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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

GR 30 (ROTA DAS LINHAS DE TORRES) COMPLETA E FECHADA, COM LIGAÇÕES


DEPOIS DISTO E DAQUILO, IMPUNHA-SE AQUELOUTRO :



A GR 30, Rota da Linhas de Torres, com todos os seus troços; Loures, Mafra, Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço e Arruda dos Vinhos, e Ligações entre si, que permite apresentar este Traçado apetecível, mas de uma exigência física e técnica bastante assinalável.
Estamos a falar de mais de 150 quilómetros, em que a componente BTTistíca está presente em larguíssima maioria, e num acumulado ascensional de mais de 4000 mt.






MAFRA



ERICEIRA



RIBAMAR



COSTA ATLÂNTICA



ZONA OESTE



PARQUE DE MONTACHIQUE



FORTE DE ALQUEIDÃO


GR e ZÉi

sábado, 22 de dezembro de 2012

Ciclovia Olhos de Água - Alcanena (Santarém)


Foi inaugurada em 27 de Outubro último a ciclovia que começa na ponte sobre o Rio Alviela, mais precisamente, desde o cruzamento de Olhos de água até à Estiveira em Alcanena.

   


Foto de Obra


Esta Ciclovia, faz alternativa à progressão nos Caminhos de Fátima.

GR e RA

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Estrada Nacional Dois (EN 2) De Chaves a Faro (Ou vice versa)

EN 2 (Estrada Nacional nº 2)
- A estrada mais comprida de Portugal, com quase 750 km, que, embora actualmente esteja descontinuada, continua a ser uma das mais emblemáticas e carismáticas do nosso país, onde se pode comprovar a multiplicidade de relevos e culturas, que fazem deste, um burgo de contrastes. 
A exemplo, deixo-vos somente este; - Esta rota atravessa quase todo o Alto Douro Vinhateiro, os seus relevos acentuados e parcelas mil, e o Alto Alentejo Interior, inóspito e latifundiário, num rol de amplitudes, temperaturas e paisagens, que não encontra par, em muitos outros lugares deste planeta.

Assim:
Aqui deixo mais um dos nosso projectos, para um futuro que não se quer muito longínquo.
Desde há muito nas nossas mentes, vem agora à tona por ter tido conhecimento de este track, que foi feito por "tina111" em moto.
Ainda mais por termos cruzado incessantemente tal trajecto, quando, em Agosto último, efectuávamos o Caminho Português Interior a Santiago.

Fica demonstrado o Projecto:



GR

terça-feira, 6 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Voltinha nos concelhos de Ourém e Batalha (Fátima Pia do Urso) com Ginjinha





Durante as 3 horas de resistência do Fátima Btt Club, ignição para esta voltinha domingueira, tive o prazer de poder tirar uma foto com um BTTista ilustre de Portugal; - David Rosa, que é conterrâneo dos meus Amigos de Fátima, com que dei esta volta salutar.


Um dos meus amigos de Fátima e grande fomentador (já agora, Poeta) destas voltas. Humberto Pereira, Beto, para os Amigos, e a quem devo um agradecimento muito especial, já que patrocinou em grande escala a minha presença por terras sagradas



 
À entrada da aldeia de PIA DO URSO, onde para além do património histórico, rústico e turístico  se dá uma grande importância à vertente do BTT, nomeadamente com apoio logístico e técnico, e com cerca de 300 km de trilhos devidamente marcados, pelas zonas limítrofes.



Em frente de uma das casas de venda turística e bares, que apoiam todo este investimento.
Nesta, parámos para beber umas ginjas com "elas". - A célebre de Óbidos.
Ao Centro, de cor de rosa, temos outro dos dinamizadores do Btt de Fátima, e meu Amigo; - Tony.
- Minot, para os Amigos



Belas, as instalações deste centro de apoio ao BTT em Pia do Urso



Ainda houve tempo para fazer umas fotos à ciclovia do terço, em Fátima.



Do alto de um moinho de amigos, a vista de Fátima e da Cova da Iria.


GR

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sacavém - Alpriate - Golegã - Torres Novas - Fátima ...Os "fugas" e os "fátimas" em warm-up para Santiago!


Sabendo desta vertente BTTistica em direcção a Fátima, através de um grupo de ciclistas amigos, que normalmente expõe as suas aventuras por aqui, não nos restava outra alternativa - Nós, "Fugas", que não fosse ir averiguar o que tal trajecto nos teria para mostrar.
Como somos "obstinados" pelo BTT em geral e pelos Caminhos de Fátima em particular, não nos foi possível adiar mais este projecto, e logo que apareceu um fim de semana livre - Ainda para mais, o único num largo período de tempo (meses, mesmo), nem houve hesitação - É agora! - Foi reunir o pessoal dos Fugas da maria, juntar o núcleo de Fátima, alguns Amigos e pôr os cardados na lama.
Claro que, quem se vai fazer aos trilhos por esta época, já sabe com o que vai contar - Com lama, muita!
Sem medos nem tremores - Mesmo com a valente carga de água (...a maior desta jornada, diga-se...) que apanhámos logo à saída de casa - Na Bobadela - em direcção ao ponto de encontro daquela manhã de dia 5 de Novembro, em Alpriate.

Apareceram os que puderam, sem queixas nem mazelas, e prontos para abordar o caminho tal qual este nos fosse apresentado. Combinado ficou, que evitaríamos o lamaçal impossível, a começar já na ligação entre a povoação de saída e a ligação a Sta Iria, que sabíamos de antemão, estar intransitável. Depois disso, e em direcção à Golegã - Final de etapa para quem nos tinha fornecido o track, e até Torres Novas, para nós, que tínhamos dormida impossibilitada pela Feira do Cavalo, não fizemos um único desvio da rota.
Como não há regra sem excepção, tenho que relembrar apenas duas pequenas "fugas" à linha condutora que nos guiava, via GPS. - Tais pequenas peregrinações resultaram de uma unanimidade - Comida! Foi assim ao pequeno almoço, que obrigatoriamente aliou a fome, à vontade de comer... as minis bolas de berlim de Alhandra. E à busca (meio perdida) das bifanas de Muge - As (... agora também para nós, célebres...) Bifanas do Silas! - Ir lá, e experimentar. Valerá certamente por mais do que todas as palavras, na sua maioria adjectivadas, que por aqui "postásse".

Pelas fotografias aqui expostas, mas essencialmente pelo conjunto das vastas, que estão no Picasa, dará por certo para ter uma ideia do sempre salutar ambiente de convívio que se desfruta nestas jornadas (duplas ou singles) em direcção a Fátima.

Até Vila Franca de Xira sempre a rolar, depois da ponte para a margem esquerda do Tejo, começavam as novidades. Por termos passados em alguns pedaços de terreno privado, entre Vila Franca e Benavente, aos quais só pudemos aceder por contacto prévio com os proprietários e/ou responsáveis, não devo expor aqui o track completo. - caso alguém, ou algum grupo de BTTistas queira fazer este trajecto, entrem em contacto (via mail ou mensagem a este post), que facultarei os contactos, tal como fizeram comigo.

Tirando uma longa vala e alguns passadiços de madeira e metal, até à região de Banavente, o trajecto é maioritariamente composto por estradões de "Tout-Venant" . Sempre bem regado com uns pirolitos de Medronho de Oleiros, lá fomos avançando, tentando ganhar a corrida à fome, mas acima de tudo, à expectativa alimentada pela fama das ditas bifanas. - Posso desde já dizer, que apesar da publicidade (muitas vezes) defraudar as ilusões; - Estas, valem a pena!

Quando finalmente atingimos Muge e o farnel, já tínhamos as bicicletas completamente cobertas de inertes e água - combinação vulgarmente conhecida como lama - e já tinham aparecido as habituais maleitas com esta relacionadas.
Apesar de algum terreno ser arenoso, por estarmos numa tangente com as águas do rio, muitas vezes, e pela proximidade constante com os terrenos agrícolas do vale do Tejo - onde se salienta as longas plantações de cenoura e tomate - tivemos que enfrentar muita poça e algum barro.

Com a fome morta (...do Medronho, também perdemos os sinais vitais... Para a próxima há mais...lol) , rapidamente nos aproximámos da Tapada e da nova travessia do Tejo, desta vez para o cruzarmos para a margem direita, mais precisamente na Ribeira de Santarém. De permeio, não posso escamotear a passagem pela "gloriosa" povoação de Benfica do Ribatejo, onde finalmente colmatei a falta de pilhas, que até então, e desde Escaroupim, impediam os recuerdos fotográficos.

Mais Mini, menos mini. Mais Lama, menos lama. Mais Competição, menos competição (...andava no Caminho um grupo de malta da zona de Sintra...), lá nos fomos aproximando de Azinhaga. Foi na terra do escritor Saramago, que aproveitámos para fazer uma breve paragem para fotos, água e uma ou outra lavagem e afinação, com a certeza de que a partir dali teriamos que acelerar um pouco o ritmo, sob pena de termos que fazer os quilómetros que nos faltavam debaixo da escuridão nocturna.

Até à Golegã - onde fizemos uma paragem breve - foi sempre a abrir por estrada, e depois, via "lusco-fusco", até Torres Novas, onde já chegámos com a visibilidade muito diminuída, em dois grupos, consoante a iluminação disponível. Directamente para os Bombeiros da terra, onde por conhecimento de alguém do grupo, nos deixaram lavar as bikes. Mais Mini, menos mini, fomos deixar as bicicletas a casa de um familiar de um dos compadres de um outro qualquer, dos que por lá andavam...- É só família...LOL . A Carrinha da incansável casa do Povo de Fátima já nos aguardava para nos levar para o nosso lar, nessa noite - Fátima. Escusado será dizer que tal acolhimento foi, mais uma vez num familiar do Sousa Silva, ao(s) qual(is) os agradecimentos nunca serão demais.

Para Jantar, o belo do naco, no restaurante do irmão do Cabrita - Nosso companheiro do pedal - desta vez transformado em motorista. Mais Mini, menos mini, foi assim que continuámos depois do "Cabritas" e pela Casa do Povo de Fátima a dentro. Felizmente conscientes das mazelas causadas pelos longos 130 km desse dia, carregados de lama, recolhemos ainda antes de sermos surpreendidos pela alta madrugada.

Pela fresquinha, lá tínhamos o motorista à espera para o reconfortante pequeno almoço, já na companhia do Rui e do Humberto de Fátima, estávamos de novo prontos para regressar a Torres, e aí reiniciarmos a nossa contenda. Havia no entanto um facto negativo a notar; - Do grupo inicial de oito elementos (5 da grande Lx e 3 de Fátima) acabáramos de perder um. - O já recorrente Toni... Será para a próxima?!? - Força Toni ! Fatimpress Pum, prum, pum, pum...LOL.

Sempre na linha do GPS, mesmo enganando alguns dos conterrâneos, demorámos a manhã para fazer estes 35 km de Ascenção até ao Santuário da Cova da Iria. Das cotas ao nível do mar, passámos a pedalar para lá dos 400 mt de altitude. Pela encosta Este da Serra do Parque Natural das serras de Aire e Candeeiros.
Após as obrigatórias fotos em frente à "Catedral", fomos conduzidos, mais Mini, menos mini, para o reconfortante almoço.

Já posso dizer que comi "Sopas de Verde"... E mais não digo!

Antes do regresso, via comboio do Entroncamento, ainda fomos confraternizar e degustar na Adega do Beto "5 estrelas".

Enquanto esperávamos pelo kim e mais Mini, menos mini, fomos aflorando "O" futuro projecto, ao qual este grupo de convivas das bikes - Tal como qualquer outro - não deve faltar!
...Para o ano, Caminhos de Santiago!!!!


Por onde andámos...

Clicar na imagem para ampliar






Algumas Fotos :


Os Oito em Alpriate...



...Ponte de Vila Franca...



...Vala, em terreno privado, a caminho de Benavente...



...Epá! Este Medronho é diferente dos outros...



...Em passadeiras de madeira por "cima" das ribeiras de Benavente...



...Para a posteridade...



...Muita lama...



...Muita poça...



... Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros...



...Em Azinhaga, na companhia de Saramago...



...A Caminho de Fátima...



... E na Cova da Iria.

GR



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Ciclovias acrescentadas (2) - Alhandra Vila Franca de Xira


A ciclovia de Vila Franca de Xira já não termina abruptamente num tapume.

Com a acréscimo de mais 250 metros, esta ciclovia costeira ficou quase com 3,5 quilómetros.
Podemos assim percorrer toda a avenida ribeirinha de Alhandra, passando pela marina, e entrar na parte pavimentada da ciclovia original, que nos leva até ao Largo Magalhães Infante, em Vila Franca de Xira.






Algumas Fotos :








Outros Post's relacionados com o tema, neste blog:




RA

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Alter do Chão - Constância - Fátima, em BTT - Relato JAS


O Ponto de vista de José Alexandre Silva - Habitual colaborador deste blog.
Tudo o que se passou nestes esplêndidos dias, entre Alter do Chão - Constância - Fátima e regresso a Constância.

Num dia assim-assim.
Num dia assim-assim, o ideal para uma intensa jornada de BTT, lá nos concentrámos à hora que o galo da minha vizinha desperta (sim, também tenho vizinhos) no pavilhão gimnodesportivo de Alter do Chão. Sem atrasos, feitas as apresentações do novo sócio deste grande clube, arrumada a tralha na carrinha de apoio e tirada a turrafia de grupo, lá nos montámos nas burras e nos fizemos ao caminho…até à tasca moderna (área de serviço) para um despertante café e um docinho para aconchegar as lombrigas.
Como prometido, grande parte do caminho foi fora de estrada, utilizando estradões de terra batida, guiados num primeiro troço (penso que Ponte de Sôr) pelo homem do PPS ( Post-it Positioning System ) e a segunda pelo homem do skoda, que depois de tanto meditar lá percebi por que é que ele “anda” mais que eu.
Todo este traçado, apesar de homogéneo, tem algumas diversidades no tipo de terreno, muito areado, zonas com seixo solto, outras mais compacto, muitas linhas de água, sem grandes subidas ou descidas, tornando o passeio divertido e pouco monótono, aliado também ao facto de ser a primeira vez a transpor estes locais e com boa disposição sempre presente. Como sempre acontece num bando de aventureiros, há sempre uma quedazita (nome que dou quando são outros a cair, quando sou eu é uma queda do camandro que me ia partindo todo) e um problema mecânico, prontamente remediado por um técnico especializado e resolvido por um profissional, contratempos que não nos fizeram perder muito tempo.
Sempre ouvi dizer que os alentejanos em geral e este grande grupo em particular, levam as refeições muito à séria e de facto este passeio deu bem para constatar essa premissa, não apenas pelo reforço proteínaco que o carro de apoio levava, mas também pelo compromisso de horário do almoço em Constância, que nos fez rolar a um andamento bem acima das minhas expectativas durante cerca de 90kms.
Como previsto chegámos à hora marcada (mais coisa menos coisa) à terra por onde Camões andou, e após o reconfortante banho no local da pernoita (Bombeiros Voluntários de Constância) lá nos dirigimos à esplanada onde nos esperava um belo repasto encabeçado pela carne à alentejana.
Após o belo, descansado e merecido almoço, tarde livre para as outras actividades desportivas extra BTT - matraquilhos, cartas, natação, casamentos (sim podem comprovar nas fotos), jogo da porquinha, levantamento de cálices, enfim uma série de actividades que deixa qualquer leitor exausto e a imaginar como esbeltos devem ser os corpos desses grandes atletas (mas esses gajos são profissionais, ou quê? - pensarão alguns). - Não, mas andamos lá perto.
Para rematar, um jantarzinho… caldeirada de lulas, para não pesar demasiado o estômago, porque estes gajos têm que se deitar cedo, pois amanhã são mais 50kms.
Bom, a seguir fui-me deitar juntamente com o meu compadre (cada um na sua cama, note bem) e muitos minutos depois lá se juntaram os motoqueiros, a adivinhar pelo estrondoso barulho que os seus motores rosnavam durante toda a noite.
Não sei que horas eram, mas era mais ou menos as mesmas a que o galo da minha vizinha desperta. E lá estávamos nós bem equipadinhos, quase todos com os jerseys mais bonitos do mundo (essa tem direitos de autor) rumo à etapa final do passeio, num dia também este assim-assim.
Novamente encaminhados pelo homem do skoda, os primeiros kms espelharam bem o que nos esperava o resto do percurso, com subidas mais longas e descidas mais curtas. E logo de inicio o primeiro furo. Felizmente não foi um mau prenúncio, pois creio que apenas houve mais um, o que num bando de 20 ciclistas é uma boa estatística.
Este traçado foi diferente do dia anterior, não apenas pelo declive, mas também por ser constituído por menos areia, mais tout-venant, com uma maior percentagem de estrada.
O acumulado dos kms e o declive mais acentuado foi estendendo o pelotão, mas mais uma vez sem grandes contratempos lá nos fomos aproximando da terra sagrada para alguns, da terra mãe para outros, de mais um destino, para os restantes.
E chegados por trás de Fátima, lá nos juntámos para a turrafia da praxe em pleno espaço do santuário, contentes por finalizar mais um desafio e mais uma aventura à qual tive o privilégio de acompanhar.
Mas, isto nunca poderia acabar assim. Então e o almoço? Pois claro, novamente em Constância, na mesma esplanada, um javalizito estufado com batatinha cozida. Enfim….só mimos. É assim que nos estragam.
Claro que organizar um passeio destes não é fácil e que por vezes não se consegue perceber todo o trabalho envolvido quando tudo corre bem.
Estão de parabéns todos os elementos que contribuíram para a organização deste belo passeio, em especial ao Sr. Joviano Vitorino, ao Sr. Luis Cané, aos chauffeurs António Tita, José Rufino e Joaquim Moisés, ao sr. Comandante dos Bombeiros Voluntários de Constância e claro a todo o elenco de sócios organizadores.
Muito obrigado a todos e espero que tenha sido a primeira aventura de muitas com o grande clube que é o Alter Real Btt.
PS: desculpem lá qq abuso de confiança, mas os miúdos (sou o sócio mais recente) são mesmo assim.
JAS





Turrafia de grupo e apresentações em frente ao pavilhão gimnodesportivo de Alter do Chão.




...Paragem na Tasca Moderna (área de serviço), para café e docinho.




...o Homem do PPS (Post-it Positioning System )




..."Manel"; - Homem do Skoda.




...Homem da quedazita.




Mais do Homem do PPS, Hélder Sancho.




...Todo este traçado, apesar de homogéneo, tem algumas diversidades no tipo de terreno, muito areado, zonas com seixo solto, outras mais compacto, muitas linhas de água...




...Sempre ouvi dizer que os alentejanos em geral e este grande grupo em particular, levam as refeições muito à séria (...) Cá está o reforço "proteínaco", que o carro de apoio levava.




...Um problema mecânico, prontamente remediado por um técnico especializado e resolvido por um profissional, contratempos que não nos fizeram perder muito tempo.




...Como previsto chegámos à hora marcada (mais coisa menos coisa) à terra por onde Camões andou, e após o reconfortante banho no local da pernoita (Bombeiros Voluntários de Constância)...



...lá nos dirigimos à esplanada onde nos esperava um belo repasto encabeçado pela carne à alentejana.



...Após o belo descansado e merecido almoço, tarde livre para as outras actividades desportivas extra BTT - matraquilhos, cartas, natação, casamentos (sim podem comprovar nas fotos), jogo da porquinha, levantamento de cálices, enfim uma série de actividades que deixa qualquer leitor exausto e a imaginar como esbeltos devem ser os corpos desses grandes atletas (mas esses gajos são profissionais, ou quê? - pensarão alguns). - Não, mas andamos lá perto.

Fotos das actividades extra BTT :



...jogo da porquinha...




...Matraquilhos...




...Natação...




...Casamentos...






...Não sei que horas eram, mas era mais ou menos as mesmas a que o galo da minha vizinha desperta. E lá estávamos nós bem equipadinhos, quase todos com os jerseys mais bonitos do mundo (essa tem direitos de autor) rumo à etapa final do passeio, num dia também este assim-assim.



...sem grandes contratempos lá nos fomos aproximando da terra sagrada para alguns, da terra mãe para outros, de mais um destino, para os restantes.




...E chegados por trás de Fátima, lá nos juntámos para a turrafia da praxe em pleno espaço do santuário, contentes por finalizar mais um desafio e mais uma aventura à qual tive o privilégio de acompanhar.



...Mas, isto nunca poderia acabar assim. Então e o almoço? Pois claro, novamente em Constância, na mesma esplanada, um javalizito estufado com batatinha cozida.


...Enfim….só mimos. É assim que nos estragam.

Mais um pequeno apontamento desta jornada gloriosa.
- Agora em vídeo:





José Alexandre Silva (JAS) - Habitual colaborador deste blog.