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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Amadora - Fátima - Amadora...
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Vídeo diferente. Caminho de Fátima com os Fuga em 2010





EXPLICANDO:

VENDO:
CAMINHO de FÁTIMA com os Fuga 2010 from João Galvão on Vimeo.
... AGORA...RINDO:
AH:::AH:::AH:::EH:::EH:::EH:::HI:::HI::::HI:::KOF:::KOF:::UI::::UI:::UI:::OH;OH;OH:::
E POR AI EM DIANTE...........
Do Guarda Rios...
...sem mais...
terça-feira, 6 de julho de 2010
Os Fuga da maria fazem a estreia do seu equipamento
Track no WIKILOC : http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1008240
Guiados pelo Rui Dias iniciámos a contenda à beira do autódromo do Estoril, por alguns estradões e trilhos em que fui completo debutante.
Foto de grupo com os respectivos jerseys. A estrear! Aqui nesta, falta o SR. PRESIDENTE. Tal lapso deveu-se a uma descoordenação de temporizadores das respectivas máquinas...lololol Nada é perfeito...lolololl
Grande atitude de um dos elementos mais activos deste grande grupo de Amigos : - Samuel Faria no seu melhor...loloollo
A já famosa subida para a Peninha... É por aqui, por estas rampas, que se faz a selecção de valores (pelo menos nos que toca a trepadores...he...he..he..), e nesse aspecto, por estes dias, o MAIOR tem sido o Zé "Compadre"Alex. Na próxima volta, vamos levar uma máquina de Raio X par lhe fazer uma análise exaustiva à bicicleta... tenho cá impressão que temos por aí "doping mecânico"... Ou será do outro????HUM???? lololololloolol
Acabou tudo em bem!!!Grande mergulho no abano. Diria mesmo que era obrigatório!!!
Alguns dos convivas do grupo acho que não estavam a acreditar que a ideia da banhoca era mesmo a valer! ...LOLOLOOL....
GR
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Caminho de Fátima do "Fuga da maria" - relato JAS
Foi assim que começou. Já estava na altura de fazermos a volta a Fátima. Dia 22 e 23 de Maio foi a data escolhida, este ano com a companhia de muitas caras novas, de Fátima, de Mafra e outras da nossa zona, perfazendo um total de 17.
Tudo apontado para às 7h30m, em Alpriate, com alguns minutitos de atraso, uma foto de grupo e lá arrancaram 14 valentes. Nada melhor para começar que um furito no 2ºkm para abrir as hostes. Estes gajos não sabem escolher os caminhos certos…enfim…amadores.
O tempo estava óptimo, sem vento e o piso seco. Boas condições para bater o record de mines buidas.
Tudo a rolar desde Alhandra, com a inclusão de mais 3 valentes. Se bem lembro até à estação da Azambuja, nada de especial se passou. Aí ou um pouco antes, fez-se a primeira paragem para dar ao dente. Começou a aparecer a primeira queixa de falta de ar ou óleo a mais e para isso, nada melhor que uma sandocha de ovo mexido com alface. Outros apostaram na marmelada, barras energéticas e fruta. Quem se esqueceu, o sôr presidente disponibilizava, de entre os 2kgs de produtos milagrosos que carregava.
Depois de mais um acto de rebeldia (este ano saltámos menos 2 vedações!!!), lá entrámos no tomatal do vale de Santarém e aí se começaram a manifestar os primeiros problemas mecânicos: um raio partido, de uma Scotch espectacular que por lá andava, um amortecedor com falta de ar, que se babava todo, de uma reles Especializadaizseze e o problema mais complicado… uma mudança que não entrava, ainda por cima a roda pedaleira maior, duma recente BH bonita, mas não tanto assim.
Bom, como estávamos relativamente perto de Santarém, pensámos em procurar um local para a reparação destes pequenos problemas e se necessário apanhar o Quim de volta para casa, caso o problema do amortecedor fosse realmente grave, como se estava a temer, mas de imediato desmitificado por um telefonema ao grande Cláudio, que percebe mesmo desta cena.
Em Santarém, estava reservado no Taberna do Quinzena o almocinho pá jenti, com um óptimo serviço pós repasto, disponibilizando de garagem para as burras, gelo para cantis e todo o apoio que solicitámos. A ementa resumiu-se a dois pratos bem escolhidos na hora, buida variada, entre as quais o tão falado FIOCO e a boa disposição do maranhal, com anedotas e piadas desde o inicio (apesar do tema ser demasiado duvidoso), com o Choina a liderar o pelotão e com o Toni amuado - houve alguém que andou perdido da malta, pois tomou outro caminho e como pensava que ninguém esperou por ele, decidiu nem atender o telefone, seguindo a máxima de o último vai ter ao ponto de encontro…., mas não era o último. Fica o registo, para uma próxima essas situações serem mais bem combinadas -.
Passadas perto de 2 horas, lá nos metemos ao caminho, fazendo um desvio para a Dechatlon de forma a dar vida ao amortecedor e ver o problema do desviador da frente (entretanto o raio tinha sido substituído, numa loja especializada). Curiosamente e para quem pensava que fui irónico ao descrever a gravidade dos problemas mecânicos atrás mencionados, o desviador foi o que não se arranjou, pois nestes centros a mão de obra especializada escasseia. Em todo o caso a paragem acabou por ser benéfica, pois deu para descansar, dar um pouco mais de tempo à digestão e trazer umas barritas energéticas que o centro ofereceu, além da compra vantajosa que o mercante negociador Ricardo Rosa fez. O Samuel é que pagou e ficou na mesma (foi para compensar a bomba do Ricardo).
Posto isto, lá fomos nós a caminho das subidas e descidas / tascas. E aí o ritmo imposto pelos jovens Luis Matos e Toni da parte da manhã, começaram a trazer reflexos. Mas, devagarinho também se vai longe e também dá sede.
Após uma descida matadora, que conseguiu levar 3 valentes ao tapete, começou a peripécia dos beijinhos…não são esses que se pagam, são mesmos os beijinhos de cumprimento, às meninas das tascas…não são essas tascas antigas que estão a pensar, servidas por uma menina de bigode, são mesmo associações recreativas ou cafés de aldeia, onde trabalham estudantes.
Fizeram-se algumas descobertas, nomeadamente ao estojo de primeiros socorros adquirido no Lidl, não ter qualquer tipo de desinfectante, apenas compressas e porcarias dessas e que a cerveja não deve ser aplicada como betadine.
Tasca, ante tasca, lá chegámos aos Olhos de Água para dar o belo do megulho da praxe. Já perto do destino do primeiro dia, Alcanena, agradável vila de cortumes que cheirava mal comó c…, pernoitámos sem antes termos o belo repasto à nossa espera, composto por galinha com amêijoa, entrecosto frito com arroz de feijão e carne de porco com marisco…qual deles o melhor! …e presenciarmos a vitória do grande Mourinho na final da liga dos shampiõns.
No dia seguinte, às 7h15m, tudo na rua à espera do méne da pensão, que mais uma vez se atrasou, embora desta tenham sido apenas 15 minutos. Estes minutos foram aproveitados para lubrificar as correntes e dar uma limpeza geral à bike (lol, panisgas!!).
Continuando a nossa Fuga da Maria, chegámos a uma bifurcação, quem quiser levar a cruz às costas vai em frente, quem quiser levá-la em cima dela (bonito!!!) segue um GPS. O Rui quando se lembrar da parte que levantou a bike para levá-la no lombo, vai ter uma sensação de arrependimento porque foi nessa subida que nem o protector do desviador traseiro inserido no quadro da Lápiiiê, o salvou de uma pedrada inferior no lado debaixo da peça e lixou, com F, o resto da volta. Bem se tentou desenrascar, mas quando é um problema de junta não há nada a fazer.
Depois da descida numa single bonita, mas perigosa qb, parámos em Minde para o abastecimento de água e a substituição de uma Camara de ar de uma Scotch bué da louca que por lá andava…deve ter sido sabotagem!!. E como os nossos companheiros de Fátima, não nos acompanharam nesse dia, mas disponibilizaram-se para buscar as nossas mochilas a Alcanena, solicitámos mais um frete, parar em Minde e levar o Rui.
A subida de Minde ficou marcada por mais um contratempo, de uma corrente partida, do Manel, que fez o segundo dia connosco. Felizmente o que partiu foi o elo rápido, imediatamente substituído por uma equipa de verdadeiros entendedores da matéria.
Sentia-se uma melhor disposição dos guerreiros à medida que chegávamos e como não há duas sem três, mais um furo na descida do miradouro (moinho) que curiosamente foi no mesmo local do único furo no ano passado. Estes gajos não sabem escolher os caminhos certos…enfim…amadores.
E prontos, chegámos a Fátima, tirámos a foto de família, sem alguns elementos, que se encontravam na casa do povo, onde nos encontrámos para mais uma nova descoberta, o catende.
Mais uns brindes e lá fomos para o Cantinho de São Valentim, onde almoçámos, onde o sôr Presidente Rafael Fonseca entregou os certificados de presença, onde se brindaram mais uns feitos e se agradeceu a presença e a colaboração de todos, sublinhando todo o apoio logístico da malta de Fátima, representantes da Casa do Povo (Beto Choina, Toni, Cabrita e Manel).
Depois das despedidas dos locais e do pessoal que combinou com as famílias, os resistentes foram até à Estação de Fátima. Foi a viagem mais rápida que alguma vez fiz de bicicleta, descendo a velocidades acima dos 80km/h e subidas na ordem dos 20Km/h. Foi a viagem que pela gana, nunca vou esquecer. O ritmo foi tão intenso que o Samuel nem reparou que eu e o Nés tínhamos parado, para búer uma mine, claro.
Mais uma e fomos até à estação onde o Ricardo Rosa nos aguardava, na companhia do Toni e do Cabrita, sem contar com o João Torres e o Samuel que tinham nos acompanhado de bicicleta e claro de mais uma mine desta vez acompanhada duma média.
Depois, foi a viagem com muita animação, que colmatou com um cântico com uma tuna (não sei de onde).
Espectáculo!!
Quando é a próxima?
Um Bem Haja ao Rafael, ao Carlos, ao Miguel e Luis Matos, ao Rui, ao Beto, ao Toni, ao Cabrita, ao Manel, ao Sérgio, ao Ricardo, ao Nés, ao Ricardo Rosa, ao Mário, ao Hélder, ao João Torres, ao Samuel, pela companhia até Fátima desde Sta Iria, para o ano há mais com os mesmo, neste belo grupo que se apelida de Fuga da Maria.
(É só inspiração!! Pareço o Beto.)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Caminho de Fátima do "Fuga da maria"
Para mim e para o 18 a voltinha iniciou-se na Gare do Oriente, onde deixámos o carro. Teríamos que fazer cerca de 15 km em contra relógio para tentar chegar a Alpriate a horas do encontro... ...Andámos, andámos... e mesmo assim fomos os últimos a chegar Uma Vergonha!..lolol

O encontro com os restantes "fugitivos", no que seria o início "oficial" da fuga da maria, neste dia.
Em Santarém, pausa para almoço. Tivemos tratamento vip na Taberna do Quinzena.
Aqui se demonstra o espírito competitivo desta "jornada"! lolol - A medalha vai direitinha para o José ...lololl....Alex
O TONY da "fatimpress"... e o seu anjo da guarda...lolol
O BETO de Fátima, além de artista é um grande companheiro.
Uma das belezas deste Caminho é o contacto com a "fauna" vinda de vários quadrantes...lololol
Os Dissidentes....lol
Já com Fátima à vista, numa visita ao moinho, que se tornou obrigatória. Grande grupo. PARABÉNS A TODOS!terça-feira, 23 de março de 2010
De volta ao PURO BTT. SINTRA 14 de Março.
Como frisei no post anterior, as dificuldades criadas pelo inverno rigoroso que nos tem assolado, ficaram bem patenteadas nos trilhos habituais de Sintra. Veja-se aqui, a invasão que as águas fizeram nesta alternativa à subida da Penha Longa norte.
Infelizmente, dois dos elementos que nos acompanhavam tiveram que regressar sem terem tido o prazer de desfrutar destes belos traçados. Às vezes, há pequenos grandes problemas que apesar de nos parecerem simples são-no sim, irresolúveis. Foi assim com o desviador traseiro de um deles, que logo na primeira subida, o impossibilitou totalmente. Ficará para a próxima.
Os habituais trilhos, onde fazemos as nossas passeatas, estão pejados de dificuldades criadas pelo rigor invernal. "ele" é água por todo o lado: "ele" é lama profunda...lol...Eu sei porque me afundei... segunda-feira, 15 de junho de 2009
FOTOS FRESQUINHAS DA VOLTA A FÁTIMA
Para o efeito criaram um álbum no Picasa, que tem por AQUI um link.
Não percam! Há cada uma...
terça-feira, 2 de junho de 2009
O intruso - A breve história da visita a Fátima de 30 Maio 2009
E após confirmação dos participantes (Rafael, Rui, Carlos, Miguel, Luís e múá) a reserva da dormida foi feita, desta vez em Alcanena, pois o complexo de Olhos de água estava lotado para a noite de 30 de Maio. Sem problemas, uma vez que o desvio era curto e apesar de um pouco mais caro as condições também são outras, (o complexo está dividido em camaratas e a IS é colectiva).
Combinado com um mês de antecedência, falámos em dois ou três pontos, pedi aos famosos guarda-rios e limpa-matas que emprestassem os suportes de selim, combinámos um almoço (sim porque tudo tem que ter um motivo e se não houver arranja-se) e entreguei ao Rafael (desta vez sem almoço) para distribuir pela malta os 4 suportes que se angariou, ficando em falta 1 que se resolveu facilmente. Como o filho Miguel levou o Pai Luís (ou foi o contrário?) o Miguel acartou com as coisas do Pai, afinal para que servem tantos anos a criá-los?
Sábado dia 30 de Maio, às 7h30m em Alpriate. Lá estavam todos, ainda antes do horário marcado, tal era a ansiedade, só com um pequeno atraso da minha parte de cerca de 2 minutos. Descarreguei a minha preocupação que o comboio de regresso provavelmente seria o das 19h54 e não das 17h54, conforme aconteceu em 2007, que o gde limpa-matas confirmou no dia anterior com todos os detalhes e precisão, e sem grandes preocupações lá arrancamos por volta das 7h46m31s.
A primeira parte do percurso até à central termoeléctrica do carregado foi feito pelo caminho conhecido, com uma variante a seguir a Vila Franca que na vez de seguirmos a estada nacional até ao Lidl, fomos por um atalho que nos manteve a nascente da linha do comboio e que descobrimos num passeio de Domingo no mês de Abril. E lá continuámos até à primeira dificuldade que nos obrigou a transpor a vedação contígua à linha do Quim e atravessar uma ponte encostado à linha para voltar a transpor a vedação e seguir caminho. Como esse caminho foi um pouco à descoberta, voltou a acontecer um pouco mais à frente. Sem grande stress e com muito boa disposição pelo meio chegámos às lezírias de Santarém onde de forma a cumprir o caminho original passámos por uma caminho muito pouco utilizado por humanos e cheio de gatos, que o diga o Miguel que ficou com as pernas depiladas (exagero, lol) e cheia de pulgas a julgar pela comichão com que ficámos (mais exagero).
Desembocámos junto à quinta do Alqueidão, local onde degustámos em 2007 um belo repasto e que perdurou umas 2h31m34s. Como ainda era cedo, cerca dos 10h42m23s seguimos caminho com a intenção de almoçarmos em Santarém. Uma refeição ligeira, tipo bifana...falava-se. Com o Grande Luís (o cota) a puxar pela malta, chegámos a Santarém por volta do meio-dia e fomos então procurar a tal tasca. “É mesmo aqui”, disse alguém e todos concordaram. Tem sítio para guardar as burras e tudo…o ideal. Lá entrámos e escolhemos: 4 nacos de touro com arroz e ervilhas, 1 entrecosto com arroz de feijão e 1 pernil. Nada mau, para quem queria uma sandocha. Regado com alguma cerveja, vinho, sumos e água, no fim lá tivemos que fazer o brinde da praxe com um shot de ginjinha. Como o pessoal não queria abusar, vai mais um shot. Se não fizéssemos uma viagem de bicicleta com 40 graus à sombra era num copo de galão.
É verdade, tal como em 2007, o termómetro do meu tablier marcava temperaturas na ordem dos 40,2 graus.
À saída de Santarém e na bifurcação do caminho de 2007 com o actual, avistámos um parque de merendas com umas belas sombrinhas e decidimos descansar um pouco, dado o calor excessivo e a barriga pesada. Mais uma atestadela aos bidões, já sem conta, e lá seguimos por um caminho desta vez virgem para todos.
Começou, na minha opinião a parte mais interessante e bela do percurso, com grande variedade de paisagem e o sobe e desce permanente sem dificuldades de maior.
Uma ou duas paragens para comprar petróleo ( a lamparina estava a apagar-se) e fruta literalmente da boa, à medida que nos aproximávamos dos Olhos d´água só pensávamos no mergulho que iríamos dar. E bem dito bem feito, chegados ao local foi vê-los tirar as t-shirts e vai de embute lá para dentro…. Espectáculo!!! Ainda molhadinhos, montámos as burras e pusemos a caminho para Alcanena que ficava a pouco mais de 6.450m e alguns centímetros. A pensão não estava bem assinalada no GPS, mas lá demos com ela, após reconhecimento do Rafael que tinha passado por lá alguns dias antes.
Destacou-se nesse dia, o cota Luís, que recebeu o prémio de montanha, o sprinter, a camisola amarela, o camisola verde, a azul, a dos quadradinhos, a rosa, enfim todos os reconhecimentos que são atribuídos aos ciclistas, conforme realçou o Rafael (prémio rookie, não por ser o mais novo, mas o que precisou de mais mimos (lol)).
Entrámos com as bicicletas pelo café Planeta adentro, oleamos as gargantas e subimos para os quartos tomar o banhinho e perfumar o corpo para o merecido jantar.
No nascer do sol já o galo tinha cantado uma dezena de vezes, as suficientes para o Rui adorar almoçar um arrozinho de cabidela. Às 7h30m já estávamos a tomar o pequeno almoço, numa pastelaria local.
Entretanto e a caminho do percurso traçado em Google Earth , que nos iria levar a Monsanto, avistámos uma placa do caminho que seguimos e ainda bem que o fizemos, não apenas por termos encurtado caminho, mas porque o que iríamos tomar era por estrada e pouco interessante ao invés deste. Fomos dar ao campo de tiro local, que tem um magnífico miradouro, tirámos umas fotos e continuámos para o meu troço favorito (treta). Um avisador indicava que BTT seguia pela estrada, mas nós homens com “S” maiúsculo, desafiámos a natureza e como Jesus quando carregou a cruz às costas, nós fizemos o mesmo com as nossas bikes e subimos a encosta com cerca de 981,89m mais Quilómetro menos Quilómetro. “Um verdadeiro martírio”, diziam uns, “mandem-me um murro a próxima vez que eu falar em Fátima”, diziam outros, “embora lá rapaziada” incentivavam outros. Certo é que chegámos lá acima com uma história para contar.
E como o sacrifício tem sempre beneficio, fizemos uma single track simplesmente espectacular, que nos faz querer fazer esta volta para o ano, que acaba em Minde.
Ainda deliciados com a descida avistámos um grupo de bttistas organizados pelos Maníacos do pedal, com quem nos cruzámos no café do mercado e que se encontravam a fazer a mesma volta que nós, com um itinerário ligeiramente diferente.
Preparámos a subida com muita concentração e afinco e lá transpusemos a famosa serra de Minde. A partir daí e até Fátima realça-se a vista de um moinho privado que visitámos e um furo que o Luís teve mesmo à chegada, mas sendo lento, encheu-se e toca a arrufar. Mais uma paragem técnica à chegada a Fátima e fomos ter com a Família do Carlos e do Luís, com quem almoçamos no Cantinho de S.Valentim (restaurante de família).
Entretanto e como nos despachámos cedo, eu, o Rui e o Rafael fomos para a estação de Fátima, que fica a qualquer coisa como 26.245m, tentar apanhar o Quim das 17h54m, feito conseguido, com a presença do Miguel que estava à nossa espera na estação, a família deixou-o lá. Saímos em Alverca e por volta das 20h30m estava em casa, fresquinhos que nem uma alface.
Ficámos todos satisfeitos, tudo correu bem, sem acidentes e incidentes e penso que estamos todos desejosos de repetir a façanha no próximo ano, dessa vez com os que por isto ou por aquilo queriam, mas não puderam nos acompanhar. Oportunamente, serão registadas fotos, tendo sido já divulgado o track, peraí traque????
Saudinha
José Alexandre Silva, o compadri
TODAS AS FOTOS NO PICASA : http://picasaweb.google.pt/josealexss/Fatima30maio2009?feat=directlink
segunda-feira, 1 de junho de 2009
VOLTA A FÁTIMA!
Mas de qualquer das formas, é quase, como se por lá estivesse. Ah! e um dia voltarei a estar... De certa forma também é um projecto...
Pelo que sei, seguiram uma rota um pouco diferente do habitual. E a dormida não foi nos Olhos de água como já é habito.
Aqui fica o trajecto destes aventureiros...
E já agora o LINK directo para a Página do Rafa no WIKILOC :
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=410214
Assim é que é trabalhar...lol
Obrigado ZÉII, Obrigado RAFA... E aos outros...
sábado, 25 de abril de 2009
Não buzines, viesses de Bicicleta!
Tenho que deixar aqui um agradecimento à Galp, ou pelo menos a quem desenvolveu esta campanha publicitária, onde tal frase (entre muitas outras), compõe um dos muitos autocolantes que brevemente se vão ver por aí, nos vidros traseiros dos carros…
Mais tenho que agradecer, às simpáticas funcionárias do posto de abastecimento do aeroporto, que pacientemente procuraram por tal autocolante, já que a campanha em causa tem além desta, muitas outras frases. Nenhuma será tão importante, como a que faz de cabeçalho a este post.
Já agora, falemos um pouquinho da volta propriamente dita. Apesar de termos iniciado tal passeio por volta das 10 h, conseguimos usando só a manhã, completar o “projecto velocipédico” que o Comp. Tinha (ou foi…) delineado. Assim, e começando pelo bairro da fraternidade, perto de Sacavém, fomos desembocar nos Caminhos do Tejo, atravessámos o Trancão para a outra margem e fomos andando pelo trajectos habituais até S. João do Tojal. Subimos depois até à central de distribuição eléctrica, e continuámos para norte até alcançarmos mais ou menos 25 km’s. O regresso fez-nos passar pela Bemposta e por Bucelas. Depois desta localidade vinícola derivámos para a sempre surpreendente Mata do Paraíso (ícone do BTT para as gentes desta “banda”). Acabámos por regressar aos Caminhos do Tejo em Alpriate, de onde, e percorrendo tais traçados, alcançámos de novo a Bobadela, ou seja, o bairro por onde tínhamos encetado tal passeio matinal, algumas horas antes.
Ao todo fizemos cerca de 50 km’s, a uma média de 14.8 km/h, em 3.23 h.
Atingimos a velocidade Max de 58 km/h. O acumulado de subida foi de 1131 mt e o ponto mais elevado atingido não passou dos 300 mt.
Pois então vos digo: -Não buzines, viesses de Bicicleta!
Esta campanha da Galp que se enquadra em promover o uso mais económico e inteligente dos “Pó-Pós”, e da solidariedade entre condutores, está a desencadear um “onda” de “boleias” combinadas entre eles, usando somente um carro. Estou para ver até onde é que isto vai, e estou disposto a informar-vos por aqui… No meio desta campanha, só há uma coisa que não me está a “soar” muito bem… - A Galp a querer menos carros na rua?...HUM? NÃ! Trás água no bico…lol…
Em breve daremos mais detalhes acerca desta iniciativa, que por ter o cobertura dos grandes meios de comunicação se está a tornar muito popular, mas que na sua essência terá muito que se lhe diga… Até parece (ironicamente) que as nossas “preces” estão a dar resultado…
Cada vez vejo mais gente de Bicicleta; Cada vez há menos carros…
Outro dos assuntos que já aqui abordámos e com o qual nos congratulamos, é o evoluir das ciclovias. Quem é que ainda não se deparou com obras de construção destas passadeiras, que incentivam o uso do Objecto que aqui nos trás…Hum?
A-VER-VAMOS!
P.S. – O “Guarda-Rios” hoje, livrou-se por pouco de mais uma banhoca…
domingo, 8 de março de 2009
Em dia de efeméride...
Como alguns deles nunca tinham estado dentro desta panóplia de trilhos e estradões, fomos (generosa condução do Zé Alex) avançando pelos nossos tracks habituais. Desta vez, depois da subida para a Peninha, optámos pelo “Downhill” até à Malveira da Serra. – Em boa hora!
Uns intermitentes outros a pé, lá avançávamos, sempre a “curtir”… lol.
O melhor (quanto a mim) estava para vir. Alguns dos convivas conheciam um “single track” que desce directamente até à Praia do Abano… E lá fomos! – Espectáculo!!!
Obrigado aos “anfitriões”. – Lindo! (parecido com um S.T. para a PRAIA DO SALGADO na Nazaré, mas melhor ainda)
O regresso aos carros e à barragem da mula, percurso também bastante interessante, foi feito maioritariamente por estradões. – Valeu!
P.S. – Não esquecer que hoje é o DIA INTERNACIONAL DA MULHER (8 de Março). Lembrem-se delas. “Todas, e mais alguma”. Lol.
Saudações daquelas,
O “Guarda-rios”
Link para track GPS : http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=314218
A foto, já temos:
O Vídeo? ...segue dentro de momentos... JÁ CHEGOU!
LINK : http://www.youtube.com/watch?v=5TW7RHxo6Lw







