sábado, 7 de março de 2009

Manhã “apocalyptiva” na Margem sul. (Madeira’s version)

Saí de casa; Atravessei Monsanto; Apanhei o barco em Belém; Ancorei na Trafaria; Fui pela Cova do vapor até às torres de S. João na Costa de Caparica; Encontrei-me com o Asper Branco (bela volta, Asper); E depois, com os “outros”; Um a um: - Freire, Figueiredo, Carlos Veloso, Tiago Marcelo, Picareta e Hélder.
Até aqui: - Tudo bem! FACTOS!

A partir daqui: - THE CAOS! Mas vejamos…

Subimos ao aquaparque: - Tiago maldisposto; Descansou; Melhorou.
Descemos ao mirador: - Carlos cai; Empena a roda traseira (de tal maneira que mal passava no quadro); Leonel deu um jeito.
Descemos à falésia: - Tiago furou; Mudámos a câmara-de-ar. - Vamos? – Não! Pneu da frente do Tiago em baixo. - É tudo!? – Não! (eu) – Hélder, também tens um furo! Vai de mudar! Uns fumavam (que vergonha…LOL), outros riam ou falavam; Amena cavaqueira, portanto está tudo bem!
Mais uma descida: - Leonel a saltar da Bicicleta em andamento; fizemos… Rimos.
Descida de alcatrão para o aquaparque : - Hélder parte a corrente; Tem a chave; Concerta!
Resumo: - Chegámos todos vivos e prontos para outra. Quando é que é?

Mas ainda não acabou.

A que horas tens barco? Perguntaram-me. Às 13,00 h. Respondi. Então vai, que ainda o apanhas. Pois apanhava, não fosse o “dito” ser só às 13,30 h: - Pergunto. Onde é que se almoça? - Alguém responde. Em frente ao futebol da Trafaria.
Bem! O Sr. ALFREDO SERVIU-ME UMA FEIJOADA, e um bolo de bolacha, dignos de um rei. - Disse-lhe. Esta feijoada é de campeonato. - Mais lhe digo. Que o bolo é do mesmo campeonato. – Replica o Sr. Alfredo. – Nós aqui fazemos tudo caseirinho. – É assim!
Gostei! Até à próxima. Bendito o horário dos barcos… Barco? Ah! Aí vou eu!
Belém: - A maior escalada da cidade de Lisboa; Prisão de Monsanto: - Vamos descer.
Subi a uma média de 15 km/h com a “pica” toda. (Pica? Sim! É esse o acontecimento do dia. Andei de Bicicleta com o Sr. Leonel. Bem-vindo. – É bom, não é?)
Desci pelo mato com a “pica” toda: - Bicicleta a saltar; Descontrole; Pum, já está; Focinho no chão (esqueci-me de desbloquear a suspensão, tinha a bloqueado para subir).
Tudo bem! É só mais uma de muitas…
- Cheguei a casa! – E vocês?

Muito Facto, muito “Apocalyptica”…
… This is, the Madeira´s version.

Gosto!
O “Guarda Rios”

LINKS PARA TRACKS :
Benfica - Costa - Benfica (via Cacilheiro de Belém)

Trafaria - Falésias - Trafaria

P.S. - A "Apocalyptica"? EXplica-se mais tarde...

Trazida pela cegonha, directamente de Paris, eis a "Apocalyptica" (VÍDEO):








sexta-feira, 6 de março de 2009

Equipa: "Os caras lindas" da A.P.F.C.G.

Para os MEMBROS da equipa de Cicloturismo da A.P.F.C.G. ou para MEROS curiosos, aqui deixamos a forma de chegar à nossa "Colectividade", via F.P.C./U.V.P.

Sigam estes passos, já que não há um link directo para chegar às fotos.

1º Clicar neste link :
http://www.uvp-fpc.pt/modalidade.php?id_modalidade_new=5#

2º Do lado esquerdo, clicar em EQUIPAS (dentro do separador, Época 2009)

3º Clicar na LUPA (separador: ver equipa) correspondente à equipa
Assc. Pessoal Fundação C. Gulbenkian

4º Escolher um atleta e clicar na Máquina fotográfica (separador: ver detalhes)

Por sua vez, se quiserem ver o CURRÍCULO DO ATLETA:

1º Clicar neste link :
http://www.uvp-fpc.pt/curriculo.php?id_modalidade_new=5

2º Inserir o nº da licença (podem ver no cartão ou pela via anteriormente descrita) e o nº do B.I. e clicar em: VER CURRÍCULO

Mecânica e técnica.

Com este post encetaremos algumas dicas para a vertente da mecânica das Bicicletas.

É sempre bom saber. Ou p’lo menos, ter uma noção. Contra mim falo (fala “Guarda Rios”, fala), pois no que toca a este tipo de questões mais técnicas, normalmente deixo para quem sabe.
- Lá está! Limito-me a ter uma noção das coisas. Já o Zebroclinas por exemplo, “mexe que se desunha”. Vai praticando na sua “oficina”.

Todos podemos e devemos mexer nas nossas Bicicletas, mas temos que saber o que é que estamos a fazer.
Afinar uns travões, recolher um cabo, mudar uns calços, centrar os discos, remendar ou mudar as sempre “chatas” câmaras-de-ar, ou, muito importante, substituir um drop-out, tudo isso… E outras que tais, devem pertencer ao léxico de qualquer ciclista que se preze.

Quanto a mexer em cubos, caixas de direcção e rodas/raios, deixo (eu) para os mecânicos de confiança.
Muitos não concordam, e dirão: - Deves saber fazer tudo. Podem ter a razão deles, não o nego. Pessoalmente, e este é o local apropriado para o fazer, esta é a minha opinião.

- Apesar da noção que devemos ter das “coisas” das Bicicletas, as façanhas mais arrojadas (mecanicamente falando), devemos deixar para os “Homens de confiança”. Os nossos mecânicos.
Durante algum tempo trabalhei mais assiduamente com um dos manos Martins, o Pedro.
Foi ele que fez autênticos milagres com a minha velhinha Touring, ex ECI, ex Whithout stress, actualmente na Kombina, uma nova loja na Expo.
Mais tarde, por mera questão da lógica da proximidade, já que confio qualquer uma das minhas Bicicletas, e sou amigo dos dois, passei a trabalhar com mais regularidade com o Cláudio Proença, ex ciclóvias e actualmente a desenvolver o seu trabalho no ECI.
Esporadicamente, e quase sempre que tenho problemas em Monsanto, vou ter com o Sr. Luís da Loja das Bicicletas que tem dois excelentes profissionais. O Alex e o Victor de origem moldava, são excelentes mecânicos. Sempre muito prestáveis.

OH! O R&B Foi anulado...


... Ainda por cima, por motivos técnicos.

Recebemos esta informação.

Exmos Senhores,

Vimos por este meio informar que por motivos técnicos a prova foi adiada para o dia 05 de Abril, mais informamos: ficamos a aguardar indicações da vossa parte. Caso haja impossibilidade para o dia 05 de Abril, estaremos ao vosso dispor para fazer a devolução do valor da inscrição.

Infelizmente, alguns de nós não vão poder participar nesta data. É uma pena.
Só nos resta continuar a treinar, e esperar por outras oportunidades.

- Mestre Oogway, trago más notícias!

-São apenas notícias, meu discípulo.

- Mas mestre, o RUN&BIKE foi adiado!

- Isso, são más notícias.


Na mesma, Saudações Pedalovelocipédicas... Mas noutro sitio.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Mais uma produção espirituosa.

OH! Zé, desta não estavas tu à espera!?
- Para que fique completo o passeio de dia 25 de Janeiro de 2009 em VAL-DE-VEZ.



… Assim se guardam os Rios por aqui.
P.S. – A edição que ficou como definitiva no you tube não corresponde à original, essa, foi mais uma vez censurada por “conteúdo ilícito”. Dessa forma, e para os mais curiosos, dizemos: - Quem quiser ver a edição original terá que pedir aos intervenientes deste passeio, João “Guarda Rios” Galvão e José Alex “Pata Negra” Silva.
A Musica que ouvirem com o vídeo foi escolhida pelo próprio servidor, que teve a “Gentileza” de o fazer por mim. – Deixei-lhes esse tipo de trabalho…LOL
Estão na forja novas edições de vídeo para breve. Aguardemos então…
“O Guarda-rios”

domingo, 1 de março de 2009

Vinte mil km’s…(alguns) Submarinos.

Desde que recomecei a andar de bicicleta, ou se quisermos, desde que vi neste veículo um meio de transporte prioritário, e, “A” forma de me sentir bem, fazendo exercício (estou a ser injusto, há outras formas de praticar exercício… O Karate, por exemplo), já perfiz 20.000 km´s.

Tal acontecimento (para mim, é), ocorreu em Pero Negro, no dia 26 de Fevereiro de 2009, enquanto fazíamos tempo para apanhar o comboio. Depois da volta aqui RELATADA anteriormente, por “Enxaras e Socorros”.

Durante esse compasso de espera, além de contar com a grande prestação do César (Nunes) e da sua máquina fotográfica, de resto comprovadas pelas magnânimes fotografias aqui expostas, fizemos também um up-grade ao almoço já de si farto, composto por um convívio lanche que durou três horas. Para confraternizar estava também connosco o Victor Caloira, que para além de ser amigo do César, passou a ser nosso.
Voltando atrás, eu podia falar-vos da minha vida com as bicicletas, aí certamente, já teria feito um pouco mais do que os 20000 que vos vou enumerar.
Até comprar a minha Touring, que descreverei mais para a frente, quando começar a “colar” capítulos, referentes a certos “relatos” duma “certa” peregrinação (os tais que hei-de acabar um dia… LOL), fiz a maioria das minhas passeatas de “puto” com uma “Vilar” vermelha (dizia-se encarnada), daquelas de ferro, que pesavam um “monte”, mas que tinham como principal característica, o facto de se poderem dobrar ao meio para arrumar dentro das malas dos carros. Sim, porque nessa altura, estamos a falar do inicio dos anos oitenta, ainda não havia a fúria das barras de tejadilho. Umas coisas pretas ou prateadas que se colocam em cima dos carros… Não sei se já repararam!?

- Dizia eu. Nessa “Vilar”, comprada no Areeiro, numa loja da qual não me lembro o nome, mas que a “gente” da minha geração deve saber perfeitamente (também, não haveria grandes opções), passei variadíssimas férias e aventuras, esticando os músculos em longos recados ou em “private tours”, fazendo muitos e muitos quilómetros que, como é de supor, agora não consigo (nem quero) contabilizar.


Além das intermináveis voltas na “rua” (vocês sabem do que é que eu estou a falar!?), que às vezes terminavam com a minha mãe a chamar-me do terraço, já a noite tinha começado a cair, com um inconfundível clamor, impossível de descrever “escrevendo”. Tentando, seria qualquer coisa como: - OH! (seco) JOOOOOÃOOOOOUUUUUUuuu... Longo, continuo e infinitesimamente melódico, com um leve toque de curva sinusoidal, mas que a mim, me soava a um “alarme de alerta”. Tocavam as campainhas todas e acendiam-se-me as luzes. Era hora de pôr a mão na consciência, voltar à terra, e dizer à “malta”, alguns com mais LIBERDADE que eu: - Tenho que me ir embora! No fundo queria dizer simplesmente, que já estava a esticar a corda…lol.
- Estão a questionar a frase (que eu dizia para a “malta”)? – Era mesmo essa! Não havia cá os… Vou bazar ou dar de froskes, tou no ir, ou o, dar de fuga… Esses vieram mais tarde…
A descrição da minha “vilar”, e do que eu fazia com ela, nem sequer eram para aqui chamados. – Mas olha, já que aqui estamos… Digo-vos que me lembro perfeitamente de ter passado bons momentos com ela, e de ter explorado muitos lugares para mim desconhecidos. Locais e regiões como o Meco ou Vila Nova de Mil Fontes.

Para os mais chegados recordo (alguns adoram estas coisas…lol), que as massas que ganhei com o anúncio ao Nesquik, uma parte foi para a compra da dita.
Depois do “primeiro amor”, estive alguns tempos sem ter/andar de Bicicleta, até que comprei a referida Touring (ao “Miau”, por alguns contos. – Miguel, Estás aí?). Essa, embora bastante alterada, ainda vai e vem no dia-a-dia. É com ela que vou trabalhar quase todos os dias, e é com ela que faço cerca de 50% dos quilómetros.
Só de pensar que depois da compra da minha Trek (“anPost'eriormente” descrita), cheguei a encostá-la como se de uma coisa velha e ferrugenta se tratasse… Desculpa, desculpas? – Mas ela aí está. Pronta para todo o serviço. Com umas folgas e tal (o kéisso pá gente, né?).
Tal relíquia é por mim usada nos meus afazeres, desde o já mencionado “work all day”, até uma ida às compras, ou mesmo a uma discoteca. Enfim, dá para tudo, e são muito poucas as vezes que me deixou ficar mal-visto.
Digamos que, por alto, dos 20000 km´s que me inspiraram para este post, fiz com a Touring 17000 (a “Princesinha do agreste”, como o 18 a trata).
Os outros 3000, estão atribuídos à BIKE que elegi como insubstituível para as longas e variadas passeatas por essas montanhas da “Ibéria” (Pirenéus incluídos), mas que a breve trecho quero expandir a outros horizontes bem mais longínquos, como se poderá comprovar com alguns dos post’s já rendidos (investiguem no separador: - projectos).

Como curiosidade relembro (“Nós e a Europa”), que já andei em Bicicletas por vários sítios por essas “Europas”, nomeadamente, França; Alemanha; Suíça; Áustria e Suécia, mas que tais veículos não me pertenciam. Ou eram alugados ou emprestados. Daí, nunca lhes ter contabilizado os quilómetros, o que teria feito com que atingisse o alvo mais cedo.
Dos que contabilizei, desde o inicio do ano de 2004 (é aqui que recomeça a história), faço agora

referência:
1000 km, aqui ainda éramos "tenrinhos", qualquer subida nos custava um “monte”...lol . Eu e o Ricardo, na foto que por agora faz de capa ao blog, numa das grandes voltas que fazíamos por terras do Trancão e de Alverca. Foto em Alhandra, no monte por cima das cimenteiras.


Os Dois mil foram mais uma vez "celebrados" pelos "Caminhos do Tejo" (falarei desta "produção" do C.N.C. com mais tempo). Antes de chegar à aldeia de Alpriate, junto da estação de tratamento de águas. Para comemorar tal facto "deixei-me cair" para cima da Bicicleta do Ricardo, que não achou lá muita graça...lol


3000 km. Passeio por Lisboa. Torre de Belém; Calçada do Galvão; Estabelecimento prisional de Lisboa em Monsanto. tudo junto significa a maior progressão possível na cidade de Lisboa, quando é de altitude que falamos.

Dos 4000 km, desses lembro-me como se fosse hoje. estávamos em plena época de digressão do Ballet Gulbenkian, e eu, como habitual, levava a Bike para todo o lado. tenho que agradecer ao meu Colega Hélder, que fazia o "jeito" de transportar a "viatura" Por essa altura desenvolvia largas passeatas nas minhas "folgas" por esse "mundo" nacional fora. foi assim que aproveitei para conhecer um pouco mais deste "nosso" belo país à beira mar plantado. Quando as saídas eram mais próximas, aí, ia de "Bina", já o tinha feito para Montemor-o-Novo, e voltei a fazê-lo para Évora. Apanhava o barco no Terreiro do Paço e saía no Seixalinho. A partir daí era sempre a pedalar pelas Estradas fora, N10; N4; etc, etc. Foram 95 km para Montemor e mais de cento e vinte para Évora, onde cheguei com a ajuda do "granda som" que outro colega na altura me gravava. - Oi Samuel, como vai tudo aí p'lo Brasil? tudo vai bem?
Cinco mil. Mais uma vez com o alto patrocínio B.G. Estávamos no Porto, a fazer espectáculos no S. João e ficámos instalados no Batalha. Aproveitando as condições do hotel (garagem), levei a minha Bike no saco e cheguei ao hotel com a "dita" debaixo do braço. dessa vez tive a hipótese de fazer um belo passeio pela costa descendo sempre junto ao mar, de Gaia até Ovar, passando por enumeras localidades e as suas intermináveis praias, das quais destaco Espinho. apesar de um pouco frias, são sempre de uma beleza assinalável. Tanto, que incluí tal trajecto no troço final da rota dos Castelos. quando feito em nocturno, e de Sul para Norte, aí nem vos conto. - Só vendo!


Os 6000 km, ficaram em plena Serra da Arrábida, numa das minhas voltas matinais, quando saía de Tróia no barco das seis e pouco e dava grandes voltas por Setúbal e pela Serra, de onde se tem uma vista deslumbrante da estreita península do concelho de Grândola.



7ooo Km. Uma das variadíssimas voltas que comecei a fazer por Sintra. Serra e vila. Grande Velocidade? Sabem onde foi tirada esta foto?

8000 Km. Mais uma vez Sintra. Palácio da Pena.









9000 Km. Para variar, Sintra - Cascais, Malveira da Serra.


10000 Km. Com paragem obrigatória no Bairro da Serafina para um almocinho "daqueles". Cada vez que fizer (espero que muitas) mais uma dezena de milhar, terei a honra e o prazer de convidar amigos para almoçar. Desta vez almocei com o Ricardo, nos vinte almoçarei (já me leram a "sina"), com o "mesmo", mais o Compadre, e assim sucessivamente... Aos trinta, será com "estes" dois e mais algum. - Candidatos?

11000 Km. Na outra banda, a caminho do Castelo de Palmela, de onde se vislumbra uma bela vista.
12000 Km. Em plenos Pirenéus. Primeiro dia da Peregrinação a Santiago pelo Caminho Francês de Napoleão. Tínhamos acabado de almoçar à saída de S. Jean Pier de Port. Nesse dia terminaríamos em Roncesvalhes.
13000 Km. Mais um passeio por Lisboa, pelas zonas ribeirinhas.
14000 Km. Numa das muitas monitorizações feitas para futuros passeios. Aqui com alguns amigos, na zona do Trancão.
15000Km. Um marco histórico. Espero reunir, ou estar presente sempre que se reunirem estes COMPARSAS das Bikes. Espectáculo! – Serra da Labruja, 2ª vez. Com esta jornada encetámos mais uma Caminhada em direcção a Santiago pelo Caminho Português. Ponte de Lima e o seu Arroz de Sarrabulho… Vamos a caminho…lol

16000Km. Preparados para um dos ícones da minha vida velocipédica. Irun, norte de Espanha, depois de deixarmos o famoso Sud-express e antes de nos fazermos aos trilhos dos Caminhos do Norte. Aconselho vivamente.

17000Km. Foi de tal ordem, que os “MIL” seguintes também pertencem às “franjas” do Caminho do Norte. Por esta altura já tínhamos visitado o incontornável “Manolo” e, pousado para a posteridade, em frente da “enorme” Catedral de Santiago. Obrigado aos participantes desta inesquecível viagem.
18000Km. Outro grande projecto, que consumiu algumas centenas de quilómetros. A Rota dos Castelos. Nesta fase em busca de hipóteses para a conclusão da primeira etapa que liga a Sé de Lisboa ao castelo de Torres Vedras.
19000Km. A mesma Rota, uns quilómetros mais à frente, mas cerca de dois meses depois. Marcação da segunda etapa, perto de Porto de Mós.

[Arquivo] "4º Grande Encontro de Cicloturismo da A.P.F.C.G." Trancão - Expo

O Vídeo:





















O Trajecto:




O Poster:


A Ficha de presenças e o Plano de treino: