terça-feira, 24 de novembro de 2009

TRANSCONCELHIA 21-NOV-09


Aproveitando a participação do clube de BTT de Alter, ao qual também pertenço, consegui inscrever-me neste evento organizado pelo pelouro do desporto da C. M. de Vila Franca de Xira. As entradas eram limitadas a 100 atletas, mas felizmente acabaram por alargar um pouco as permissões. Acabando por alinharem à partida, cerca de 150. Não posso deixar passar em claro a iniciativa da organização, ao efectuarem um minuto de silêncio em honra de um elemento inscrito, desaparecido uns dias antes.

Trata-se de um passeio de BTT, pelas terras onde secretamente foram construídas 2 linhas de defesa militar, no intuito de defender a cidade de Lisboa contra as INVASÕES FRANCESAS. Homenageando desta forma um dos responsáveis por essas defesas, o Tenente-Coronel Richard Flecther, estratega que ajudou os portugueses ao abrigo do Tratado de aliança luso-britânico.

Acerca do passeio, posso dizer que o traçado é interessante. Cobre alguns dos cumes dos concelhos de Loures e Vila Franca de Xira, por onde se podem apreciar belas vistas sobre o Tejo e os longos vales interiores.
Apesar das chuvas recentes, o terreno estava praticamente seco, excluindo as zonas de ribeiros e outras pequenas parcelas. Nestes trajectos a componente técnica é bastante elevada, daí o percurso não ter mais do que 33 km´s.
A progressão foi feita de forma cuidada, para evitar que de um grupo tão heterogéneo se fizessem pequenos grupinhos distanciados, e que essa ocorrência proporcionasse perdas.
Assim, os guias, que de longe em longe faziam uma paragem técnica de espera ou de esclarecimento, foram mantendo a situação sob controlo.

Fomos evoluindo por montes, passando por algumas aldeias da região; calhandriz; Cotovios e Cachoeiras, vindo a terminar, fugindo um pouco ao que é mais habitual nestes passeios, longe do local de partida, mais precisamente no complexo de piscinas de V.F.X., onde tínhamos uns balneários à espera para um retemperador banho.

Nós, Alter Real BTT, ainda tivemos o privilégio de almoçar uma cabidela de galo, feita propositadamente para o efeito num restaurante da região. Foi no Grande Elias que comemos tal pitéu, generosamente organizado pelo consócio Herlander Cordeiro, que ainda nos brindou com umas bolas de Berlim (as melhores do concelho), e um belo “dum” licor cubano, para as despedidas.
Como nunca estamos satisfeitos e queremos sempre mais pedal, eu e o Zé Alexandre fomos de Bicicleta para casa. Quase vinte quilómetros à chuva, pesada e constante, pela N10, num evoluir nocturno em direcção a Sacavém.







LINK PARA O TRAÇADO DA TRANSCONCELHIA DE 21 de Nov de 09

Obrigado a todos pela confraternização! Para breve, haverá certamente mais… Muito mais!
Guarda Rios e Zéi





quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O OBJECTIVO para este ano é a TRANSPIRINAICA!

Foto com vista aérea da cordilheira em causa, Em cima temos o Mar Mediterrâneo e em baixo o Golfo de Biscaia. O lado da neve é o francês


Track da Transpirinaica (espanhola) de Zinaztli no Wikiloc
São cerca de 1050 km's e mais de 25 mil metros de acumulado, divididos por 15 /16 etapas de alta montanha.
Aí é!? Então vamos lá… Mãos à obra!

Há que programar e basear a época em prol do seu objectivo primordial. Para isso delineei um plano de treinos faseado, do qual vou por aqui expor a primeira etapa. Para um futuro breve deixarei as restantes…
O plano que vou apresentar e tentar seguir, longe de fazer cumprir todas aquelas tabelas rigorosas a que estamos acostumados nos livros mais técnicos da especialidade, tentará isso sim, alguns dos objectivos que tracei como fulcrais para a Jornada em causa.
Desses factores, saliento: - Perder 3 ou 4 quilos de peso (neste momento estou com 85/86); Ganhar alguma massa muscular, de forma a resistir às dificuldades extras que vou encontrar em plenos Pirenéus: - Longas distâncias, Altos acumulados, muitas horas de pedal e poucas de sono… Sabe-se lá em que condições; já para não falar das temperaturas, que passarão muito provavelmente dos 30/35 durante o dia para os 10/15 pela noite; E essencialmente para me sentir bem, além da vontade, que não pode esmorecer. Estamos a falar de um grande OBJECTIVO, quiçá o maior, quando é de BTT que falamos.

Tal plano de treinos contempla algumas fases. Mas em nenhuma delas seguirei um rigor suíço. Esta primeira, terá o final num período muito complexo, por coincidir com as festividades do período natalício. Para tal, e atendendo aos consecutivos convites para almoços e jantaradas de Natal, a que normalmente não pudemos nem queremos dar parte fraca, apenas tenho um desejo. – Não ganhar peso, nem acrescentar mais massa gorda supérflua, além da que já possuo.
Só quero mesmo conseguir chegar a Janeiro e estar em condições mínimas para abordar a segunda parte da época de treinos.

Para já, comecei a fazer um pouco de ginásio (3 a 4 vezes por semana), onde incluo cerca de 20 minutos de passadeira com o intuito de efectuar um aquecimento. Para tal, começo com progressão em marcha rápida, incrementando depois alguma inclinação. A isto segue-se cerca de meia hora de levantamentos, em que a componente principal é a manutenção pura e simples do tronco e membros superiores.
Quanto ao resto, continuarei a ir para o trabalho de Bicicleta sempre que isso me for possibilitado (2 a 3 vezes por semana), substituindo alguns dos dias em que não o posso fazer por equivalente período em bicicleta estática (45 a 50 minutos).

O intuito é trabalhar maioritariamente ritmos aeróbios (entre as 115 e as 140 BPM), para queimar essencialmente as gorduras desprezíveis que nos fazem ter aquele aspecto “fat”, sempre desagradável. Tentarei dessa maneira “sobreviver” aos malefícios das festividades.

Para além do ginásio e da “Bicicultura”, conto ainda participar em algumas maratonas e/ou passeios, à frequência de uma em cada 15 dias.

Como epílogo desta primeira fase efectuarei um percurso mais longo, uma GR ou um Caminho, na última semana do ano. Nunca será uma jornada para mais de 300 quilómetros, nem para mais de 5 ou 6 dias de duração. A ver vamos…

Voltarei a este tema por aqui.

Guarda Rios

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Aí uns… Cinco anos depois…

...(Introduce o PLANETA BICICULTURA.)

Foi no inverno 2004/2005 que comecei a usar a Bicicleta como meio de transporte diário, por acaso da sorte, durante toda essa estação não choveu um único dia.

Daí para cá, apesar de várias interrupções sazonais, já que tal objectivo não é propriamente fácil de levar por diante sem interrupção, várias mudanças foram operadas, principalmente ao nível das infra-estruturas.

Passou-se a usar o termo Ciclovia (…já super divulgado por essa Europa desenvolvida… Felizmente por mim visitada em ocasiões anteriores…); Passou a existir a consciência para os ciclistas urbanos, e, até começaram a aparecer umas marcas no chão que “parecem” indicar os locais mais apropriados para se poder pedalar, quando é no asfalto das ruas de Lisboa, que temos que progredir.

Quando comecei a minha vida de cidadão ciclista, com o uso da Bicicleta para as mais diversas tarefas do dia-a-dia, em que obviamente se incluí o rotineiro casa-trabalho e respectivo vice-versa, não se viam praticamente nenhuns elementos a fazer o mesmo. De pessoal a andar pela cidade em Bicicleta, posso referir uns quatro ou cinco “cromos”, vá lá, no máximo dez, os que rolavam pelas mesmas áreas em que usualmente me movimentava. Nomeadamente: - Benfica, Sete-Rios, Praça de Espanha, Avenidas Novas, Baixa, etc, etc. Nestes, devo incluir a dado momento, um colega e amigo que se veio juntar à causa, e que hoje em dia, para além de continuar a defendê-la, ainda faz por cumprir mais do que o próprio autor deste texto. – Força Ricardo Rosa!

Dos outros (poucos) aventureiros por que passava, de alguns, fui ficando conhecido, dava para os contar pelos dedos de uma mão, e as caras eram quase sempre as mesmas. De lés-a-lés lá ia o “mister X” ou o “Y”, em cruzamentos muito espaçados no tempo, chegando a haver dias consecutivos em que não avistava ninguém.
Honra seja feita aos que referi, que ainda hoje os vejo por aí.

Mas o que realmente mudou, e continua a mudar, é a grande afluência que se regista nos últimos tempos, dando aos poucos, um aspecto diferente à tipologia de veículos circulantes por Lisboa. Como fui perspectivando com o passar dos anos, ajudado pelo incremento de várias formas de contacto e desenvolvimento (Acesso à informação; BLOGS, Massa Crítica, Encontros marcados, e não só mas também… As já referidas infra-estruturas), está-se a construir uma nova mentalidade, e para surpresa de muitos, ao contrário de outras situações deste país, a “coisa” tem alguma sustentabilidade. Parece-me que essa perspectiva está realmente a crescer e a deixar frutos num determinado escalão etário da população alfacinha. Embora também os saiba mais entradotes, é no patamar dos 25/40 que vejo mais representantes do pedal.

Dou por mim a evoluir numa determinada avenida, da qual vislumbro outros ciclistas a cruzarem ou a circularem na rotunda adjacente. Ou melhor ainda, à minha frente a progredir espaçadamente, avançam outros tantos bravos das Bicicletas. No fundo, e desculpem-me a pouca modéstia, sinto-me co-responsável por tal atitude. Por muito pouco que o facto de andar pelas ruas de Lisboa há mais de cinco anos, num movimento constante de rotinas e não só, possa ter influenciado outros ilustres “Homónimos”, o que realmente sobressai, é a realidade actual.

– Já há centenas de anónimos, que tal como eu, usam a Bicicleta como meio de transporte. E essa mentalidade não terá retrocesso para breve.

O que tanto esperávamos está aos poucos a surgir.

Pela influência que o NézClinas possa ter tido, mas principalmente por outros blogs e formas de expressão bem mais capazes às quais me associei, e das quais sou seguidor, afirmo peremptoriamente, que:

- ESTAMOS TODOS DE PARABÉNS!

Nesta comemoração incluo, claro está, o PLANETA BICICULTURA, ao qual nos associámos como blog, que aborda o tema da Cidadania através da Bicicleta e do uso inteligente deste meio de transporte no nosso dia-a-dia de forma a melhorarmos o meio que nos circunda, quer na componente do ambiente, quer a nível físico e de bem-estar de cada um.





João Galvão e o NézClinas em geral...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Ciclovia de ALGÉS

Certo dia em que passava de carro pela Av. do Bombeiros Voluntários em Algés, deparei com uma Ciclovia num dos lados do passeio. Para mim ficou assente que mais tarde ou mais cedo teria que ir averiguar o que por ali se passaria.
Com o intuito de a acrescentar ao rol de Ciclovias do burgo e para a poder noticiar o facto pelo blog.
Essa prospecção aconteceu à dias. Por esse motivo venho agora trazer as novidades.

Bem questionei os transeuntes e moradores da zona, se tal pista não teria alguma continuação para além da que salta à vista, entre o Parque verde de Algés e a escola. Mas não, a CICLOVIA é mesmo só aquele pequeno troço de ligação entre o Parque Urbano e a Avenida dos Bombeiros Voluntários, não perfazendo mais do que mil e poucos metros de extensão, onde se incluem alguns já dentro do próprio parque.



Início da dita ciclovia, junto a uma escola. O que realmente acontece é que por ser o único ponto de passagem entre a dita avenida, uma paragem de autocarro e um bairro habitacional, torna a via demarcada para as Bicicletas, ponto privilegiado de passagem a todos os peões que por ali circulam.

Zona de abordagem à estrada. Passagem para o lado do Parque urbano, depois que foram vencidos os cerca de 400 mt (estou a ser simpático) da Ciclovia.



O melhor da referida via de transporte está realmente dentro do Parque. Aí sim, usando das regras de circulação e de convivência entre Bicicletas e pessoas pode desfrutar-se um pouco.




Explicativo do respectivo parque, onde se incluí a representação da Ciclovia aqui descrita.

Repórter Astigmático


ONDE IR? (a2z Adventurs)

Para quem tem espírito de aventura mas nem sempre sabe o que fazer, ou para onde ir.



A2Z ADVENTURS

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Podia ser pior...

Como o tempo não está muito convidativo, anda-se menos de Bicicleta, como tal, está-se mais em frente ao computador, logo, vêm-se mais e-mails, é assim que nos surgem estas preciosidades.
Algumas já um pouco antigas ou mesmo muito vistas. - Mas vale a pena! Nem que seja para vermos o que às vezes nos pode acontecer, ou o que nos poderia ter sucedido numa determinada situação.
Para os que estão quase sempre imunes, e nunca lhes acontece nada… BOA SORTE! São uns felizardos. Mesmo assim, é melhor só se rirem para dentro, porque qualquer uma destas peripécias pode acontecer ao mais incauto.



CONCLUSÃO FINAL: - Mesmo com chuva; Vento forte; Frio e outros, o melhor mesmo é ir para a rua andar de Bicicleta para treinar, ou, fazer um bocado de ginásio…

Sabes a tua medida de Bicicleta?

Aqui neste site podes confirmar as tuas medidas todas no que a uma Bicicleta diz respeito.

Muito Útil:

http://www.canyon.com/_pt/tools/pps.html