



O que nos levou a embarcar nesta iniciativa, foi a vontade de partilhar e divulgar as nossas aventuras em bicicleta por esses Caminhos, que nos vão mostrando o "mundo" desconhecido que tanto nos atrai. ...Cada vez mais.












0 mt Altitude mínima
9 h Média diária de andamento
10 km/h Velocidade média geral
12 km/h Velocidade média andamento
40 Localidades visitadas
60 km/h Velocidade Máxima
86 km’s Média diária
100 h Tempo gasto a andar
111 PPM Frequência cardíaca média
190 Localidades passadas
192 PPM Frequência cardíaca Max
750 mt Altitude Max atingida
955 km’s percorridos
1680 mt Média diária de acumulado subido
2073 mt Acumulado máximo diário subido
3793 Kcal Média diária calorias
18500 mt Acumulado de subida
41777 Kcal Calorias gastas
Ainda em torres Novas, prontos para mais uns quilómetros de asfalto dentro dos veículos motorizados, que tanto nos ajudaram nesta Aventura. Por esta altura a maioria ainda não fazia ideia do que lhe iria surgir pela frente neste périplo de quatro dias, em que o convívio e o pedal foram as acções dominantes.
Respeitável grupo de Peregrinos alentejanos e seus associados, prontos para uma longa jornada de quatro dias em que o bom ambiente foi a palavra reinante....
Mais uma ponte Romana. Por aqui já nos tínhamos cruzado com vários grupos de peregrinos. Muitos estrangeiros a pé e só Portugueses em bicicleta...
Paragem obrigatória antes da abordagem à Serra da Labruja... Sai uma rodada de MINIS!!!
Foto obrigatória em plena Serra da Labruja... O pior já lá ia...
Palavras para quê...
Mais uma do lado de "lá"... Quem é que se lembraria de tirar uma foto à "foto". De captar as sombras dos Gloriosos Cavaleiros do Além (tejo)... Só uma grande personalidade... lolololPor razões óbvias, mas especialmente por ser o último, este deve ter sido o dia mais complicado a nível de acumulados. Fizemos 95 km´s (devo aqui referir que nem sempre os valores a que me refiro coincidem com os que estão no Wikiloc, e isso explica-se por um par de razões. - 1º- os tracks que descarreguei para a net estão "limpos" de km's extra para que os interessados não façam algumas das voltas menos propicias que nós, por uma ou outra razão tenhamos feito. - 2º -Ao descarregar os tracks do Gps para o PC e daí para a net, há sempre uma redefinição de valores, que nem sempre corresponde à verdade). Esclarecimentos à parte, e também porque além do GPS viajo com um POLAR AXN 500 (com barómetro) e com dois manómetros, os valores que apresento, e com os quais construo a minha tabela de registos das viagens, são um misto de cada um dos aparelhos com que me desloco.
Neste etapa portanto, acabámos por variar entre os 70 e os 850 mt de altitude, perfazendo um acumulado superior aos 2000 mt.
TRACKS E ALTIMETRIAS DESTE DIA no WIKILOC :
http://es.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=512442
O enorme Mosteiro de que vos falei. Da fama fez-se um povoado.
Foto artística por entre as pedras "intransponíveis".
A conclusão a que chagamos quando vemos estes autênticos labirintos de arbustos e/ou silvas é de que, provavelmente, muito pouca gente passará por aqui.
Com esta foto, mais uma artística, consegui sem dúvida dar uma pequena ideia do quão agreste são estes trilhos, aqui pela Galiza.
Lá estava o sapato do Ricardo com fome. Muitas das vezes que havia necessidade de apear, lá tinha que se compor o "estendal"
Poderei candidatar-me a um concurso de jovens valores da fotografia? ...lol... Estava inspirado!
... E esta? Foi de propósito!
Ainda? - Estamos quase lá!
Demonstrativa da atitude das autoridades galegas. Fazem das ruínas, albergues. Não só reconstroem o espólio rural como ainda criam emprego e ganham dinheiro. Isto já para não falar do mais importante, criam condições para albergar os Peregrinos.
A alimentar o corpinho, ao mesmo tempo que fazem pesos e levantamentos.
Quem diz a verdade, não merece castigo!
Grande obra, das muitas que se fazem por Espanha, com o intuito de melhor as estradas, já de si esplêndidas. esta fabulosa obra, situa-se num vale do rio Ulla, mesmo no topo da descida íngreme que fiz para chegar a Puente de Ulla, onde os meus Comparsas já me esperavam.
O descanso do guerreiro! AH, e a hidratação! ...Muito importante.
Praça do Obradoiro, Bicicletas para o chão ao quilómetro "0". Acto reflexo de outras Viagens.63 km's de jornada, com variações altimétricas entre os 130 e os 750 mt. Perfazendo um acumulado de mil metros.

TRACKS E ALTIMETRIAS DESTE DIA NO WIKILOC :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=512420
... E a saga continua... Mas ainda houve mais! Assim de repente, e fazendo uma pequena estatística dos "acontecimentos", digamos que a Specialized XC do 18 deve ter furado aí umas 15 a 20 vezes (até acho que foram mais, mas pronto), daí a alcunha nova de Pinchoré (O Rei do Pincho), e quanto à Specialized Hardrock do César, o estrago deve ter andado perto das dez (Foram mais...). Enfim, bicicletas menores...lol...he...he...he... Se fosse uma Trek, mesmo a minha singela 6500, nada disto acontecia. Eu e a minha Bicicleta não entramos na estatistíca: - ZERO furos....hi...hi...hi.
Mesmo tendo uma sensibilidade diferente da dos nossos olhos, a lente de uma máquina fotográfica dá para revelar o estado em que se pôs o tempo pela manhã. Isto para os meus óculos é um luxo...ui...
Para ajudar, ao nevoeiro ainda se juntou um frio de rachar.
Só ao fim da manhã é que a coisa começou a levantar. Mesmo assim ainda estava muito fechado, mostrando esta bela imagem.
Praça central de Ourense, depois de Xunqueira de Ambia, rapidamente descemos aos 130 mt de altitude.
Rico almocinho fizemos nós em Ourense, por trás da catedral. Aliado ao churrasco misto ainda degustámos um sabor sempre familiar, umas Super Bock fresquinhas.
Bem interessante a passagem pelo rio Minho e pela ponte pedonal, de onde se tem uma vista privilegiada sobre a Ponte romana de Ourense.
Como já mencionei na introdução deste dia, as fotos da parte da tarde foram muito poucas, daí que depois de Ourense só fotografei a entrada em Cea, nomeadamente no albergue municipal, que se encontra logo ao inicio da vila vindo de sul.
Aspecto rústico da povoação enquanto caminhávamos para o jantar. Cea tem a tradição de ser a terra do pão.
Presentes na paisagem do norte de Portugal, especialmente no Minho, também os há em grande quantidade na Galiza. São os espigueiros e servem para secar o milho durante o inverno. são elevados para impedir a gula dos roedores, que pela geometria das "bolachas" de pedra onde assenta o espigueiro, ficam impedidos de chegar ao cereal. Neste caso, a particularidade da foto está no aspecto deste espigueiro abandonado. Para mim é uma raridade ver um, tal como este.