sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Ciclovias acrescentadas (2) - Alhandra Vila Franca de Xira


A ciclovia de Vila Franca de Xira já não termina abruptamente num tapume.

Com a acréscimo de mais 250 metros, esta ciclovia costeira ficou quase com 3,5 quilómetros.
Podemos assim percorrer toda a avenida ribeirinha de Alhandra, passando pela marina, e entrar na parte pavimentada da ciclovia original, que nos leva até ao Largo Magalhães Infante, em Vila Franca de Xira.






Algumas Fotos :








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RA

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ciclovias acrescentadas (1) - Quinta da Granja, Largo da Parada Militar


Desde há muito por realizar, esta empreitada das ciclovias de Lisboa, está agora concluída e em utilização.

Podemos assim percorrer cerca de 450 metros de ciclovia inseridos no jardim e parque de hortas de Lisboa (Parque hortícola da Quinta da Granja). Desta maneira, já existe ligação entre a Av. do Colégio Militar/Rua Mestre Lima de Freitas até à lateral da Av. Lusíada, passando muito perto do Largo da Parada Militar (Camionetas do Colégio Militar/Colombo).

Este jardim, algo peculiar, fica situado nas traseiras dos prédios da Av. do C. M. precisamente onde ocorreu o caso de bulling mais mediático de Lisboa.


Dados técnicos desta ciclovia:






Atividade: mountain bike
próximo a Benfica, Lisboa (Portugal)
Extensão da trilha: 0,45 quilômetros
Elevação mín: 61 metros, máx: 80 metros
Altura acum. subida: 0 metros, descida: 13 metros
Grau de dificuldade: skill Fácil
Data: Novembro 17, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 28
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Algumas Fotos :









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RA



Volta entre Dão e Vouga. (em busca das Ecopistas)


Viagem planeada à algum tempo, principalmente depois de concluída toda a pavimentação, em forma de ciclovia, da antiga linha do Dão, entre Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.

Depois de caminhar para Norte, em direcção à terra de Viriato, o segundo dia foi dedicado à exploração da parte inactiva da linha do Vouga. Percorrendo as terras do vale e do Sever do Vouga.
Aliado ao prazer de andar de bicicleta, ainda me foi proporcionado conhecer algumas terras das regiões de Viseu e Aveiro, tais como: - São Pedro do Sul, Vouzela, Oliveira de Frades, Paradela, Albergaria-a-velha e Aveiro.





Atividade: mountain bike
próximo a Vimieiro, Viseu (Portugal)
Extensão da trilha: 156,31 quilômetros
Elevação mín: 12 metros, máx: 567 metros
Altura acum. subida: 1.190 metros, descida: 1.327 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado
Horas: um dia 4 horas 23 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 3313 ©
nés Todos os direitos reservados


Algumas das fotos que fiz nesta viagem :

Estação de Santa Comba Dão, início desta prospecção pelas Ecopistas do Dão e Vouga.
A parte asfaltada da Ecopista do Dão começa uns metros mais a Norte, seguindo pela plataforma da estação até ao fim.



Em plena Ecopista/ciclovia do Dão, já no concelho de Viseu, podemos perceber como eram as composições que circulavam nesta linha.
Certamente não serão as originais, dos inícios do século XX, mas dão uma ideia.



É em Viseu que termina esta ecopista do Dão, final do primeiro dia de prospecção.



Antiga Ponte férrea em pedra, sobre o rio Zela, em Vouzela.
Um dos ex-libris da Ecopista do Vouga.



O profundo e extenso vale do Vouga.



Alguns dos troços da Ecopista do Vouga, pela pouca frequência de passagem, vão fechando, tornando ainda mais atraentes as vistas e a sua travessia.



O estado em que vão ficando alguns dos caminhos, antigas estações e apeadeiros, desta ecopista.
- Mas diga-se, que foi, e, continua a ser desenvolvido um assinalável trabalho de recuperação e reocupação de algumas das estações. Pelo menos as mais emblemáticas. Desde sedes de "Casas do Povo" até Juntas de Freguesia, muitos são os motivos para dar uso a tais infra-estruturas.



Socalcos e Rio Vouga em Sever do Vouga.



GR

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Já faço parte desta mentalidade... E tu?

- É POSSÍVEL TRANSPORTAR OS NOSSOS FILHOS (... e não só...) NA BICICLETA!
- yes, we can!!!

Já enviei este vídeo para muitos dos meus contactos, mas mesmo assim, acho importante deixá-lo registado aqui no blog. - É uma atitude importante!




...Aqui, também tentamos arranjar soluções...




JG

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ecopista do Vale do Vouga

Fazendo a ligação entre Viseu (Avenida Europa) e Sernada do Vouga, onde ainda chegam os comboios desde Espinho, são mais de 75 km. Numa linha, que na sua origem, entre Espinho e Viseu, percorria 140. A Sernada do Vouga chegam ainda, comboios vindos do Ramal de Aveiro, que se mantém activo.

À saída de Viseu não se vislumbram sinais da antiga linha, já que o espaço por esta ocupado foi aproveitado para construir novas avenidas de acesso às aldeias limítrofes, que entretanto ficaram sem ligação férrea à cidade. É assim, na ampla Avenida Europa, e depois, em Abravesses, Pascoal e Campo (Mozelos). Só a partir de Travanca Budiosa damos início à Ecopista verdadeira, perfeitamente definida pelos declives pouco acentuados (impreteríveis ao avançar de um comboio) e aos túneis, pontes, e relevos de pedra recortados à máquina e/ou a explosivos, por onde – Ainda à pouco mais de vinte anos - passavam as auto-motoras da CP.

Por conversas com alguns elementos da população, fiquei também a saber, que nem todas as travessas de madeira e carris de aço foram levantados (…às vezes ainda se sentem, e vêem…). Esse processo foi sendo realizado consoante as construções de estradas, que entretanto se tornaram obrigatórias, para servir as povoações e casas, que até ao final do século passado viviam marcadas pela proximidade do Comboio.

Todo este trajecto, assim, tal qual se encontra, é uma das formas mais atractivas de andar descontraidamente em BTT, e conhecer o nosso belo e heterogéneo país. Por ter declives constantes e pouco acentuados, torna-se acessível a qualquer bttista e proporciona um passeio lúdico e de cariz histórico/geográfico, que, de outra maneira seria muito difícil ou de acessibilidade reduzida. No fundo, é dar proveito à(s) grande(s) obra(s), desenvolvidas desde o final do século XIX até meados do século XX, e que cobriam quase todo o território Português de linhas férreas.

Com o suprimir de algumas dessas linhas, foram criadas pela CP/Refer as Ecopistas.

-Na minha opinião; - Prefiro-as, tal qual está esta, na sua parte não asfaltada (futuramente, tornada ciclovia), entre Travanca Budiosa e Paradela, e entre a Foz do Rio Mau e Sernada do Vouga. Mas compreendo a vontade das edilidades em torná-las atractivas para o ciclista ocasional (normalmente de fim-de-semana) e para as famílias e crianças, tapando os trilhos (…alguns já são singles..) com os pisos e cores habitualmente associados às ciclovias.

Humildemente, gostaria de propor; - Sem excluirmos as descritas empreitadas, que mais tarde ou mais cedo, vão transformar este(s) trajecto(s) em ciclovia(s), a possibilidade de termos as duas versões ao mesmo tempo. Sempre que o espaço o permitisse, deixar coabitar uma linha de ciclovia, paralelamente com um espaço de progressão não asfaltado, tipo terra batida ou “Tout-Venant”.

Ainda maior que este pedaço de Ecopista, que brevemente será totalmente tornado em ciclovia, só conheço a Ecopista do sabor, com os seus 104 km (… até ver, ainda pouco asfaltados…), que tentarei descobrir a médio prazo.






Atividade: mountain bike
próximo a Vendas de Travanca, Viseu (Portugal)
Extensão da trilha: 71,53 quilômetros
Elevação mín: 35 metros, máx: 481 metros
Altura acum. subida: 397 metros, descida: 828 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado
Horas: 5 horas 14 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 1753
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Primeiro indício da presença da antiga linha férrea por estas bandas.
- A estação de Travanca de Bodiosa.
Por aqui, e como se pode comprovar pela placa de informação quilométrica na parede, estamos perante o P.N.K. 132.o22. A contagem inicia-se em Espinho, mas em termos de linha em actividade, está interrompida em Sernada do Vouga, no km 61,5. Daí, e até à antiga estação de Viseu (actual rotunda no final da avenida Europa, com a av. Cap. Homem Ribeiro), no que seria o km 140, desenvolve-se a Ecopista em questão.
Por agora, circula-se em terra. para um futuro próximo será tudo em ciclovia. Tal como temos na Ecopista do Dão.




Este acesso, com que me deparei logo após a Estação de Termas de São Pedro do Sul, é um dos poucos pontos que poderá criar algumas dúvidas.
Depois da dita estação temos que atravessar a estrada e voltar a apanhar a Ecopista dentro desta rede.




Antiga ponte férrea de São Pedro do Sul, onde ainda hoje se circula. Não só por fazer parte da Ecopista, como pelo facto de ser uma alternativa à EN 16 para o trânsito motorizado.




Uma antiga locomotiva em Vouzela.



Uma das várias pontes desta antiga linha.
- Em Travanca, ainda se vêem os carris e sentem-se os parafusos de travamento às travessas...




...Aliás, não é só nas pontes que se sentem esses relevos. Em alguns troços desta Ecopista, além de se sentirem, também se podem ver as travessas da antiga linha férrea.




Com o aproximar do fim desta Ecopista, já depois de termos cruzado os cerca de 6 quilómetros que já têm "tapete vermelho" da ciclovia do Sever do Vouga, e seguindo o caminho de Sernada do Vouga, podemos usufruir destes autênticos singles. Por falta de uso da Ecopista e por estarmos muito próximos da estrada, alguns destes troços vão fechando.




Onde provavelmente existiria uma ponte (será o cimento o suporte de tal estrutura?), hoje temos uma íngreme rampa que nos leva até à estação de Paradela, onde começa a ciclovia de Sever do Vouga.



- Carvoeiro. Último apeadeiro desta Ecopista, para quem circula desde Viseu.



Auto-motoras existentes na Linha do Vouga (parte activa), entre Espinho e Sernada do Vouga.
Nesta, podemos ver uma pequena recordação dos 100 anos desta linha férrea.


GR e RA




segunda-feira, 14 de novembro de 2011

As coisas não são assim tão fáceis...


...Mesmo para o Danny!



...Mas o "chaval" é mesmo louco!!! - Visto assim, a "coisa" ainda assusta mais!

- só mais um... Agora para descontrair...



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ciclovia de Sever do Vouga - Paradela-Foz do Rio Mau (Parte feita da futura Ecopista do Vouga)


Estes cerca de seis quilómetros pavimentados e pintados de vermelho, em forma de ciclovia, ligando a antiga estação de Paradela e o apeadeiro de Foz do Rio Mau, fazem parte de um troço inactivo da linha do Vouga. Em conjunto com outros, cerca de 70 km não asfaltados, cumprem uma das maiores Ecopistas criadas pela Refer, aproveitando a extinção de algumas ligações ferroviárias do país.

Sobre a Ecopista da Linha do Vouga, na sua totalidade, falarei num post específico, onde irei abordar essa ligação.





Atividade: mountain bike
próximo a Paradela, Aveiro (Portugal)
Extensão da trilha: 5,49 quilômetros
Elevação mín: 43 metros, máx: 100 metros
Altura acum. subida: 1 metros, descida: 54 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado a subir. Fácil a descer.
Horas: 19 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 120
© nés Todos os direitos reservados


Algumas Fotos :

Início da Ciclovia e respectiva sinalização, em frente à antiga estação de caminhos de Ferro de Paradela, Sever do Vouga, Aveiro.
O tapume esconde uns metros de ciclovia, agora inacessíveis.




Descida ao longo do vale do Vouga.




Parte inicial da ciclovia, onde outrora, a linha férrea fazia um recorte na rocha.
Sinal indicativo do duplo sentido de circulação na ciclovia. Facto recorrente nas nossas ciclovias, mas muito pouco sinalizado.




Antiga ponte Férrea sobre o Vouga, entre a estação de Paradela e o apeadeiro de Foz do Rio Mau.
Nos dias de hoje, usada para a circulação de pessoas, e veículos sem motor, em forma de ciclovia. Única parte desta ciclovia não pavimentada.




Um dos túneis desta Linha Férrea/Ecopista/ciclovia.



GR e RA