Influenciado por um grupo de Amigos e colegas de profissão, saí para uma voltinha na hora do almoço pela zona de Monsanto. É de louvar que este grupo de desportistas ocupe a sua hora descanso para praticar um desporto que nos liga a todos. Usando como elo de ligação o Grande Guru César Nunes, um dos colegas referido, fui e irei sempre que me for possível ter com estes convivas para fazermos um pouco de exercício.
Foi pouco mais de uma hora de puro convívio que terminou à mesa do refeitório do posto de trabalho destes ilustres ciclistas. Depois do almoço, aproveitei para testar uma das ciclóvias novas de Lisboa que me estava a causar alguma curiosidade. Já tinha passado por ela ao longo de poucos metros quando fui apanhar o barco a Belém para cumprir a Ciclóvia da Trafaria, e, por outro lado tinha acompanhado a espaços a construção de tal “empreitada”. Estava, como será de compreender, com vontade de fazer um levantamento desta Pista, desde Belém até ao cais do Sodré.
Ei-los aqui (faltam dois), depois de eu me lembrar que tinha trazido a máquina fotográfica para fazer um pequeno apanhado desta volta e da Ciclóvia ribeirinha.


Há certas passagens desta muy útil Ciclóvia que estão muito bem conseguidas. Aproveitando zonas pedonais já existentes ou mesmo criando novas alternativas.
Foi pouco mais de uma hora de puro convívio que terminou à mesa do refeitório do posto de trabalho destes ilustres ciclistas. Depois do almoço, aproveitei para testar uma das ciclóvias novas de Lisboa que me estava a causar alguma curiosidade. Já tinha passado por ela ao longo de poucos metros quando fui apanhar o barco a Belém para cumprir a Ciclóvia da Trafaria, e, por outro lado tinha acompanhado a espaços a construção de tal “empreitada”. Estava, como será de compreender, com vontade de fazer um levantamento desta Pista, desde Belém até ao cais do Sodré.




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