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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Monsanto ainda lá está… Regresso ao BTT...


…Pelo menos foi o que pareceu, quando pedalava nos trilhos. Assim foi, hoje (10 de Maio), regressei ao BTT. Coisinha que não praticava há alguns meses. Tirando as prospecções constantes pelas ciclovias de Lisboa e do país em geral, que costumo fazer com a minha geringonça citadina, e a marcação do “A Ver Água”, que apesar de ter sido feita com a minha ginga de BTT, não é a mesma coisa.

Quando digo regressar ao BTT, refiro-me ao constante sobe e desce do relevo e de diferentes pedaladas e piques, de solo técnico e do controle sobre a bicicleta, que, quer queiramos quer não, na estrada é verdadeiramente diferente. - Não que seja mais fácil, é diferente.

Para que não me julguem a subjugar a estrada, apenas refiro que na minha volta pela EN 247, à pouco relatada, apanhei dois sustos. Daqueles que por serem a velocidades completamente diferentes, em caso de queda é o alcatrão que faz de colchão, trazendo consigo consequências desagradáveis. Ainda por cima, tais acontecimentos não eram causados directamente por mim. Num, ia sendo literalmente entalado por uma incauta condutora com pouco sentido de espaço, próprio da avançada idade que já carrega. Outra incidência, essa sim, um grande susto (digo mesmo, que não sei como é que consegui segurar a bike) foi ao entrar na rotunda entre a EN 9 e EN 247, em Silvares. Por não vir nenhum carro, abusava da confiança, sem saber que logo em seguida seria tremendamente abalada por um vasto rasto de óleo, que perfazia um círculo, e ao qual não tive escapa. Nem na patinagem no gelo vi tal coisa. – Huf! Safei-me por pouco de ir ao chão.

Voltando ao BTT. Realmente já não o fazia desde o início de Fevereiro, quando participei na Maratona de Cantanhede.

Quando, nos meus últimos treinos de estrada em Monsanto, olhava para os trilhos, já começava a sentir alguma nostalgia. Mas verdade seja dita, durante muito desse tempo, os mesmos não estavam propriamente secos.

Pois é. Voltei aos trilhos do templo, e logo para uma proveitosa jornada de fim da tarde, onde o propósito principal era apenas ver como é que me sentiria. Acabou por ser muito melhor do que podia supor.






Atividade: mountain bike
Extensão da trilha: 44,72 quilômetros
Elevação mín: 40 metros, máx: 216 metros
Altura acum. subida: 721 metros, descida: 699 metros
Grau de dificuldade: Moderado
Horas: 3 horas 18 minutos
Data: Maio 10, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 1581
Altimetria


NOTA: Para quem quiser seguir um track proposto em Monsanto. O mesmo nem sempre é fidedigno, e muitas vezes induz-nos em erro. Normalmente tais marcações ficam muito imperfeitas, pelo grande acumulado de arvoredo e proximidade dos trilhos entre eles, e destes com as estradas.


GR

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Monsanto também é estrada

Mais uma volta de Estrada.

Uma versão diferente por Monsanto e Algés para fazer em treino, quando houver pouco tempo e se quiser aumentar a altimetria.




Atividade: ciclismo
próximo a Damaia, Lisboa (Portugal)
Extensão da trilha: 31,45 quilômetros
Elevação mín: 4 metros, máx: 203 metros
Altura acum. subida: 408 metros, descida: 414 metros
Grau de dificuldade: Moderado
Data: Abril 28, 2011
Altimetria :


GR


sábado, 23 de abril de 2011

Ainda a chuva... Também impeditiva...


Apesar da boa vontade patenteada nos posts anteriores (1) e (2), em que para disfarçar a incapacidade de concretizar um dos meus muitos projectos de pedalar pelo país, tenho dado umas voltas de estrada pelos arredores de Lisboa, desta vez acabei mesmo por ser demovido por uma enorme bátega de água que me fez acelerar o passo rumo a casa. felizmente que, já por estar desconfiado, apenas tinha projectado umas voltas por Monsanto.

Em vez de umas... Acabou por ser só UMA (aqui fica o registo):






GR

quarta-feira, 9 de março de 2011

Ciclovias Urbanas de Lisboa, interligadas em 6 de Março de 2011

Montagem em foto de Satélite do Google Earth, com as Ciclovias exploradas nesta volta :



Há muito projectada, esta volta de ligação por todas as Ciclovias urbanas de Lisboa, aconteceu neste passado fim-de-semana. Mais precisamente no dia 6 de Março de 2011.

Hoje mesmo, enquanto vos transmito esta actualização, prosseguem algumas obras, que aos poucos vão acrescentando alguns metros, aos cerca de 35 quilómetros já existentes.
A somar a estes, ainda temos que acrescentar as duas Ciclovias, à muito existentes no Parque Florestal de Monsanto. Nomeadamente na Alameda Keil do Amaral e na Estrada da Bela Vista.

Se quisermos ter uma noção do projecto, posso dizer que neste momento já se pode circular de forma continuada, durante mais de 13100 metros, desde a Mata de São Domingos de Benfica (ponte pedonal sobre a junção entre as Ruas Carolina Michaelis de Vasconcelos e a Conde de Almoster, junto ao C.C. Fonte Nova), até à Gare do Oriente. Unindo duas linhas de “tapete vermelho”; A Ciclovia que passa no C. C. Colombo, Luz, e Telheiras, com a que começa antes da 2ª Circular, na Azinhaga das Galhardas, seguindo depois pelo E.U.L., Alameda da Cidade Universitária, Avenida do Brasil, Parque de Alvalade, Olivais, Vale do Silêncio terminando por baixo da Gare do Oriente.

Também temos vários pequenos troços, que ainda estão sem ligação. Como no caso da Ciclovia que se estende desde o Jardim contíguo ao largo da Parada Militar (Camionetas Colégio Militar/Colombo), até ao cemitério de Carnide. Aí, para cumprir este traçado temos que usar quatro Ciclovias sem ligação, onde as interrupções chegam a ter mais de quinhentos metros.

Esta volta de interligação e passagem por todas as Ciclovias Urbanas de Lisboa tem um total de 65 km, com um desnível acumulado de pouco mais de 500 mt. Tal “passeio” pode ser encurtado em 10 km. É esta a extensão do maior troço de ligação entre duas Ciclovias, que atravessa a zona ribeirinha, entre a Gare do Oriente e o Largo do Cais do Sodré. Se usarmos o Metropolitano como ponte entre estas duas Ciclovias, poder-se-á ganhar algum tempo e poupar nos quilómetros. Para isso terá que se apanhar o Metro na Gare do Oriente (Linha vermelha) e sair no Cais do Sodré (Linha Verde), tendo no entanto que ter atenção às restrições horárias. (neste momento, o transporte de bicicletas é autorizado em horário completo, aos fins de semana e feriados, e somente a partir das 20,00 h aos dias de semana).
Pessoalmente, acho que vale bem o esforço, pois estes dez quilómetros são totalmente cumpridos à beira rio, com um desnível acumulado praticamente nulo. A passagem é efectuada pelas zonas da Expo, armazéns e porto de contentores, sendo usadas as vias interiores que têm uma escassez de trânsito assinalável. Somente depois do Jardim do Tabaco se começa a circular pelo passeio. A passagem pela Ribeira das Naus, ainda em obras, pode levantar alguns problemas, que serão por certo atenuados, com algum cuidado dos ciclistas.

Nestes cerca de 65 quilómetros, podemos usufruir e ficar a conhecer a totalidade dos quase 35 quilómetros de Ciclovias, existentes na parte urbana de Lisboa concelho, que por agora, estão a disposição de qualquer utilizador de bicicleta interessado. Para breve, teremos mais algumas centenas de metros, bastando para isso que se concluam as obras na Avenida Duque de Ávila. Pelo que sei, tal empreitada estará terminada no início da Primavera.

Encetei a busca das Ciclovias em questão, a partir da Mata de São Domingos de Benfica, local onde também termina esta contenda. Circulando regra geral, a favor do sentido dos ponteiros do relógio e de fora para dentro, formando uma espiral imaginária. Dividi em troços, as passagens pelas diversas possibilidades, sempre que encontrei uma interrupção nas Ciclovias, quer por falta de marcação ou informação esclarecedora.

Depois deste apanhado, deu para perceber que nem todas as Ciclovias propostas pela entidade que fomenta tais infra-estruturas (C.M. de Lisboa), estão de acordo com os esquemas no “papel”, quiçá, por não estarem totalmente terminadas as obras, ou por outro tipo de impedimentos que atrasaram ou adiaram tal conclusão. – Assim, ao fazer a minha divisão, assente nos critérios aqui já mencionados, cheguei a estes resultados.

Ciclovias urbanas, ou troços destas, na cidade de Lisboa, à data de 6 de Março de 2011, são 13, algumas delas, segundo os compêndios e informação vertical, fazem parte de uma só (como no caso da via Colombo / Cemitério de Carnide).

A saber: - Ciclovia do Jardim da Parada Militar (Autocarros do Colégio Militar - Colombo) com 415 metros; Ciclovia entre a Avenida Lusíada (Quinta da Granja) e as traseiras do parque de estacionamento da Estrada da Pontinha, com 2 km; Ciclovia entre a Pontinha e o Bairro Padre Cruz, com 640 metros; Ciclovia da Estrada Militar (Cemitério de Carnide), com 390 metros (estas últimas três, estão separadas entre elas algumas centenas de metros, daí, ainda serem troços de uma futura Ciclovia); Ciclovia entre a Azinhaga das Galhardas e a Gare do Oriente, seguramente a maior, com 8,7 quilómetros; Ciclovia entre o Cais do Sodré e a Torre de Belém, com 7,4 quilómetros; Ciclovia entre a Rotunda do estádio de Pina Manique e o alto do Parque Eduardo VII (Palácio da Justiça), com 5,1 quilómetros (3,2 até à rotunda de acesso ao Bairro da Serafina, no contorno do Parque Florestal, entre este e a radial de Benfica); Ciclovia entre a Avenida Gulbenkian (Campolide) e a Avenida Marquês de Fronteira em São Sebastião, com 1300 metros; Troço da futura Ciclovia da Avenida Duque de Ávila entre a Avenida 5 de Outubro e a Avenida da República, com 150 metros; Outro Troço da mesma Ciclovia, desta vez entre a Avenida da República e o Largo de Arco de Cego (Rua de D. Estefânia), com 265 metros; Troço de uma futura Ciclovia (será talvez, para ligar à Rua João Villaret?) entre a Rua de Entrecampos e a passagem superior sobre a linha férrea, na Rua Alfredo Cortês, a mais pequena, com apenas 95 metros; Ciclovia entre a Rua João Villaret e a estação de Comboios de Roma / Areeiro na Rua Frei Miguel Contreiras, com 650 metros; E finalmente, uma das mais antigas, ou, por certo contendo traçados pioneiros nesta “coisa” das Ciclovias, a Vertente entre o Campo Grande (Entrecampos) e a Mata de São Domingos de Benfica (Monsanto), cruzando algumas das zonas habitacionais mais populosas da cidade como: Telheiras, Carnide e Benfica e o C. C. Colombo, com 7,1 quilómetros.


O TRACK (65 km de trajecto, onde estão incluídos 35 de Ciclovias. Todas as marcações indicam o início ou términos de uma Ciclovia) :

Montagem em foto de satélite do Google Earth, com todas as Ciclovias existentes em Lisboa em 6 de Março de 2011 :


Números Técnicos das Ciclovias de Lisboa em 6 de Março de 2011


2 Ciclovias existentes no Parque Florestal de Monsanto (Keil do Amaral e Bela Vista)

13 Ciclovias. São os troços Urbanos de Lisboa. (Algumas Ciclovias não têm ligação entre elas, daí, muitas vezes, o que para alguns será uma única Ciclovia, não o será para o controle quilométrico)

15 Ciclovias existentes em toda a cidade de Lisboa (concelho)

95 mt Tamanho do mais pequeno troço de Ciclovia (Rua de Entrecampos – Rua Alfredo Cortês)

590 mt Ainda faltam concluir para fechar a Ciclovia da Av. Duque de Ávila

1080 mt de ligação sem marcação, entre os pedaços da Ciclovia que liga A Av. Lusíada ao Cemitério de Carnide

3200 mt de Ciclovias em Monsanto (dos mil considerados para a Alameda Keil do Amaral, apenas 210 estão pintados a vermelho)

8700 mt Maior Ciclovia de Lisboa (desde a Azinhaga das Galhardas (E.U.L.) até à Gare do Oriente

10000 mt A distância maior, entre Ciclovias, neste percurso de interligação das Ciclovias urbanas de Lisboa. (É entre a Gare do Oriente e o Cais do Sodré, e pode ser suprimida pelo uso do Metropolitano. Cuidado no entanto, com as restrições ao transporte de bicicletas nos horários de ponta)

10300 mt de traçados marcados (estradões), na Tapada da Ajuda (dados da C. M. de Lisboa)

13100 mt É o maior traçado possível, a cumprir sem interrupções, em Ciclovias de Lisboa. (Desde a Mata de São Domingos de Benfica até à Gare do Oriente. Com ligação das duas Ciclovias em Telheiras, na Azinhaga das Galhardas)

30000 mt Distância total em interligações para conectar toas as Ciclovias relatadas. (Será vinte mil, caso se use o Metropolitano, entre a Gare do Oriente e o cais do Sodré)

34205 mt Total da extensão das Ciclovias Urbanas da Cidade de Lisboa. (Somente os traçado marcados e identificados. Pintados a Vermelho, ou não)

35875 mt São os traçados Urbanos praticamente prontos para pedalar, (soma ao valor anterior, os mil e oitenta metros de interrupções na Ciclovia Colombo/Cemitério de Carnide, e os quinhentos e noventa, ainda em construção na avenida Duque de Ávila, onde se inclui a futura travessia segura da Avenida da República)

36615 mt Total de troços de Ciclovia, pintados ou marcados, prontos a circular em toda a cidade de Lisboa. (Monsanto incluído. Keil do Amaral e Bela Vista)

39075 mt Se juntarmos as Ciclovias urbanas e do Parque Florestal de Monsanto, onde é possível circular em segurança. (mesmo assim todo o cuidado é pouco)

42000 mt (aprox.) São os metros de traçados marcados (estradões), onde é possível circular com bicicleta no Parque Florestal de Monsanto, segundo os dados da C. M. de Lisboa.

55000 mt (aprox.) Total do percurso proposto para completar a interligação e passagem pelas Ciclovias urbanas de Lisboa. Usando a versão do Metropolitano entre a Gare do Oriente e o Cais do Sodré.

65000 mt (aprox.) Total do percurso proposto para completar a interligação e passagem pelas Ciclovias urbanas de Lisboa. Onde se incluem cerca de 30 quilómetros de troços de ligação, e, 35 de Ciclovias.

91400 mt Total de metros á disposição dos ciclistas, para a circulação segura na cidade de Lisboa. Aqui se incluem, além das Ciclovias referidas, os traçados marcados e definidos pela C. M. de Lisboa, dentro do Parque Florestal de Monsanto e da Tapada da Ajuda.

Dados de 6 de Março de 2011.


Algumas Fotos das Ciclovias em questão (em fase de obra):


Aos dias de hoje, na Avenida Duque de Ávila.


Em Dez de 2009, na Avenida Gulbenkian.


2009, Viaduto da 2ª Circular.


2009, Ponte sobre a Avenida Gulbenkian.


Já antiga, a conclusão da Ciclovia exterior a Monsanto.


Na Avenida Gulbenkian, ao lado do Teatro Aberto.


Algumas curiosidades e fotos "artísticas" :


A actual marcação vertical está cada vez melhor.


Em 2009 era uma constante, hoje em dia tal já não acontece. Praticamente ninguém estaciona em cima das ciclovias.


A limpeza das ditas.


...Realmente, faz nos sentir livres e maiores...


Estas chapas, foram a solução encontrada para fazer a ligação entre troços de Ciclovia, quando esta anda em cima dos passeios, comuns aos peões, ou não tem espaço suficiente para se desenvolver.

Como podemos encontrar as Ciclovias em Lisboa, nos dias de hoje (alguns exemplos) :


Parte da ciclovia entre o Cais do Sodré e a Torres de Belém. Aqui, a passagem junto à Central Tejo.


Uma das ciclovias mais pequenas e mais escondidas. No novo jardim, contiguo ao Largo da Parada Militar (camionetas do Colégio Militar - Colombo)


Já antiga, mas sempre interessante, esta passagem por Telheiras antiga, junto à Azinhaga das Galhardas.


Um dos traçados mais verde, em pleno parque do Vale do Silêncio.


... Continuando, podemos chegar até ao Rio... Na Gare do Oriente.


LINKS ÚTEIS :

MAPA EDITÁVEL DAS CICLOVIAS DE LISBOA

CICLOVIA - CICLOVIAS DE LISBOA

CICLOVIAS DE LISBOA NESTE BLOG

CICLOVIAS EM GERAL

PLANETA BICICULTURA

CML - PERCURSOS E CORREDORES


O Guarda Rios e o Repórter Astigmático...
Desejam-vos uma boa Viagem, e acima de tudo, que se divirtam…

sábado, 27 de novembro de 2010

Em MONSANTO Também se treina ESTRADA


Quando a chuva não dá tréguas, e a disponibilidade de tempo para andar de bicicleta não é muita, não há nada com fazer um treino de estrada, ainda por cima à beira de casa. É assim que faço, quando são as condicionantes descritas a moldar o meu programa. Desta vez, e depois de já por lá ter andado noutras oportunidades, decidi levar o GPS, que entretanto também tinha estado avariado, e marcar esta progressão “estradista”.

Pode parecer fácil, mas apesar de não ter mais do que 500 mt de acumulado, este treino é um constante sobe e desce, o que o torna (juntamente com a chuva), bastante durinho.

Este track, analisado à primeira vista, pode parecer confuso, mas para quem conheça Monsanto, não o é. Basicamente, são três voltas ao perímetro do Parque Florestal, usando para cada uma delas, uma opção diferente. De acordo com as que o recinto nos proporciona, que, para que conste, não são assim tantas...

Se fosse em BTT, aí sim! Podíamos andar debaixo das árvores por longos quilómetros (O Templo do BTT).




Traços largos, tal volta corresponde a passagens por locais como; Estrada adjacente ao bairro da Boa Vista; Estrada do Outeiro; Montes Claros; Alameda Keil do Amaral; Rotunda e ponte sobre a A5; Subida para o Estabelecimento prisional de Lisboa (EPL); Pista vermelha da antena da PT; Parques da Pedra e Serafina; Espaço Monsanto e Clube Português de Tiro com chumbo, e rotunda de Pina Manique. Como variantes, podemos ter: Quartel dos Bombeiros Sapadores; Estrada de acesso ao Pólo Universitário; Descida do EPL para a direita (para o Palácio dos Marqueses de Fronteira) e para a esquerda (Tribunal de Monsanto e Luneta dos quartéis).



G.R.


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Volta de 35 km´s pelo exterior de Monsanto


Enquadrado no treino que tenho andado a desenvolver para a enorme contenda a que nos propusemos (Eu; O Ricardo; O César... E parece que há mais alguém interessado), fui mais uma vez até Monsanto, para uma marcação que queria que fosse tão grande quanto possível. Pensei mesmo em passar os 50 km's que tinha conseguido marcar um destes dias e dos quais deixei aqui registo no blog. Sei que é possível "trilhar" no Parque Florestal em cerca de 60 Km's sem repetições, mas para isso é necessária uma grande disponibilidade de tempo para conseguir que todo o traçado fique clarividente.
Era essa a minha intenção no dia 2 de Julho quando sai de casa pela fresca, disposto ao que seria uma boa marcação. Em Monsanto costumo andar sem grandes planos. Entro quase sempre pelo mesmo sitio (rotunda de Pina Manique, início da pista vermelha) e depois vou derivando consoante as vontades...
Desta vez, e de forma a evoluir sem ter que me repetir, estava a marcar em circulo, começando pelas pistas exteriores e fazendo o braço sul em direcção a Algés. Tudo corria muito bem até que passada uma hora e pouco fiquei literalmente sem pastilhas à frente. Dei conta que tinham saltado, provavelmente por terem ficado mal travadas com o freio. Para não negligenciar a situação acabei por regressar a casa cautelosamente com o fundamento de as repor. Acabei por perder muito mais tempo do que aquele que estava previsto, voltando só muito mais tarde aos trilhos de Monsanto, para a conclusão de uma volta diferente do que era suposto.
Ficando o trilho somente com 35 km's. Como só usei linhas de contorno exterior do Parque, decidi publicar por aqui, para que fique registado e para usar como volta de pouca altimetria.
Para breve, qui ça para antes de Agosto, ficará essa marcação de mais de 50 km´s em Monsanto.

Isto foi o que se conseguiu arranjar :
GR

domingo, 17 de janeiro de 2010

Voltas Invernais (2)


LINK DO TRACK NO WIKILOC

(…) No sábado, apesar de já ter testado o meu engenho novo, estava decidido a ir dar uma volta de BTT, coisinha que já não experimentava desde o meu Caminho primitivo, logo, desde o último dia do ano transacto.

Aproveitando o convite dirigido pelo Domingos, lá fomos fazer uma volta de teste às condições climatéricas. Estava previsto começar por Monsanto e do resto logo se veria. Acabámos por fazer um passeio extremamente ecológico e saudável. Saindo de Benfica e atravessando Monsanto na saída e no retorno, fomos até Oeiras. Uma verdadeira volta invernal. Pelo meio e em tentativas um pouco tímidas de testar os solos enlameados, ainda tivemos oportunidade de cobrir as bicicletas com vários tipos de textura. Fomos usando as possibilidades que nos surgiam para dar uma lavagem às bicicletas.




Para nós não foi novidade, mas acredito que o seja para muitos. Não sei a razão (mas dá para desconfiar), mas a passagem superior de Benfica para Monsanto está bloqueada. Acabámos por encetar o nosso périplo pelos pupilos.

Quando chegámos ás antenas de Monsanto, ponto mais alto do Parque Florestal, deparámos com este cenário. Não se via nadaaaaa!

Ainda não tinha passado pela zona ribeirinha de Cruz Quebrada desde as últimas marés vivas. Já tinha ouvido falar que as "barracas" dos pescadores tinham sido arrastadas, mas constatar "in loco", é um pouco diferente.

Por aqui foi onde virámos as agulhas para o regresso a casa. Dentro do tempo que temos tido, acabou por ser um dia muito bom. Pouca ou nenhuma chuva apanhámos.

GR

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Será desta??? 24 HORAS de MONSANTO!!!


Vídeo promocional de uma das anteriores edições desta prova, que já esta muito bem referenciada a nível internacional. Normalmente nas fichas de inscrição constam muitos elementos estrangeiros. Mesmo assim as vitórias em todas as categorias têm sorrido a atletas portugueses. Vamos ver o que acontece na edição de 2010, que inicia agora o sua logística. Se querem participar há que estar atento


Mais uma vez, a Escola Aventura vai organizar as 24 de Monsanto. Desta vez acho que vou participar. Vou-me começar a treinar para isso.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

À DESCOBERTA de MONSANTO SUL


MONSANTO… Assumidamente Molhado.

Mesmo sabendo da chuva e sentindo o terreno encharcado, fui rever os trilhos que tinha descoberto à uns dias atrás, no Parque Florestal de Monsanto. Trata-se de um “língua” que se estende para Sul, até à zona de vivendas de Algés, para mim, muito pouco conhecida até então.
Como o traçado mostra, criei uma alternativa válida para usar nas voltas de Monsanto que pode acrescentar quase 10 km’s aos percursos e elevar-lhe de sobremaneira a altimetria, já que esta parcela que se estende até muito próximo do Rio, é muito mais baixa (desce até aos 30 mt’s), do que o Monsanto a que estamos habituados que varia entre os 80 e os 200 e poucos metros de altitude.




LINK PARA O TRACK NO WIKILOC


Fotos tiradas no primeiro dia de prospecção, em que o sol raiava. Este marco assinala uma das pistas que se podem fazer ao optarmos por esta variante do Parque Florestal de Monsanto, mais virada a Sul.

Outra das muitas pistas que se estendem até este lado, agora assinalado.

Um dos pontos de interesse nesta variante é a vista. Para a encosta virada a Sul, podemos ver a outra margem do rio e toda a zona ribeirinha. Mais precisamente do alto deste heliporto, onde também há um marco geodésico.

Guarda Rios

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

MONSANTO Recauchutado

Durante a marcação da volta de Monsanto para fazer com os Amigos de Alter do Chão, deparei com algumas mudanças no Parque Florestal.

Muitos dos traçados mais amplos, tipo estradão, estão agora com novo piso, várias camadas de brita prensada por cilindros, que lhes dão um aspecto compacto e robusto. Claro que a água e a força com que corre nas valas laterais, que para esse fim estão abertas e desimpedidas, acabam por fazer, mais tarde ou mais cedo, alguns estragos. - Vamos aproveitar estas vias, enquanto estão boas.
Em relação a alguns traçados que em tempos estavam pavimentados através de cimento ou alcatrão, alguns deles que pelo uso e erosão estavam a ficar intransitáveis, o que diga-se de passagem, até tinha algum interesse para o BTT, estão agora a ser requalificados em prefeitos tapetes de Alcatrão.

Pista de acesso ao Parque de Campismo de Monsanto, desde a estrada do Outeiro (perto do viaduto), até à rede que cerca a parte Norte do Camping. Outrora Uma mescla de pedra solta e alcatrão destruído. Era quase uma pista de donwhill radical, agora é um tapete que mais parece um espelho.

Especialmente pela Mata de São Domingos, mas também um pouco por Monsanto de forma geral, algumas delas bem assinaladas por placas indicadoras de obra, onde se pode ler aquele chavão de que "obra a obra, Lisboa melhora", estão a ser recuperadas muitas das vias de circulação principal. Algumas delas são aquelas que fazem parte dos 42 km's de traçados cicláveis que vêm registados na informação que a CML disponibilizou aos utilizadores, e do qual fiz um LINK para a coluna aqui da esquerda, onde estão algumas das páginas ou endereços com interesse para qualquer amante das Bicicletas.



Repórter Astigmático

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fotos de Monsanto com o Alter Real BTT


Cá estão algumas das fotos que foram tiradas na última abordagem a Monsanto, em que o Digníssimo club de BTT de Alter do Chão (Alter Real BTT) se fez representar por 16 elementos, nos quais se contavam alguns simpatizantes e amigos. Foi um bonita jornada desta modalidade, que nos une a todos.

Ora vejamos:

O núcleo duro desta ORGANIZAÇÃO a tomar o pequeno almoço no Califa. No fundo, alguns dos representantes de um dos tentáculos deste REAL CLUBE... O MAIOR!


No local de partida, todos perfilados para a foto. Parque de campismo de Monsanto.


O deslumbramento de Monsanto, mais precisamente na Mata de S. Domingos, coberto pelo deslumbramento do colorido deste maravilhoso equipamento.


Grandes corajosos, após uma descida técnica em que não houve qualquer incidente a registar.


Um dos atletas do Clube num dos muitos pormenores deste belo parque Florestal de Monsanto.


Grande atitude.


Ainda deu tempo para ir-mos ver o autódromo de aeromodelismo, onde dois carros, um de cada escala, faziam as suas peripécias.


Durante o reabastecimento, no parque de estacionamento do Parque de diversões da Serafina.


Já na parte final da volta, em frente ao restaurante onde seria o almoço (Chimarão de Montes Claros), para uma foto final que regista este grande acontecimento. Pelo que alguns elementos deste grande clube alvitraram, esta não será a última aparição deste Clube em terras de S. Vicente. Para breve estará a monitorização de uma voltinha na Serra de Sintra, e, o possível regresso aos trilhos de Monsanto.
LINK DO BLOG DO ALTER REAL BTT COM MAIS FOTOS
Guarda-Rios (digníssimo consócio do ALTER REAL BTT)


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O ALTER REAL BTT VEIO A MONSANTO!

Decorreu com grande entusiasmo e elevação a Grande volta que o "Maior clube da Europa (quiçá, do Mundo)" efectuou por Monsanto, em Lisboa. Para este fim, deslocaram-se até ao ponto de encontro, no parque de Campismo de Monsanto, 16 ilustres Cicloturistas, dos quais, alguns vindos directamente de Alter.

Pelos estradões, trilhos e singles do sempre fascinante Parque Florestal de Monsanto, efectuou-se uma bela volta pelos traçados desconhecidos pela maioria dos intervenientes.

De uma forma geral a receptividade ao percurso foi a melhor, já que estamos a falar de trilhos e desníveis com alguma componente técnica de elevada dificuldade. - O verdadeiro rompe pernas!

Do registo elaborado para esta volta, não se pode cumprir tudo a que nos tínhamos proposto por imperativos de horários, quer dos banhos, quer do almoço. Mesmo assim a voltinha foi composta por mais de 30 km's de dificuldade média, em que para além de uns pequenos tombos e umas ligeiras mazelas físicas, nenhum incidente fez de protagonista.

Aqui fica a volta final :


Link do traçado no Wikiloc: http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=601208



Imagem comparativa, entre o que foi projectado e o que nos foi realmente possível fazer.

Volta realizada em 01 de Novembro de 2009

Brevemente ... As fotos.

domingo, 19 de julho de 2009

MONSANTO (VOLTA EXTERIOR) 22 km's



Link do Track no Wikiloc :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=462191



Altimetria (500 mt de acumulado) :


terça-feira, 12 de maio de 2009

AGORA QUE VEM AÍ O VERÃO, MONSANTO É UMA LIÇÃO.

Para quem quer começar a praticar e não sabe onde. Ou para os “habitues”, que necessitam sempre de uma ideia nova ou de um trilho marcado. Aqui vão variadíssimas alternativas do local que muitos elegem como o seu predilecto, e que eu já defini como sendo o/um “TEMPLO”.
Vão e divirtam-se… Quando lá chegarem, muito provavelmente farão o vosso próprio trilho, o que acaba por ser sempre mais giro.

NOTA: os aparelhos de GPS dão-se mal com o extenso arvoredo e com o céu nublado (as nuvens dificultam as trocas com o satélite), por isso não se admirem de estarem a olhar para o ponto das coordenadas e estarem realmente noutro local.

É preciso ter alguma paciência ou… FEELING
DUAS HIPÓTESES EM IMAGEM :
A MAIOR (50 km) :


A MAIS PEQUENA (2 voltas a percurso treino de 15 km) :



DIVERSOS LINKS PARA VÁRIOS TRAJECTOS EM MONSANTO. Com distâncias que vão desde os 15 km, passando por 20, 25, 30, 35, até aos 50 km.

Volta treino em percurso de 15 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387351

Nocturno de 22,5 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387343

Volta com 25 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387338

Volta com 30 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387347

Volta com 35 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387341

Grande volta de 50 km :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=327808

[Arquivo] "6º G. E. de Cicloturismo da A.P.F.C.G." (Monsanto, volta surpresa)

O POSTER :
LINK das FOTOS no PICASA :
http://picasaweb.google.com/APFCG.BTT/Monsanto#

TRACK GPS no WIKILOC :


Link para o Track :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=387338

sexta-feira, 20 de março de 2009

- Já fiz as pazes com MONSANTO.



Depois dos melhoramentos que fiz à Bici, e da montagem do meu Amigo Cláudio, tinha que ir experimentar o meu “novo” veículo.
Assim disse, assim fiz.
Marquei uns dos melhores e maiores tracks que por Monsanto alguma vez tenha feito. Foram mais de 50 km de singletracks estradões e pistas numa panóplia sem restrições. Técnico q.b., com downhill que chegue. Sem repetições nem danos (ai, os furos. Será que me livrei deles). – O.K. pronto, confesso que fui ao chão uma única vez, é que apesar das chuvas, o piso está outra vez muito seco e com a gravilha, aliado à alta pressão dos pneus, torna-se difícil controlar a Bicicleta a descer, quando o “releve” é contrário ao sentido da curva… Mas siga!
Tal trajecto passa um pouco por todo o lado, sem seguir a ordem da progressão (já não me lembro…LOL), digo que evolui por: - Mata de S. Domingos; Calhau; Parque da Pedra; Serafina; Pista da auto-estrada; Keil do Amaral; Circuitos de manutenção da prisão e do Keil; Caramão da Ajuda; Universidade; Residência oficial do P. da C.M.L.; Alvito; Montes claros; Picadeiro Pina Manique; Estrada do Outeiro; Decathlon (um peq. Desvio); Terminando na “Avalanche”.
Poderei estar a esquecer-me de muitos sítios, mas acho que dá para ter uma noção.


No fundo, no fundo. – É para repetir!




O “Guarda-Rios”

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Deve ser das “makumbas”…

…que vejo aos montes por Monsanto.
Nas últimas vezes que fui treinar ao “templo”, vim de lá a pé, ou pelo menos, foi assim que cheguei ao mecânico.
Como já tinha referenciado, a semana passada rebentei um pneu. Quarta-feira, fui fazer um treino ligeiro para preparar a volta de quinta e testar a câmara de filmar que o nosso colega J. F. nos emprestou e zás, parto o drop out.
Fui até à loja das bicicletas (a quem recorro, quando tenho problemas em Monsanto), para que o Sr. Luís através dos seus mecânicos (Alex e Victor) me pudesse safar para a volta que tinha planeado com o Ricardo.
Conseguiu-se remendar a “coisa”, mas não me livro de despesas a breve trecho. Empenei o desviador. Vou ter que colocar outro, e quando o fizer, optarei por um de braço mais curto.
Vou mas é voltar a Monsanto para me libertar deste “mau-olhado”… LOL…

(A)Guardo Rios.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

[Arquivo] “2º Grande Encontro de Cicloturismo da A.P.F.C.G.” Monsanto - Neve









- Agora é que vai ser!
Já comecei a mexer num programa de edição de vídeo (finalmente), portanto preparem-se…LOL… Com este post, ao qual (a seu tempo) se vão seguir outros do mesmo género, pretende-se que a maioria dos encontros de Cicloturismo, quer sejam passeios famílias ou voltas BTT, fiquem arquivados nesta sede para futuras consultas. Referimo-nos à maior parte, já que a recolha de suportes multimédia, apesar de prática frequente, não contemplou todos os passeios. Também os relatórios e fichas técnicas desses encontros, nem sempre ficaram fechados. Assim, e à medida que formos editando os vídeos destes acontecimentos "post’eremos" por aqui.
Divirtam-se (principalmente os que participaram), ou não!


- Começamos por colar, o nosso primeiro mail referente ao encontro de Monsanto


Aos futuros membros da equipa de cicloturismo da Associação de Pessoal da Fundação Calouste Gulbenkian, (A.P.F.C.G.); filiados na Federação Portuguesa de Ciclismo/União Velocipédica Portuguesa, (F.P.C./U.V.P.); e portadores de um seguro desportivo, queremos dar os parabéns, por acreditarem nesta iniciativa, e por, participarem desde já no nosso segundo encontro (volta BTT) em Monsanto. Junto enviamos alguma informação que achamos útil, não só acerca da próxima volta, como também da vossa filiação. Como por exemplo: as condições do seguro a que vão ter direito, patrocinado pala A.P.F.C.G., no todo ou em parte, quer sejam funcionários ou não funcionários da F.C.G. respectivamente. Aos colegas que já são sócios da A.P.F.C.G. queremos enviar um abraço “associativo”. Aos outros convidá-los, caso estejam interessados a pertencer à A.P.F.C.G.. Bastando para isso contactar a sua presidente, Ivone Santos.
Queremos também com este mail que todos tenham conhecimento dos contactos dos outros membros para futuras trocas de informação. Quanto a nós, estaremos sempre disponíveis para qualquer esclarecimento ou troca de impressões. Informamos ainda, que, as primeiras filiações já avançaram para a F.P.C./U.V.P., e que futuramente terão direito a um cartão de filiação desta entidade, que vos acompanhara durante o ano de 2007, como prova da vossa filiação como membros, e portadores do seguro desportivo. Apesar do seguro, há algum equipamento sem o qual, não podemos andar de bicicleta. Falamos do CAPACETE e das LUVAS.
Mais tarde enviaremos com mais detalhe algumas ideias, para que andar de bicicleta seja ainda mais aprazível. Assim como algumas dicas para chegarem com mais facilidade ao ponto de encontro da volta de dia 28 (Monsanto - Pupilos do Exército)

Atenciosamente, pela secção de cicloturismo da A.P.F.C.G.Ricardo Rosa e João Galvão



- O Mail final:


- O nosso poster:


- O LINK para o track GPS: http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=292644

- A Volta:

As Fotos: http://picasaweb.google.com/APFCG.BTT/MonsantoANEVAR##


- As Fichas de presenças e de treino:









O arquivo está feito, por isso:

Saudações pedalísticas/velocipédicas, e... Saúdinha da boa!
--

sábado, 7 de fevereiro de 2009

MON(te)SANTO! …Esse templo do BTT.

-Amanhã é que vai ser! …Mas hoje, também tinha que ser! Lol
Fui até Monsanto, local privilegiado, para mim, não só pela proximidade mas por tudo, e para os BTTistas, por ser um (se quisermos “O”) templo do BTT em Lisboa.
Durante anos conotado com outras “actividades”, é nos dias que correm, local de romaria para quem pratica desporto em geral, e “faz” Bicicleta em particular.
Assim sendo, lá fui mais uma vez para o meu treino, imprescindível para a nossa forma física e/ou psíquica.
Combinei com um amigo das lides que acabou por não poder vir, mas por outro lado, acabei por encontrar um grupo de quatro convivas das bikes, “malta 5*”, aos quais me “colei” e com quem acabei por trocar conhecimentos, fotos e E-Mail’s.
-Mais uns leitores para o BLOG! Ih, ih, ih. – Será troca por troca, porque eles também têm um. Logo que mo disponibilizem faço link por aqui. Em relação às fotos, tentarei fazer o mesmo.
O meu objectivo primordial para esta visita era (foi), o de experimentar o meu “novo” espigão de selim, com amortecedor.
Lá está! – Quem não tem cão, caça com(o) o gato… Ou seja, sozinho! (aprendi no outro dia que o provérbio original é tal qual está, na sua forma completa. E não da maneira abreviada, como habitualmente é usado). Continuando (DAH!), como não tenho massas para adquirir uma Bicicleta de suspensão integral (nem tão pouco sei se quero. Gosto tanto da minha), vou arranjando maneira de me sentir mais confortável com a que tenho. Com esse intuito, pensava em fazer um up-grade simples, que passaria pela aquisição de um espigão destes.
O meu colega destas e doutras andanças, R.R., lembrou-se que tinha “para lá” nas suas “arrumações” um tubo com estas características e “emprestadou-mo” para eu o testar.
Ora foi isso que fui fazer hoje, ao mesmo tempo que treinava e desfrutava dos ares límpidos e das paisagens belas de Monsanto.
Tenho que abrir aqui um novo parágrafo para agradecer “encarecidamente” ao meu colega, o respeitável Sr. Leonel, o facto de ter construído de base uma adaptação, que permitiu que o dito espigão ficasse compatível com o meu quadro. – Valeu!
- Gosto disto! Aprovado!
Saudações velocipédicas!

Já chegaram as fotos:

















MALTA CINCO ESTRELAS AMENA CAVAQUEIRA COM O INTRUZO