sábado, 7 de fevereiro de 2009
...E outros que tais.
- Essa mesma!
Já tinha tomado contacto com esta “postura” (adequa-se) nas duas vezes que tinha estado em Macau, onde se pratica esta “arte” desde o raiar do sol em qualquer praça ou jardim, independentemente dos olhares curiosos de quem passa. Eu fui um desses. Através da janela do meu quarto ou simplesmente por estar a passar, sempre me despertou a atenção o movimento coordenado e continuo, embora lento e controlado daquelas dezenas de homens e mulheres, maioritariamente pertencentes à faixa etária dos menos jovens, se assim os quisermos definir.
Após esses primeiros contactos outros se seguiram, principalmente através dos vidros que desvendam o jardim da fundação Gulbenkian, quando estamos no átrio lateral do seu Grande auditório.
Confesso que apesar destes contactos visuais e da curiosidade que eles me despertavam, nunca fui levado a experimentar.
E provavelmente nunca o faria, se não tivesse recebido um convite do meu Mestre de Karate-Do, João Gonçalves, que por ter conhecido uma praticante de Tai chi macaense, a Sra. Akuan, actualmente em Portugal (onde vem de lés-a-lés), não quis deixar passar a oportunidade.
Ao perceber que tinha disponibilidade para poder presenciar e praticar tal “arte” nem hesitei.
Quero, aliás, tenho a obrigação de vos dizer que, se um dia tiverem a chanse de o fazer, não a deixem fugir.
Há muita gente que procura a sua paz interior sem nunca o conseguir, pois têm através do Tai chi uma óptima ponte para essa busca.
A harmonia e a serenidade são sinónimos que se aplicam na perfeição à expressão corporal produzida pelo Tai chi. A execução dos seus passos fluidos e balanceados provocam o resto, uma noção de equilíbrio transmitida pelos sucessivos movimentos dos membros, que nos originam uma sensação de controlo sobre o espaço físico à nossa volta.
Em suma, uma aula de Tai chi fortalece-nos em todos os aspectos, principalmente na “alma”.
Em tempo de crise não há melhor. Ainda por cima, as aulas ao ar livre são quase sempre abertas, o que, nos tempos que correm, concorde-se, é uma mais-valia.
Obrigado Mestre; Obrigado à Amável Akuan; Obrigado ao …Outros que tais.
Up-Grade: 9 de Fevereiro de 2009, ás 19:50H
-O Mestre João Gonçalves disponibilizou um vídeo da aula, no PICASA.
Dá para ter uma noção, apesar de não estarmos todos no mesmo comprimento de onda...lol
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Para o bem...
…e para o mal.
Devemos dividir entre todos os nossos sucessos (BAHH!!!) e os nossos fracassos.
Desta forma introduzo o tema que me trás aqui desta vez (a segunda de hoje, será?), não vou aguentar este ritmo muito tempo… Como cheguei a ler noutro blog, vamos ver quanto tempo é que isto dura.
Pois é, tenho andado (alguns dias, mesmo) a tentar editar um vídeo do primeiro passeio que organizámos como secção de Cicloturismo da A.P.F.C.G., e a “coisa” não tem estado fácil.
Primeiro, não arranjava programas para editar, depois, não os dominava. A seguir surgiu o problema da conversão de ficheiros. Lá teria então que arranjar outro programa para converter os ficheiros. Não contente, tive que aprender o programa e editar o vídeo (propriamente dito), escolher os trechos, a música, os separadores e os fades… Enfim, a coisa não é fácil.
O.K. já que chegaram até aqui, continuemos.
Lá editei o vídeo, cheio de orgulho. Quando o quis guardar, troquei os pés p’las mãos e, zás. Lá se foi o que era bom.
Alguns dias passados, depois de ter abortado o projecto algumas vezes, lá consegui tirar o mesmo do computador, só que, o que aparentemente estava um brinco (na minha óptica), veio a revelar-se um flop. Para surpresa minha, o que eu via na edição, não foi o que consegui gravar. Ainda por cima estamos a falar de ficheiros muito pesados que testam realmente as capacidades destes nossos pc’s de amador.
Aconselhei-me com alguns colegas melhor informados na matéria, e chegámos à conclusão que o meu “movie maker” estava corrompido. Terei portanto que escolher outro programa de edição.
A raiva acumulada já transbordava o copo (sempre em silêncio), decidi publicar o vídeo na mesma, e logo que estivesse “perfeito”, substitui-lo.
Seguiu-se a árdua tarefa de o introduzir num armazém de vídeos (o inevitável, You tube). Com o intuito de o enviar ao meu “comancheiro” para dividir com ele a minha angústia.
Pensam o quê! Também não é pêra-doce, aliás, nada o é!
Inscrever, introduzir, esperar a formatação, etc, etc…
Meus Amigos, e desculpem principalmente os que estiveram presentes em tal passeio, neste momento, ISTO é o que se consegue arranjar!
Com persistência e ajuda, tenho a certeza que irei fazer melhor.
A este, seguir-se-ão mais e melhores. E que estejamos cá todos para os ver. Toma!
Riam-se à vontade, a intenção é das melhores.
Saudações velocipédicas.
Aos poucos, vamos lá!
Já tinha ouvido qualquer coisa, mas ontem li mais um artigo acerca do tema.
É que finalmente alguém se lembrou de incentivar o uso da bicicleta nesta stressante cidade através da construção/melhoramento das ciclovias de Lisboa.
São parcas e não nos levam por aí além. Mas segundo o projecto que querem desenvolver, passaram a interligar as zonas planas de Lisboa, incrementando até ao verão, mais 33 km´s de tapetes vermelhos (hum, não acredito. …demagogia), mas não interessa, o que conta é a intenção.
Segundo os homens pensantes, “dois terços da cidade vão ficar ligados com ciclovias”. No fundo, é tentar que os alfacinhas andem de bicicleta sem se cansarem muito, aproveitando os cerca de 90% de área plana da cidade.
Ficaram surpresos? – Também eu! Mas parece que as colinas desta cidade, as ditas sete, só representam uns módicos 10% do relevo.
Segundo o mesmo artigo, vão FINALMENTE fazer as “démarches” necessárias para criar uma rede de bicicletas de aluguer. Sistema já vigente “hákanos” em qualquer cidade europeia de média escala. Não há capital de união europeia que se preze, que não tenha um circuito de bicicletas de aluguer, algumas delas através de caução, e uma compatível rede de ciclovias, para com elas se poder circular de forma segura.
Já para não falar, que muitas das profissões mais típicas de desenvolvem através do meio de transporte que nos trás aqui. Os carteiros, os padeiros, os paquetes, e muitos mais, exercem as suas actividades em cima de duas rodas sem motor.
- É verdade, porque eu tenho visto. E não me venham falar em dificuldades, porque há solução para tudo (excepto, aquela coisa que vocês sabem).
Com estas noticias, e pegando na parte da “modéstia”, digo-vos que me sinto um pequeno herói com o ego em cima. Então? afinal sempre temos razão, os “homens” querem dinamizar o uso da bicicleta na minha cidade… O.K. Era só para saber!
Assim, não estamos isolados no “mundo”. Nós que andamos incondicionalmente, apesar do clima ou do relevo. Sinto-me bem, estou orgulhoso de mim…LOL
P.S.- Tudo isto é realmente muito interessante, só espero que as medidas dos que podem, não sejam uma vez mais palavras vãs, e que depois das eleições ninguém se volte a lembrar de tal iniciativa. A ver vamos…
Só para que conste, “aqui” p’lo Monsanto, estão a desenvolver umas tímidas obras de conclusão da pista externa de velocípedes, que vai da Serafina até Pinamanique.
VOU ESTAR MUITO ATENTO.
FAÇAM O MESMO, PARA O BEM DE TODOS!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Podem ter a certeza...
Já ouvi falar e já passei os olhos por variadíssimos relatos de tal aventura, e cada vez estou mais convencido que é daquelas coisas às quais não podemos “fugir”.
Digamos que é mais forte que nós… Será o destino?
…Se não é, passa a ser!
Além de não conhecer o país, nem mesmo o continente, tem o aliciante de ser um traçado épico, aliás como o próprio nome indica. http://www.cape-epic.com/
Podem ter a certeza…
…Nem que seja só para ir ver como é!!! …LOL :) :) :)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Massa Critica!
-Mas às ultimas sextas-feiras de cada mês, há massa critica, ...no Marquês.
Participem!
Devido ao facto do endereço HTML desta reportagem ter uma função de reprodução directa, peço-vos para acederem directamente ao link BICICLETADA EM LISBOA.
... E esta, Hem!?
Vejam aqui como participar:
Link: - http://www.petitiononline.com/IRSBICIC/petition.html
Não te cales, mostra a tua indignação.
Entretanto já há quem concorde ...Ou talvez não!
Vejam no forum:
Link: - http://www.forumbtt.net/index.php/topic,48202.0.html
Devido ao facto de o endereço HTML ter uma ligação directa, peço-vos que acedam ao LINK BICICLETAS SEM BENEFÍCIOS
Forma de estar ...Forma de ser. A melhor maneira de estar em Forma.
Esta é a nossa forma de estar no dia-a-dia, podendo mesmo dizer-se que o motivo da reportagem, se adequa na perfeição à mensagem que queremos fazer passar.
Divirtam-se e instruam-se.