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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

GR 10 - ESPANHA-SERRA DA GATA (TERMAS DE MONFORTINHO-CILLEROS-GATA-ROBLEDILLO DE GATA-CUIDAD RODRIGO)


Volta efectuada nos dias 13 e 14 de Agosto deste ano, com o intuito de continuar a prospecção que tinha encetado em 2011, pelos trilhos da GR 12 Portuguesa. Esta GR tem continuação além fronteira, e segue até Valência pela GR 10 espanhola.
É da parte dessa GR 10 que atravessa a Serra da Gata, em Espanha, que agora vos falo.
Sai das termas de Monfortinho e atravessa toda a Serra, de SW para NE, passando por Cilleros, Trevejo, Hoyos, Perales, Gata, Descargamaria e terminando em Robledillo de Gata. Dai para Cuidade Rodrigo, a ligação é feita pela carretera.
O traçado da GR 10 continua depois de Robledillo, e segue para Este, onde acaba por cruzar com a Via de La Plata, em Aldeanuava del Camino, e progride até à costa mediterrânica.
Esta Serra tem uma característica curiosa; Basicamente é formada por duas cordilheiras paralelas, com um vale profundo entre elas. Uma vez subida a primeira vez aos 1000 mt, e entrando no vale, já não há outra alternativa de saída, senão voltar a subir... No fundo, e numa linguagem simples e figurativa, faz lembrar uma "banheira".


O TRAÇADO NO RWGPS :






FOTOGRAFIAS NO PICASA : 


Primeiros passos depois da fronteira, são contíguos ao Rio Erges, afluente do Tejo, que demarca essa linha durante vários quilómetros.
A placa refere a hipótese - extremamente plausível - de muitos destes caminhos, especialmente nas proximidades do rio, ficarem submersos durante o período das chuvas.
- Facto a ter em conta.



A Marcação não é constante, mas por vezes está bem visível e conservada.
Assim se passa na zona de Cilleros




Antigo castillo de Trevejo...
...Depois de um subida dura, que nos leva dos 400, aos 800 mt.




...Em plena descida, depois de Serra del Salío, em direcção a Gata...




...Ao fundo, um dos pontos mais altos da Serra da Gata; - Monte Jálama, a cerca de 1500 mt de altitude.



...Vista desde o Rio Árrago sobre Robledillo de Gata.
-Um autêntico postal desta Serra.


GR


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Estrada Nacional Dois (EN 2) De Chaves a Faro (Ou vice versa)

EN 2 (Estrada Nacional nº 2)
- A estrada mais comprida de Portugal, com quase 750 km, que, embora actualmente esteja descontinuada, continua a ser uma das mais emblemáticas e carismáticas do nosso país, onde se pode comprovar a multiplicidade de relevos e culturas, que fazem deste, um burgo de contrastes. 
A exemplo, deixo-vos somente este; - Esta rota atravessa quase todo o Alto Douro Vinhateiro, os seus relevos acentuados e parcelas mil, e o Alto Alentejo Interior, inóspito e latifundiário, num rol de amplitudes, temperaturas e paisagens, que não encontra par, em muitos outros lugares deste planeta.

Assim:
Aqui deixo mais um dos nosso projectos, para um futuro que não se quer muito longínquo.
Desde há muito nas nossas mentes, vem agora à tona por ter tido conhecimento de este track, que foi feito por "tina111" em moto.
Ainda mais por termos cruzado incessantemente tal trajecto, quando, em Agosto último, efectuávamos o Caminho Português Interior a Santiago.

Fica demonstrado o Projecto:



GR

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Aveiro - Fátima (Caminhos de Fátima)




O início "oficial" desta Caminhada, A Sé de Aveiro 



Primeiros estradões, depois de alguns quilómetros de asfalto. Perto de Cantanhede 



Primeiras e inevitáveis lamas. Perto de Montemor-o-Velho







 Uma das muitas paisagens com que somos presenteados. Aqui, nas proximidades do Mondego, e suas ribeiras 


 Ponte antiga em Soure


 Rio Arunca em Soure


Uma das passagens mais interessantes deste Caminho, perto de Barracão 


Bifurcação alternativa para bicicletas e cavalos 


Bar muito castiço, e melhor localizado. Já bastante perto de Fátima 


A habitual recordação à chegada ao santuário da Cova da Iria


GR



terça-feira, 18 de setembro de 2012

CAMINHO PORTUGUÊS INTERIOR A SANTIAGO - Viseu-Lamego-Régua-Vila Real-Chaves-Albergaria - Com ligação a Santiago






Algumas Fotos:


Não foram muitos os Peregrinos que encontrámos por este "novo" Caminho de Santiago.
Aqui, temos uns amigos Chilenos e uma Portuguesa, que vinham de Viseu.




O nosso "Guru" César, numa imagem demonstrativa das dificuldades por que passámos, para transpor o Alto Douro Vinhateiro. Talvez, a parte mais espectacular, mas ao mesmo tempo, nem sempre clicável, deste trajecto, em direcção a Santiago.



Mais uma vez.
Será assim enquanto houver vontade e saúde.
-Poc a poc... Em classe "Turística"... O Caminho autêntico, é aquele que cada um vai fazendo por dentro.
- Apesar do "ruido" externo...




Fiquei completamente "babado". Então não é, que o nosso amigo José Luis, do "Rincon del Peregrino", em Albergaria, tem a minha Vieira (Há uns anos lá deixada, a quando da nossa passagem na Via de la Plata) mesmo dentro do balcão, em frente à entrada.
- Muito fixe!


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Volta entre Dão e Vouga. (em busca das Ecopistas)


Viagem planeada à algum tempo, principalmente depois de concluída toda a pavimentação, em forma de ciclovia, da antiga linha do Dão, entre Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.

Depois de caminhar para Norte, em direcção à terra de Viriato, o segundo dia foi dedicado à exploração da parte inactiva da linha do Vouga. Percorrendo as terras do vale e do Sever do Vouga.
Aliado ao prazer de andar de bicicleta, ainda me foi proporcionado conhecer algumas terras das regiões de Viseu e Aveiro, tais como: - São Pedro do Sul, Vouzela, Oliveira de Frades, Paradela, Albergaria-a-velha e Aveiro.





Atividade: mountain bike
próximo a Vimieiro, Viseu (Portugal)
Extensão da trilha: 156,31 quilômetros
Elevação mín: 12 metros, máx: 567 metros
Altura acum. subida: 1.190 metros, descida: 1.327 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado
Horas: um dia 4 horas 23 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 3313 ©
nés Todos os direitos reservados


Algumas das fotos que fiz nesta viagem :

Estação de Santa Comba Dão, início desta prospecção pelas Ecopistas do Dão e Vouga.
A parte asfaltada da Ecopista do Dão começa uns metros mais a Norte, seguindo pela plataforma da estação até ao fim.



Em plena Ecopista/ciclovia do Dão, já no concelho de Viseu, podemos perceber como eram as composições que circulavam nesta linha.
Certamente não serão as originais, dos inícios do século XX, mas dão uma ideia.



É em Viseu que termina esta ecopista do Dão, final do primeiro dia de prospecção.



Antiga Ponte férrea em pedra, sobre o rio Zela, em Vouzela.
Um dos ex-libris da Ecopista do Vouga.



O profundo e extenso vale do Vouga.



Alguns dos troços da Ecopista do Vouga, pela pouca frequência de passagem, vão fechando, tornando ainda mais atraentes as vistas e a sua travessia.



O estado em que vão ficando alguns dos caminhos, antigas estações e apeadeiros, desta ecopista.
- Mas diga-se, que foi, e, continua a ser desenvolvido um assinalável trabalho de recuperação e reocupação de algumas das estações. Pelo menos as mais emblemáticas. Desde sedes de "Casas do Povo" até Juntas de Freguesia, muitos são os motivos para dar uso a tais infra-estruturas.



Socalcos e Rio Vouga em Sever do Vouga.



GR

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ecopista do Vale do Vouga

Fazendo a ligação entre Viseu (Avenida Europa) e Sernada do Vouga, onde ainda chegam os comboios desde Espinho, são mais de 75 km. Numa linha, que na sua origem, entre Espinho e Viseu, percorria 140. A Sernada do Vouga chegam ainda, comboios vindos do Ramal de Aveiro, que se mantém activo.

À saída de Viseu não se vislumbram sinais da antiga linha, já que o espaço por esta ocupado foi aproveitado para construir novas avenidas de acesso às aldeias limítrofes, que entretanto ficaram sem ligação férrea à cidade. É assim, na ampla Avenida Europa, e depois, em Abravesses, Pascoal e Campo (Mozelos). Só a partir de Travanca Budiosa damos início à Ecopista verdadeira, perfeitamente definida pelos declives pouco acentuados (impreteríveis ao avançar de um comboio) e aos túneis, pontes, e relevos de pedra recortados à máquina e/ou a explosivos, por onde – Ainda à pouco mais de vinte anos - passavam as auto-motoras da CP.

Por conversas com alguns elementos da população, fiquei também a saber, que nem todas as travessas de madeira e carris de aço foram levantados (…às vezes ainda se sentem, e vêem…). Esse processo foi sendo realizado consoante as construções de estradas, que entretanto se tornaram obrigatórias, para servir as povoações e casas, que até ao final do século passado viviam marcadas pela proximidade do Comboio.

Todo este trajecto, assim, tal qual se encontra, é uma das formas mais atractivas de andar descontraidamente em BTT, e conhecer o nosso belo e heterogéneo país. Por ter declives constantes e pouco acentuados, torna-se acessível a qualquer bttista e proporciona um passeio lúdico e de cariz histórico/geográfico, que, de outra maneira seria muito difícil ou de acessibilidade reduzida. No fundo, é dar proveito à(s) grande(s) obra(s), desenvolvidas desde o final do século XIX até meados do século XX, e que cobriam quase todo o território Português de linhas férreas.

Com o suprimir de algumas dessas linhas, foram criadas pela CP/Refer as Ecopistas.

-Na minha opinião; - Prefiro-as, tal qual está esta, na sua parte não asfaltada (futuramente, tornada ciclovia), entre Travanca Budiosa e Paradela, e entre a Foz do Rio Mau e Sernada do Vouga. Mas compreendo a vontade das edilidades em torná-las atractivas para o ciclista ocasional (normalmente de fim-de-semana) e para as famílias e crianças, tapando os trilhos (…alguns já são singles..) com os pisos e cores habitualmente associados às ciclovias.

Humildemente, gostaria de propor; - Sem excluirmos as descritas empreitadas, que mais tarde ou mais cedo, vão transformar este(s) trajecto(s) em ciclovia(s), a possibilidade de termos as duas versões ao mesmo tempo. Sempre que o espaço o permitisse, deixar coabitar uma linha de ciclovia, paralelamente com um espaço de progressão não asfaltado, tipo terra batida ou “Tout-Venant”.

Ainda maior que este pedaço de Ecopista, que brevemente será totalmente tornado em ciclovia, só conheço a Ecopista do sabor, com os seus 104 km (… até ver, ainda pouco asfaltados…), que tentarei descobrir a médio prazo.






Atividade: mountain bike
próximo a Vendas de Travanca, Viseu (Portugal)
Extensão da trilha: 71,53 quilômetros
Elevação mín: 35 metros, máx: 481 metros
Altura acum. subida: 397 metros, descida: 828 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado
Horas: 5 horas 14 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 1753
© nés Todos os direitos reservados




Primeiro indício da presença da antiga linha férrea por estas bandas.
- A estação de Travanca de Bodiosa.
Por aqui, e como se pode comprovar pela placa de informação quilométrica na parede, estamos perante o P.N.K. 132.o22. A contagem inicia-se em Espinho, mas em termos de linha em actividade, está interrompida em Sernada do Vouga, no km 61,5. Daí, e até à antiga estação de Viseu (actual rotunda no final da avenida Europa, com a av. Cap. Homem Ribeiro), no que seria o km 140, desenvolve-se a Ecopista em questão.
Por agora, circula-se em terra. para um futuro próximo será tudo em ciclovia. Tal como temos na Ecopista do Dão.




Este acesso, com que me deparei logo após a Estação de Termas de São Pedro do Sul, é um dos poucos pontos que poderá criar algumas dúvidas.
Depois da dita estação temos que atravessar a estrada e voltar a apanhar a Ecopista dentro desta rede.




Antiga ponte férrea de São Pedro do Sul, onde ainda hoje se circula. Não só por fazer parte da Ecopista, como pelo facto de ser uma alternativa à EN 16 para o trânsito motorizado.




Uma antiga locomotiva em Vouzela.



Uma das várias pontes desta antiga linha.
- Em Travanca, ainda se vêem os carris e sentem-se os parafusos de travamento às travessas...




...Aliás, não é só nas pontes que se sentem esses relevos. Em alguns troços desta Ecopista, além de se sentirem, também se podem ver as travessas da antiga linha férrea.




Com o aproximar do fim desta Ecopista, já depois de termos cruzado os cerca de 6 quilómetros que já têm "tapete vermelho" da ciclovia do Sever do Vouga, e seguindo o caminho de Sernada do Vouga, podemos usufruir destes autênticos singles. Por falta de uso da Ecopista e por estarmos muito próximos da estrada, alguns destes troços vão fechando.




Onde provavelmente existiria uma ponte (será o cimento o suporte de tal estrutura?), hoje temos uma íngreme rampa que nos leva até à estação de Paradela, onde começa a ciclovia de Sever do Vouga.



- Carvoeiro. Último apeadeiro desta Ecopista, para quem circula desde Viseu.



Auto-motoras existentes na Linha do Vouga (parte activa), entre Espinho e Sernada do Vouga.
Nesta, podemos ver uma pequena recordação dos 100 anos desta linha férrea.


GR e RA




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ecopista do Dão (Santa Comba - Tondela - Viseu)



Segundo sei, pelo menos até à construção/conclusão da Ecopista do Sabor, que terá mais de 100 quilómetros, esta é a maior Ciclovia do país. Além de ser uma Ecopista (linha férrea inactiva, usada para a circulação de pessoas e veículos sem motor), está totalmente pavimentada com a habitual cobertura das ciclovias e pintada com três cores - consoante cada um dos concelhos em que nos deslocamos. Azul para Santa Comba Dão, Verde para Tondela e Vermelho para Viseu.
- É assim uma Ecopista/Ciclovia RGB (red-green-blue), de quase 50 km.





Atividade: mountain bike
próximo a Vimieiro, Viseu (Portugal)
Extensão da trilha: 48,98 quilômetros
Elevação mín: 137 metros, máx: 448 metros
Altura acum. subida: 403 metros, descida: 126 metros
Grau de dificuldade: skill Moderado
Horas: 3 horas 21 minutos
Data: Novembro 02, 2011
Termina no ponto de partida (circular): Não
Coordenadas: 791
© nés Todos os direitos reservados

Algumas Fotos :

Ainda na estação de Santa Comba Dão, onde me apeie, depois de ter feito a viagem desde Lisboa em Inter-cidades.
Nesta estação montei a bike, e aqui percebi que a Ecopista/Ciclovia começava alguns metros mais à frente.
Em algumas estações da antiga linha do Dão, podemos encontrar estes pontos de informação - que por acaso estavam desligados.



Início real da Ecopista/Ciclovia.
Aqui, pelo concelho de Santa Comba - mais precisamente em Vimieiro - Encontramos o KM 49, que para mim foi o ponto de partida.


Em muitos troços podemos ver uma protecção lateral em madeira. Num ou dois, temos que dividir o espaço com os carros. Devidamente sinalizado.



A primeira grande ponte sobre o Rio Dão. - Muito bem aproveitadas e seguras.



Passagem de concelhos - A azul; Santa Comba Dão, a Verde; Tondela.



Antiga estação de caminhos de Ferro de Tondela. Hoje, sede da Casa do povo de Tondela e local de lazer, com várias infra-estruturas (Parque infantil, Zona de merendas, Circuito de manutenção, chafariz (fechado) e casas de banho (também fechadas))



Um dos variadíssimos túneis que passamos nesta Ecopista.



Antiga locomotiva e alguns vagões.



Mais uma ponte, já no concelho de Viseu.



Um dos últimos túneis desta Ecopista.



GR e RA