segunda-feira, 13 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O que nunca gostamos de ver...


- SEM COMENTÁRIOS!!!















ACONTECE AOS "MELHORES"!

Será este o caminho? (BIKES DO FUTURO)

Muitos de nós já vimos estas fotos.
- Provavelmente todos.
Mas, também um pouco por isso acho que devem fazer parte deste BLOG.
Para comprovarmos com o evoluir dos tempos e da estética, se farão com que tais ideias vinguem, …ou somente para servir de arquivo…










A ver vamos, o que nos reserva o TEMPO!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Volta a Portugal em CICLOTURISMO.

A 71ª Volta a Portugal apresenta:
ETAPA DA VOLTA RTP
MINI ETAPA DA VOLTA




Não perca mais tempo!
Data limite de inscrições e pagamentos 15 de Julho Inscrições em

GR 22 (...Não passa do ano que vem...)



Link para o track da GR22 no WIKILOC :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=137647

Este é um dos projectos que tenho para realizar a médio prazo. Talvez mesmo para o ano.
Provavelmente não será inserido nesta produção, mas sim com um pequeno grupo de Amigos próximos. De qualquer das formas "posto" este mail que recebi, porque acho uma das viagens "imperdíveis", neste nosso belo país à beira-mar plantado.
Este evento não é dos mais Baratos mas dá para ter uma ideia da dureza do percurso.

Faltam 2 meses para a GR!
Inscreva-se agora - 2 modalidades de participação.

A Grande Rota das Aldeias Históricas Gary Fisher 2009 começa dia 6 de Setembro! Faça a GR completa ou apenas algumas etapas. É fácil fazer parte desta grande aventura em BTT, graças às duas modalidades de inscrição. Já temos um primeiro grupo confirmado e as inscrições são limitadas!

Formas de participação:
1. Etapas à sua escolha. Gostava de fazer a Grande Rota das Aldeias Históricas Gary Fisher 2009 mas tem apenas alguns dias disponíveis? Pode escolher as suas etapas favoritas! Preço - 40€ por etapa (inclui guias especializados, transferes debagagem para quem decida fazer mais do que uma etapa, documentação etrack GPS, lembranças Gary Fisher e ainda transfer de volta ao seu carro no final do dia.* Podemos ainda indicar opções de alojamento para quem queira pedalar mais do que um dia seguido.

2. Programa completo - 535km. Preço - 840€ (inclui 6 noites em hotel com pequeno-aloç, 6 jantares, dois guias especializados, transfer de bagagem, apoio de carrinha, mapa, documentação, tracks GPS, brindes Gary Fisher, t-shirt e garrafa de água A2Z Adventures, seguro de acidentes pessoais).

Calendário da Grande Rota das Aldeias Históricas 2009

Dia 6 Setembro - Castelo Novo- Idanha a Velha-Monsanto (62km) Neste primeiro dia de pedalada, ligaremos Castelo Novo a Idanha-a-Velha e, posteriormente, a Monsanto. Trata-se de uma etapa bastante plana, sem grande dificuldade, marcada pela presença constante do xisto e do granito. Excepção para a brutal calçada romana que temos de subir mesmo antes de Monsanto. Em Idanha-a-Velha, povoação de origem romana, não deve perder o impressionante lagar de varas, para a produção de azeite, e as ruínas romanas. Estadia - Monsanto ou Penha Garcia

Dia 7 Setembro - Monsanto-Sortelha (67km) Hoje ligaremos mais duas belas Aldeias Históricas - Monsanto e Sortelha. Monsanto, outrora considerada a "Aldeia mais portuguesa de Portugal", situa-se bem no topo de uma formação granítica impressionante, oferecendo vistas espectaculares. Esta aldeia distingue-se pelas suas estreitas ruas e ainda por um imponente castelo no ponto mais alto da formação rochosa. Sortelha também tem muito para ver - o castelo, o belo pelourinho e a igreja matriz, entre outros pontos de interesse. Em termos de percurso, a ligação entre estas aldeias é relativamente fácil, sem grandes subidas. Parte do percurso é dentro da Reserva Natural da Serra da Malcata. Estadia - Turismo rural em Sortelha

Dia 8 Setembro - Sortelha -Castelo Mendo -Almeida (90km) A etapa de hoje caracteriza-se pela diversidade de pisos - pedra solta, calçadas romanas, cursos de água. Algumas subidas mais "puxadas" fazem parte desta etapa de ligação entre Sortelha e Almeida. Mesmo antes de Almeida teremos que cruzar o rio Côa, pedalando sobre uma ponte romana.O forte em formato de estrela marca a paisagem de Almeida, constituíndo um dos maiores expoentes da arquitectura militar abaluartada em Portugal. Estadia - Residencial Muralha (Almeida)

Dia 9 Setembro - Almeida -Castelo Rodrigo -Marialva (72km) Hoje vamos pedalar no Parque Natural do Douro Internacional. A ligação entre Almeida e a bonita aldeia de Castelo Rodrigo é fácil, sem grandes declives. Por vezes, estaremos em pleno caminho de peregrinação para Santiago de Compostela. Castelo Rodrigo teve, em tempos, uma grande importância na defesa do território nacional contra os ataques das tropas castelhanas. A ligação entre Castelo Rodrigo e Marialva inicia-se com uma bela descida até ao rio Côa... seguida por algumas subidas mais acentuadas. As ruínas do castelo de Marialva merecem uma visita. Estadia - Calcaterra AgroTurismo (Marialva)

Dia 10 Setembro - Marialva -Linhares da Beira (65km) O destino do dia de hoje é Linhares da Beira, a capital do parapente em Portugal, situada dentro do Parque Natural da Serra da Estrela. Terra fria e ventosa, de gente simples e hospitaleira, Linhares da Beira tem um castelo imponente que deve ser visitado. O percurso apresenta algumas secções com muita pedra e calçadas.Estadia - Hotel Quinta dos Cedros (Celorico da Beira)

Dia 11 Setembro - Linhares da Beira - Piodão (77km) Esta é uma etapa muito dura, com subidas e descidas acentuadas, devido ao enquadramento geográfico do Piodão, entre as serras do Açor, da Lousã e da Estrela. O piso de xisto solto cobre os estradões onde pedalamos, tornando a etapa ainda mais complicada. Mas o destino final, Piodão, vale a pena o esforço dispendido - as suas casas em xisto, envolvidas na paisagem circundante, são de uma beleza invulgar. Estadia - Estalagem do Inatel (Piodão)

Dia 12 Setembro - Piodão -Castelo Novo (88km) A etapa de regresso a Castelo Novo é bastante exigente fisicamente, dada a altimetria com variações acentuadas, a distância elevada e também porque o piso tem muita pedra. Em resumo, mais um dia de puro BTT!

Para mais informações e formalização de inscrições - info@a2z-adventures.com
GR 22 Ou "Guarda-Rios"22. Também tenho direito à minha marca registada. Tal qual o CR 9.Lol

AQUEDUTO - TRACK'S, FOTOS e LINK'S




Link ao Traçado principal (1) :

Link ao restante Aqueduto com uma variante por Belas (2) :

Link ao Ramal de Carnaxide :

Link ao ramal das Galegas :


Link para todas as FOTOS no PICASA. (Ordenadas pela data da fotografia) :


Link para a WIKIPÉDIA, onde podemos ter contacto com um pouco da história do Aqueduto das Águas Livres :

Página do IPPAR, com informação do Aqueduto :
Link ao MUSEU DA ÁGUA :

Aqui fica um dos primeiros esboços que tentei fazer no Google earth para melhor poder acompanhar este projecto.

"Repórter Astigmáctico"

Geo Cash às Mães D’Água (6) – A Caminho do fim.


Nesta abordagem que provavelmente terá sido das últimas, comprovámos a abundante ramificação de linhas de água, minas, furos e nascentes que ainda existem nas zonas de D. Maria e Caneças.

“As nascentes das águas livres de Caneças” como me explicou o Sr. Salvado. – Este era o objectivo primordial desta enorme construção que D. João V mandou edificar no séc XVIII, trazer a água das nascentes de águas livres em Caneças, até à população alfacinha.

Como será de calcular, apesar do bom estado de conservação, geralmente patenteado nas “condutas”, não é fácil seguir todas de perto. Muitas vezes para o fazermos, estamos a correr riscos desnecessários.

Assim, escolhemos um rumo que algumas vezes nos leva por estrada, tentando estar o mais próximo possível da linha do Aqueduto, tentando descortinar o maior número de Mães d’água e respiradores. No fundo, tentar chegar tão longe quanto as condicionantes nos permitam.

Nesta jornada avistámos muitas bifurcações entre os vários ramais e a linha principal, algumas delas só tomamos consciência da existência visualmente, todas elas têm um objectivo comum: - Captar toda e qualquer nascente ou furo que brote o bem precioso às gentes da capital desde meados do séc XVIII, até 1967, ano em que foi oficialmente desactivado tal “fonte” abastecedora.

Existem alguns desses pontos de água que pela sua escassa abundância, são conduzidos até ao aqueduto por um pequeno carreiro, muitas vezes suspenso. Facto curioso, mas desconhecido para mim até aqui.

Nesta busca pelas linhas de água, respiradores e mães d’água, avistámos muitas outras hipóteses de progressão que podem ser exploradas pelos mais afoitos ou por simples curiosos. – Desta investigação que fui (fomos) levando a cabo, destaco, a boa conservação dos ramais e, de uma forma geral, o respeito pelo património histórico.
Venham comprová-lo no terreno, usando para isso os tracks GPS facultados.

- Mas cuidado por onde é que põem os pés!
Além de bastante antiguidade, tais percursos também encerram alguns perigos, muitos deles escondidos.

Usem o vosso instinto nesta busca. – Boa Sorte para este Geo Cash às Mães D’Água…


Apesar da parca qualidade da foto, dá para ver que ainda há água a correr dentro dos canais do Aqueduto. Chega a correr em fio, pelas fendas do Velho Monumento. Este exemplo específico ocorre nos arcos de sustentação do Aqueduto entre a Reboleira e a Falagueira.

Numa das variadíssimas hipóteses que nos surgem de poder "caminhar" em cima do Aqueduto própriamente dito. Devemos no entanto resistir ao máximo a tal faculdade para não danificar, o que de uma forma geral, está bem conservado. Resta acrescentar que este troço se situa em Carenque.Mais uma bifurcação, a caminho de Belas encontramos a recepção ao ramal ou Aqueduto de vale de Lobos. Este Ramal embora bastante extenso, está quase todo "escondido" dentro da propriedade do GOE. Esta é a parte visível, antes de chegarmos à vedação.Aspecto curioso, nesta altura presenciado pela primeira vez, mas depois disso várias vezes visto, são estas interrupções à passagem de pessoas no interior do Aqueduto (ramal de Vale de Lobos), para poder passar uma estrada. Contudo a linha de água continua a passar por baixo do asfalto. Sendo as portas para o acesso dos guardas, vigias ou visitas.Inicio do Ramal de Vale de Lobos e aqueduto principal entre Belas e Carenque. Nesta zona estende-se ao longo da estrada por largas centenas de metros.Aqueduto/ramal da Camara. por baixo da CREL e antes de chegar às piscinas da localidade.


Uma das Mães D'Água finais deste ramal. Esta está "confortavelmente" instalada no quintal da "vizinha".


Da estrada de Belas para Caneças vêm-se longas linhas de Aqueduto.

Aqui há uma grande Mãe D'Água, e várias bifurcações, no que quanto a mim, define o "terminus" do aqueduto principal. daqui para a frente, embora muito semelhantes, as ramificações chegam um pouco de todo o lado, com principal incidência das elevações de Caneças.
Enorme Mãe D'Água que serve de eixo a esta estrutura de recepção e distribuição de água.


Aqui percebe-se a importância deste conjunto, além da construção ser maior e de caracteristicas mais sólidas do que as demais, tem uma "marca" cravada.


Outro aspecto da mesma edificação.


Vista do alto de Olival santíssimo. Mais e mais metros de Aqueduto,

Mais do mesmo (neste caso de outro ramal). Aqui, quase em Caneças.



Uma das muitas passagens para peões e veículos por esses aquedutos fora.

Inicio da zona das Mães D'Água, a caminho do reservatório da EPAL de Loures.

Por aqui encontrei a maior aglomeração de Mães D'Água destes cerca de 58 km's de linhas de água. entre Aquedutos secundários e principais.

Última Mãe D'Água que avistei, dentro de uma fábrica de mármores. muito provavelmente haverá outras mais para cima, que eu não consegui descortinar.


Apesar de esta busca já estar bastante extensa o "Repórter Astigmático" voltará em breve ao terreno para registar mais alguns dos ramais da zona de caneças, e perceber quanto do ramal de Queluz, aquele que conhecemos ao pé do palácio, terá sido destruído. Segundo sei, tal ramal destinava-se somente às "gentes reais", pois nem sequer faz parte do esquema que a EPAL distribui aos visitantes do museu ou simples interessados.