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domingo, 2 de setembro de 2018

Via Portugal Nascente (Caminho de Santiago) - Évora - Trancoso ...E sugestões para continuar até Santiago...



Via Portugal Nascente (Caminho de Santiago) - 

Évora - Trancoso

...E sugestões para continuar até Santiago...



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Passagem em localidades e pontos de interesse:


Évora, Nossa Sra de Machede, São Miguel de Machede, Azaruja e Évora Monte, Estremoz, Santo Amaro, Fronteira, Cabeço de Vide, Alter Pedroso e Altar do Chão, Crato, Flor da Rosa, Vale do Peso, Alpalhão, Nisa, Pé da Serra e Vila Velha do Rodão, Atalaia, Sarnadas do Rodão, Amarelos e Castelo Branco, Parque de Campismo de Castelo Branco, Alcains, Lardosa, Entrada no Concelho do Fundão, Soalheira, Castelo Novo, Serra da Gardunha, Fundão, Ferro, Peraboa, Caria, Carvalhal, Belmonte Gare e Belmonte, Cemtum Cellas, Valhelhas, Serra da Estrela, Famalicão da Serra, Fernão Joanes, Meias, Trinta, Corujeira, Maçainhas e Guarda, Calçada Romana de Tintinolho, Ramalhosa, Praia Fluvial do Mondego, Aldeia Viçosa, Rapa, Vale de Azares, Aldeia da Serra, Celorico da Beira, Arqueologia de S. Gens, Forno Telheiro, Fiães e Trancoso. 


Para ligação ao Caminho Torres. 


Notas: 

A cerca de dois quilómetros de Évora monte perdi uma seta, talvez falha minha ou falta de informação, e vim dar à estrada N18, segui algumas dezenas de metros até que entrei no primeiro cruzamento para a direita, e voltei a encontrar a marcação. 
Uma boa parte do trajecto entre Fronteira e Cabeço de Vide é efectuada pela estrada. 
Depois de Cabeço de Vide e das Termas, o trajecto até Alter Pedroso tem alguma lacunas de marcação/conservação, que ao que sei, brevemente serão melhoradas. 
Mesmo à chegada a Alter do Chão, e por já ser de noite não segui a ultima marcação por dentro de uma propriedade. Pelo que me é dado a perceber pelo mapa, é uma coisa insignificante. 
Um pouco antes de Vale do Peso e principalmente depois, e até Alpalhão, os bttistas podem sofrer um pouco, se os caminhos estiverem arados, tal como eu os apanhei. Provavelmente será uma situação provisória. 
À saída de castelo branco , e apesar de questionar várias entidades não consegui encontrar informação sinalética. 
Como a base deste Caminho é a EN 18, foi por ela que segui em busca de informação . Passei pelo parque de campismo , por Alcains, e Lourosa, onde encontrei uma guarda da GNR, que me informou que o caminho não estaria bem marcado , e que só à entrada do concelho de Fundão estaria sinalizado . E realmente foi assim. Na mesma estrada , na mudança de concelho apareceram as setas e vieiras . Virando depois para louriçal do Campo e depois para Soalheira. 
Daí e apesar da marcação na serra da Gardunha ser débil, consegui chegar a Fundão . 
À saída do Fundão , e apesar de ter estado nos bombeiros , tb não consegui apanhar a sinalética, segui pela EN 18 até ao cruzamento para Ferro. Daí pela marcação da GRZ ( grande rota do Zêzere ) até a aldeia. 
Apesar de paralela esta marcação também é muito boa. 
Depois de Caria, o Caminho segue para o Rio Zêzere, que estava impossível de atravessar. Há no entanto, alternativa marcada, tomando a direcção de Carvalhal. 



...

Como alguns saberão, e por certo outros virão a saber: - O Caminho autêntico é aquele que cada um de nós vai fazendo por dentro. 
Essa máxima também se aplica na vertente física, isto é: - Nem sempre é exequível, por um motivo ou por outro, estar precisamente no local onde “supostamente” se peregrinou durante centenas de anos, desde o século IX, em direcção a Compostela. Apesar da sinalização, maioritariamente na forma de setas amarelas, que nos indicam o Caminho, por vezes somos levados a circular fora dessas marcas. Por uma infinidade de motivos relacionados até com a falta, ou degradação das mesmas, ou pouca atenção, suficiente para as descobrir. Mas também por querer visitar algum local diferente ou por ter que recorrer a serviços fora do delineado originalmente. 

Quando fazemos os Caminhos de bicicleta, tais “desvios” podem acontecer também, por factores mecânicos. Furos por exemplo. 

Quero com isto deixar claro, que apesar da tentativa ser andar 100% dentro do marcado, por vezes não foi possível. Digamos que estas marcações correspondem a mais de 95% dessa “linha” das setas amarelas. Claro que mais metro menos metro, acabam sempre por lá ir dar…. 





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...Em actualização...

João Galvão

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Volta à Serra da Estrela

Início e final na Covilhã (Estação dos Caminhos de Ferro) fazendo um contorno da Serra da Estrela, passando pelas seguintes localidades, estradas e pontos de interesse: EM 501; Canhoso; Teixoso; Verdelhos; EN 232; Vale da Amoreira; Sameiro; Manteigas; Penhas Douradas; Cabeça do Velho; Gouveia; EM 522; Santa Marinha; Seia; EN 231; São Romão; Valezim; Louriga; Alvoco da Serra; Vasco Esteves de Baixo; EN 230; Unhais da Serra; Tortosendo; EN 18-4; Covilhã.










 FOTOGRAFIAS:



Painel de azulejos representativo das estradas na Zona de Manteigas.





Estrada Nacional 232, na descida das Penhas Douradas para Gouveia. 
Aqui com a Cabeça do Velho.



GR

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

VVP - Verdadeira Volta a Portugal em Estrada - 2200 km - 12 dias - 28000 a. a.





Esta verdadeira Volta a Portugal começou como se fosse um habitual treino pela marginal e acabou por ser uma volta fechada pelas proximidades das linhas limítrofes de Portugal continental. Foi sem saber quantos dias tinha nem até onde podia evoluir que fui avançando etapa a etapa, terra a terra até perfazer estes quase 2200 km de muita dificuldade e recompensa. foram cerca de 190 km diários de média, onde - salvo erro - só não ficaram contemplados os distritos de Santarém e Viseu. Para este projecto foram usadas 10 pousadas da juventude para pernoitar, só não aconteceu em Alandroal, por não haver nenhuma num raio muito grande. De resto foi assim em Areia Branca (Lourinhã), Aveiro, Vila Nova de Cerveira, Vilarinho das Furnas (Gerês), Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Castelo Branco, Alcoutim, Portimão e Almograve. Por etapas e terras mais importantes ficou assim ordenado neste périplo: 1ª Etapa - Lisboa, Damaia - Praia da Areia Branca, com passagem em:Estoril Sintra, Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã. 2ª Etapa - Praia da Areia Branca - Aveiro, com passagem em: Serra D'el Rei Óbidos , Caldas da Rainha, Alfeizerão, Nazaré, São Pedro de Moel, Praia de Vieira, Monte Redondo, Carriço, Lavos, Figueira da Foz, Serra da Boa Viagem, Quiaios, Bom Sucesso, Mira, Vagos, Ílhavo e Aveiro. 3ª Etapa - Aveiro - Vila Nova de Cerveira, com passagem em: Esgueira, Estarreja, Ovar, Esmoriz, Espinho, Gaia, Porto, Matosinhos, Leça, Vila do conde, Póvoa de Varzim, Fão, Esposende, Neiva, Viana do castelo, Vila Praia de Âncora, Moledo, Caminha e vila Nova de Cerveira. 4ª Etapa - Cerveira - Campo do Gerês, com passagem em: Valença, Melgaço, Castro Laboreiro, Entrada em Espanha, Entrimo, Lobios, Portugal por Portela do Homem, Gerês e Vilarinho das furnas. 5ª Etapa - Campo do Gerês - Bragança, com passagem em: São Bento da Porta Aberta, Caniçada, Salamonde, Ruivães, Pisões, Sapiões, Chaves, Lebução, Rebordelo, vinhais e Bragança. 6ª Etapa - Bragança - Vila Nova de foz Côa, com passagem em: Gimonde, Milhão, Argozelo, Vimioso, Genísio, Malhadas, Miranda do Douro, Duas Igrejas, Fonte de Aldeia, Sendim, Brunhosinho, Santiago, Mogadouro, Castelo Branco, Lagoaça, Carviçais, Torre de Moncorvo, Poçinho e Vila Nova de Foz Côa. 7ª Etapa - Vila Nova de Foz Côa - Castelo Branco, com passagem em: Almendra, Vilar de Amargo, Figueira de Castelo Rodrigo, Vilar Torpim, Almeida, Cerdeira, Rapoula do Côa, Sabugal, Santo Estevão, Terreiro das Bruxas, Penamacor, Pedrogão, São Miguel da Achada, Escálos de Cima e Castelo Branco. 8ª Etapa - Castelo Branco Alandroal, com passagem em: Sernadas do Rodão, Vila Velha de Rodão, Nisa, Alpalhão, Fortios, Portalegre, Arronches, Santa Eulália, Barbacena, Vila Fernando, Terrugem, Borba e Alandroal. 9ª Etapa - Alandroal - Alcoutim, com passagem em: Terena, Reguengos, Mourão, Póvoa de São Miguel, Moura, pias, Serpa, Santa Iria, Mina de São Domingos, Moreanes, Mértola, Cortes Pereira e Alcoutim. 10ª Etapa - Alcoutim - Portimão, com passagem em: Guerreiros do Rio, Foz de Odeleite, Castro Marim, Vila real de santo António, Monte Gordo, Vila nova de Cacela, Conceição, Tavira, Luz de Tavira, Olhão, Faro, Boliqueime, Alcantarilha, Porches, Lagoa e Portimão. 11ª Etapa - Portimão - Almograve, com passagem em: Odiaxere, Lagos, Vila do Bispo, Sagres, Carrapateira, Aljezur, Rogil, Maria Vinagre, Odeceixe, São Teotónio, Cabo Sardão e Almograve. 12ª Etapa - Almograve - Troia - Setúbal - Cacilhas - Lisboa, com passagem em: Longueira, Cruzamento de Almograve, Vila Nova de Mil Fontes, Brunheiras, Sines, Santo André, Melides, Carvalhal, Comporta, Ferry de Tróia, Setúbal, Palmela, Azeitão, Quinta do Conde, Coina, Almada, Cacilhas, Cais do Sodré (Lisboa) e Benfica (Damaia).






Aqui, só duas panorâmicas:  a cidade do Porto vista de Gaia o PNPG.






GR

sábado, 2 de agosto de 2014

ESTRELA ROAD EPIC - 5 Subidas na serra da Estrela (Covilhã/Manteigas/Seia/Vide/São Romão)



Resumo da Volta: Volta iniciada pelas 6,30h da madrugada, num total com cerca de 190 km de extensão, 6750 de a.a. relativo (valores parecidos para a descida, mas longe dos quase 10 mil que o Wikiloc apresenta neste track. Se quiserem o link do Strava, já são mais aproximados), a uma média de andamento de 18 km/h, durante mais de 11 horas a pedalar. Frequência cardíaca máxima de 178 ppm, e média de 133 ppm. Quase 7 mil Kcal gastas. Altitude máxima 1993 mt e mínima 285 mt. Vários números inerentes a esta VOLTA ÉPICA ficarão para sempre associados como records à minha tabela de valores, que retenho com o Relógio/cardio-frequêncimetro Polar. Assim é com os metros acumulados subidos e descidos, bem como as velocidades médias de descida e de subida.
Esta volta inicia-se na Covilhã (estação de camionagem) e faz a EN 339, primeiro até às Penhas da Saúde, e depois até ao cruzamento da EN 338 em direcção a Manteigas. Segue-se a descida até esta localidade banhada pelo Zêzere, e nova subida pelo vale glaciar, e em seguida, até à Torre, pela EN 339. Nova descida para Seia, via Sabugueiro, e respectiva subida até ao cruzamento para Vide/ Loriga, após a Lagoa Comprida. A subida após o Alvôco dá-se pela EM 518 via Casal de Rei e Cabeça, novamente até à rotunda de Loriga e daí pela EN 231, por Valezim, para São Romão. A última ascensão em direcção ao alto da Serra é feita pela EM 513, pela Nossa Sra do Desterro e central eléctrica. Depois de atingida a Torre, a descida faz-se pela EN 339, de novo até à Covilhã. Suplementos e alimentação: Levei comigo nos bolsos da camisola; 2 Barras energéticas de longa duração e um gel rápido da Decathlon, 3 cubos de marmelada embalados em casa, uma barrita de chocolate, alguns rebuçados “tipo Bola de neve”. Levei também dois bidons preparados com o pó hidratante da Sport Zone, e mais dois pequenos sacos, com mais duas recargas. Durante a volta, além desta bebida, consumi alguns litros de água engarrafada e da que ia bebendo das boas bicas que brotam um pouco por toda a serra. Uma lata de bebida energética e uma de Coca-cola. Além de outras bebidas que consumi nas 3 ou 4 paragens que fiz para alimentação sólida. Parei uma primeira vez no Sabugueiro, ainda quando descia para Seia, para beber o meu café da manhã, que pela hora madrugadora a que tinha saído para a estrada, ainda não me tinha sido possível fazer. Nessa paragem também comi um pêssego. Quando regressei a esta aldeia; - “A mais alta de Portugal”, e depois de ter ido a Seia a voltar, fiz uma nova paragem, agora com mais tempo, já que pedalava há bem mais de duas horas. Fui ao minimercado da localidade e comprei duas bananas. Uma comi no momento dentro de uma carcaça e a outra levei comigo nos bolsos. Depois de subir, e voltar a descer, desta vez para Vide, fiz nova paragem nesta localidade do Rio Alvôco, para comer a outra banana com pão e beber a referida cola. Voltei a subir, e descer, agora em direcção a São Romão. Aí parei no “snack Gato preto” e fiz uma refeição frugal, à mesa, composta por uma sopa e uma sandes de carne assada (que só comi metade, levando a outra parte). Ainda antes de atingir a Torre pela última vez, fez-se nova paragem na Lagoa Comprida, onde para além do resto da Sandes de carne assada ainda bebi uma mini. Chegado à torre e antes de iniciar a descida final, bebi uma radler e comi um folhado misto. – E pronto, já está! – É só fazer as contas às calorias ingeridas…lol…e subtrair as mais de 6500 que gastei…lol. Algumas Notas: Para fazer esta volta fui recolhendo alguma informação acerca das condições do trajecto, assim como alguns relatos de anteriores subidas, para tentar perceber se eu estaria preparado para fazer tal "empreitada". Posso dizê-lo (agora é fácil) que me custou bastante terminar esta volta, principalmente a penúltima subida desde Vide, pela estrada da Cabeça, e a última subida por São Romão até à Torre, onde acabei por parar mais de cinco vezes para baixar a ppm, que entretanto já iam saindo dos parâmetros. Posso no entanto garantir, que, apesar de tudo me custou muito menos do que eu estava á espera. - Isto é,; - Tinha algumas dúvidas se conseguiria fazer todo este projecto. Devo agora deixar aqui um agradecimento em forma de link, ao ciclista Jordão Alves, por ter sido através do seu vídeo no you tube que tomei conhecimento deste trajecto - Embora o meu seja ligeiramente diferente - e onde arranjei "coragem" PARA SEGUIR COM "ISTO" PARA FRENTE!
Fiz este trajecto com a minha Bicla de estrada; - Uma Trek 5200, com cerca de 8 kg. A transmissão tem à frente 53/39 e atrás 11/25. Se quiserem sofrer menos, levem uma k7 11/26. Acabei por ter que fazer uma colagem de tracks e construir alguns à mão, colando depois tudo, por ter ficado sem carga no telemóvel onde gravava o track. Daí os valores de altimetria estarem algo incorrectos. de qualquer forma estarei inteiramente disponível para ajudar quem queira fazer este trajecto, inteiro ou por partes. Boas pedaladas! Mais voltas de estrada no Blog nezclinas




TRAJECTO TAMBÉM NO STRAVA (...mais tarde ou mais cedo, tinha que ser...)










...Depois do centro de limpeza de neve, e ao pé do túnel, já perto da Torre. 
- Quase a terminar a segunda escalada do dia...





...No mesmo local, virado para as encostas da Covilhã e de Manteigas, pelas quais já tinha passado...
- Pela fresca é que se começa o dia. Estava quase a conseguir (com muita calma e tranquilidade) terminar esta primeira fase.





...Mais uma subida, antes de ter ficado sem bateria no telemóvel. 
- Uma das mais difíceis e compridas.
- Agora sou levado a pensar; - Mas elas são todas difíceis e compridas. Vá lá, se quisermos excluir a de Manteigas, que aliada à grande espectacularidade do vale glaciar, por onde corre o Zêzere acabado de nascer, nos alivia a alma das "maleitas" das pernas, criadas pelo desnível.


Resumo e digo:

Para ciclista de estrada que se preze, é um trajecto obrigatório. Seja por etapas ou nesta "empreitada", das mais conhecidas e prémios especiais da Volta a Portugal (Covilhã e Seia), às mais abandonadas e rudes (ai o piso não ajuda muito) nas estradas regionais 513 e 518, de Vale de Rei e Cabeça e da Sra do Desterro, ou até já referida EN 338 no vale do Zêzere, que ao pé das outras parece que vamos em plano...
- É um achado, este autêntico tratado!



BOAS VOLTAS... deseja o GR...

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Portugal Transversal - Estrada - Mira-Praia de Mira-Cantanhede-Mealhada-Luso-Buçaco-Mortágua-Santa Comba Dão-Tábua-São Romão-Torre-Manteigas-Belmonte-Sabugal-Espanha-Alfaiates


Volta de estrada realizada em dia e meio, desde Mira (vindo de camioneta desde Lisboa), até Alfaiates (Sabugal), onde iniciei o transporte de regresso a Lisboa, novamente de camioneta. Ao todo foram cerca de 280 km's de percurso, divididos por 98 km no primeiro dia entre Mira (Praia de Mira) e Tábua, e 182 km, do segundo dia, entre Tábua e Espanha, com regresso a Alfaiates, com passagem pela Torre, na Serra da Estrela. O Acumulado ascensional relativo total andou perto dos 5000 mt, onde 1250 foram no primeiro dia, e 3650 mt no segundo. A Média geral de andamento cifrou-se nos 22/23 km/h (25 e 21). Depois de ter feito muitas outras Travessias; - Longitudinais, Transversais e Diagonais de Portugal continental, maioritariamente em BTT, como deixarei os links em baixo, chegou agora a hora de as fazer - Muitas estão programadas - em bicicleta de Estrada.

Travessias Transversais de Portugal, em BTT: Ecovia do Litoral (Algarve) (V.R.S.A. - Sagres) Via Algarviana (Alcoutim - Sagres) Ecovia Lisboa Badajoz (Badajoz - Montijo - Lisboa) Travessia do Norte (Rio de Onor - Viana do Castelo)
Travessias diagonais em BTT: TransPortugal (Rio do Onor - Sagres)
GR 12 / GR 10 (Lisboa - Termas de Monfortinho) Caminho Torres a Santiago de Compostela (Almeida - Valença) Travessias Longitudinais em BTT: Portugal Raiano de Lés-a-lés (Rio de Onor - V.R.S.A. - Tavira) A Ver Água + Lisboa Sagres (Ponte de Lima - Lisboa + Sagres Lisboa)
Travessias Longitudinais em Estrada: EN 2: (Desde Faro até chaves) Alternativa à EN 2: (Bragança - Beja - Castro Marim) Em relação a esta; - Transversal, entre a Praia de Mira e Espanha, dei uso das seguintes estradas, e fiz passagem nos seguintes locais de interesse e localidades: - Praia de Mira (Atlântico), Mira, EN 234, Cantanhede, Mealhada, Luso, Serra do Buçaco, Buçaco, Mortágua, Barragem da Aguieira, Santa Comba Dão, IP3, Rio Dão, EN 2, Vimieiro, EM 634, Pinheiro de Ázere, EM 501, Rio Mondego e Tábua, no primeiro dia. - Tábua, EN 337, EN 337-4, Candosa, EN 17, Vendas de Galizes, Santa Ovaia, Chamusca, Catraia, EM 513, São Romão, Sra do Desterro, EN 339, Lagoa Comprida, Torre (Serra da Estrela, 1993 mt), EN 338, Manteigas, Rio Zêzere, EN 232, Sameiro, Vale de Amoreira, Valhelhas, EN 18, Belmonte, Belmonte Gare, Inguias, Casteleiro, Terreiro das Bruxas, EN 233, Santo Estevão, Rio Côa, Sabugal, Torre, Ozendo, Soito, Alfaiates, EN 233-3, Aldeia da Ponte, Espanha, Alfaiates. Distritos de Aveiro, Viseu, Coimbra, Guarda, e Castelo Branco.







...À saída da Camioneta, em Mira, foi deste imponente depósito de água, a sombra que usei para montar a bicicleta, que vinha embalada desde casa...





...Já na Praia de Mira, 7 km mais a Oeste, fiz uma paragem introdutória para as obrigatórias fotografias, que marcam a presença do Mar e o significado de extremidade deste trajecto, a que me propus...
-Foi por lá também que fiz o meu pequeno repasto, para dar início a esta primeira etapa. O que aconteceu já bem perto da 13,00 hora da tarde. Ainda me tinha comprometido chegar a Tábua, cerca de 100 km mais a Este, e nem sequer fazia grande ideia de que trajecto e altimetria iria apanhar...





...Felizmente, que foi só a subida à Serra do Buçaco, o maior obstáculo. - Para lá da descida ao Dão e ao Mondego, e das permanentes incertezas quanto à possibilidade do estudo de trajecto, me enviar para alguma IC ou I"QQcoisa"... Correu tudo bem... Quase sempre por estradas interiores e municipais, e com o piso bastante aceitável. - Também, para quem anda maioritariamente pela região de Lisboa, onde o asfalto é, em grande parte uma aberração...HUf...

Ah! - Já me esquecia de referir, que a fotografia se situa na albufeira da barragem da Aguieira, com águas do Dão e do Mondego...





...Depois de São Romão (Concelho de Seia), iniciei a subida para a Torre. Era a minha terceira, depois desta, em 2005, pela Covilhã, e desta em 2010, por Vide. 
- Sinceramente, são todas diferentes, mas quando uma pessoa se sente bem, qualquer uma serve... Apesar do tapete - De estrada regional pouco cuidada - não ser perfeito, as vistas e pontos de interesse são sobejamente compensatórios. - Ele é a A Nossa Sra do Desterro, a cabeça da Velha (que não visitei), o Museu da electricidade da antiga central Eléctrica do Desterro, a cabeça do Velho (na Fotografia), a chegada "previamente triunfal" à Lagoa Comprida, onde no único comerciante aberto, degustei um maravilhoso queijo da Serra e uma não menos apetitosa; Compota de Abóbora..... 
-Sabores, Costumes e tradições, que ainda se querem por manter...Oh, oh...






...A "Fuga" chegou à Torre!
Então e não é, que acabadinho de chegar, sou brindado por dois voos rasantes (à Torre), de dois caças (F 16?), da base aérea nº 5, de Monte real, em treino...
- Espectáculo!





...O adjectivo é; - Impressionante! 
- A descrição da fotografia é; - Vale Glaciar de Manteigas, por onde desce o Zêzere, o "rio que corre pela minha aldeia"...- Escreveu-o Pessoa, metaforicamente, em Caeiro, e Dirá a minha mãe, realmente, da sua aldeia...
- Serão sempre as minhas raízes, portanto...





... O Outro extremo desta aventura...
- Espanha, só mesmo para...
...Ganhar fome para o repasto do "Pelicano", em Alfaiates.


GR

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rio Onor - Castro Marim (Colagem das estradas N208, N15, N220, N102, N16, N3, IP2, N18 e N122)


Tal como a sua irmã, a Estrada Nacional 2 (EN 2), esta colagem de estradas alternativas faz a ligação entre as regiões de Trás-os- Montes e do Algarve, cruzando todo o nosso Portugal de Norte a Sul.
O caso da EN 2, que fiz desde Faro até Chaves, foram cerca de 730 km, com mais de nove mil metros de acumulado ascensional, já nesta vertente, mais interior e que faz a ligação entre Rio de Onor, Bragança e Castro Marim, Faro, apesar de serem mais quilómetros (750 km), o acumulado pouco passa dos oito mil.

Há pouco relatado neste blog, ficou a parte desta viagem que fiz em Dezembro de 2013, entre Bragança e Beja. Aproveitando uma aberta no estado climatérico e nos horários laborais, e que me levou cinco dias completos com as viagens de camioneta para Bragança, e de Beja, incluídas.


FOTOGRAFIA DO GOOGLE EARTH COMPARATIVA DAS DUAS TRAVESSIAS:

A VERDE, a Estrada Nacional 2 (EN2 - De Faro a Chaves).
A VERMELHO, a ALTERNATIVA (colagem de estradas de Rio de Onor, Bragança a Castro Marim, Faro)




TRAÇADO NO RIDE WITH GPS:

Traçado desta proposta no WIKILOC:



Este trajecto efectua passagens em várias localidades de Norte a Sul de Portugal; 
Rio de Onor - Bragança - Macedo de Cavaleiros - Foz do sabor - Torre de Moncorvo - Pocinho - Vila Nova de Foz Côa - Celorico da Beira - Vale do Mondego - Guarda - Belmonte - Orjais - Teixoso - Covilhã - Fundão - Serra da Gardunha - Alpedrinha - Alcains - Castelo Branco - Barca de Alva - Nisa - Alpanhão - Portalegre - Monforte - Estremoz - Évora Monte - Évora - Viana do Alentejo - Alvito - Cuba - Beja - Mértola - Alcoutim - Castro Marim.




Serra de Nogueira, entre Bragança e Macedo de Cavaleiros. 
Estrada Nacional 316, Fim do dia.





Serra de Bornes, entre Bornes e Trindade.
Estrada Nacional 102, a meio da manhã.





Rio Douro, entre Torre de Moncorvo e Pocinho.
Estrada Nacional 220 e depois, EN 102, perto da hora do almoço.





Vale glaciar do Rio Mondego, entre Celorico da Beira e Guarda.
Estrada Nacional 16, início da manhã.





Évora, Estrada Nacional 18, Pôr do Sol.


G.R.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Bragança - Beja (Colagem das estradas N15, N220, N102, N16, N3, IP2 e N18)


Depois de ter feito uma travessia de Portugal de Sul a Norte, desde Faro até Chaves, cumprindo a maior estrada Portuguesa, e tão famosa Estrada Nacional 2 (EN 2), com cerca de 740 quilómetros, fiquei com vontade de a comparar com uma outra travessia, que me tinha sido apresentada em forma de track, pelo meu Amigo "Cadima" (Eduardo Ribeiro). Na altura, e quando encetámos o tema EN 2, chegámos à conclusão que esse verdadeiro ex-libris de Portugal poderia ser algo perigoso, por ter muito trânsito, logo, deveríamos fazer uma ligação mais tranquila e interior, onde tivéssemos menos cruzamentos com veículos a motor.
Pois a conclusão a que cheguei, depois de fazer as duas travessias, é que a EN 2 tem muito menos frequência de carros do que esta colagem de estradas nacionais agora descrita. Como exemplo, posso dizer que estive mais de uma hora sem que por mim passasse viva alma, quando cumpria os quilómetros da EN 2, nos distritos alentejanos, enquanto que nesta versão, deu-se um pouco o caso oposto, isto é; - Estradas há, nomeadamente os troços da Nacional 18, entre o Fundão e Castelo Branco e depois, mais a Sul, entre Cuba e Beja, em que a presença de carros é praticamente constante.

Num post que se seguirá a este, deixarei aqui a versão desta colagem de estradas - Alternativas à EN 2 - com a ligação completa entre a fronteira a Norte (com Espanha), em Rio de Onor, e a zona de veraneio Algarvio, no concelho de Castro Marim. Juntando a estas estradas referidas, a N 308 (Rio de Onor-Bragança) e a N122 (Beja-Vila Real de Santo António), que por mim foram atravessadas em ocasiões anteriores. A Norte, usando as ligações de Bragança a Rio de Onor para encetar as "Travessias Autonómica de Portugal" (Rio de Onor - Cabo de São Vicente - Sagres - Lagos), a "do Norte", entre Rio de Onor e Viana do Castelo" e a Sul, usada quando fiz a minha prospecção às marcações do Caminho Português de Este. - Todas em BTT.

Neste post específico - quer por já ter andado nas estradas anteriormente descritas, quer por ter, nesta viagem, o tempo relativamente controlado - apenas me refiro à  ligação entre Bragança e Beja.
Foi assim que completei este traçado de estrada, com mais de 580 km. Usando uma tarde de quinta-feira, de Dezembro de 2013, para ligar a cidade bragantina a Macedo de Cavaleiros (depois de já ter vindo de Lisboa nesse dia, via expresso), e a sexta, sábado e domingo seguintes para chegar a Évora, e mais uma manhã, para atingir Beja, aproveitando o restante dia para regressar a Lisboa de camioneta.

Referências do Trajecto:

Bragança - Macedo de Cavaleiros - Foz do Sabor - Torre de Moncorvo - Pocinho - Vila Nova de Foz Côa - Celorico da Beira - Vale do Mondego - Guarda - Belmonte - Orjais - Teixoso - Covilhã - Fundão - Serra da Gardunha - Alpedrinha - Alcains - Castelo Branco - Barca de Alva - Nisa - Alpanhão - Portalegre - Monforte - Estremoz - Évora Monte - Évora - Viana do Alentejo - Alvito - Cuba - Beja.
Ligação proposta entre Bragança e Beja, para completar toda uma linha de progressão - Alternativa à Estrada Nacional 2 (EN 2) - Que se estende desde Rio de Onor, Bragança, até Castro Marim, Faro.





...Uma foto-animação do Google + que não foge muito à realidade. Na tarde que usei para ligar Bragança a Macedo de Cavaleiros, em que tive que atravessar a Serra da Nogueira, estava um frio assinalável...





...Se nesse primeiro dia, no topo da Nogueira, apesar do frio que rondava os 0 graus, acabou por não nevar, o mesmo já não posso dizer do que se passou na manhã do dia seguinte, quando desci da Serra de Bornes. Desse ponto do Nordeste Transmontano para o Vale do Rio Sabor, apanhei uma grande molha gelada que estava escondida por baixo desta bela imagem fotográfica...
- Só me voltei a libertar desta maleita, muito perto do Rio Douro, na descida que me levou de Torre de Moncorvo ao Pocinho.





O segundo dia terminei-o em Celorico da Beira. Esta cidade do Distrito da Guarda, para mim desconhecida até então, foi uma agradável surpresa. Não só pelo castelo e belas paisagens do vale do Mondego, como pelas gentes e forma de estar, bem descontraída.






Depois de ter atravessado todo o Vale Glaciar que transporta o Rio Zêzere, e na continuação da passagem e contorno de todo o Parque Natural da Serra da Estrela, já no distrito de Castelo Branco, passei à beira da Covilhã....





...De onde segui para o Fundão, e depois, através da Serra da Gardunha para Castelo Branco. Cidade onde acabei por terminar mais um dia de viagem.
A passagem pela Serra da Gardunha é espectacular, não só pelas vistas sobre a Serra da Estrela (inclusivamente vê-se a torre), como pelas próprias ascensões.





Por mim várias vezes visitada noutras ocasiões, aliás quase sempre que faço voltas que incluam Castelo Branco na rota, é por lá que costumo pernoitar, curiosamente, foi a primeira vez que fiz uma visita mais maturada ao Castelo da Cidade. 
- vale a pena!




As famosas "Portas do Rodão" em Vila Velha do mesmo nome, onde passamos o Rio Tejo para Sul e onde se dá a entrada no Alentejo, a caminho de Nisa.
Aqui, o frio era tanto que até o movimento das águas provocava neblina.


G.R.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Ciclovia de Celorico da Beira, Guarda


Ciclovia com piso pintado e devidamente marcada, contigua à Estrada nacional 102 (EN 102), entre a rotunda a Sul de Celorico Gare e a rotunda da entrada Norte de Celorico da beira. Nestes cerca de 1,5 km's temos oportunidade de passar, sensivelmente a meio deste trajecto, na ponte sobre o Rio Mondego.



Algumas fotografias no picasa:






GR

domingo, 5 de janeiro de 2014

Ciclovia Vila de Rei - Portela, Castelo Branco


Mais uma descoberta enquanto fazia a minha travessia de Portugal via EN 2. Em Vila de Rei, Perto do Centro Geodésico de Portugal encontra-se esta ciclovia de pouco mais de 1,5 quilómetros entre os Bombeiros voluntários de Vila de Rei, perto da Rotunda de entrada da vila, junto à EN 2 e a rotunda de Portela.




Algumas Fotografias:







GR e RA