto ao muro da F. C. G., perfazendo um total de mil metros.

A ver vamos para quando a conclusão desta obra, que no seu final terá cerca de 2,5 km's e ligará uma das artérias de maior fluxo de transito na entrada em Lisboa (Av Gulbenkian, Bairro de Campolide), a um dos pólos de grande concentração de serviços, de Lisboa, onde trabalha um boa parte da população laboral desta grande cidade ("Avenidas Novas")



Junto ao viaduto de Campolide, onde se dá início a esta ciclovia. (ligação à Ciclovia entre Monsanto e o Parque Eduardo VII). Nesta primeira foto vemos o estender da "pista" pela Av. Gulbenkian, em direcção à Praça de Espanha.




Já na Av. António Augusto de Aguiar, ao lado da Fundação Calouste Gulbenkian, usando uma parte do passeio que antes estava destinada a estacionamento longitudinal. Por agora, tal trajecto termina no inicio da Rua Dr. Nicolau Bettencourt. Mais tarde, estender-se-à até ao bairro do Arco do Cego, desenvolvendo-se pelas "Avenidas Novas" fora.

Repórter Astigmático

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Ciclovia de Sacavém

Durante a realização do meu passeio pelo perímetro de Lisboa, dei conta da existência desta pequena Ciclovia por terras de Sacavém. Bem perto da Expo e da zona habitual dos circos, nesta altura do Natal.


É um corredor com cerca de 800 mt, ao longo da Rua do Estado da Índia, antes de virar para a Portela. Do lado direito de quem sobe esta rua, existe um espaço verde de onde provêm outras pequenas parcelas de ciclovia.




Repórter Astigmático

sábado, 19 de dezembro de 2009

CICL - Circular Interior da Cidade de Lisboa






Um dia tinha tentado esta volta, que depois mais tarde voltei a repetir (inclusive com o Ricardo), mas soava-me sempre a incompleta. Provavelmente seria pelo facto de não me fazer acompanhar de um GPS, e por isso estar sempre com a sensação de que poderia ficar melhor.
Quando digo melhor, refiro-me a ser mais tangencial ao perímetro do Concelho de Lisboa.

Pois na última quinta-feira (dia 17), consegui um trajecto muito próximo do que serão as estradas que delimitam o espaço limítrofe da Cidade de Lisboa, como urbe, e não como distrito.
Mesmo assim, algumas vezes tive que interiorizar o percurso para poder circular nas alternativas viáveis, já que algumas das linhas que demarcam a raia deste projecto são compostas por IC’s ou mesmo Auto-estradas, como é o caso da CRIL ou da A5, já para não falar na minha “sina”, a IC2.

Sempre que havia hipótese lá ia eu tão perto do limite geográfico quanto possível.
Por outro lado, também cheguei a pisar o “risco” fronteiriço por diversas ocasiões, de forma a ir apanhar determinado eixo, ou para poder circular numa Ciclovia específica, como foi o caso da de Sacavém.

Ainda tive oportunidade de deitar um olho às obras de outras Ciclovias desta Cidade, como foram os exemplos das “futuras” Ciclovias: Campo Grande – Parque do vale de Chelas, ou da Quinta das Conchas e do Parque urbano da quinta das Conchas e Lilazes, que darei notícia aqui no blog nuns post’s a publicar brevemente.

No que se refere à volta propriamente dita, acho que é um percurso que vale sempre a pena fazer, principalmente nos dias de inverno, em que temos os terrenos muito enlameados. Além de nos dar a conhecer algumas zonas menos frequentadas desta cidade, ainda tem o condão de percorrer toda a linha ribeirinha, sempre tão apetecível.


Passagem pela Expo, onde apanhei uma valente molha.




A caminho do Alto do Lumiar, onde para além de ver os aviões estacionados, podemos sempre ver o levantar e aterrar destes pássaros de aço.




A caminho da Ameixoeira, um dos pontos mais elevados deste périplo pela raia da cidade de Lisboa. Aqui estávamos a pouco mais de 130 mt de altitude. o ponto mais elevado foi, como é de calcular, Monsanto. Aí, nos Montes claros, chega-se aos 177 mt.



Já perto de casa, em pleno bairro de Sta Cruz, mais precisamente na rua limite do concelho de Lisboa.



GR